Tanto o Chromium como o Google Chrome são compatíveis com o mesmo conjunto de políticas. É possível que este documento inclua políticas não lançadas (ou seja, a entrada "Compatível com" se refere a uma versão ainda não lançada do Google Chrome), que estão sujeitas a alteração ou remoção sem aviso prévio e para as quais nenhuma garantia de qualquer tipo é fornecida, incluindo garantias com relação às propriedades de privacidade e segurança delas.
Essas políticas devem ser usadas estritamente para configurar instâncias do Google Chrome internas à sua organização. O uso dessas políticas fora da sua organização (por exemplo, em um programa distribuído publicamente) é considerado malware e provavelmente será identificado como malware pelo Google e por fornecedores de programas antivírus.
Não é necessário definir essas configurações manualmente. Modelos fáceis de usar para Windows, Mac e Linux estão disponíveis para download em https://www.chromium.org/administrators/policy-templates.
O modo recomendado para configurar políticas no Windows é por meio de GPO, embora o aprovisionamento de políticas por meio de registro ainda seja compatível com instâncias do Windows que estejam vinculadas a um domínio Microsoft® Active Directory®.
| Nome da política | Descrição |
| Acesso remoto | |
| RemoteAccessHostClientDomain | Configurar o nome de domínio obrigatório para clientes de acesso remoto |
| RemoteAccessHostClientDomainList | Configurar os nomes de domínio obrigatórios para clientes de acesso remoto |
| RemoteAccessHostFirewallTraversal | Habilitar passagem de firewall a partir do host de acesso remoto |
| RemoteAccessHostDomain | Configurar o nome de domínio obrigatório para hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostDomainList | Configurar os nomes de domínio obrigatórios para hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostTalkGadgetPrefix | Configurar o prefixo TalkGadget para hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostRequireCurtain | Ativar cortinas de hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostAllowClientPairing | Ativar ou desativar autenticação sem PIN para hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostAllowGnubbyAuth | Permitir autenticação gnubby para hosts de acesso remoto |
| RemoteAccessHostAllowRelayedConnection | Ativar o uso de servidores relay pelo host de acesso remoto |
| RemoteAccessHostUdpPortRange | Restringir o intervalo de portas UDP usado pelo host de acesso remoto |
| RemoteAccessHostMatchUsername | Exigir correspondência entre o nome do usuário local e o proprietário do host de acesso remoto |
| RemoteAccessHostTokenUrl | URL no qual clientes de acesso remoto devem receber seu token de autenticação |
| RemoteAccessHostTokenValidationUrl | URL para validação do token de autenticação do cliente de acesso remoto |
| RemoteAccessHostTokenValidationCertificateIssuer | Certificado de cliente para conexão a RemoteAccessHostTokenValidationUrl |
| RemoteAccessHostAllowUiAccessForRemoteAssistance | Permitir que usuários remotos interajam com janelas elevadas em sessões de assistência remota |
| RemoteAccessHostAllowFileTransfer | Permitir que usuários de acesso remoto transfiram arquivos para/do host |
| Autenticação HTTP | |
| AuthSchemes | Esquemas de autenticação compatíveis |
| DisableAuthNegotiateCnameLookup | Desativar consulta CNAME ao negociar a autenticação do Kerberos |
| EnableAuthNegotiatePort | Incluir porta não padrão no SPN Kerberos |
| AuthServerWhitelist | Lista branca do servidor de autenticação |
| AuthNegotiateDelegateWhitelist | Lista branca do servidor de delegação Kerberos |
| AuthNegotiateDelegateByKdcPolicy | Usar a política KDC para delegar credenciais. |
| GSSAPILibraryName | Nome da biblioteca GSSAPI |
| AuthAndroidNegotiateAccountType | Tipo de conta para autenticação HTTP Negotiate |
| AllowCrossOriginAuthPrompt | Solicitações básicas de autorização HTTPS de múltiplas origens |
| NtlmV2Enabled | Ativar autenticação NTLMv2. |
| Configurações da política Safe Browsing | |
| SafeBrowsingEnabled | Ativar Navegação segura |
| SafeBrowsingExtendedReportingEnabled | Ativar relatórios estendidos do Navegação segura |
| SafeBrowsingExtendedReportingOptInAllowed | Permitir que os usuários ativem os relatórios estendidos do Navegação segura |
| SafeBrowsingWhitelistDomains | Configure a lista de domínios em que a política Safe Browsing não acionará avisos. |
| PasswordProtectionWarningTrigger | Acionamento de aviso de proteção de senha |
| PasswordProtectionLoginURLs | Configure a lista de URLs de login corporativo em que o serviço de proteção de senha deve capturar a impressão digital da senha. |
| PasswordProtectionChangePasswordURL | Configure o URL de alteração de senha. |
| Configurações de acessibilidade | |
| ShowAccessibilityOptionsInSystemTrayMenu | Mostrar opções de acessibilidade no menu da bandeja do sistema |
| LargeCursorEnabled | Ativar cursor grande |
| SpokenFeedbackEnabled | Ativar feedback falado |
| HighContrastEnabled | Ativar modo de alto contraste |
| VirtualKeyboardEnabled | Ativar o teclado na tela |
| KeyboardDefaultToFunctionKeys | Teclas de mídia padrão para teclas de função |
| ScreenMagnifierType | Definir tipo de lupa |
| DeviceLoginScreenDefaultLargeCursorEnabled | Definir estado padrão do cursor grande na tela de login |
| DeviceLoginScreenDefaultSpokenFeedbackEnabled | Definir estado padrão do feedback falado na tela de login |
| DeviceLoginScreenDefaultHighContrastEnabled | Definir o estado padrão do modo de alto contraste na tela de login |
| DeviceLoginScreenDefaultVirtualKeyboardEnabled | Definir o estado padrão do teclado na tela, na tela de login |
| DeviceLoginScreenDefaultScreenMagnifierType | Definir o tipo de lupa padrão ativada na tela de login |
| Configurações de atualização do dispositivo | |
| ChromeOsReleaseChannel | Liberar canal |
| ChromeOsReleaseChannelDelegated | Os usuários podem configurar o canal de lançamento do Chrome OS |
| DeviceAutoUpdateDisabled | Desativar a atualização automática |
| DeviceAutoUpdateP2PEnabled | Atualização automática de p2p ativada |
| DeviceAutoUpdateTimeRestrictions | Atualiza restrições de tempo |
| DeviceTargetVersionPrefix | Versão de atualização automática de destino |
| DeviceUpdateStagingSchedule | Cronograma de testes para aplicação de uma nova atualização |
| DeviceUpdateScatterFactor | Fator de dispersão de atualizações automáticas |
| DeviceUpdateAllowedConnectionTypes | Tipos de conexão permitidos para atualizações |
| DeviceUpdateHttpDownloadsEnabled | Permitir atualização automática de downloads via HTTP |
| RebootAfterUpdate | Reinicializar automaticamente após a atualização |
| MinimumRequiredChromeVersion | Configurar a versão mínima permitida do Chrome para o dispositivo. |
| DeviceRollbackToTargetVersion | Reverter para a versão de destino |
| DeviceRollbackAllowedMilestones | Número de marcos em que a reversão é permitida |
| DeviceQuickFixBuildToken | Oferecer Quick Fix Build a usuários. |
| Configurações de conteúdo | |
| DefaultCookiesSetting | Configuração de cookies padrão |
| DefaultImagesSetting | Configuração de imagens padrão |
| DefaultJavaScriptSetting | Configuração padrão do JavaScript |
| DefaultPluginsSetting | Configuração padrão de Flash |
| DefaultPopupsSetting | Configuração padrão de pop-ups |
| DefaultNotificationsSetting | Configuração padrão de notificações |
| DefaultGeolocationSetting | Configuração padrão de geolocalização |
| DefaultMediaStreamSetting | Configuração padrão mediastream |
| DefaultWebBluetoothGuardSetting | Controla o uso da API Web Bluetooth |
| DefaultWebUsbGuardSetting | Controla o uso da API WebUSB |
| AutoSelectCertificateForUrls | Selecionar certificados de cliente automaticamente para estes sites |
| CookiesAllowedForUrls | Permitir cookies nestes sites |
| CookiesBlockedForUrls | Bloquear cookies nestes sites |
| CookiesSessionOnlyForUrls | Limita cookies de URLs correspondentes à sessão atual |
| ImagesAllowedForUrls | Permitir imagens nestes sites |
| ImagesBlockedForUrls | Bloquear imagens nestes sites |
| JavaScriptAllowedForUrls | Permitir o JavaScript nestes sites |
| JavaScriptBlockedForUrls | Bloquear o JavaScript nestes sites |
| PluginsAllowedForUrls | Permitir o plug-in Flash nestes sites |
| PluginsBlockedForUrls | Bloquear o plug-in Flash nestes sites |
| PopupsAllowedForUrls | Permitir pop-ups nestes sites |
| RegisteredProtocolHandlers | Registrar gerenciadores de protocolos |
| PopupsBlockedForUrls | Bloquear pop-ups nestes sites |
| NotificationsAllowedForUrls | Permitir notificações nesses sites |
| NotificationsBlockedForUrls | Bloquear notificações nestes sites |
| WebUsbAllowDevicesForUrls | Conceder automaticamente permissão a esses sites para se conectarem a dispositivos USB com determinados IDs de fornecedores e produtos. |
| WebUsbAskForUrls | Permitir WebUSB nesses sites |
| WebUsbBlockedForUrls | Bloquear o WebUSB nesses sites |
| Configurações de gerenciamento do Microsoft® Active Directory® | |
| DeviceMachinePasswordChangeRate | Taxa de alteração da senha da máquina |
| DeviceUserPolicyLoopbackProcessingMode | Modo de processamento loopback da política do usuário |
| DeviceKerberosEncryptionTypes | Permitir tipos de criptografia Kerberos |
| DeviceGpoCacheLifetime | Ciclo de vida do cache do GPO |
| DeviceAuthDataCacheLifetime | Ciclo de vida do cache de dados de autenticação |
| Configurações de login | |
| DeviceGuestModeEnabled | Ativa o modo visitante |
| DeviceUserWhitelist | Lista de permissões de login de usuário |
| DeviceAllowNewUsers | Permite a criação de novas contas de usuários |
| DeviceLoginScreenDomainAutoComplete | Ativar preenchimento automático do nome de domínio durante login do usuário |
| DeviceShowUserNamesOnSignin | Mostrar nomes de usuário na tela de login |
| DeviceWallpaperImage | Imagem de plano de fundo do dispositivo |
| DeviceEphemeralUsersEnabled | Limpa os dados do usuário ao sair |
| LoginAuthenticationBehavior | Configura o comportamento de autenticação de login |
| DeviceTransferSAMLCookies | Transferir cookies do IDP de SAML durante o login |
| LoginVideoCaptureAllowedUrls | URLs que terão acesso a dispositivos de captura de vídeo em páginas de login SAML |
| DeviceLoginScreenExtensions | Configurar a lista de apps instalados na tela de login |
| DeviceLoginScreenLocales | Localidade da tela de login do dispositivo |
| DeviceLoginScreenInputMethods | Layouts de teclado da tela de login do dispositivo |
| DeviceSecondFactorAuthentication | Modo de autenticação de segundo fator integrado |
| DeviceLoginScreenIsolateOrigins | Ativar o isolamento de sites para origens específicas |
| DeviceLoginScreenSitePerProcess | Ativar o Isolamento de todos os sites |
| DeviceLoginScreenAutoSelectCertificateForUrls | Seleciona certificados de cliente automaticamente para esses sites na tela de login |
| Configurações de quiosque | |
| DeviceLocalAccounts | Contas locais de dispositivo |
| DeviceLocalAccountAutoLoginId | Conta local do dispositivo para login automático |
| DeviceLocalAccountAutoLoginDelay | Timer do login automático da conta local do dispositivo |
| DeviceLocalAccountAutoLoginBailoutEnabled | Ativar atalho do teclado dp plano de salvação para login automático |
| DeviceLocalAccountPromptForNetworkWhenOffline | Ativar prompt de configuração de rede quando estiver off-line |
| AllowKioskAppControlChromeVersion | Permitir que o aplicativo de quiosque aberto automaticamente com zero de atraso controle a versão do Google Chrome OS |
| Configurações de rede | |
| DeviceOpenNetworkConfiguration | Configuração de rede em nível de dispositivo |
| DeviceDataRoamingEnabled | Ativa roaming de dados |
| NetworkThrottlingEnabled | Ativar o acelerador de largura de banda da rede |
| DeviceHostnameTemplate | Modelo de nome do host da rede do dispositivo |
| DeviceWiFiFastTransitionEnabled | Ativa a transição rápida 802.11r |
| DeviceWiFiAllowed | Ativar Wi-Fi |
| DeviceDockMacAddressSource | Fonte de endereço MAC do dispositivo quando ancorado |
| Configurações do Android | |
| ArcEnabled | Ativar ARC |
| UnaffiliatedArcAllowed | Permitir que usuários sem afiliação utilizem o ARC |
| ArcPolicy | Configurar ARC |
| ArcAppInstallEventLoggingEnabled | Registra eventos de instalações do app Android |
| ArcBackupRestoreServiceEnabled | Controla o serviço de backup e restauração do Android |
| ArcGoogleLocationServicesEnabled | Controla os serviços de localização do Google para Android |
| ArcCertificatesSyncMode | Definir a disponibilidade do certificado para apps ARC |
| Configurações do Compartilhamento de arquivos de rede | |
| NetworkFileSharesAllowed | Controla o compartilhamento de arquivos de rede para disponibilidade do Chrome OS |
| NetBiosShareDiscoveryEnabled | Controla a detecção de compartilhamentos de arquivos de rede por meio do NetBIOS |
| NTLMShareAuthenticationEnabled | Controles que ativam o NTLM como protocolo de autenticação para ativações de PMEs |
| NetworkFileSharesPreconfiguredShares | Lista de compartilhamentos de arquivos de rede pré-configurados. |
| Contêiner Linux | |
| VirtualMachinesAllowed | Permitir que os dispositivos executem máquinas virtuais no Chrome OS |
| CrostiniAllowed | O usuário tem permissão para executar o Crostini |
| DeviceUnaffiliatedCrostiniAllowed | Permitir que usuários sem afiliação utilizem o Crostini |
| CrostiniExportImportUIAllowed | O usuário tem permissão para exportar/importar contêineres do Crostini por meio da IU |
| DTC wilco | |
| DeviceWilcoDtcAllowed | Concede permissão ao controlador de telemetria e diagnósticos wilco |
| DeviceWilcoDtcConfiguration | Configuração do DTC wilco |
| Data e hora | |
| SystemTimezone | Fuso horário |
| SystemTimezoneAutomaticDetection | Configurar o método de detecção automática de fuso horário |
| SystemUse24HourClock | Usar relógido de 24 horas por padrão |
| Declaração remota | |
| AttestationEnabledForDevice | Ativar declaração remota para o dispositivo |
| AttestationEnabledForUser | Ativar declaração remota para o usuário |
| AttestationExtensionWhitelist | Extensões que podem usar a API de declaração remota |
| AttestationForContentProtectionEnabled | Permitir o uso de declaração remota para proteção de conteúdo no dispositivo |
| Desbloqueio rápido | |
| QuickUnlockModeWhitelist | Configurar os modos de desbloqueio rápido permitidos |
| QuickUnlockTimeout | Definir com que frequência o usuário precisa digitar a senha para usar o desbloqueio rápido |
| PinUnlockMinimumLength | Definir o tamanho mínimo do PIN da tela de bloqueio |
| PinUnlockMaximumLength | Definir o tamanho máximo do PIN da tela de bloqueio |
| PinUnlockWeakPinsAllowed | Permitir que os usuários definam PINs fracos para a tela de bloqueio |
| Exibição | |
| DeviceDisplayResolution | Define resolução de tela e fator de escala |
| DisplayRotationDefault | Definir rotação padrão da tela, reaplicada em cada reinicialização |
| Extensões | |
| ExtensionInstallBlacklist | Configurar a lista de proibições de instalação da extensão |
| ExtensionInstallWhitelist | Configurar a lista branca de instalação de extensão |
| ExtensionInstallForcelist | Configurar a lista de extensões e aplicativos instalados forçadamente |
| ExtensionInstallSources | Configurar extensão, aplicativo e origens de instalação do script do usuário |
| ExtensionAllowedTypes | Configurar tipos permitidos de aplicativo/extensão |
| ExtensionAllowInsecureUpdates | Permite algoritmos inseguros em verificações de integridade nas atualizações e instalações de extensão |
| ExtensionSettings | Configurações de gerenciamento de extensão |
| Gerenciador de senhas | |
| PasswordManagerEnabled | Ativar salvamento de senhas no gerenciador de senhas |
| Gerenciamento de energia | |
| ScreenDimDelayAC | Intervalo de escurecimento da tela no funcionamento com alimentação CA |
| ScreenOffDelayAC | Intervalo de desligamento da tela no funcionamento com alimentação CA |
| ScreenLockDelayAC | Intervalo de bloqueio da tela no funcionamento com alimentação CA |
| IdleWarningDelayAC | Intervalo da advertência de inatividade no funcionamento com alimentação CA |
| IdleDelayAC | Intervalo de inatividade no funcionamento com alimentação CA |
| ScreenDimDelayBattery | Intervalo de escurecimento de tela no funcionamento com energia da bateria |
| ScreenOffDelayBattery | Intervalo de desligamento da tela no funcionamento com energia da bateria |
| ScreenLockDelayBattery | Intervalo de bloqueio da tela no funcionamento com energia da bateria |
| IdleWarningDelayBattery | Intervalo da advertência de inatividade no funcionamento com energia da bateria |
| IdleDelayBattery | Intervalo de inatividade no funcionamento com energia da bateria |
| IdleAction | Ação a ser realizada quando o intervalo de inatividade for atingido |
| IdleActionAC | Ação a ser executada quando o tempo de inatividade for atingido durante operação com alimentação CA |
| IdleActionBattery | Ação a ser executada quando o tempo de inatividade for atingido durante execução com bateria |
| LidCloseAction | Ação a ser realizada quando o usuário fecha a tampa |
| PowerManagementUsesAudioActivity | Especifica se a atividade de áudio afeta o gerenciamento de energia |
| PowerManagementUsesVideoActivity | Especifica se a atividade de vídeo afeta o gerenciamento de energia |
| PresentationScreenDimDelayScale | Percentual pelo qual calcular o intervalo de escurecimento da tela no modo de apresentação |
| AllowWakeLocks | Permitir wake locks |
| AllowScreenWakeLocks | Permitir bloqueios de ativação da tela |
| UserActivityScreenDimDelayScale | Percentual pelo qual calcular o intervalo de escurecimento da tela se o usuário ficar ativo após o escurecimento |
| WaitForInitialUserActivity | Aguardar atividade inicial do usuário |
| PowerManagementIdleSettings | Configurações de gerenciamento de energia quando o usuário se torna inativo |
| ScreenLockDelays | Tempo de espera para bloqueio de tela |
| PowerSmartDimEnabled | Ativar modelo de escurecimento inteligente para aumentar o tempo que a tela permanece ativa |
| ScreenBrightnessPercent | Porcentagem de brilho da tela |
| DevicePowerPeakShiftBatteryThreshold | Definir o limite de bateria (em porcentagem) para a economia de energia no período de pico |
| DevicePowerPeakShiftDayConfig | Definir configuração do dia para a economia de energia no período de pico |
| DevicePowerPeakShiftEnabled | Ativar economia de energia no período de pico |
| DeviceBootOnAcEnabled | Ativar inicialização em CA (corrente alternada) |
| DeviceAdvancedBatteryChargeModeEnabled | Ativar o modo avançado de carregamento da bateria |
| DeviceAdvancedBatteryChargeModeDayConfig | Definir a configuração do dia para o modo avançado de carregamento de bateria |
| DeviceBatteryChargeMode | Modo de carregamento da bateria |
| DeviceBatteryChargeCustomStartCharging | Configurar o início do carregamento personalizado da bateria, em porcentagem |
| DeviceBatteryChargeCustomStopCharging | Configurar a parada personalizada do carregamento da bateria, em porcentagem |
| DeviceUsbPowerShareEnabled | Ativar compartilhamento de energia via USB |
| Google Assistente | |
| VoiceInteractionContextEnabled | "Permitir que o Google Assistente tenha acesso ao contexto da tela" |
| VoiceInteractionHotwordEnabled | Permitir que a frase de ativação por voz seja ouvida pelo Google Assistente |
| Google Cast | |
| EnableMediaRouter | Ativar Google Cast |
| ShowCastIconInToolbar | Mostrar o ícone da barra de ferramentas do Google Cast |
| Google Drive | |
| DriveDisabled | Desativar o Drive no app Arquivos do Google Chrome OS |
| DriveDisabledOverCellular | Desativar o Google Drive em conexões celulares no app Arquivos do Google Chrome OS |
| Imprimir | |
| PrintingEnabled | Ativar impressão |
| CloudPrintProxyEnabled | Ativar proxy do Google Cloud Print |
| PrintingAllowedColorModes | Restringir o modo de cor de impressão |
| PrintingAllowedDuplexModes | Restringir o modo duplex de impressão |
| PrintingColorDefault | Modo de cor de impressão padrão |
| PrintingDuplexDefault | Modo duplex de impressão padrão |
| CloudPrintSubmitEnabled | Ativar o envio de documentos para Google Cloud Print |
| DisablePrintPreview | Desativar visualização da impressão |
| PrintHeaderFooter | Imprimir cabeçalhos e rodapés |
| DefaultPrinterSelection | Regras de seleção de impressora padrão |
| NativePrinters | Impressão nativa |
| NativePrintersBulkConfiguration | Arquivo de configuração de impressora corporativa |
| NativePrintersBulkAccessMode | Política de acesso à configuração de impressoras. |
| NativePrintersBulkBlacklist | Impressoras empresariais desativadas |
| NativePrintersBulkWhitelist | Impressoras empresariais ativadas |
| DeviceNativePrinters | Arquivo de configuração de impressora empresarial para dispositivos |
| DeviceNativePrintersAccessMode | Política de acesso à configuração de impressoras do dispositivo. |
| DeviceNativePrintersBlacklist | Impressoras empresariais desativadas |
| DeviceNativePrintersWhitelist | Impressoras empresariais ativadas |
| PrintPreviewUseSystemDefaultPrinter | Usar a impressora padrão do sistema como padrão |
| Inicialização, página inicial e página "Nova guia" | |
| ShowHomeButton | Exibir o botão da Página inicial na barra de ferramentas |
| HomepageLocation | Configurar o URL da página inicial |
| HomepageIsNewTabPage | Usar a página "Nova guia" como página inicial |
| NewTabPageLocation | Configurar o URL da página "Nova guia" |
| RestoreOnStartup | Ação na inicialização |
| RestoreOnStartupURLs | URLs que devem ser abertos na inicialização |
| Legacy Browser Support | |
| AlternativeBrowserPath | Navegador alternativo que será iniciado com sites configurados. |
| AlternativeBrowserParameters | Parâmetros de linha de comando para o navegador alternativo. |
| BrowserSwitcherChromePath | Caminho para mudar do navegador alternativo para o Chrome. |
| BrowserSwitcherChromeParameters | Parâmetros de linha de comando para fazer a mudança do navegador alternativo. |
| BrowserSwitcherDelay | Atraso para iniciar um navegador alternativo (milésimos de segundo) |
| BrowserSwitcherEnabled | Ativa o recurso "Suporte a navegadores legados". |
| BrowserSwitcherExternalSitelistUrl | URL de um arquivo XML que contém URLs que serão carregados em um navegador alternativo. |
| BrowserSwitcherKeepLastChromeTab | Mantém a última guia aberta no Chrome. |
| BrowserSwitcherUrlList | Sites que serão abertos no navegador alternativo |
| BrowserSwitcherUrlGreylist | Sites que nunca acionarão uma troca de navegador. |
| BrowserSwitcherUseIeSitelist | Usar a política SiteList do Internet Explorer para o Suporte a navegadores legados. |
| Ligar e desligar | |
| DeviceLoginScreenPowerManagement | Gerenciamento de energia na tela de login |
| UptimeLimit | Limitar tempo de execução do dispositivo reiniciando automaticamente |
| DeviceRebootOnShutdown | Reinicialização automática no desligamento do dispositivo |
| Mensagens nativas | |
| NativeMessagingBlacklist | Configurar a lista de proibições de mensagens nativas |
| NativeMessagingWhitelist | Configurar a lista de permissões de mensagens nativas |
| NativeMessagingUserLevelHosts | Permitir hosts de mensagens nativas no nível do usuário (instalados sem permissão do administrador) |
| Outro | |
| UsbDetachableWhitelist | Lista de permissões de dispositivos USB removíveis |
| DeviceAllowBluetooth | Permitir o Bluetooth no dispositivo |
| TPMFirmwareUpdateSettings | Configurar o comportamento de atualização do firmware TPM |
| DevicePolicyRefreshRate | Taxa de atualização da Política de dispositivos |
| DeviceBlockDevmode | Bloquear modo de desenvolvedor |
| DeviceAllowRedeemChromeOsRegistrationOffers | Permitir que os usuários resgatem ofertas pelo Registro do Chrome OS |
| DeviceQuirksDownloadEnabled | Permitir consultas no Servidor Quirks para perfis de hardware |
| ExtensionCacheSize | Definir o tamanho do cache de aplicativos e extensões (em bytes) |
| DeviceOffHours | Intervalos de horas de inatividade quando as políticas do dispositivo específicas são lançadas |
| PluginVm | |
| PluginVmAllowed | Permite que dispositivos usem um PluginVm no Google Chrome OS |
| PluginVmLicenseKey | Chave de licença de PluginVm |
| PluginVmImage | Imagem de PluginVm |
| Provedor de pesquisa padrão | |
| DefaultSearchProviderEnabled | Ativar o provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderName | Nome do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderKeyword | Palavra-chave do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderSearchURL | URL de pesquisa do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderSuggestURL | URL sugerido do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderIconURL | Ícone do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderEncodings | Codificações do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderAlternateURLs | Lista de URLs alternativos para o provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderImageURL | Parâmetro que fornece recursos de pesquisa por imagem para o provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderNewTabURL | URL da página "Nova guia" do provedor de pesquisa padrão |
| DefaultSearchProviderSearchURLPostParams | Parâmetros para URL de pesquisa que usa POST |
| DefaultSearchProviderSuggestURLPostParams | Parâmetros para URL de sugestões que usa POST |
| DefaultSearchProviderImageURLPostParams | Parâmetros para URL de imagens que usa POST |
| Relatórios de usuário e do dispositivo | |
| ReportDeviceVersionInfo | Informar a versão do sistema operacional e do firmware |
| ReportDeviceBootMode | Informar modo de inicialização do dispositivo |
| ReportDeviceUsers | Reporta os usuários do dispositivo |
| ReportDeviceActivityTimes | Informar horário das atividades do dispositivo |
| ReportDeviceNetworkInterfaces | Relatar interfaces de redes de dispositivos |
| ReportDeviceHardwareStatus | Informar status de hardware |
| ReportDeviceSessionStatus | Denunciar informações sobre sessões de quiosque ativas |
| ReportDeviceBoardStatus | Informa o status da placa |
| ReportDevicePowerStatus | Informa o status de energia |
| ReportDeviceStorageStatus | Informa o status de armazenamento |
| ReportUploadFrequency | Frequência de uploads de relatórios de status do dispositivo |
| ReportArcStatusEnabled | Informações de relatório sobre o status do Android |
| HeartbeatEnabled | Enviar pacotes de rede ao servidor de gerenciamento para monitorar o status on-line |
| HeartbeatFrequency | Frequência de pacotes de monitoramento de rede |
| LogUploadEnabled | Enviar registros do sistema ao servidor de gerenciamento |
| DeviceMetricsReportingEnabled | Ativa relatórios de métricas |
| Servidor proxy | |
| ProxyMode | Escolher o modo de especificar as configurações do servidor proxy |
| ProxyServerMode | Escolher o modo de especificar as configurações do servidor proxy |
| ProxyServer | Endereço ou URL do servidor proxy |
| ProxyPacUrl | URL de um arquivo proxy .pac |
| ProxyBypassList | Regras de proxies ignoráveis |
| AbusiveExperienceInterventionEnforce | Aplicação de intervenção de experiência ofensiva |
| AdsSettingForIntrusiveAdsSites | Configurações de anúncios para sites com anúncios invasivos |
| AllowDeletingBrowserHistory | Ativar exclusão do histórico do navegador e de downloads |
| AllowDinosaurEasterEgg | Permitir jogo easter egg de dinossauro |
| AllowFileSelectionDialogs | Permitir a chamada de caixas de diálogo de seleção de arquivos |
| AllowOutdatedPlugins | Permitir a execução de plug-ins que estão desatualizados |
| AllowPopupsDuringPageUnload | Permite que uma página mostre pop-ups ao fazer unload |
| AllowScreenLock | Autorizar bloqueio da tela |
| AllowedDomainsForApps | Definir os domínios autorizados a acessar o G Suite |
| AllowedInputMethods | Configurar os métodos de entrada permitidos em uma sessão de usuário |
| AllowedLanguages | Configurar os idiomas permitidos em uma sessão de usuário |
| AlternateErrorPagesEnabled | Ativar páginas de erro alternativas |
| AlwaysOpenPdfExternally | Sempre abrir arquivos em PDF externamente |
| ApplicationLocaleValue | Localidade do aplicativo |
| AudioCaptureAllowed | Permitir ou negar captura de áudio |
| AudioCaptureAllowedUrls | URLs que terão acesso a dispositivos de captura de áudio sem solicitação |
| AudioOutputAllowed | Permitir a reprodução de áudio |
| AutoFillEnabled | Ativar Preenchimento automático |
| AutofillAddressEnabled | Ativa o Preenchimento automático de endereços |
| AutofillCreditCardEnabled | Ativar o preenchimento automático para cartões de crédito |
| AutoplayAllowed | Permitir reprodução automática de mídia |
| AutoplayWhitelist | Permitir reprodução automática de mídia em uma lista de permissões de padrões de URL |
| BackgroundModeEnabled | Continua executando os aplicativos em segundo plano quando o Google Chrome é fechado |
| BlockThirdPartyCookies | Bloquear cookies de terceiros |
| BookmarkBarEnabled | Ativar a barra de favoritos |
| BrowserAddPersonEnabled | Ativar adição de uma pessoa no gerenciador de usuários |
| BrowserGuestModeEnabled | Ativar o modo visitante no navegador |
| BrowserNetworkTimeQueriesEnabled | Permitir consultas a um serviço de hora do Google |
| BrowserSignin | Configurações de login no navegador |
| BuiltInDnsClientEnabled | Usar cliente DNS integrado |
| CaptivePortalAuthenticationIgnoresProxy | A autenticação de portal cativo ignora o proxy |
| CertificateManagementAllowed | Permitir que os usuários gerenciem certificados instalados. |
| CertificateTransparencyEnforcementDisabledForCas | Desativar a aplicação da Transparência dos certificados para uma lista de hashes subjectPublicKeyInfo |
| CertificateTransparencyEnforcementDisabledForLegacyCas | Desativar a aplicação da Transparência dos certificados para uma lista de Autoridades de certificação de legado |
| CertificateTransparencyEnforcementDisabledForUrls | Desativar a aplicação da Transparência dos certificados para uma lista de URLs |
| ChromeCleanupEnabled | Ativa o recurso "Varredura do Chrome" no Windows |
| ChromeCleanupReportingEnabled | Controla a maneira como o recurso "Varredura do Chrome" envia dados ao Google |
| ChromeOsLockOnIdleSuspend | Ativar o bloqueio quando o dispositivo entrar no modo ocioso ou suspenso |
| ChromeOsMultiProfileUserBehavior | Controla o comportamento do usuário em uma sessão de diversos perfis |
| CloudManagementEnrollmentMandatory | Permite a inscrição obrigatória no gerenciamento em nuvem |
| CloudManagementEnrollmentToken | Token de inscrição da política de nuvem na área de trabalho |
| CloudPolicyOverridesPlatformPolicy | A política de nuvem do Google Chrome substitui a política da plataforma. |
| ComponentUpdatesEnabled | Ativar atualizações de componentes no Google Chrome |
| ContextualSearchEnabled | Ativar "Tocar para pesquisar" |
| ContextualSuggestionsEnabled | Ativa sugestões contextuais de páginas da Web relacionadas |
| DataCompressionProxyEnabled | Ativar o recurso de proxy de compactação de dados |
| DefaultBrowserSettingEnabled | Definir o Google Chrome como meu navegador padrão |
| DefaultDownloadDirectory | Definir diretório de download padrão |
| DeveloperToolsAvailability | Controla onde as Ferramentas para Desenvolvedores podem ser usadas |
| DeveloperToolsDisabled | Desativar Ferramentas de desenvolvedor |
| DeviceLocalAccountManagedSessionEnabled | Permite sessão gerenciada no dispositivo |
| DeviceRebootOnUserSignout | Força a reinicialização do dispositivo quando o usuário sai |
| DeviceScheduledUpdateCheck | Definir programação personalizada para verificar se há atualizações |
| Disable3DAPIs | Desativar o suporte a APIs para gráficos 3D |
| DisableSafeBrowsingProceedAnyway | Desativa a continuação na página de aviso de "Navegação segura" |
| DisableScreenshots | Desativar captura de tela |
| DisabledPlugins | Especificar uma lista de plug-ins desativados |
| DisabledPluginsExceptions | Especificar uma lista de plug-ins que podem ser ativados ou desativados pelo usuário |
| DisabledSchemes | Desativar esquemas do protocolo de URL |
| DiskCacheDir | Definir o diretório de cache de disco |
| DiskCacheSize | Define o tamanho do cache de disco em bytes |
| DownloadDirectory | Definir diretório de download |
| DownloadRestrictions | Permitir restrições de downloads |
| EasyUnlockAllowed | Permitir que o Smart Lock seja usado |
| EcryptfsMigrationStrategy | Estratégia de migração para eCryptfs |
| EditBookmarksEnabled | Ativar ou desativar a edição de favoritos |
| EnableDeprecatedWebPlatformFeatures | Ativar por um tempo limitado recursos da plataforma Web cujo uso esteja suspenso |
| EnableOnlineRevocationChecks | Ativar verificações OCSP/CRL on-line |
| EnableSymantecLegacyInfrastructure | Ativar confiança na infraestrutura de ICP legada da Symantec Corporation |
| EnableSyncConsent | Ativa a exibição do consentimento de sincronização durante o login |
| EnabledPlugins | Especifica uma lista de plug-ins ativados |
| EnterpriseHardwarePlatformAPIEnabled | Permitir que extensões gerenciadas usem a API Enterprise Hardware Platform |
| ExternalStorageDisabled | Desativa a montagem de armazenamento externo |
| ExternalStorageReadOnly | Tratar dispositivos de armazenamento externo como somente leitura |
| ForceBrowserSignin | Ativar login forçado no Google Chrome |
| ForceEphemeralProfiles | Perfil temporário |
| ForceGoogleSafeSearch | Forçar o Google SafeSearch |
| ForceMaximizeOnFirstRun | Maximizar a primeira janela do navegador na primeira execução |
| ForceNetworkInProcess | Força a execução do código de rede no processo do navegador |
| ForceSafeSearch | Forçar SafeSearch |
| ForceYouTubeRestrict | Aplicar o Modo restrito mínimo do YouTube |
| ForceYouTubeSafetyMode | Forçar modo de segurança do YouTube |
| FullscreenAllowed | Permitir modo de tela cheia |
| HardwareAccelerationModeEnabled | Usar aceleração de hardware quando disponível |
| HideWebStoreIcon | Ocultar a loja on-line da página "Nova guia" e do Acesso rápido aos apps |
| Http09OnNonDefaultPortsEnabled | Ativar suporte a HTTP/0.9 em portas não padrão |
| ImportAutofillFormData | Importar dados de preenchimento automático de formulários do navegador padrão na primeira execução |
| ImportBookmarks | Importar favoritos do navegador padrão na primeira execução |
| ImportHistory | Importar histórico de navegação do navegador padrão na primeira execução |
| ImportHomepage | Importar homepage do navegador padrão na primeira execução |
| ImportSavedPasswords | Importar senhas salvas do navegador padrão na primeira execução |
| ImportSearchEngine | Importar mecanismos de pesquisa do navegador padrão na primeira execução |
| IncognitoEnabled | Ativar o modo de navegação anônima |
| IncognitoModeAvailability | Disponibilidade do modo de navegação anônima |
| InstantTetheringAllowed | Permitir que o tethering instantâneo seja usado. |
| IsolateOrigins | Ativar o isolamento de sites para origens específicas |
| IsolateOriginsAndroid | Ativa o isolamento de sites para origens específicas em dispositivos Android |
| JavascriptEnabled | Ativar o JavaScript |
| KeyPermissions | Principais permissões |
| MachineLevelUserCloudPolicyEnrollmentToken | Token de inscrição da política de nuvem na área de trabalho |
| ManagedBookmarks | Favoritos gerenciados |
| MaxConnectionsPerProxy | Número máximo de conexões simultâneas ao servidor proxy |
| MaxInvalidationFetchDelay | Atraso máximo de busca após a invalidação de uma política |
| MediaCacheSize | Define o tamanho do cache de disco de mídia em bytes |
| MediaRouterCastAllowAllIPs | Permitir que o Google Cast conecte-se a dispositivos de transmissão em todos os endereços IP. |
| MetricsReportingEnabled | Ativar relato de uso e dados relacionados a falhas |
| NTPContentSuggestionsEnabled | Mostrar sugestões de conteúdo na página "Nova guia" |
| NetworkPredictionOptions | Ativar previsão de rede |
| NoteTakingAppsLockScreenWhitelist | Colocar na lista de permissões os apps de anotação permitidos na tela de bloqueio do Google Chrome OS. |
| OpenNetworkConfiguration | Configuração de rede em nível do usuário |
| OverrideSecurityRestrictionsOnInsecureOrigin | Origens ou padrões de nome de host aos quais as restrições sobre origens não seguras não se aplicam |
| ParentAccessCodeConfig | Configuração do código de acesso dos pais |
| PinnedLauncherApps | Lista de aplicativos fixados a serem mostrados no iniciador |
| PolicyListMultipleSourceMergeList | Permitir a mescla de políticas de lista de diferentes fontes |
| PolicyRefreshRate | Taxa de atualização da política do usuário |
| PromotionalTabsEnabled | Ativar a exibição de conteúdo promocional em guia cheia |
| PromptForDownloadLocation | Perguntar onde salvar cada arquivo antes de fazer download |
| ProxySettings | Configurações de proxy |
| QuicAllowed | Permitir protocolo QUIC |
| RelaunchNotification | Notifica um usuário de que a reinicialização do navegador ou do dispositivo é recomendada ou obrigatória |
| RelaunchNotificationPeriod | Define o período para notificações de atualização |
| ReportCrostiniUsageEnabled | Enviar informações sobre o uso de apps Linux |
| RequireOnlineRevocationChecksForLocalAnchors | Exigir verificações on-line de OCSP/CRL para âncoras de confiança locais |
| RestrictAccountsToPatterns | Contas restritas que estão visíveis no Google Chrome |
| RestrictSigninToPattern | Restringir quais Contas do Google são permitidas como principais do navegador no Google Chrome |
| RoamingProfileLocation | Configurar o diretório do perfil de roaming |
| RoamingProfileSupportEnabled | Permite a criação de cópias em roaming dos dados de perfil do Google Chrome |
| RunAllFlashInAllowMode | Estender a configuração de conteúdo em Flash a todos os conteúdos |
| SAMLOfflineSigninTimeLimit | Limite o tempo pelo qual um usuário autenticado via SAML pode fazer login off-line |
| SSLErrorOverrideAllowed | Permitir a continuação na página de aviso SSL |
| SSLVersionMin | Versão de SSL mínima ativada |
| SafeBrowsingForTrustedSourcesEnabled | Ativar a Navegação segura para fontes confiáveis |
| SafeSitesFilterBehavior | Controlar a filtragem de conteúdo adulto SafeSites. |
| SavingBrowserHistoryDisabled | Desativar o salvamento do histórico do navegador |
| SchedulerConfiguration | Seleciona a configuração do programador de tarefas |
| SearchSuggestEnabled | Ativar sugestões de pesquisa |
| SecondaryGoogleAccountSigninAllowed | Permitir login múltiplo no navegador |
| SecurityKeyPermitAttestation | Os URLs/domínios permitidos automaticamente direcionam a declaração da chave de segurança |
| SessionLengthLimit | Limitar a duração de uma sessão de usuário |
| SessionLocales | Definir as localidades recomendadas para uma sessão gerenciada |
| ShelfAutoHideBehavior | Controlar a ocultação automática da estante |
| ShowAppsShortcutInBookmarkBar | Exibir os atalhos de aplicativos na barra de favoritos |
| ShowLogoutButtonInTray | Adicionar um botão de logout à bandeja do sistema |
| SignedHTTPExchangeEnabled | Ativa a compatibilidade com Signed HTTP Exchange (SXG) |
| SigninAllowed | Permitir login no Google Chrome |
| SitePerProcess | Ativar o Isolamento de todos os sites |
| SitePerProcessAndroid | Ativar o Isolamento de todos os sites |
| SmartLockSigninAllowed | Permitir que o login do Smart Lock seja usado. |
| SmsMessagesAllowed | Permite a sincronização de mensagens SMS do smartphone com o Chromebook. |
| SpellCheckServiceEnabled | Ativar ou desativar serviço da web de verificação ortográfica |
| SpellcheckEnabled | Ativar verificação ortográfica |
| SpellcheckLanguage | Forçar a ativação da correção ortográfica de idiomas |
| SpellcheckLanguageBlacklist | Forçar a desativação da correção ortográfica de idiomas |
| SuppressUnsupportedOSWarning | Remover o aviso de SO não compatível |
| SyncDisabled | Desativar a sincronização de dados com o Google |
| TabLifecyclesEnabled | Ativa ou desativa os ciclos de vida de guias |
| TaskManagerEndProcessEnabled | Permitir processos de finalização no gerenciador de tarefas |
| TermsOfServiceURL | Definir os Termos de Serviço para uma conta local do dispositivo |
| ThirdPartyBlockingEnabled | Ativar bloqueio de injeção de software de terceiros |
| TouchVirtualKeyboardEnabled | Ativar teclado virtual |
| TranslateEnabled | Ativar Traduzir |
| URLBlacklist | Bloquear acesso a uma lista de URLs |
| URLWhitelist | Permitir acesso a uma lista de URLs |
| UnifiedDesktopEnabledByDefault | Disponibilizar e ativar por padrão a área de trabalho unificada |
| UnsafelyTreatInsecureOriginAsSecure | Origens ou padrões de nome de host aos quais as restrições sobre origens não seguras não se aplicam |
| UrlKeyedAnonymizedDataCollectionEnabled | Ativar a coleta de dados anônimos inseridos no URL |
| UsageTimeLimit | Limite de tempo |
| UserAvatarImage | Imagem do avatar do usuário |
| UserDataDir | Definir diretório de dados do usuário |
| UserDisplayName | Definir o nome de exibição das contas locais de dispositivo |
| VideoCaptureAllowed | Permitir ou negar captura de vídeo |
| VideoCaptureAllowedUrls | URLs que terão acesso a dispositivos de captura de vídeo sem solicitação |
| VpnConfigAllowed | Permitir que o usuário gerencie conexões VPN |
| WPADQuickCheckEnabled | Ativar otimização WPAD |
| WallpaperImage | Imagem do plano de fundo |
| WebAppInstallForceList | Configura a lista de apps da Web de instalação forçada |
| WebDriverOverridesIncompatiblePolicies | Permitir que o WebDriver modifique políticas incompatíveis |
| WebRtcEventLogCollectionAllowed | Permite a coleta de logs de eventos WebRTC dos serviços do Google |
| WebRtcUdpPortRange | Restringir o alcance das portas UDP locais usadas por WebRTC |
| WelcomePageOnOSUpgradeEnabled | Ativar a exibição da página de boas-vindas na primeira inicialização do navegador após o upgrade do sistema operacional |
O uso desta política foi suspenso. Use RemoteAccessHostClientDomainList.
Configura os nomes de domínio de cliente necessários que serão impostos aos clientes de acesso remoto e impede os usuários de alterá-los.
Se esta configuração for ativada, apenas clientes de um dos domínios especificados poderão se conectar ao host.
Se esta configuração for desativada ou não for definida, a política padrão para o tipo de conexão será aplicada. Para assistência remota, isso permite que clientes de qualquer domínio se conectem ao host. Para acesso remoto a qualquer momento, apenas o dono do host pode se conectar.
Esta configuração substituirá RemoteAccessHostClientDomain, se ela estiver presente.
Veja também RemoteAccessHostDomainList.
Permite o uso de servidores STUN quando clientes remotos estiverem tentando estabelecer uma conexão com a máquina.
Se esta configuração for ativada, clientes remotos poderão descobrir e conectar-se a estas máquinas, mesmo quando separados por um firewall.
Se esta configuração for desativada e as conexões de saída UDP forem filtradas pelo firewall, esta máquina permitirá somente conexões a partir de máquinas clientes da rede local.
Se esta política não for definida, a configuração será ativada.
O uso desta política foi suspenso. Use RemoteAccessHostDomainList.
Configura os nomes de domínio de host necessários que serão impostos em hosts de acesso remoto e impede que os usuários façam alterações.
Se esta configuração for ativada, os hosts poderão ser compartilhados apenas por meio de contas registradas em um dos nomes de domínio especificados.
Se esta configuração for desativada ou não for definida, os hosts poderão ser compartilhados por qualquer conta.
Esta configuração substituirá a política RemoteAccessHostDomain, se ela estiver presente.
Veja também RemoteAccessHostClientDomainList.
Configura o prefixo TalkGadget que será usado pelos hosts de acesso remoto e impede os usuários de alterá-lo.
Se for especificado, esse prefixo é anexado ao nome básico do TalkGadget para criar um nome de domínio completo para o TalkGadget. O nome de domínio básico do TalkGadget é ".talkgadget.google.com".
Se esta configuração for ativada, os hosts usarão o nome de domínio personalizado quando acessarem o TalkGadget em vez do nome de domínio padrão.
Se esta configuração for desativada ou não for definida, o nome de domínio padrão do TalkGadget ('chromoting host.talkgadget.google.com') será usado para todos os hosts.
Clientes de acesso remoto não são afetados pela definição desta política. Eles sempre usam "chromoting-client.talkgadget.google.com" para acessar o TalkGadget.
Ativa as cortinas de hosts de acesso remoto enquanto uma conexão está em andamento. Se essa configuração for ativada, os dispositivos de entrada e saída físicas dos hosts serão desativados enquanto houver uma conexão remota em andamento. Se essa configuração for desativada ou não estiver definida, os usuários locais e remotos poderão interagir com o host quando ele estiver sendo compartilhado.
Se esta definição estiver ativada ou não estiver configurada, os usuários podem optar por parear clientes e hosts no momento da conexão, eliminando a necessidade de inserir um PIN todas as vezes.
Se esta definição estiver desativada, esse recurso não fica disponível.
Quando essa configuração está ativada, as solicitações de autenticação gnubby são transmitidas por proxy por meio de uma conexão de host remoto.
Se essa configuração não está ativada ou configurada, as solicitações de autenticação gnubby não são transmitidas por proxy.
Permite o uso de servidores relay quando clientes remotos estiverem tentando estabelecer uma conexão com a máquina.
Se esta configuração for ativada, os clientes remotos poderão usar servidores relay para se conectar a essa máquina quando uma conexão direta não estiver disponível (por exemplo, devido a restrições de firewall).
Se a política RemoteAccessHostFirewallTraversal for desativada, esta política será ignorada.
Se esta política não for definida, a configuração será ativada.
Restringe o intervalo da porta UDP usada pelo host de aceso remoto desta máquina.
Se esta política não for definida ou se for definida como uma string vazia, o host de acesso remoto poderá usar qualquer porta disponível, a não ser que a política RemoteAccessHostFirewallTraversal esteja desativada. Nesse caso, o host de acesso remoto usará portas UDP no intervalo 12400-12409.
Se esta configuração for ativada, o host de acesso remoto comparará o nome do usuário local (ao qual o host está associado) ao nome da Conta do Google registrada como proprietária do host (ou seja, "joaosilva" se o host for propriedade da Conta do Google "joaosilva@example.com"). O host de acesso remoto não será iniciado se o nome do proprietário do host for diferente do nome do usuário local ao qual o host está associado. A política RemoteAccessHostMatchUsername precisa ser usada com a RemoteAccessHostDomain para garantir que a Conta do Google do proprietário do host esteja associada a um domínio específico (ou seja, "example.com").
Se esta configuração for desativada ou não for definida, o host de acesso remoto poderá ser associado a qualquer usuário local.
Se esta política for definida, o host de acesso remoto exigirá a autenticação de clientes para receber um token de autenticação deste URL e poder se conectar. Ela precisa ser usada em conjunto com RemoteAccessHostTokenValidationUrl.
No momento, esse recurso está desativado para servidores.
Se esta política for definida, o host do acesso remoto usará este URL para validar os tokens de autenticação de clientes de acesso remoto, de modo a aceitar as conexões. Ela precisa ser usada em conjunto com RemoteAccessHostTokenUrl.
No momento, esse recurso está desativado para servidores.
Se esta política for definida, o host usará um certificado do cliente com o dado CN do emissor para autenticar em RemoteAccessHostTokenValidationUrl. Configure como "*" para usar qualquer certificado do cliente disponível.
No momento, esse recurso está desativado para servidores.
Se esta configuração for ativada, o host de assistência remota será executado em um processo com permissões uiAccess. Isso permitirá que os usuários remotos interajam com janelas elevadas na área de trabalho do usuário local.
Se esta configuração for desativada ou não for configurada, o host de assistência remota será executado no contexto do usuário, e os usuários remotos não poderão interagir com janelas elevadas na área de trabalho.
Controla a habilidade de um usuário de transferir arquivos entre o cliente e o host quando ele está conectado a um host de acesso remoto. Isso não se aplica a conexões de assistência remota, que não são compatíveis com transferência de arquivos.
Se essa configuração for desativada, a transferência de arquivos não será permitida. Se essa configuração for ativada ou não for definida, a transferência de arquivos será permitida.
Especifica quais esquemas de autenticação HTTP são compatíveis com Google Chrome.
Os valores possíveis são "básico", "resumo", "ntlm" e "negociar". Separe valores múltiplos com vírgulas.
Se esta política não for definida, os quatro esquemas serão utilizados.
Especifica se o SPN do Kerberos se baseia no nome DNS canônico ou no nome original inserido. Se ativar esta configuração, a pesquisa CNAME será ignorada e o nome do servidor será usado como inserido. Se desativar essa configuração ou a deixar sem definição, o nome canônico do servidor será determinado através da pesquisa CNAME.
Especifica se o SPN do Kerberos gerado deve incluir uma porta fora do padrão. Se ativar esta configuração e uma porta fora do padrão (uma porta diferente da 80 ou 443, por exemplo) for inserida, ela será incluída no SPN do Kerberos gerado. De qualquer maneira, se desativar esta configuração ou deixar sem definição, o SPN do Kerberos não incluirá uma porta.
Especifica quais servidores devem estar na lista de permissões para a autenticação integrada. A autenticação integrada só é ativada quando o Google Chrome recebe um desafio de autenticação a partir de um proxy ou de um servidor que está nesta lista de permissões.
Separe vários nomes de servidores com vírgulas. Caracteres curinga (*) são permitidos.
Se esta política não é definida, o Google Chrome tenta detectar se um servidor está na Intranet e, só então, responde às solicitações IWA. Se um servidor é detectado como Internet, as solicitações IWA que partem dele são ignoradas pelo Google Chrome.
Servidores que podem receber delegações do Google Chrome.
Separe vários nomes de servidor com vírgula. Caracteres curinga (*) são permitidos.
Se esta política não é definida, o Google Chrome não delega credenciais do usuário mesmo que um servidor seja detectado como Intranet.
Controla se a aprovação pela política KDC foi respeitada para decidir se os tíquetes do Kerberos devem ser delegados ou não.
Se a política for definida como verdadeira, a autenticação HTTP respeitará a aprovação pela política KDC, ou seja, o Chrome delegará credenciais apenas se a KDC definir OK-AS-DELEGATE em um tíquete de serviço. Consulte https://tools.ietf.org/html/rfc5896.html para ver mais informações. O serviço também precisa corresponder à política "AuthNegotiateDelegateWhitelist".
Se a política não for definida ou for definida como falsa, a política KDC será ignorada em plataformas compatíveis e somente a política "AuthNegotiateDelegateWhitelist" será respeitada.
No Windows, a política KDC é sempre respeitada.
Especifica qual biblioteca GSSAPI deve ser utilizada para autenticação HTTP. Você pode definir apenas um nome de biblioteca ou um caminho completo.
Se nenhuma configuração for fornecida, o Google Chrome voltará a utilizar um nome de biblioteca padrão.
Especifica o tipo de conta fornecida pelo app de autenticação Android compatível com a autenticação HTTP Negotiate (por exemplo, autenticação Kerberos). Essa informação deve ser disponibilizada pelo fornecedor do app de autenticação. Para ver outros detalhes, consulte https://goo.gl/hajyfN.
Se nenhuma configuração é fornecida, a autenticação HTTP Negotiate é desativada no Android.
Controla se o subconteúdo de terceiros em uma página pode acionar pop-up de uma caixa de diálogo básica de autorização HTTP. Normalmente, esta função é desativada como proteção contra phishing. Se esta política não estiver definida, a função é desativada e o subconteúdo de terceiros não terá permissão para acionar pop-up de uma caixa de diálogo básica de autorização HTTP.
Controla se a política NTLMv2 está ativada.
Todas as versões recentes dos servidores Samba e Windows são compatíveis com NTLMv2. Esta política só deve ser desativada para compatibilidade com versões anteriores e reduz a segurança da autenticação.
Se esta política não for definida, o padrão será verdadeira, e NTLMv2 será ativada.
Ativa o recurso "Navegação segura" do Google Chrome e impede que os usuários alterem essa configuração.
Se você ativar essa configuração, o "Navegação segura" ficará sempre ativado.
Se você desativar essa configuração, o "Navegação segura" nunca ficará ativado.
Se você ativar ou desativar essa configuração, os usuários não poderão alterar ou modificar a definição "Ativar proteção contra phishing e malware" no Google Chrome.
Se a política não for definida, a configuração ficará ativada, mas o usuário poderá alterá-la.
Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para ver mais informações sobre o recurso "Navegação segura".
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Ativa os relatórios estendidos do Navegação segura do Google Chrome e impede que os usuários mudem esta configuração.
Os relatórios estendidos enviam algumas informações do sistema e o conteúdo da página aos servidores do Google para ajudar a detectar apps e sites perigosos.
Se a configuração for definida como verdadeira, os relatórios serão criados e enviados sempre que necessário (por exemplo, quando um intersticial de segurança for exibido).
Se a configuração for definida como falsa, os relatórios nunca serão enviados.
Se esta política for definida como verdadeira ou falsa, o usuário não poderá modificar a configuração.
Se esta política não for definida, o usuário poderá alterar a configuração e decidir se os relatórios serão ou não enviados.
Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para ver mais informações sobre o serviço Navegação segura.
Esta definição está obsoleta. Use SafeBrowsingExtendedReportingEnabled. A ativação ou desativação de SafeBrowsingExtendedReportingEnabled equivale à definição de SafeBrowsingExtendedReportingOptInAllowed como falsa.
Definir esta política como falsa impede que os usuários optem por enviar algumas informações do sistema e conteúdo da página aos servidores do Google. Se essa configuração for verdadeira ou se não for definida, os usuários poderão enviar algumas informações do sistema e conteúdo da página ao serviço Navegação segura para ajudar a detectar apps e sites perigosos.
Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para ver mais informações sobre o serviço Navegação segura.
Configura a lista de domínios confiáveis para o "Navegação segura". Isso significa que: se houver correspondência entre os URLs e os domínios na lista, o "Navegação segura" não verificará a presença de recursos perigosos (como phishing, malware ou software indesejado); o serviço de proteção de download do "Navegação segura" não verificará os downloads hospedados nesses domínios; o serviço de proteção de senha do "Navegação segura" não verificará a reutilização de senhas quando houver correspondência entre o URL de uma página e esses domínios.
Se essa configuração for ativada, esses domínios serão considerados confiáveis pelo "Navegação segura". Se essa configuração for desativada ou não for definida, a proteção padrão do "Navegação segura" será aplicada a todos os recursos. Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Permite que você controle o acionamento do aviso de proteção de senha. A proteção de senha alerta os usuários quando eles reutilizam a senha protegida em sites possivelmente suspeitos.
É possível usar as políticas "PasswordProtectionLoginURLs" e "PasswordProtectionChangePasswordURL" para configurar a senha que será protegida.
Se esta política for definida como "PasswordProtectionWarningOff"', nenhum aviso de proteção de senha será mostrado. Se esta política for definida como "PasswordProtectionWarningOnPasswordReuse", o aviso será exibido quando o usuário reutilizar a senha protegida em um site não pertencente à lista de permissões. Se esta política for definida como "PasswordProtectionWarningOnPhishingReuse", o aviso será exibido quando o usuário reutilizar a senha protegida em um site de phishing. Se esta política não for definida, apenas as senhas do Google serão protegidas pelo serviço, mas o usuário conseguirá alterar a configuração.
Configura a lista de URLs de login corporativo (somente para esquemas HTTP e HTTPS). A impressão digital da senha será capturada nesses URLs e usada para detecção de reutilização de senhas. Para que as impressões digitais de senha sejam capturadas corretamente no Google Chrome, suas páginas de login precisam seguir as diretrizes que constam em https://www.chromium.org/developers/design-documents/create-amazing-password-forms.
Se essa configuração estiver ativada, a impressão digital da senha será capturada nesses URLs pelo serviço de proteção de senhas para detecção de reutilização. Se essa configuração estiver desativada ou não estiver definida, a impressão digital da senha será capturada pelo serviço de proteção de senhas apenas em https://accounts.google.com.br. Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Configura o URL de alteração de senha (somente para esquemas HTTP e HTTPS). O serviço de proteção de senhas encaminhará os usuários a esse URL para que alterem a própria senha após receberem um aviso no navegador. Para que o Google Chrome capture corretamente a nova impressão digital de senha na página de alteração de senha, essa página precisa seguir as diretrizes que constam em https://www.chromium.org/developers/design-documents/create-amazing-password-forms.
Se essa configuração estiver ativada, o serviço de proteção de senhas encaminhará os usuários a esse URL para que alterem a própria senha após receberem um aviso no navegador. Se essa configuração estiver desativada ou não for definida, o serviço de proteção de senhas encaminhará os usuários para https://myaccounts.google.com para a alteração da senha. Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Se esta política for definida como verdadeira, as opções de acessibilidade sempre aparecerão no menu da bandeja do sistema.
Se esta política for definida como falsa, as opções de acessibilidade nunca aparecerão no menu da bandeja do sistema.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for definida, as opções de acessibilidade não aparecerão no menu da bandeja do sistema, mas o usuário poderá fazer com que elas apareçam usando a página "Configurações".
Ativar o recurso de acessibilidade do cursor grande.
Se esta política for definida como "verdadeira", o cursor grande estará sempre ativado.
Se esta política for definida como "falsa", o cursor grande nunca estará ativado.
Se você definir essa política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se essa política não for definida, o cursor grande ficará desativado inicialmente, mas o usuário poderá ativá-lo a qualquer momento.
Ativar o recurso de acessibilidade do feedback falado.
Se esta política for definida como "verdadeira", o feedback falado estará sempre ativado.
Se esta política for definida como "falsa", o feedback falado estará sempre desativado.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se essa política não for definida, o feedback falado ficará desativado inicialmente, mas o usuário poderá ativá-lo a qualquer momento.
Ativar o recurso de acessibilidade do modo de alto contraste.
Se esta política for definida como "verdadeira", o modo de alto contraste estará sempre ativado.
Se esta política for definida como "falsa", o modo de alto contraste nunca estará ativado.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se essa política não for definida, o modo de alto contraste ficará desativado inicialmente, mas o usuário poderá ativá-lo a qualquer momento.
Ativa o recurso de acessibilidade ao teclado na tela.
Se essa política for definida como "true", o teclado na tela ficará sempre ativado.
Se essa política for definida como "false", o teclado na tela ficará sempre desativado.
Se você definir essa política, os usuários não poderão alterá-la ou modificá-la.
Se essa política não for definida, o teclado na tela ficará inicialmente desativado, mas poderá ser ativado pelo usuário a qualquer momento.
Faz com que as teclas superiores funcionem como teclas de função.
Se esta política for definida como "true", por padrão, as teclas superiores do teclado funcionarão como teclas de função. A tecla de pesquisa deve estar pressionada para revertê-las novamente para teclas de mídia.
Se esta política for definida como "false", ou se não for definida, o teclado, por padrão, funcionará com comandos de tecla de mídia e comandos de tecla de função, quando a tecla de pesquisa estiver pressionada.
Se esta política for definida, ela controlará o tipo de lupa ativada. Configurar a política como "Nenhuma" desativará a lupa.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for definida, a lupa ficará desativada inicialmente, mas poderá ser ativada pelo usuário a qualquer momento.
Definir o estado padrão do recurso de acessibilidade do cursor grande na tela de login.
Se esta política for definida como "verdadeira", o cursor grande será ativado quando a tela de login for exibida.
Se esta política for definida como "falsa", o cursor grande será desativado quando a tela de login for exibida.
Se você definir esta política, os usuários poderão substituí-la temporariamente ativando ou desativando o cursor grande. No entanto, a escolha do usuário não é permanente e o padrão será restaurado sempre que a tela de login for exibida novamente ou quando o usuário permanecer inativo na tela de login por um minuto.
Se esta política não for definida, o cursor grande será desativado quando a tela de login for exibida pela primeira vez. Os usuários podem ativar ou desativar o cursor grande a qualquer momento e seu status na tela de login continuará entre os usuários.
Definir o estado padrão do recurso de acessibilidade do feedback falado na tela de login.
Se esta política for definida como "verdadeira", o feedback falado será ativado quando a tela de login for exibida.
Se esta política for definida como "falsa", o feedback falado será desativado quando a tela de login for exibida.
Se você definir esta política, os usuários poderão substituí-la temporariamente ativando ou desativando o feedback falado. No entanto, a escolha do usuário não é permanente e o padrão será restaurado sempre que a tela de login for exibida novamente ou quando o usuário permanecer inativo na tela de login por um minuto.
Se esta política não for definida, o feedback falado será desativado quando a tela de login for exibida pela primeira vez. Os usuários podem ativar ou desativar o feedback falado a qualquer momento e seu status na tela de login continuará entre os usuários.
Definir o estado padrão do recurso de acessibilidade do modo de alto contraste na tela de login.
Se esta política for definida como "verdadeira", o modo de alto contraste será ativado quando a tela de login for exibida.
Se esta política for definida como "falsa", o modo de alto contraste será desativado quando a tela de login for exibida.
Se você definir esta política, os usuários poderão substituí-la temporariamente ativando ou desativando o modo de alto contraste. No entanto, a escolha do usuário não é permanente e o padrão será restaurado sempre que a tela de login for exibida novamente ou quando o usuário permanecer inativo na tela de login por um minuto.
Se esta política não for definida, o modo de alto contraste será desativado quando a tela de login for exibida pela primeira vez. Os usuários podem ativar ou desativar o modo de alto contraste a qualquer momento e seu status na tela de login continuará entre os usuários.
Define o estado padrão do recurso de acessibilidade de teclado na tela na tela de login.
Se essa política for definida como "true", o teclado na tela será ativado quando a tela de login for exibida.
Se essa política for definida como "false", o teclado na tela será desativado quando a tela de login for exibida.
Se você definir essa política, os usuários poderão modificá-la temporariamente ao ativar ou desativar o teclado na tela. No entanto, a opção do usuário não é permanente, e o padrão é restaurado sempre que a tela de login é exibida novamente ou que o usuário permanece inativo na tela de login por um minuto.
Se essa política não for definida, o teclado na tela será desativado quando a tela de login for exibida pela primeira vez. Os usuários podem ativá-lo ou desativá-lo a qualquer momento e seu status na tela de login é mantido entre os usuários.
Definir o tipo de padrão de lupa ativada na tela de login.
Se esta política for definida, controlará o tipo de lupa que é ativada quando a tela de login é exibida. Defini-la como "Nenhuma" desativa a lupa.
Se você definir esta política, os usuários poderão substituí-la temporariamente ativando ou desativando a lupa. No entanto, a escolha do usuário não é permanente e o padrão será restaurado sempre que a tela de login for exibida novamente ou quando o usuário permanecer inativo na tela de login por um minuto.
Se esta política não for definida, a lupa será desativada quando a tela de login for exibida pela primeira vez. Os usuários podem ativar ou desativar a lupa a qualquer momento e seu status na tela de login continuará entre os usuários.
Especifica o canal de liberação ao qual este dispositivo deve ser vinculado.
Se esta política for definida como "True", e a política ChromeOsReleaseChannel não for especificada, os usuários do domínio de inscrição poderão alterar o canal de versão do dispositivo. Se esta política for definida como "false", o dispositivo será bloqueado em qualquer canal em que a política tenha sido definida pela última vez.
O canal selecionado pelo usuário será substituído pela política ChromeOsReleaseChannel, mas se o canal da política for mais estável que aquele instalado no dispositivo, o canal só vai mudar depois que a versão do canal mais estável atingir um número de versão superior à que está instalada no dispositivo.
Desativa as atualizações automáticas quando configurada como true.
Quando essa configuração não é definida ou quando é configurada como false, os dispositivos Google Chrome OS verificam automaticamente se há atualizações.
Aviso: recomendamos que você deixe as atualizações automáticas ativadas para que os usuários recebam atualizações de software e correções de segurança críticas. A desativação das atualizações automáticas coloca os usuários em risco.
Especifica se p2p deve ser usado para cargas de atualização do sistema operacional. Se for definido como verdadeiro, os dispositivos compartilharão e tentarão consumir as cargas de atualização na LAN, possivelmente reduzindo o uso de largura de banda de Internet e o congestionamento. Se a carga de atualização não estiver disponível na LAN, o dispositivo voltará a fazer download a partir de um servidor de atualização. Se for definido como falso ou não for configurado, o p2p não será usado.
Essa política controla os períodos durante os quais o dispositivo Google Chrome OS não tem permissão para procurar atualizações automaticamente. Veja o que acontece quando ela é definida como uma lista não vazia de intervalos de tempo: Os dispositivos não podem procurar atualizações automaticamente durante os intervalos especificados. Os dispositivos que precisam de uma reversão ou que são anteriores à versão mínima do Google Chrome OS não são afetados por essa política para evitar possíveis problemas de segurança. Além disso, a política não bloqueia verificações de atualização solicitadas por usuários ou administradores. Veja o que acontece quando a política não é definida ou não tem nenhum intervalo de tempo: Nenhuma verificação automática de atualização será bloqueada por ela, mas as verificações poderão ser bloqueadas por outras políticas. Esse recurso só é ativado em dispositivos Chrome configurados como quiosques de início automático. Outros dispositivos não serão restringidos por essa política.
Define a versão de destino para Atualizações automáticas.
Especifica o prefixo de uma versão de destino para a qual o Google Chrome OS deve ser atualizado. Se o dispositivo estiver executando uma versão anterior ao prefixo especificado, ele será atualizado para a versão mais recente com esse prefixo. Se o dispositivo já estiver em uma versão posterior, os efeitos dependerão do valor de DeviceRollbackToTargetVersion. O formato do prefixo funciona como um componente, conforme demonstrado neste exemplo:
"" (ou não configurado): atualizar para a versão mais recente disponível. "1412.": atualizar para qualquer versão secundária de 1412 (por exemplo, 1412.24.34 ou 1412.60.2) "1412.2.": atualizar para qualquer versão secundária de 1412.2 (por exemplo, 1412.2.34 ou 1412.2.2) "1412.24.34": atualizar apenas para essa versão específica
Aviso: não é recomendável configurar restrições de versão, porque elas podem impedir que os usuários recebam atualizações de software e correções de segurança críticas. Restringir as atualizações para um prefixo de versão específico pode colocar os usuários em risco.
Esta política define uma lista de porcentagens que determina a fração dos dispositivos Google Chrome OS na UO a ser atualizada diariamente a partir do dia em que a atualização é descoberta pela primeira vez. A descoberta acontece após a publicação da atualização, já que o dispositivo pode levar algum tempo para procurar por atualizações.
Cada par (dia, porcentagem) contém a indicação da porcentagem da frota a ser atualizada por um determinado número de dias desde a descoberta da atualização. Por exemplo, se tivermos os pares [(4, 40), (10, 70), (15, 100)], então 40% da frota deverá ter sido atualizada quatro dias após a visualização da atualização, 70% deverá ter sido atualizada após 10 dias, e assim por diante.
Se houver um valor definido para esta política, as atualizações ignorarão a DeviceUpdateScatterFactor e seguirão esta política.
Se a lista estiver vazia, não haverá uma fase de testes, e as atualizações serão aplicadas de acordo com outras políticas do dispositivo.
Esta política não se aplica a trocas de canais.
Especifica o número de segundos que um dispositivo pode chegar a atrasar aleatoriamente o download de uma atualização a partir do momento em que a atualização foi lançada no servidor. O dispositivo pode esperar uma parte desse intervalo de tempo em tempo cronológico e o restante contado em número de verificações de atualizações. Em todo caso, a dispersão tem como limite máximo uma quantidade constante de tempo para que o dispositivo nunca fique parado indefinidamente esperando para fazer o download de uma atualização.
Os tipos de conexão que podem ser usados para atualizações do sistema operacional. As atualizações do sistema operacional podem colocar grande pressão sobre a conexão, devido a seu tamanho, e poderão incorrer em custos adicionais. Portanto, por padrão, não são ativadas para tipos de conexão considerados dispendiosos, o que inclui WiMax, Bluetooth, WiMax e Cellular, no momento.
Os identificadores de tipos de conexão reconhecidos são "ethernet", "wifi", "WiMAX", "bluetooth" e "celular".
As cargas úteis de atualização automática no Google Chrome OS podem ser transferidas por download via HTTP, em vez de por HTTPS. Isso permite o armazenamento em cache de HTTP transparente dos downloads de HTTP.
Se essa política for definida como "true", o Google Chrome OS tentará fazer o download das cargas úteis de atualização automática via HTTP. Se a política for definida como "false" ou não for definida, o HTTPS será usado para o download das cargas úteis de atualização automática.
Agendar uma reinicialização automática após a aplicação de uma atualização do Google Chrome OS
Quando esta política está definida como "verdadeira", uma reinicialização automática é agendada quando uma atualização do Google Chrome OS é aplicada e uma reinicialização é obrigatória para concluir o processo. A reinicialização é agendada imediatamente, mas pode ser adiada pelo dispositivo em até 24 horas se um usuário o estiver usando no momento.
Quando esta política está definida como "falsa", nenhuma reinicialização automática é agendada após a aplicação da atualização do Google Chrome OS. O processo de atualização é concluído na próxima vez que o usuário reinicia o dispositivo.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Observação: atualmente, as reinicializações automáticas ficam ativadas apenas enquanto a tela de login é exibida ou uma sessão de aplicativo de quiosque está em andamento. Isso mudará no futuro, quando a política será sempre aplicada, independentemente de qualquer tipo específico de sessão estar ou não em andamento.
Configura o requisito da versão mínima permitida de Google Chrome. As versões abaixo são tratadas como obsoletas, e o dispositivo não permitiria o login do usuário antes que o SO fosse atualizado. Se a versão atual se tornar obsoleta durante a sessão, o usuário será forçadamente desconectado.
Se esta política não estiver definida, nenhuma restrição será aplicada, e o usuário poderá fazer login independentemente da versão do Google Chrome.
Aqui, "versão" pode ser uma versão exata como "61.0.3163.120" ou um prefixo de versão, como "61.0"
Especifica se o dispositivo deve ser revertido para a versão definida por DeviceTargetVersionPrefix se ele já estiver executando uma versão posterior.
O padrão é RollbackDisabled.
Especifica o número mínimo de marcos do Google Chrome OS em que a reversão deve ser permitida a partir da versão estável a qualquer momento.
O padrão é 0 para o consumidor, 4 (aproximadamente um semestre) para dispositivos inscritos na empresa.
A definição desta política impede que a proteção de reversão se aplique a pelo menos esse número de marcos.
Se essa política for definida para um valor menor, o efeito será permanente: o dispositivo PODE não ser capaz de fazer a reversão para versões anteriores mesmo depois de a política ser redefinida para um valor maior.
As possibilidades de reversão reais também podem depender dos patches de vulnerabilidade críticos e do modelo.
Esta política controla se é necessário ou não que o dispositivo seja atualizado para um Quick Fix Build.
Se o valor da política for definido para um token que mapeia para um Quick Fix Build, o dispositivo será atualizado para o Quick Fix Build correspondente se a atualização não estiver bloqueada por outra política.
Se essa política não for definida, ou se o valor dela não mapear para um Quick Fix Build, o dispositivo não será atualizado para um Quick Fix Build. Se o dispositivo já estiver executando um Quick Fix Build, e a política não estiver mais definida ou o valor não mapear mais para um Quick Fix Build, o dispositivo será atualizado para uma versão normal caso a atualização não seja bloqueada por outra política.
Permite que você configure se os websites têm ou não permissão para definir dados locais. É possível permitir a configuração dos dados locais para todos os websites ou negá-la a todos eles.
Se esta política é configurada para "Manter cookies enquanto durar a sessão", os cookies são apagados quando a sessão é encerrada. Se o Google Chrome é executado no "modo de segundo plano", é possível que a sessão não seja encerrada quando a última janela é fechada. Consulte a política "BackgroundModeEnabled" para ver mais informações sobre como configurar esse comportamento.
Se esta política não é configurada, "AllowCookies" é usada, e o usuário pode alterá-la.
Permite definir se os sites podem exibir imagens. A exibição de imagens pode ser permitida para todos os sites ou negada para todos eles.
Se esta política não for definida, "AllowImages" será utilizada e o usuário poderá alterá-la.
Esta política foi erroneamente ativada no Android no passado, mas esta funcionalidade nunca foi completamente compatível com essa plataforma.
Permite que você defina se os websites estão autorizados a executar JavaScript. O JavaScript em execução pode ser permitido ou negado para todos os websites. Se esta política for deixada sem definição, a política "AllowJavaScript" será utilizada, podendo ser modificada pelo usuário.
Permite definir se os sites têm permissão para executar automaticamente o plug-in Flash. A execução automática do plug-in Flash pode ser permitida para todos os sites ou negada para todos eles.
"Clicar para reproduzir" permite que o plug-in Flash seja executado, mas o usuário precisa clicar no marcador para começar a execução dele.
A reprodução automática só é permitida para domínios explicitamente listados na política PluginsAllowedForUrls. Se você quiser ativar a reprodução automática para todos os sites, recomendamos que adicione http://* e https://* a essa lista.
Se esta política for deixada sem definição, o usuário poderá alterar essa configuração manualmente.
Permite que você defina se websites estão autorizados a exibir pop-ups. A exibição de pop-ups pode ser permitida ou negada para todos os websites. Se esta política for deixada sem definição, a política "BlockPopups" será utilizada, mas pode ser modificada pelo usuário.
Permite que você defina se os websites são autorizados a exibir notificações na área de trabalho. A exibição de notificações na área de trabalho pode ser autorizada ou recusada por padrão ou o usuário pode ser solicitado a autorizar todas as vezes em que um website quiser exibir notificações na área de trabalho. Se esta política for deixada sem definição, a política "AskNotifications" será utilizada, podendo ser modificada pelo usuário.
Permite que você defina se os websites são autorizados a rastrear a localização física dos usuários. O rastreamento da localização física dos usuários pode ser permitido ou bloqueado por padrão ou o usuário será solicitado cada vez a dar sua localização física. Se esta política for deixada sem definição, a política "AskGeolocation" será utilizada e o usuário será capaz de modificá-la.
Se esta política for definida como BlockGeolocation, os apps Android não poderão acessar as informações de local. Se você configurar essa política para qualquer outro valor ou deixá-la sem definição, será solicitado o consentimento do usuário quando um app Android quiser acessar as informações de local.
Permite definir se os sites podem ter acesso a dispositivos de captura de mídia. O acesso a dispositivos de captura de mídia pode ser permitido por padrão, ou uma pergunta será feita ao usuário cada vez que um site quiser ter acesso a dispositivos de captura de mídia.
Se esta política não for definida, será usado "PromptOnAccess", e o usuário poderá fazer alterações.
Permite definir se os websites podem ter acesso aos dispositivos Bluetooth nas proximidades. O acesso pode ser completamente bloqueado, ou uma pergunta será feita ao usuário toda vez que um website quiser ter acesso a dispositivos Bluetooth próximos.
Se esta política não for definida, será usado "3", e o usuário poderá fazer alterações.
Permite definir se os sites podem ter acesso aos dispositivos USB conectados. O acesso pode ser completamente bloqueado, ou uma pergunta será feita ao usuário toda vez que um site solicitar acesso a dispositivos USB conectados.
Esta política pode ser substituída por padrões de URL específicos por meio das políticas "WebUsbAskForUrls" e "WebUsbBlockedForUrls".
Se esta política não for configurada, será usado "3", e o usuário poderá alterar essa configuração.
Permite especificar uma lista de padrões de URL que determinam para quais sites o Google Chrome selecionará um certificado de cliente de forma automática, caso o site solicite um.
O valor precisa ser uma matriz de dicionários JSON convertidos em strings. Cada dicionário precisa ter o formato { "pattern": "$URL_PATTERN", "filter" : $FILTER }, em que $URL_PATTERN é um padrão de configuração de conteúdo. $FILTER restringe quais certificados de cliente serão selecionados automaticamente pelo navegador. Seja qual for o filtro utilizado, apenas os certificados correspondentes à solicitação do servidor são selecionados. Por exemplo, se $FILTER tiver o formato { "ISSUER": { "CN": "$ISSUER_CN" } }, apenas os certificados de cliente que forem emitidos por um certificado com o CommonName $ISSUER_CN serão selecionados. Se $FILTER tiver as seções "ISSUER" e "SUBJECT", o certificado do cliente precisará atender às duas condições para ser selecionado. Se $FILTER especificar uma organização ("O"), o certificado precisará ter pelo menos uma organização correspondente ao valor especificado para ser selecionado. Se $FILTER especificar uma unidade organizacional ("UO"), o certificado precisará ter pelo menos uma unidade organizacional correspondente ao valor especificado para ser selecionado. Se $FILTER for o dicionário vazio {}, a seleção de certificados do cliente não será restringida de nenhuma outra forma.
Se esta política não for definida, não haverá seleção automática para nenhum site.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especifica sites com permissão para definir cookies.
Se esta política não for definida, o valor global padrão será usado para todos os sites da política "DefaultCookiesSetting", caso ela tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Consulte também as políticas "CookiesBlockedForUrls" e "CookiesSessionOnlyForUrls". Não pode haver padrões de URL conflitantes entre essas três políticas. Não é definido qual política tem precedência.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especifica sites que não têm permissão para definir cookies.
Se esta política não for definida, o valor global padrão será usado para todos os sites da política "DefaultCookiesSetting", caso ela tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Consulte também as políticas "CookiesAllowedForUrls" e "CookiesSessionOnlyForUrls". Não pode haver padrões de URL conflitantes entre essas três políticas. Não é definido qual política tem precedência.
Cookies definidos por páginas que correspondem a esses padrões de URL estarão limitados à sessão atual. Isto é, eles serão excluídos ao sair do navegador.
Para URLs não cobertos pelos padrões especificados aqui ou para todos os URLs, caso esta política não seja definida, o valor global padrão será usado para a política "DefaultCookiesSetting", caso ela tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Observe que se o Google Chrome estiver sendo executado em "modo de segundo plano", a sessão pode não ser fechada quando a última janela do navegador for fechada, permanecendo ativa até a saída do navegador. Consulte a política "BackgroundModeEnabled" para mais informações sobre como configurar esse comportamento.
Consulte também as políticas "CookiesAllowedForUrls" e "CookiesBlockedForUrls". Observe que não pode haver padrões de URL conflitantes entre essas três políticas. Não é definido qual política tem precedência.
Se a política "RestoreOnStartup" for definida para restaurar URLs de sessões anteriores, esta política não será respeitada, e os cookies serão armazenados permanentemente para esses sites.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites que podem exibir imagens.
Se esta política não for definida, o valor global padrão será usado para todos os sites da política "DefaultImagesSetting", caso ela tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Esta política foi erroneamente ativada no Android no passado, mas esta funcionalidade nunca foi completamente compatível com essa plataforma.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especifica sites que têm permissão para exibir imagens.
Se esta política não for definida, o valor global padrão será usado para todos os sites da política "DefaultImagesSetting", caso ela tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Esta política foi erroneamente ativada no Android no passado, mas esta funcionalidade nunca foi completamente compatível com essa plataforma.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites com permissão para executar o JavaScript. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultJavaScriptSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites sem permissão para executar JavaScript. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultJavaScriptSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite definir uma lista de padrões de URL que especificam sites autorizados a executar o plug-in Flash.
Se esta política não for definida, o valor padrão global será usado para todos os sites, seja a partir da política "DefaultPluginsSetting", caso esta tenha sido definida, ou da configuração pessoal do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite definir uma lista de padrões de URL que especificam quais sites não podem executar o plug-in Flash.
Se esta política não for definida, o valor padrão global será utilizado para todos os sites, seja a partir da política "DefaultPluginsSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites com permissão para exibir pop-ups. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultPopupsSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite registrar uma lista de gerenciadores de protocolo. Essa política só pode ser uma política recomendada. A propriedade |protocolo| deve ser definida para o esquema, por exemplo, 'mailto', e a propriedade |url| deve ser definida para o padrão URL do aplicativo que administra o esquema. O padrão pode incluir '%s', que, se presente, será substituído por um URL administrado.
Os gerenciadores de protocolos registrados pela política são misturados com os registrados pelo usuário, e ambos estão disponíveis para uso. O usuário pode substituir os gerenciadores de protocolos instalados por política, instalando um novo administrador padrão. Entretanto, o usuário não pode remover um gerenciador de protocolos registrado pela política.
Os gerenciadores de protocolo definidos por esta política não são usados na manipulação de intents do Android.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites sem permissão para exibir pop-ups. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultPopupsSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites com permissão para exibir notificações. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultNotificationsSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especificam sites sem permissão para exibir notificações. Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão global será utilizado para todos os sites a partir da política "DefaultNotificationsSetting", caso esta tenha sido definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário, caso não tenha sido definida.
Permite definir uma lista de urls que especificam quais sites terão permissão automática para acessar um dispositivo USB com os códigos de fornecedor e de produto fornecidos. Cada item da lista precisa conter dispositivos e URLs para que a política seja válida. Cada item nos dispositivos pode conter um campo para código de fornecedor e código de produto. Os códigos omitidos são tratados como caracteres coringa com uma exceção, e essa exceção é que um código de produto não pode ser especificado sem que um código de fornecedor também seja. Caso contrário, a política não será válida e será ignorada.
O modelo de permissão de USB usa o URL do site solicitante ("URL solicitante") e o URL do site de frame superior ("URL de incorporação") para conceder permissão ao URL solicitante para acessar o dispositivo USB. O URL solicitante pode ser diferente do URL de incorporação quando o site solicitante é carregado em um iframe. Portanto, o campo "urls" pode conter até duas strings de URL delimitadas por vírgula para especificar o URL solicitante e o de incorporação, respectivamente. Se apenas um URL for especificado, o acesso aos dispositivos USB correspondentes será permitido quando o URL do site solicitante corresponder a esse URL, independentemente do status de incorporação. Os URLs em "urls" precisam ser válidos, caso contrário, a política será ignorada.
Se esta política não for definida, o valor padrão global será usado para todos os sites, seja da política "DefaultWebUsbGuardSetting", se ela estiver definida, ou das configurações pessoais do usuário.
Os padrões de URL desta política não devem ser contrários àqueles configurados por meio de WebUsbBlockedForUrls. Se forem, esta política terá precedência sobre WebUsbBlockedForUrls e WebUsbAskForUrls.
Permite definir uma lista de padrões de URL que especificam quais sites podem pedir que o usuário conceda acesso a um dispositivo USB.
Se esta política não for configurada, o valor padrão global será usado para todos os sites a partir da política "DefaultWebUsbGuardSetting", se ela estiver definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário.
Os padrões de URL nesta política não devem ser contrários àqueles configurados por meio de WebUsbBlockedForUrls. Não é especificado qual das duas políticas tem precedência quando um URL corresponde a ambas.
Permite definir uma lista de padrões de URL que especificam quais sites não podem pedir que o usuário conceda acesso a um dispositivo USB.
Se esta política não for configurada, o valor padrão global será usado para todos os sites a partir da política "DefaultWebUsbGuardSetting", se ela estiver definida, ou a partir das configurações pessoais do usuário.
Os padrões de URL desta política não devem ser contrários àqueles configurados por meio de WebUsbAskForUrls. Não é especificado qual das duas políticas tem precedência quando um URL corresponde a ambas.
Especifica a taxa (em dias) em que um cliente altera a senha da conta da máquina dele. A senha é gerada de forma aleatória pelo cliente e não fica visível para o usuário.
Exatamente como as senhas de usuário, as senhas de máquina devem ser alteradas regularmente. A desativação desta política ou a definição de um número de dias alto pode afetar negativamente a segurança, uma vez que isso proporciona aos possíveis invasores mais tempo para descobrir a senha da conta da máquina e usá-la.
Se a política não for definida, a senha da conta da máquina será alterada a cada 30 dias.
Se a política for definida como 0, a alteração da senha da conta da máquina ficará desativada.
As senhas poderão ficar mais antigas que o número de dias especificado se o cliente ficar off-line por um período mais longo.
Especifica se e como a política de usuário da GPO de computador é processada.
Se a política for definida como "Padrão" ou se não for definida, a política de usuário será lida somente a partir das GPOs de usuário (as GPOs do computador serão ignoradas).
Se a política for definida como "Mesclar", a política de usuário nas GPOs de usuário será mesclada com a política de usuário nas GPOs de computador (as GPOs de computador terão prioridade).
Se a política for definida como "Substituir", a política de usuário nas GPOs será substituída pela política de usuário nas GPOs de computador (as GPOs de usuário serão ignoradas).
Define os tipos de criptografia permitidos com solicitações de tíquetes do Kerberos a partir de um servidor Microsoft® Active Directory®.
Se a política for definida como "Todos", os tipos de codificação AES "aes256-cts-hmac-sha1-96" e "aes128-cts-hmac-sha1-96", bem como o tipo de codificação RC4 "rc4-hmac", serão permitidos. A codificação AES terá prioridade se o servidor for compatível com os dois tipos. A codificação RC4 não é segura e, se possível, o servidor deverá ser reconfigurado para ser compatível com a codificação AES.
Se a política for definida como "Forte" ou não for definida, somente os tipos de codificação AES serão permitidos.
Se a política for definida como "Legado", apenas o tipo de codificação RC4 será permitido. Essa opção não é segura e deverá ser necessária apenas em circunstâncias muito específicas.
Consulte também https://wiki.samba.org/index.php/Samba_4.6_Features_added/changed#Kerberos_client_encryption_types (em inglês).
Especifica o ciclo de vida (em horas) do cache do Objeto de Política de Grupo (GPO, na sigla em inglês). Em vez de fazer novamente o download dos GPOs a cada busca da política, o sistema poderá reutilizar os GPOs salvos em cache enquanto as versões deles não forem alteradas. Esta política determina o período máximo em que GPOs salvos em cache poderão ser reutilizados antes de um novo download. As ações de reinicializar e sair limpam o cache.
Se esta política não for definida, os GPOs salvos em cache poderão ser reutilizados por até 25 horas.
Se esta política for definida como 0, o armazenamento de GPO em cache será desativado. Isso aumenta a carga do servidor, já que o download dos GPOs será feito novamente a cada busca da política, mesmo se não houver alteração.
Especifica o ciclo de vida (em horas) do cache da autenticação de dados. O cache é usado para agilizar o login. Ele contém dados gerais (nome de grupo de trabalho etc.) sobre domínios afiliados, ou seja, domínios confiáveis no computador. Nenhum dado específico do usuário e nenhum dado para domínios não afiliados é armazenado em cache. A reinicialização do dispositivo limpa o cache.
Se esta política não for definida, os dados de autenticação salvos em cache poderão ser reutilizados por até 73 horas.
Se esta política for definida como 0, o armazenamento em cache dos dados de autenticação será desativado. Isso pode desacelerar significativamente o login de usuários afiliados, já que os dados específicos do domínio precisam ser buscados a cada login.
Observe que os dados de domínio são armazenados em cache até para usuários temporários. O cache precisa ser desativado se você quiser impedir o rastreamento de domínio de usuários temporários.
Se esta política for definida como true ou não for configurada, o Google Chrome OS permitirá o login de visitantes. Os logins de visitantes são sessões anônimas de usuários e não requerem uma senha. Se esta política for configurada para false, o Google Chrome OS não permitirá que sejam iniciadas sessões de visitantes.
Define a lista de usuários com permissão para fazer login no dispositivo. As entradas são feitas na forma user@domain, como madmax@managedchrome.com. Para permitir usuários arbitrários em um domínio, use entradas na forma *@domain.
Se esta política não for definida, não haverá restrições quanto aos usuários autorizados a fazer login. Observe que a criação de novos usuários ainda requer que a política DeviceAllowNewUsers seja configurada apropriadamente.
Esta política controla quem pode iniciar uma sessão do Google Chrome OS. Ela não impede que os usuários façam login em outras Contas do Google no Android. Para impedir essa ação, configure a política accountTypesWithManagementDisabled específica para Android como parte da ArcPolicy.
Controla se o Google Chrome OS permite que novas contas de usuário sejam criadas. Se esta política for definida como falsa, os usuários que ainda não têm uma conta não poderão fazer login.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for configurada, será permitida a criação de novas contas de usuário, desde que DeviceUserWhitelist não impeça o usuário de fazer login.
Esta política controla se novos usuários podem ser adicionados ao Google Chrome OS. Ela não impede que os usuários façam login em outras Contas do Google no Android. Para impedir essa ação, configure a política accountTypesWithManagementDisabled específica para Android como parte da ArcPolicy.
Se esta política for definida como uma string em branco ou não for configurada, a opção de preenchimento automático não será exibida no Google Chrome OS durante o fluxo de login do usuário. Se esta política for definida como uma string que representa um nome de domínio, uma opção de preenchimento automático será exibida no Google Chrome OS durante o login, permitindo que o usuário digite apenas o nome dele sem a extensão de nome de domínio. O usuário não poderá substituir essa extensão de nome de domínio. Se o valor da política não for um domínio válido, a política não será aplicada.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for configurada, o Google Chrome OS mostrará os usuários existentes na tela de login, permitindo escolher um deles.
Se esta política for definida como falsa, o Google Chrome OS não mostrará os usuários existentes na tela de login. A tela de login normal (que solicita o e-mail e a senha ou o número de telefone do usuário) ou a tela intersticial SAML (se tiver sido ativada por meio da política LoginAuthenticationBehavior) será mostrada, a menos que uma sessão gerenciada tenha sido configurada. Se uma sessão gerenciada tiver sido configurada, apenas as contas da sessão gerenciada serão mostradas, permitindo escolher uma delas.
Observe que esta política não afeta a retenção ou descarte dos dados do usuário local do dispositivo.
Configura a imagem de plano de fundo do dispositivo que é exibida na tela de login se nenhum usuário está conectado ao dispositivo. A política é definida pela especificação do URL no qual o dispositivo Chrome OS pode fazer o download da imagem de plano de fundo e de um hash criptográfico usado para verificar a integridade do download. A imagem deve estar no formato JPEG, e seu tamanho não deve ultrapassar 16 MB. O URL deve ser acessado sem nenhuma autenticação. A imagem de plano de fundo é transferida por download e armazenada em cash. Sempre que o URL ou o hash muda, o download é feito novamente.
A política deve ser especificada como uma string que expressa o URL e o hash no formato JSON, por exemplo, { "url": "https://example.com/device_wallpaper.jpg", "hash": "examplewallpaperhash" }
Se a política de plano de fundo do dispositivo for definida, o dispositivo Chrome OS fará o download e usará a imagem de plano de fundo na tela de login caso nenhum usuário tenha se conectado ao dispositivo. Depois que o usuário se conecta, a política de plano de fundo dele entra em ação.
Se a política de plano de fundo do dispositivo não for definida, a política de plano de fundo do usuário poderá escolher o que exibir.
Determina se o Google Chrome OS deve manter os dados locais da conta após a saída. Se for configurada como true, nenhuma conta persistente será mantida pelo Google Chrome OS e todos os dados da sessão do usuário serão descartados após a saída. Se esta política for configurada como false ou não for configurada, o dispositivo poderá manter os dados locais do usuário (criptografados).
Quando esta política está definida, o fluxo de autenticação de login acontece em uma das seguintes formas, dependendo do valor da configuração:
Se configurada como GAIA, o login é feito pelo fluxo normal de autenticação GAIA.
Se configurada como SAML_INTERSTITIAL, o login exibe uma tela intersticial oferecendo ao usuário a opção de prosseguir com a autenticação por IdP de SAML do domínio de inscrição do dispositivo ou voltar para o fluxo normal de login GAIA.
Especifica se os cookies de autenticação definidos por um IdP de SAML durante o login devem ser transferidos para o perfil do usuário.
Quando um usuário é autenticado por um IdP de SAML durante o login, os cookies definidos pelo IdP são, a princípio, gravados em um perfil temporário. Esses cookies podem ser transferidos para o perfil do usuário, seguindo o processo de autenticação.
Quando esta política é definida como true, os cookies configurados pelo IdP são transferidos para o perfil do usuário sempre que ele faz autenticação no IdP do SAML durante o login.
Quando esta política é definida como false ou não é configurada, os cookies definidos pelo IdP são transferidos para o perfil do usuário apenas durante o primeiro login dele em um dispositivo.
Esta política afeta os usuários cujo domínio corresponde apenas ao domínio de inscrição do dispositivo. Para todos os outros usuários, os cookies definidos pelo IdP são transferidos para o perfil do usuário somente durante o primeiro login no dispositivo.
Os cookies transferidos para o perfil do usuário não podem ser acessados por apps Android.
Os padrões nesta lista serão comparados com a origem de segurança do URL solicitante. Se for encontrada uma correspondência, o acesso a dispositivos de captura de vídeo será concedido em páginas de login SAML. Se nenhuma correspondência for encontrada, o acesso será negado automaticamente. Padrões curingas não são permitidos.
Especifica uma lista de apps que são instalados silenciosamente na tela de login, sem qualquer interação do usuário e sem permitir a desinstalação. Todas as permissões solicitadas pelos apps são concedidas implicitamente, sem interação do usuário, incluindo as permissões solicitadas por versões futuras do app.
Por motivos de segurança e privacidade, as extensões não podem ser instaladas usando esta política. Além disso, os dispositivos no Canal Stable instalarão apenas os apps que pertencem à lista de permissões incluída no Google Chrome. Qualquer item que não se enquadre nessas condições será ignorado.
Se um app que foi instalado à força anteriormente for removido da lista, ele será automaticamente desinstalado pelo Google Chrome.
Cada item da lista da política é uma string que contém um código de extensão e um URL de "atualização" separados por ponto e vírgula (;). O código da extensão é a string de 32 letras encontrada, por exemplo, em chrome://extensions no modo de desenvolvedor. O URL de "atualização" apontará para um documento XML de Manifesto de atualização, conforme descrito em https://developer.chrome.com/extensions/autoupdate. O URL de "atualização" definido nesta política só é usado para a instalação inicial. As atualizações subsequentes da extensão empregam o URL de atualização indicado no manifesto da extensão.
Por exemplo, gbchcmhmhahfdphkhkmpfmihenigjmpp;https://clients2.google.com/service/update2/crx instala o app Chrome Remote Desktop a partir do URL de "atualização" padrão da Chrome Web Store. Para ver mais informações sobre hospedagem de extensões, consulte: https://developer.chrome.com/extensions/hosting.
Configura a localidade que é aplicada na tela de login do Google Chrome OS.
Se esta política for configurada, a tela de login sempre será exibida na localidade estabelecida pelo primeiro valor da política (definida como uma lista de compatibilidade de encaminhamento). Se esta política não for definida ou for definida como uma lista vazia, a tela de login será exibida na localidade da última sessão do usuário. Se esta política for definida para um valor que não seja uma localidade válida, a tela de login será exibida em uma localidade substituta (atualmente en-US).
Configura quais layouts de teclado são permitidos na tela de login do Google Chrome OS.
Se esta política for definida como uma lista de identificadores de método de entrada, os métodos de entrada fornecidos ficarão disponíveis na tela de login. O primeiro método de entrada fornecido será pré-selecionado. Enquanto um grupo de usuários estiver focado na tela de login, o último método de entrada usado pelo usuário ficará disponível juntamente com os métodos de entrada fornecidos por esta política. Se esta política não for definida, os métodos de entrada na tela de login serão derivados da localidade em que a tela de login é exibida. Os valores que não forem identificadores de método de entrada válidos serão ignorados.
Especifica como o hardware de elemento seguro integrado pode ser usado para fornecer uma autenticação de segundo fator, se ele for compatível com esse recurso. O botão liga/desliga da máquina é usado para detectar a presença física do usuário.
Se a opção Desativado for selecionada, nenhum segundo fator será fornecido.
Se a opção U2F for selecionada, o segundo fator integrado se comportará de acordo com a especificação FIDO U2F.
Se a opção U2F_EXTENDED for selecionada, o segundo fator integrado fornecerá as funções de U2F, além de algumas extensões para declaração individual.
Esta política se aplica à tela de login. Consulte também a política IsolateOrigins, que se aplica à sessão do usuário. É recomendado definir as duas políticas com o mesmo valor. Se os valores não coincidirem, poderá haver um atraso ao iniciar uma sessão de usuário enquanto o valor especificado pela política do usuário estiver sendo aplicado. Se a política estiver ativada, cada origem indicada em uma lista separada por vírgulas será executada no próprio processo. Isso também isolará as origens indicadas por subdomínios. Por exemplo, a especificação de https://example.com/ também isolará https://foo.example.com/ como parte do site https://example.com/. Se a política estiver desativada, os recursos IsolateOrigins e SitePerProcess serão desativados. Os usuários ainda poderão ativar IsolateOrigins manualmente por sinalização de linha de comando. Se a política não estiver configurada, as configurações padrão de isolamento de sites da plataforma serão usadas para a tela de login.
Esta política se aplica à tela de login. Consulte também a política SitePerProcess, que se aplica à sessão do usuário. É recomendado definir as duas políticas com o mesmo valor. Se os valores não coincidirem, poderá haver um atraso ao iniciar uma sessão do usuário enquanto o valor especificado pela política do usuário estiver sendo aplicado. Recomendamos que você consulte a configuração de política IsolateOrigins para ter isolamento e limitar o impacto aos usuários, usando IsolateOrigins com uma lista dos sites que você quer isolar. Essa configuração, SitePerProcess, isola todos os sites. Se a política estiver ativada, cada site será executado com o próprio processo. Se a política estiver desativada, os recursos IsolateOrigins e SitePerProcess serão desativados. Os usuários ainda poderão ativar SitePerProcess manualmente, por sinalização da linha de comando. Se a política não estiver configurada, o usuário conseguirá alterar essa configuração.
Permite que você defina uma lista de padrões de URL que especifique sites para os quais um certificado de cliente é selecionado automaticamente na tela de login do quadro que hospeda o fluxo SAML, se o site solicitar um certificado. Um exemplo de uso é a configuração de um certificado de dispositivos que será apresentado ao IdP SAML.
O valor deve ser uma matriz de dicionários JSON convertido em strings. Cada dicionário precisa ter a forma { "pattern": "$PADRÃO_DE_URL", "filter" : $FILTRO}, em que $PADRÃO_DE_URL é um padrão de configuração de conteúdo. $FILTRO restringe a partir de quais certificados de cliente o navegador selecionará automaticamente. Independentemente do filtro, apenas certificados que correspondam à solicitação de certificado do servidor serão selecionados. Se $FILTRO tem a forma { "ISSUER": { "CN": "$CN_DO_EMISSOR" } }, apenas os certificados de cliente que são emitidos por um certificado com o nome real $CN_DO_EMISSOR são selecionados. Se $FILTRO for o dicionário em branco {}, a seleção de certificados de cliente não ficará mais restrita.
Se esta política não for definida, nenhuma seleção automática será feita para nenhum site.
Especifica a lista de contas locais de dispositivo a serem mostradas na tela de login.
Cada entrada da lista especifica um identificador, que é usado internamente para diferenciar as contas locais de dispositivo.
Uma conta local do dispositivo para o login automático após um período de espera.
Se esta política for definida, o login na sessão especificada ocorrerá automaticamente após haver transcorrido um período sem interação do usuário na tela de login. É necessário que a conta local do dispositivo já esteja configurada (consulte |DeviceLocalAccounts|).
Se esta política não for definida, o login automático não ocorrerá.
O período de espera para login automático na conta local do dispositivo.
Se a política |DeviceLocalAccountAutoLoginId| não for definida, ela não terá nenhum efeito. Caso contrário:
Se esta política for definida, ela determinará quanto tempo deve transcorrer sem atividade do usuário até que ocorra o login automático na conta local do dispositivo especificado pela política |DeviceLocalAccountAutoLoginId|.
Se esta política não for definida, o valor de 0 milissegundos será usado como tempo limite.
Esta política é especificada em milissegundos.
Ativar atalho do teclado do plano de salvação para login automático.
Se esta política não for definida ou for definida como verdadeira e uma conta local de dispositivo for configurada para login automático com zero atraso, o Google Chrome OS respeitará o atalho do teclado Ctrl+Alt+S ignorando o login automático e mostrando a tela de login.
Se esta política estiver definida como falsa, o login automático com zero atraso (se configurado) não poderá ser ignorado.
Ativar o prompt de configuração de rede quando estiver off-line.
Se esta política não for definida ou for definida como Verdadeira, uma conta local de dispositivo for configurada para login automático com atraso zero e o dispositivo não tiver acesso à Internet, o Google Chrome OS mostrará um prompt de configuração de rede.
Se esta política for definida como Falsa, uma mensagem de erro será exibida no lugar do prompt de configuração de rede.
Permitir que o aplicativo de quiosque aberto automaticamente com zero de atraso controle a versão do Google Chrome OS.
Esta política define se o aplicativo de quiosque aberto automaticamente com zero de atraso tem ou não permissão para controlar a versão do Google Chrome OS, declarando uma required_platform_version em seu manifesto e usando-a como o prefixo de atualização automática de versão de destino.
Se a política for definida como true, o valor da chave de manifesto required_platform_version do aplicativo de quiosque aberto automaticamente com zero de atraso será usado como prefixo de atualização automática de versão de destino.
Se a política não estiver configurada ou estiver definida como false, a chave de manifesto required_platform_version será ignorada, e a atualização automática prosseguirá normalmente.
Aviso: não é recomendado que o controle da versão do Google Chrome OS seja delegado a um aplicativo de quiosque, pois ele pode impedir que o dispositivo receba atualizações de software e correções de segurança críticas. Delegar o controle da versão do Google Chrome OS pode colocar os usuários em risco.
Se o aplicativo de quiosque for um app Android, ele não terá nenhum controle sobre a versão do Google Chrome OS, mesmo se esta política estiver definida como True.
Permite que a configuração de rede seja aplicada a todos os usuários de dispositivos Google Chrome OS. A configuração de rede é uma string formatada em JSON, conforme definido pelo formato Open Network Configuration descrito em https://sites.google.com/a/chromium.org/dev/chromium-os/chromiumos-design-docs/open-network-configuration
Os apps Android podem usar as configurações de rede e os certificados de CA definidos por esta política, mas não têm acesso a algumas opções de configuração.
Determina se o roaming de dados deve ser ativado para o dispositivo. Se configurado para true, o roaming de dados será permitido. Se não for configurado ou for configurado como false, o roaming de dados não estará disponível.
Permite ativar ou desativar a limitação da rede. Essa opção se aplica a todos os usuários e todas as interfaces no dispositivo. Depois que a política é definida, a limitação permanece ativada até que ela seja alterada para desativá-la.
Se a política é definida como false, não há limitação. Se definida como true, o sistema é limitado para atingir as taxas de upload e download (em kbits/s) estabelecidas.
Determinar o nome do host do dispositivo usado nas solicitações de DHCP.
Se esta política for definida como uma string não vazia, essa string será usada como o nome do host do dispositivo durante a solicitação de DHCP.
A string pode conter as variáveis ${ASSET_ID}, ${SERIAL_NUM}, ${MAC_ADDR}, ${MACHINE_NAME} que seriam substituídas por valores no dispositivo antes do uso como um nome de host. A substituição resultante precisa ser um nome de host válido (em conformidade com a RFC 1035, seção 3.1).
Se esta política não for definida ou se o valor após a substituição não for um nome de host válido, nenhum nome de host será definido na solicitação de DHCP.
Permite ativar ou desativar a transição rápida. Isso se aplica a todos os usuários e a todas as interfaces no dispositivo. Para usar a transição rápida, é necessário ativar esta configuração e a propriedade ONC por rede. Depois de configurada, a transição rápida continua até que a política seja alterada para desativá-la.
Se esta política não for definida ou for definida como falsa, a transição rápida não será usada. Se for definida como verdadeira, a transição rápida será usada quando for compatível com o ponto de acesso sem fio.
Se esta política for definida como falsa, o Wi-Fi será desativado pelo Google Chrome OS, e a reativação pelo usuário não será possível. Se a política for definida como verdadeira ou não for definida, os usuários poderão ativar ou desativar o Wi-Fi a qualquer momento.
Configura qual endereço de controle de acesso de mídia (MAC, na sigla em inglês) será usado quando uma base estiver conectada ao dispositivo.
Quando uma base estiver conectada a alguns modelos de dispositivo, o endereço MAC designado da base será usado para identificar o dispositivo em Ethernet por padrão. Esta política permite que o administrador altere a fonte do endereço MAC enquanto o dispositivo estiver conectado à base.
Se "DeviceDockMacAddress" for selecionada ou se a política não for definida, o endereço MAC designado da base para o dispositivo será usado.
Se "DeviceNicMacAddress" for selecionada, o endereço MAC da placa de rede (NIC, na sigla em inglês) do dispositivo será usado.
Se "DockNicMacAddress" for selecionada, o endereço MAC da placa de rede da base será usado.
Essa configuração não pode ser alterada pelo usuário.
Quando esta política está definida como "true", o recurso ARC fica ativado para o usuário (sujeito a verificações de configuração adicionais de política - O ARC ainda estará disponível, se o modo efêmero ou o login múltiplo estiver ativado na sessão atual do usuário).
Se essa configuração estiver desativada ou não for configurada, os usuários corporativos não conseguirão usar o ARC.
Se a política for definida como falsa, usuários sem afiliação não poderão usar o ARC.
Se a política não for definida ou for definida como verdadeira, todos os usuários poderão usar o ARC (a não ser que o ARC seja desativado por outros meios).
Alterações à política só serão aplicadas enquanto o ARC não estiver funcionando, ou seja, enquanto o Chrome OS estiver no processo de inicialização.
Especifica um conjunto de políticas que serão entregues ao tempo de execução de ARC. O valor deve ser um JSON válido.
Esta política pode ser usada para configurar quais aplicativos Android são instalados automaticamente no dispositivo:
{ "type": "object", "properties": { "applications": { "type": "array", "items": { "type": "object", "properties": { "packageName": { "description": "identificador do aplicativo Android, por exemplo, "com.google.android.gm" para Gmail", "type": "string" }, "installType": { "description": "Especifica como um aplicativo é instalado. OPTIONAL: o aplicativo não é instalado automaticamente, mas o usuário pode instalá-lo. Esse será o padrão se essa política não for especificada. PRELOAD: o aplicativo é instalado automaticamente, mas o usuário pode desinstalá-lo. FORCE_INSTALLED: o aplicativo é instalado automaticamente, e o usuário não pode desinstalá-lo. BLOCKED: o aplicativo é bloqueado e não pode ser instalado. Se o aplicativo tiver sido instalado com uma política anterior, ele será desinstalado.", "type": "string", "enum": [ "OPTIONAL", "PRELOAD", "FORCE_INSTALLED", "BLOCKED" ] }, "defaultPermissionPolicy": { "description": "Política para conceder solicitações de permissão a aplicativos. PERMISSION_POLICY_UNSPECIFIED: política não especificada. Se nenhuma política for especificada para uma permissão em nenhum nível, o comportamento `PROMPT` será usado por padrão. PROMPT: solicitar que o usuário para conceda uma permissão. GRANT: conceder uma permissão automaticamente. DENY: negar uma permissão automaticamente.", "type": "string", "enum": [ "PERMISSION_POLICY_UNSPECIFIED", "PROMPT", "GRANT", "DENY" ] }, "managedConfiguration": { "description": "Objeto de configuração JSON específico do aplicativo com um conjunto de pares de chave-valor, por exemplo, '"managedConfiguration": { "key1": value1, "key2": value2 }'. As chaves são definidas no manifesto do aplicativo.", "type": "object" } } } } } }
Para fixar aplicativos na tela de início, consulte PinnedLauncherApps.
Ativa a geração de relatórios dos principais eventos durante a instalação do app Android no Google. Os eventos são capturados apenas para os apps cuja instalação foi acionada por meio da política.
Se a política estiver definida como verdadeira, os eventos serão registrados. Se a política estiver definida como falsa ou não tiver sido definida, os eventos não serão registrados.
Esta política controla o estado inicial de backup e restauração do Android.
Quando esta política não estiver configurada ou definida como BackupAndRestoreDisabled, o recurso de backup e restauração do Android estará inicialmente desativado.
Quando esta política for configurada como BackupAndRestoreEnabled, o recurso de backup e restauração do Android estará inicialmente ativado.
Quando esta política estiver configurada como BackupAndRestoreUnderUserControl, o usuário poderá optar pelo uso do recurso de backup e restauração do Android. Se o usuário ativar o recurso de backup e restauração, os dados de apps Android serão carregados para os servidores de backup do Android e restaurados a partir deles durante a reinstalação de apps compatíveis.
Observe que esta política controla o estado do recurso de backup e restauração do Android apenas durante a configuração inicial. O usuário pode abrir as configurações do Android posteriormente e ativar ou desativar esse recurso.
Esta política controla o estado inicial dos Serviços de localização do Google.
Quando esta política não estiver configurada ou estiver definida como GoogleLocationServicesDisabled, os Serviços de localização do Google estarão inicialmente desativados.
Quando esta política estiver configurada como GoogleLocationServicesEnabled, os Serviços de localização do Google estarão inicialmente ativados.
Quando esta política estiver configurada como GoogleLocationServicesUnderUserControl, o usuário poderá optar por usar ou não os Serviços de localização do Google. Isso permitirá que apps Android usem os serviços para consultar a localização do dispositivo e também ativará o envio de dados de local anônimos para o Google.
Esta política controla o estado dos Serviços de localização do Google apenas durante a configuração inicial. O usuário pode abrir as configurações do Android posteriormente e ativar ou desativar esse recurso.
Observe que esta política será ignorada e os Serviços de localização do Google estarão sempre desativados quando a política DefaultGeolocationSetting estiver configurada como BlockGeolocation.
Se ela for definida para SyncDisabled ou não for configurada, os certificados do Google Chrome OS não ficarão disponíveis para apps ARC.
Se ela for definida para CopyCaCerts, todos os certificados CA instalados por ONC com Web TrustBit ficarão disponíveis para apps ARC.
Esta política controla se o recurso de Compartilhamento de arquivos de rede do Google Chrome OS é permitido para um usuário.
Quando esta política não for configurada ou for definida como verdadeira, os usuários poderão usar o Compartilhamento de arquivos de rede.
Quando esta política for definida como falsa, os usuários não poderão usar o Compartilhamento de arquivos de rede.
Esta política controla se o recurso "Compartilhamentos de arquivos de rede" do Google Chrome OS usará o NetBIOS Name Query Request protocol para encontrar compartilhamentos na rede. Quando esta política estiver definida como True, a detecção de compartilhamentos usará o protocolo NetBIOS Name Query Request protocol para encontrar compartilhamentos na rede. Quando esta política estiver definida como False, a detecção de compartilhamentos não usará o protocolo NetBIOS Name Query Request protocol para encontrar compartilhamentos. Quando a política não estiver definida, o padrão será "desativado" para usuários gerenciados por empresa e "ativado" para usuários não gerenciados.
Esta política controla se o recurso "Compartilhamento de arquivos de rede" do Google Chrome OS usará NTLM para a autenticação.
Quando esta política estiver definida como true, o NTLM será usado na autenticação para compartilhamentos de PMEs, se necessário. Quando esta política estiver definida como false, a autenticação NTLM para compartilhamentos de PMEs será desativada.
Quando a política não estiver definida, o comportamento padrão será desativar o NTLM para usuários gerenciados por empresas e ativá-lo para usuários não gerenciados.
Especifica uma lista de compartilhamentos de arquivos de rede pré-configurados.
Cada item de lista da política é um objeto com dois elementos: "share_url" e "mode". O "share_url" é o URL do compartilhamento, e "mode" é o "drop_down" ou "pre_mount". O modo "drop_down" indica que o "share_url" será adicionado à lista suspensa de descoberta de compartilhamentos. O modo "pre_mount" indica que o "share_url" será ativado.
Permite controlar se máquinas virtuais têm permissão para serem executadas no Chrome OS.
Se a política for definida como verdadeira, o dispositivo terá permissão para executar máquinas virtuais. Se a política for definida como falsa, o dispositivo não terá permissão para executar máquinas virtuais. Todas as três políticas, VirtualMachinesAllowed, CrostiniAllowed e DeviceUnaffiliatedCrostiniAllowed precisam ser verdadeiras quando se aplicarem ao Crostini para que ele possa ser executado. Quando esta política é alterada para falsa, ela se aplica à criação de novas máquinas virtuais, mas ela não encerra as máquinas virtuais que já estão em execução. Quando esta política não for definida em um dispositivo gerenciado, ele não poderá executar máquinas virtuais. Dispositivos não gerenciados podem executar máquinas virtuais.
Permitir que este usuário execute o Crostini.
Se a política estiver definida como falsa, o Crostini não será ativado para o usuário. Se estiver definida como verdadeira ou não estiver definida, o Crostini será ativado para o usuário, desde que outras configurações também o permitam. Todas as três políticas, VirtualMachinesAllowed, CrostiniAllowed e DeviceUnaffiliatedCrostiniAllowed precisam ser verdadeiras quando se aplicarem ao Crostini para que ele possa ser executado. Quando esta política é alterada para falsa, ela se aplica à criação de novos contêineres do Crostini, mas ela não encerra os contêineres que já estão em execução.
Se a política for definida como falsa, os usuários sem afiliação não poderão usar o Crostini.
Se a política não for definida ou estiver definida como verdadeira, todos os usuários terão permissão para usar o Crostini, desde que outras configurações também o permitam. Todas as três políticas, VirtualMachinesAllowed, CrostiniAllowed e DeviceUnaffiliatedCrostiniAllowed precisam ser verdadeiras quando se aplicarem ao Crostini para que ele possa ser executado. Quando esta política é alterada para falsa, ela se aplica à criação de novos contêineres do Crostini, mas não encerra contêineres que já estão em execução.
Se a política for definida como falsa, a IU de exportação/importação ficará indisponível para o usuário. No entanto, ainda será possível usar comandos "lxc" diretamente na máquina virtual para exportar e importar imagens de contêiner.
Permite que um administrador controle se os dados de telemetria e diagnósticos devem ser coletados, processados e informados pelo controlador de telemetria e diagnósticos (DTC, na sigla em inglês) wilco.
Se esta política for definida como falsa ou não for definida, o DTC será desligado e não poderá coletar, processar e informar dados de telemetria e diagnósticos do dispositivo. Se o DTC wilco estiver disponível no dispositivo e a política for definida como verdadeira, a coleta, o processamento e o envio de dados de telemetria e diagnósticos serão ativados.
Fornece uma configuração do controlador de telemetria e diagnósticos (DTC, na sigla em inglês) wilco.
Esta política permite o fornecimento de configurações do DTC wilco que possam ser aplicadas se o DTC wilco estiver disponível no dispositivo com permissões garantidas pela política. O tamanho da configuração não pode exceder 1 MB (1.000.000 de bytes) e ela precisa ser codificada em JSON. O DTC wilco é responsável pelo processamento. A hash criptográfica é usada para verificar a integridade do download.
A configuração é transferida por download e armazenada em cache. O download será refeito sempre que o URL ou a hash mudarem.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Especifica o fuso horário aplicado que será usado no dispositivo. Quando esta política é definida, os usuários no dispositivo não podem modificar o fuso horário especificado. Se um valor inválido for inserido, a política continuará ativada e usará "GMT". Se uma string vazia for inserida, a política será ignorada.
Se esta política não for usada, o fuso horário ativo no momento permanecerá em uso, mas o usuário poderá alterá-lo.
Novos dispositivos vêm com o fuso horário definido como "EUA/Pacífico".
O formato do valor segue os nomes de fusos horários do "IANA Time Zone Database". Consulte o link em inglês https://en.wikipedia.org/wiki/Tz_database. A maioria dos fusos horários pode ser referida como "continente/cidade_grande" ou "oceano/cidade_grande".
A configuração desta política desativa completamente a definição automática de fuso horário de acordo com o local do dispositivo. Ela também modifica a política SystemTimezoneAutomaticDetection.
Quando esta política é definida, o fluxo de detecção automática de fuso horário acontece de uma das seguintes formas, dependendo do valor da configuração:
Se definida para TimezoneAutomaticDetectionUsersDecide, os usuários poderão controlar a detecção automática de fuso horário usando controles normais em chrome://settings.
Se definida para TimezoneAutomaticDetectionDisabled, os controles de fuso horário automático em chrome://settings serão desativados. A detecção automática de fuso horário ficará sempre desativada.
Se definida para TimezoneAutomaticDetectionIPOnly, os controles de fuso horário em chrome://settings serão desativados. A detecção automática de fuso horário ficará sempre ativada. A detecção de fuso horário usará o método "somente IP" para determinar o local.
Se definida para TimezoneAutomaticDetectionSendWiFiAccessPoints, os controles de fuso horário em chrome://settings serão desativados. A detecção automática de fuso horário ficará sempre ativada. A lista de pontos de acesso Wi-Fi visíveis sempre será enviada ao servidor da API de geolocalização para garantir uma detecção de fuso horário refinada.
Se esta política for definida para TimezoneAutomaticDetectionSendAllLocationInfo, os controles de fuso horário em chrome://settings serão desativados. A detecção automática de fuso horário ficará sempre ativada. As informações de local (como pontos de acesso Wi-Fi, torres de celular acessíveis, GPS) serão enviadas a um servidor para garantir uma detecção de fuso horário refinada.
Se esta política não for definida, ela se comportará como se TimezoneAutomaticDetectionUsersDecide estivesse definida.
Se a política SystemTimezone for definida, ela substituirá esta política. Nesse caso, a detecção automática de fuso horário será completamente desativada.
Especifica o formato de hora a ser utilizado pelo dispositivo.
Essa política configura o formato de hora a ser usado na tela de login e o formato de hora padrão para as sessões do usuário. Os usuários ainda podem substituir o formato de hora das suas contas.
Se a política é definida como "true", o dispositivo usa um formato de hora de 24 horas. Se a política é definida como "false", o dispositivo usa um formato de hora de 12 horas.
Se essa política não é definida, o dispositivo usa o padrão do formato de hora de 24 horas.
Se for definida como verdadeira, a declaração remota será permitida para o dispositivo e um certificado será gerado automaticamente e enviado ao Servidor de gerenciamento de dispositivos.
Se for definida como falsa ou se não for definida, nenhum certificado será gerado e ocorrerá falha nas chamadas para a API da extensão enterprise.platformKeys.
Se esta política for definida como true, o usuário poderá usar o hardware em dispositivos Chrome para atestar remotamente sua identidade para a Privacy CA por meio da Enterprise Platform Keys API usando chrome.enterprise.platformKeys.challengeUserKey().
Se for definida como false ou não for definida, as chamadas para a API falharão e receberão um código de erro.
Esta política especifica as extensões que podem usar a função chrome.enterprise.platformKeys.challengeUserKey() da API Enterprise Platform Keys API para declaração remota. As extensões devem ser adicionadas a esta lista para usar a API.
Se uma extensão não estiver na lista ou se a lista não for definida, a chamada para a API falhará com um código de erro.
Os dispositivos Chrome OS podem usar atestado remoto (acesso confirmado) para receber um certificado emitido pelo Chrome OS CA que declare que o dispositivo é qualificado para reproduzir conteúdo protegido. Este processo envolve o envio de informações de endosso de hardware para o Chrome OS CA que identifiquem com exclusividade o dispositivo.
Se essa configuração for falsa, o dispositivo não usará atestado remoto para proteção de conteúdo e o dispositivo pode ser incapaz de reproduzir conteúdo protegido.
Se essa configuração for verdadeira ou se não for definida, o atestado remoto pode ser usado para proteção de conteúdo.
Uma lista de permissões que controla quais modos de desbloqueio rápido o usuário pode configurar e usar para desbloquear a tela de bloqueio.
Esse valor é uma lista de strings, e as entradas válidas da lista são: "all", "PIN" ou "FINGERPRINT". Se a opção "all" for adicionada à lista, todos os modos de desbloqueio rápido estarão disponíveis, incluindo os implementados no futuro. Caso contrário, somente os modos presentes na lista serão disponibilizados.
Por exemplo, para permitir todos os modos de desbloqueio rápido, use ["all"]. Para permitir apenas o desbloqueio com PIN, use ["PIN"]. Para permitir o desbloqueio com PIN e impressão digital, use ["PIN", "FINGERPRINT"]. Para desativar todos os modos de desbloqueio rápido, use [].
Por padrão, nenhum modo de desbloqueio rápido é disponibilizado para dispositivos gerenciados.
Esta configuração controla com que frequência a tela de bloqueio solicitará que a senha seja informada para continuar usando o desbloqueio rápido. Se a senha tiver sido informada pela última vez em uma data fora do período dessa configuração, o desbloqueio rápido não estará disponível ao acessar a tela de bloqueio. Se o usuário ficar na tela de bloqueio após esse período, uma senha será solicitada na próxima vez que ele informar o código errado ou acessar novamente a tela de bloqueio, o que ocorrer primeiro.
Se esta configuração for definida, os usuários que utilizam o desbloqueio rápido terão que informar as respectivas senhas na tela de bloqueio de acordo com esta configuração.
Se esta configuração não for definida, os usuários que utilizam o desbloqueio rápido terão que informar as respectivas senhas na tela de bloqueio todos os dias.
Se a política estiver definida, o tamanho máximo configurado para o PIN será imposto. O tamanho mínimo absoluto do PIN é 1. Valores menores que esse serão tratados como 1.
Se a política não for definida, um tamanho mínimo de PIN de seis dígitos será imposto. Esse é o mínimo recomendado.
Se a política for definida, o tamanho máximo configurado para o PIN será imposto. Se esta configuração for definida como 0 ou menos, não haverá comprimento máximo, e o usuário poderá definir um PIN do tamanho que quiser. Se esta configuração for menor que PinUnlockMinimumLength e maior que 0, o tamanho máximo e mínimo serão iguais.
Se a política não for definida, não haverá tamanho máximo.
Se definida como false, os usuários não conseguirão configurar PINs que sejam fracos e fáceis de adivinhar.
Alguns exemplos de PINs fracos são: PINs que contenham apenas um dígito repetido (1111), PINs alterados em um dígito em ordem crescente (1234) ou decrescente (4321) e PINs muito comuns.
Por padrão, os usuários receberão um aviso, não um erro, se o PIN for considerado fraco.
Quando esta política está definida, a resolução e o fator de escala de cada tela são definidos para os valores especificados. As configurações de tela externa são aplicadas a todas as telas externas conectadas.
Os valores de "external_width" e "external_height" precisam ser especificados em pixels. Os valores de "external_scale_percentage" e "internal_scale_percentage" precisam ser especificados em porcentagem.
Se "external_use_native" estiver definido como true, a política ignorará os valores de "external_height" e "external_width" e definirá a resolução das telas externas com a resolução nativa.
Se "external_use_native" for false ou não definido e "external_height" ou "external_width" não for fornecido, a política não afetará as configurações de tela externa. Se a resolução especificada ou o fator de escala não for compatível com alguma tela, a política não será aplicada a ela.
Se a sinalização "recomendada" for definida como true, os usuários poderão alterar a resolução e o fator de escala de qualquer tela na página de configurações depois de fazer login, mas as configurações deles serão substituídas pelo valor da política na próxima reinicialização. Se a sinalização "recomendada" estiver definida como false ou não estiver definida, os usuários não poderão alterar as configurações da tela.
Se esta política está definida, cada tela gira para a orientação especificada em cada reinicialização e na primeira vez em que se conectar após a alteração do valor da política. É possível alterar a rotação da tela na página de configurações depois do login, mas a configuração do usuário será substituída pelo valor da política na próxima reinicialização.
Esta política se aplica à tela principal e a todas as telas secundárias.
Se esta política não for definida, o valor padrão será 0 graus, e o usuário terá liberdade para alterá-lo. Nesse caso, o valor padrão não é reaplicado na reinicialização.
Permite que você especifique quais extensões os usuários NÃO podem instalar. As extensões já instaladas serão desativadas se estiverem na lista de proibições, e o usuário não poderá ativá-las novamente. Quando uma extensão desativada por esse motivo é removida da lista de proibições, ela é reativada automaticamente.
O valor "*" na lista de proibições significa que todas as extensões foram incluídas nessa lista, a menos que estejam explicitamente mencionadas na lista de permissões.
Se esta política não for definida, o usuário poderá instalar qualquer extensão no Google Chrome.
Permite especificar quais extensões não estão sujeitas à lista de proibições. Um valor da lista de proibições de * significa que todas as extensões estão na lista de proibições, e que os usuários só podem instalar extensões listadas na lista branca. Por padrão, todas as extensões estão na lista branca, mas se todas as extensões forem incluídas na lista de proibições pela política, a lista branca poderá ser usada para substituir a política.
Especifica uma lista de apps e extensões que são instalados silenciosamente, sem qualquer interação do usuário e sem permitir a desinstalação nem a desativação feita por ele. Todas as permissões solicitadas pelos apps/extensões são concedidas implicitamente, sem interação do usuário, incluindo as permissões solicitadas por versões futuras do app/extensão. Além disso, são concedidas permissões para as APIs de extensão enterprise.deviceAttributes e enterprise.platformKeys. Essas duas APIs não estão disponíveis para apps/extensões que não tenham sido instalados à força.
Esta política tem precedência sobre uma política ExtensionInstallBlacklist possivelmente conflitante. Se um app ou extensão que anteriormente foi instalado à força for removido dessa lista, ele será automaticamente desinstalado pelo Google Chrome.
Em instâncias do Windows não vinculadas a um domínio do Microsoft® Active Directory®, a instalação forçada se limita a apps e extensões listados na Chrome Web Store.
Observe que o código-fonte de qualquer extensão pode ser alterado pelos usuários por meio das Ferramentas para Desenvolvedores (possivelmente tornando a extensão defeituosa). Se essa preocupação existir, será preciso definir a política DeveloperToolsDisabled.
Cada item da lista da política é uma string que contém um código de extensão e, opcionalmente, um URL de "atualização" separados por ponto e vírgula (;). O código da extensão é a string de 32 letras encontrada, por exemplo, em chrome://extensions no modo de desenvolvedor. O URL de "atualização", se especificado, precisa apontar para um documento XML de manifesto de atualização, conforme descrito em https://developer.chrome.com/extensions/autoupdate. Por padrão, é usado o URL de atualização da Chrome Web Store (atualmente, "https://clients2.google.com/service/update2/crx"). Observe que o URL de "atualização" definido nesta política só é usado na instalação inicial. As atualizações subsequentes da extensão empregam o URL de atualização indicado no manifesto da extensão. Observe também que especificar o URL de "atualização" era uma etapa obrigatória nas versões do Google Chrome até a 67.
Por exemplo, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa;https://clients2.google.com/service/update2/crx instala a extensão com código aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa por meio do URL padrão de "atualização" da Chrome Web Store. Para ver mais informações sobre hospedagem de extensões, consulte: https://developer.chrome.com/extensions/hosting.
Se esta política não for definida, nenhum app ou extensão será instalado automaticamente, e o usuário poderá desinstalar apps ou extensões no Google Chrome.
Observe que esta política não se aplica ao modo de navegação anônima.
Os apps Android podem ser instalados forçadamente a partir do Google Admin Console usando o Google Play. Eles não usam esta política.
Permite que você especifique quais URLs têm permissão para instalar extensões, apps e temas.
A partir do Google Chrome 21, é mais difícil instalar extensões, apps e scripts de usuário de fora da Chrome Web Store. Antes, os usuários podiam clicar em um link para um arquivo *.crx e o Google Chrome se oferecia para instalar o arquivo depois de alguns avisos. Depois do Google Chrome 21, esses arquivos precisam ser transferidos por download e arrastados para a página de configurações do Google Chrome. Essa configuração permite que URLs específicos utilizem o fluxo de instalação antigo facilitado.
Cada item nesta lista é um padrão de correspondência de estilo de extensão (consulte https://developer.chrome.com/extensions/match_patterns). Os usuários conseguirão instalar com facilidade os itens de qualquer URL correspondente a um item da lista. Tanto o local do arquivo *.crx quanto a página de onde o download é feito (ou seja, o referenciador) precisam ser permitidos por esses padrões.
ExtensionInstallBlacklist tem prioridade sobre esta política. Ou seja, uma extensão da lista de proibições não será instalada, mesmo se a instalação for feita a partir de um site presente nesta lista.
Controla que tipos de apps/extensões podem ser instalados e limita o acesso no ambiente de execução.
Esta configuração coloca na lista de permissões os tipos de extensões/apps que podem ser instalados no Google Chrome e com quais hosts eles podem interagir. O valor é uma lista de strings, e cada uma delas precisa ser uma das seguintes: "extension", "theme", "user_script", "hosted_app", "legacy_packaged_app", "platform_app". Consulte a documentação de extensões do Google Chrome para ver mais informações sobre esses tipos.
Observe que esta política também afeta extensões e apps de instalação forçada via ExtensionInstallForcelist.
Se esta configuração for definida, extensões/apps que forem de um tipo não constante da lista não serão instalados.
Se esta configuração não for definida, nenhuma restrição quanto aos tipos aceitáveis de extensão/app será aplicada.
Antes da versão 75, o uso de vários códigos de extensão separados por vírgulas não é compatível e será ignorado. O restante da política continuará em vigor.
O Google Chrome proporciona a atualização e a instalação seguras de extensões. No entanto, o conteúdo de algumas extensões hospedadas fora da Chrome Web Store pode ser protegido apenas por algoritmos de hash ou de assinatura inseguros, como SHA1. Quando essa política está desativada, instalações novas e atualizações dessas extensões não são permitidas pelo Chrome (até que os desenvolvedores da extensão a corrijam com algoritmos mais fortes). Quando essa política está ativada, as instalações e atualizações são permitidas.
Se a política não for definida, ela se comportará como ativada por padrão. A partir do Google Chrome 75, a não definição da política fará com que ela se comporte como desativada por padrão.
A partir do Google Chrome 77, essa política será ignorada e tratada como desativada.
Define as configurações do gerenciamento de extensão do Google Chrome.
Esta política controla várias configurações, inclusive aquelas controladas pelas políticas existentes relacionadas a extensões. Esta política substituirá todas as políticas legadas se ambas estiverem definidas.
Esta política mapeia um código de extensão ou um URL de atualização para a própria configuração. Com um código de extensão, a configuração será aplicada apenas à extensão especificada. Uma configuração padrão pode ser definida para o código especial "*", que será aplicado a todas as extensões que não tiverem um conjunto de configurações personalizadas nesta política. Com um URL de atualização, a configuração será aplicada a todas as extensões com o URL de atualização exato indicado no manifesto dessa extensão, como descrito em https://developer.chrome.com/extensions/autoupdate.
Para instâncias do Windows que não estão associadas a um domínio Microsoft® Active Directory®, a instalação forçada é limitada a apps e extensões listados na Chrome Web Store.
Para ver uma descrição completa das possíveis configurações e estrutura desta política, visite https://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/extension-settings-full
Se estas configurações forem ativadas, os usuários poderão fazer com que o Google Chrome salve senhas e as forneça automaticamente na próxima vez que eles fizerem login em um site.
Se estas configurações forem desativadas, os usuários não poderão salvar novas senhas, mas ainda poderão usar as senhas salvas anteriormente.
Se esta política estiver ativada ou desativada, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la no Google Chrome. Se ela não for definida, os usuários poderão salvar senhas ou desativar essa função.
Esta política não tem nenhum efeito sobre apps Android.
Especifica o período de inatividade do usuário após o qual a tela é escurecida no funcionamento com alimentação CA.
Quando esta política está definida para um valor superior a zero, especifica por qual período o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS escureça a tela.
Quando esta política está definida para zero, o Google Chrome OS não escurece a tela quando um usuário se torna inativo.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixos de modo a serem inferiores ou iguais ao intervalo de desligamento da tela (se definido) e ao intervalo de inatividade.
Especifica o período de inatividade do usuário após o qual a tela é desligada no funcionamento com alimentação CA.
Quando esta política é definida para um valor superior a zero, especifica por qual período o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS desligue a tela.
Quando esta política é definida para zero, o Google Chrome OS não desliga a tela quando um usuário se torna inativo.
Quando esta política não é definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixos de modo a serem inferiores ou iguais ao intervalo de inatividade.
Especifica após quanto tempo de inatividade do usuário a tela é bloqueada no funcionamento com alimentação CA.
Quando esta política é definida para um valor superior a zero, especifica por quanto tempo o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS bloqueie a tela.
Quando esta política está definida para zero, o Google Chrome OS não bloqueia a tela quando o usuário se torna inativo.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O modo recomendado de bloquear a tela após inatividade é permitir que a tela seja bloqueada na suspensão e que o Google Chrome OS seja suspenso após o intervalo de inatividade. Esta política só deve ser usada quando for necessário que o bloqueio de tela ocorra muito antes da suspensão ou quando a suspensão por inatividade não for desejada.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixados para serem inferiores ao intervalo de inatividade.
Especifica o tempo que o usuário precisa ficar sem interagir para que uma caixa de diálogo de aviso seja mostrada enquanto o dispositivo funciona com alimentação CA.
Quando esta política for definida, ela especificará o tempo necessário que um usuário precisa permanecer inativo antes que o Google Chrome OS mostre uma caixa de diálogo avisando que a ação de inatividade está prestes a ser realizada.
Quando esta política não for definida, nenhuma caixa de diálogo será mostrada.
O valor da política precisa ser especificado em milissegundos. Os valores são ajustados para serem menores ou iguais ao intervalo de inatividade.
A mensagem de aviso só será mostrada se a ação de inatividade for para sair ou encerrar.
Especifica depois de quanto tempo de inatividade do usuário é executada a ação de inatividade no funcionamento com alimentação CA.
Quando esta política está definida, ela especifica por quanto tempo o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS execute a ação de inatividade, que pode ser configurada separadamente.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos.
Especifica o período de inatividade do usuário após o qual a tela é escurecida no funcionamento com a energia da bateria.
Quando esta política é definida para um valor superior a zero, especifica por qual período o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS escureça a tela.
Quando esta política é definida para zero, o Google Chrome OS não escurece a tela quando um usuário se torna inativo.
Quando esta política não é definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixos de modo a serem inferiores ou iguais ao intervalo de desligamento da tela (se definido) e ao intervalo de inatividade.
Especifica o período de inatividade do usuário após o qual a tela é desligada no funcionamento com a energia da bateria.
Quando esta política está definida para um valor superior a zero, especifica por qual período o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS desligue a tela.
Quando esta política está definida para zero, o Google Chrome OS não desliga a tela quando um usuário se torna inativo.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixos de modo a serem inferiores ou iguais ao intervalo de inatividade.
Especifica após quanto tempo de inatividade do usuário a tela é bloqueada no funcionamento com a energia da bateria.
Quando esta política está definida para um valor superior a zero, ela especifica por quanto tempo o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS bloqueie a tela.
Quando esta política está definida para zero, o Google Chrome OS não bloqueia a tela no caso de inatividade do usuário.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O modo recomendado de bloquear a tela após inatividade é permitir que a tela seja bloqueada na suspensão e que o Google Chrome OS seja suspenso após o intervalo de inatividade. Esta política só deve ser usada quando for necessário que o bloqueio de tela ocorra muito antes da suspensão ou quando a suspensão por inatividade não for desejada.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixados para serem inferiores ao intervalo de inatividade.
Especifica o tempo que o usuário precisa ficar sem interagir para que uma caixa de diálogo de aviso seja mostrada enquanto o dispositivo funciona com alimentação da bateria.
Quando esta política for definida, ela especificará o tempo necessário que um usuário precisa permanecer inativo antes que o Google Chrome OS mostre uma caixa de diálogo avisando que a ação de inatividade está prestes a ser realizada.
Quando esta política não for definida, nenhuma caixa de diálogo será mostrada.
O valor da política precisa ser especificado em milissegundos. Os valores são ajustados para serem menores ou iguais ao intervalo de inatividade.
A mensagem de aviso só será mostrada se a ação de inatividade for para sair ou encerrar.
Especifica depois de quanto tempo de inatividade do usuário é executada a ação de inatividade no funcionamento com energia da bateria.
Quando esta política está definida, especifica por quanto tempo o usuário deve permanecer inativo antes que o Google Chrome OS execute a ação de inatividade, que pode ser configurada separadamente.
Quando esta política não está definida, é usado um período padrão.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos.
Esta política está obsoleta e será removida no futuro.
Esta política fornece um valor substituto para as políticas mais específicas IdleActionAC e IdleActionBattery. Se esta política for definida, os valores serão usados quando uma política respectiva mais específica não for usada.
Se esta política não for definida, o comportamento das políticas mais específicas não será afetado.
Quando esta política for definida, ela especificará a ação que o Google Chrome OS executará quando o usuário permanecer inativo pelo período especificado pelo tempo de inatividade, que pode ser configurado separadamente.
Quando esta política não for definida, a ação padrão de suspender o dispositivo será tomada.
Se a ação for de suspender, o Google Chrome OS poderá ser configurado separadamente para bloquear ou não a tela antes da suspensão.
Quando esta política for definida, ela especificará a ação que o Google Chrome OS executará quando o usuário permanecer inativo pelo período especificado pelo tempo de inatividade, que pode ser configurado separadamente.
Quando esta política não for definida, a ação padrão de suspender o dispositivo será tomada.
Se a ação for de suspender, o Google Chrome OS poderá ser configurado separadamente para bloquear ou não a tela antes da suspensão.
Quando esta política for definida, ela especificará a ação que o Google Chrome OS tomará quando o usuário fechar a tampa do dispositivo.
Quando esta política não for definida, a ação padrão de suspender o dispositivo será tomada.
Se a ação for de suspender, o Google Chrome OS poderá ser configurado separadamente para bloquear ou não a tela antes da suspensão.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for definida, o usuário não será considerado inativo enquanto o áudio estiver sendo reproduzido. Isso impede que o tempo limite de inatividade seja atingido e que as ações correspondentes sejam realizadas. No entanto, o escurecimento, o desligamento e o bloqueio da tela serão realizados após os limites de tempo configurados, independentemente da atividade de áudio.
Se esta política for definida como falsa, a atividade de áudio não impedirá que o usuário seja considerado inativo.
Se esta política for definida como verdadeira ou for deixada sem definição, o usuário não será considerado inativo enquanto o vídeo estiver sendo reproduzido. Isso impede que o intervalo de inatividade, de escurecimento da tela, de desligamento da tela e de bloqueio da tela seja atingido e que as ações correspondentes sejam realizadas.
Se esta política for definida como falsa, a atividade de vídeo não impedirá que o usuário seja considerado inativo.
A reprodução de vídeos em apps Android não é levada em consideração, mesmo se esta política estiver definida como True.
Especifica o percentual pelo qual o intervalo de escurecimento da tela é calculado quando o dispositivo está no modo de apresentação.
Se esta política for definida, ela especificará o percentual pelo qual o intervalo de escurecimento da tela será calculado quando o dispositivo estiver no modo de apresentação. Quando o intervalo de escurecimento da tela for calculado, os intervalos de desligamento, bloqueio e descanso da tela serão ajustados para manter as mesmas distâncias do intervalo de escurecimento da tela de acordo com a configuração original.
Se a política não for definida, um fator de cálculo padrão será usado.
A política só terá efeito se PowerSmartDimEnabled estiver desativada. Do contrário, ela será ignorada, uma vez que o intervalo de escurecimento da tela é determinado por um modelo de aprendizado de máquina.
O fator de cálculo precisa ser de 100% ou mais. Valores que tornariam o intervalo de escurecimento da tela no modo de apresentação menor do que o intervalo de escurecimento da tela comum não são permitidos.
Especifica se wake locks são permitidos. Os wake locks podem ser solicitados por extensões por meio da API da extensão de gerenciamento de energia e por apps ARC.
Se esta política estiver definida como true ou não estiver definida, os wake locks serão respeitados para o gerenciamento de energia.
Se esta política estiver definida como false, as solicitações de wake lock serão ignoradas.
Especifica se wake locks de tela são permitidos. Esses wake locks de tela podem ser solicitados por extensões por meio da API da extensão de gerenciamento de energia e por apps ARC.
Se esta política estiver definida como true ou não estiver definida, os wake locks de tela serão respeitados para o gerenciamento de energia, a não ser que AllowWakeLocks esteja definida como false.
Se esta política estiver definida como false, as solicitações de wake lock de tela serão rebaixadas a solicitações de wake lock do sistema.
Especifica o percentual pelo qual o intervalo de escurecimento da tela é calculado quando a atividade do usuário é observada enquanto a tela é escurecida ou pouco depois de a tela ter sido desligada.
Se esta política for definida, ela especificará o percentual pelo qual o intervalo de escurecimento da tela será calculado quando a atividade do usuário for observada enquanto a tela é escurecida ou pouco depois de a tela ter sido desligada. Quando o intervalo de escurecimento for calculado, os intervalos de desligamento, bloqueio e descanso da tela serão ajustados para manter as mesmas distâncias do intervalo de escurecimento da tela de acordo com a configuração original.
Se a política não for definida, um fator de cálculo padrão será usado.
A política só terá efeito se a política PowerSmartDimEnabled estiver desativada. Do contrário, ela será ignorada, uma vez que o intervalo de escurecimento da tela é determinado por um modelo de aprendizado de máquina.
O fator de cálculo precisa ser de 100% ou mais.
Especifica se os intervalos de gerenciamento de energia e o limite de duração da sessão só devem começar a ser contados após a atividade do usuário ser detectada em uma sessão.
Se esta política for definida como verdadeira, os intervalos de gerenciamento de energia e o limite de duração da sessão só começarão a ser contados depois que a primeira atividade do usuário for detectada em uma sessão.
Se esta política for definida como "Falsa" ou não for definida, os intervalos de gerenciamento de energia e o limite de duração da sessão começarão a ser contados imediatamente após o início da sessão.
Esta política controla várias configurações para a estratégia de gerenciamento de energia quando o usuário fica inativo.
Existem quatro tipos de ação: * A tela escurece se o usuário permanece inativo pelo tempo especificado por |ScreenDim|. * A tela é desligada se o usuário permanece inativo pelo tempo especificado por |ScreenOff|. * Uma caixa de diálogo com um aviso é exibida se o usuário permanece inativo pelo tempo especificado por |IdleWarning|. A caixa avisará o usuário que a ação de inatividade está prestes a ser realizada. A mensagem de aviso só será mostrada se a ação de inatividade for para sair ou encerrar. * A ação especificada por |IdleAction| será realizada se o usuário permanecer inativo pelo tempo especificado por |Idle|.
Para cada ação acima, o tempo de inatividade precisa ser especificado em milissegundos e definido como um valor maior que zero para ativar a ação correspondente. Caso o tempo seja definido como zero, o Google Chrome OS não realizará a ação correspondente.
Para cada período descrito acima, quando a duração não for definida, um valor padrão será usado.
Os valores de |ScreenDim| serão ajustados para serem menores ou iguais a |ScreenOff|. |ScreenOff| e |IdleWarning| serão ajustados para serem menores ou iguais a |Idle|.
|IdleAction| pode ser uma das quatro ações possíveis: * |Suspend| * |Logout| * |Shutdown| * |DoNothing|
Quando a |IdleAction| não for definida, a ação padrão de suspensão será realizada.
Há também configurações separadas para bateria e alimentação CA.
Especifica o período de tempo de inatividade após o qual a tela deve ser bloqueada, quando o dispositivo é executado em energia AC ou bateria.
Quando o período de tempo é definido para um valor maior que zero representa o período de tempo que o usuário precisa ficar inativo antes que o Google Chrome OS bloqueie a tela.
Quando o período de tempo é definido para zero, o Google Chrome OS não bloqueia a tela quando o usuário se torna inativo.
Quando o período de tempo não é configurado, é usada um período de tempo padrão.
A forma recomendável de bloquear a tela ao se tornar inativo é ativar o bloqueio de tela para o modo de suspensão, a fim de que o Google Chrome OS fique suspenso após o tempo de espera de inatividade. Esta política só deve ser usada quando a tela tiver que ser bloqueada muito antes de ser suspensa ou quando a suspensão em caso de inatividade não é desejada.
O valor da política deve ser especificado em milissegundos. Os valores são fixados para serem menores que o tempo de espera de inatividade.
Especifica se um modelo de escurecimento inteligente é permitido para aumentar o tempo que a tela permanece ativa.
Quando a tela está prestes a escurecer, o modelo de escurecimento inteligente avalia se o escurecimento deve ser adiado. Se o modelo de escurecimento inteligente adiar o escurecimento da tela, ela permanecerá ativa por mais tempo. Neste caso, os intervalos de desativação de tela, bloqueio de tela e modo ocioso são ajustados para manter as mesmas distâncias do intervalo de escurecimento de tela originalmente configuradas. Se esta política for definida como Verdadeira ou não for definida, o modelo de escurecimento inteligente será ativado e permitirá o aumento do tempo que a tela fica ativa. Se esta política for definida como Falsa, o modelo de escurecimento inteligente não influenciará o escurecimento da tela.
Especifica a porcentagem de brilho da tela. Quando esta política estiver definida, o brilho da tela inicial será ajustado para o valor da política, mas o usuário poderá alterá-lo posteriormente. Os recursos de brilho automático estarão desativados. Quando esta política não estiver definida, os controles de tela do usuário e os recursos de brilho automático não serão afetados. Os valores da política precisam ser especificados em porcentagens de 0 a 100.
Definir o limite de bateria (em porcentagem) para a economia de energia no período de pico.
Esta política será usada apenas se DevicePowerPeakShiftEnabled estiver definida como verdadeira.
Se esta política não for configurada ou estiver indefinida, a economia de energia no período de pico sempre estará desativada.
Definir a configuração do dia para a economia de energia no período de pico.
Esta política será usada apenas se DevicePowerPeakShiftEnabled estiver definida como verdadeira.
Se esta política não for configurada ou estiver indefinida, a economia de energia no período de pico sempre estará desativada.
Observação: os valores permitidos para o campo minute em start_time, end_time e charge_start_time são 0, 15, 30 e 45.
Ativar a política de gerenciamento da economia de energia no período de pico.
A economia de energia no período de pico diz respeito a uma política que economiza energia pela redução do uso de corrente alternada nos períodos de alto consumo durante o dia. É possível definir um horário de início e término da economia de energia no período de pico para cada dia da semana. Durante esses períodos, o sistema será executado usando a bateria mesmo se estiver conectado à corrente alternada, desde que a bateria se mantenha acima do limite especificado. Depois do horário de término especificado, o sistema será executado usando energia de corrente alternada (se conectado), mas a bateria não será carregada. O sistema voltará a funcionar normalmente, usando corrente alternada e carregando a bateria, depois do horário de início de carregamento especificado.
Se esta política for definida como verdadeira e se DevicePowerPeakShiftBatteryThreshold e DevicePowerPeakShiftDayConfig estiverem definidas, a economia de energia no período de pico estará sempre ativada, se for compatível com o dispositivo.
Se esta política estiver definida como falsa, a economia de energia no período de pico sempre estará desativada.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou modificá-la.
Se esta política não for definida, a economia de energia no período de pico ficará inicialmente desativada e não poderá ser ativada pelo usuário.
Ativar a política de gerenciamento de inicialização na alimentação CA.
A inicialização em CA dá ao sistema a oportunidade de inicializar automaticamente, saindo do estado desligado/suspenso quando o cabo de energia é inserido.
Se esta política for definida como verdadeira, a inicialização em CA sempre estará ativada, caso seja compatível com o dispositivo.
Se esta política for definida como falsa, a inicialização em CA sempre estará desativada.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for definida, a inicialização em CA estará desativada e não poderá ser ativada pelo usuário.
Ativar a política de gerenciamento de energia para o modo avançado de carregamento de bateria.
Esse modo permite que o usuário maximize a integridade da bateria. No modo avançado, o sistema usará um algoritmo de carregamento padrão e outras técnicas fora do horário de trabalho para maximizar a integridade da bateria. Durante o horário de trabalho, um carregamento expresso será usado. Esse carregamento permite que a bateria seja carregada mais rapidamente para que atinja a carga completa logo. Para cada dia, o período em que o sistema será mais utilizado é especificado pelo horário de início e a duração.
Se esta política for definida como verdadeira e DeviceAdvancedBatteryChargeModeDayConfig estiver definida, o modo avançado de carregamento da bateria sempre ficará ativado se ele for compatível com o dispositivo.
Se esta política for definida como falsa, o modo avançado de carregamento da bateria ficará sempre desativado.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for definida, o modo avançado de carregamento da bateria será desativado e não poderá ser ativado pelo usuário.
Definir a configuração do dia para o modo avançado de carregamento de bateria.
Esta política será usada apenas se DeviceAdvancedBatteryChargeModeEnabled for definida como verdadeira.
Se esta política não for configurada ou estiver indefinida, o modo avançado de carregamento de bateria ficará sempre desativado.
Observação: charge_start_time precisa ser menor que charge_end_time.
Observação: os valores permitidos para o campo minute em charge_start_time e charge_end_time são 0, 15, 30, 45.
Especifica a política de gerenciamento de energia para o modo de carregamento de bateria.
Controle dinamicamente o carregamento da bateria para minimizar o desgaste devido ao estresse e aumentar a vida útil.
Se o modo personalizado de carregamento da bateria for selecionado, DeviceBatteryChargeCustomStartCharging e DeviceBatteryChargeCustomStopCharging precisarão ser especificadas.
Se esta política for definida, o modo de carregamento da bateria será aplicado, se compatível com o dispositivo.
Se esta política não for definida e a política for compatível com o dispositivo, o modo padrão de carregamento da bateria será aplicado e não poderá ser alterado pelo usuário.
Observação: se DeviceAdvancedBatteryChargeModeEnabled for especificada, ela substituirá esta política.
Configurar o início do carregamento personalizado da bateria, em porcentagem.
A bateria começará a ser carregada quando se esgotar até chegar ao valor do início personalizado de carregamento.
DeviceBatteryChargeCustomStartCharging precisa ser menor que DeviceBatteryChargeCustomStopCharging.
Esta política será usada apenas se DeviceBatteryChargeMode estiver definida como personalizada.
Se esta política não for configurada ou estiver indefinida, o modo de carga padrão da bateria será aplicado.
Configurar a parada personalizada do carregamento da bateria, em porcentagem.
A bateria para de carregar ao atingir o valor de parada de carga personalizada.
DeviceBatteryChargeCustomStartCharging precisa ser menor que DeviceBatteryChargeCustomStopCharging.
Esta política será usada apenas se DeviceBatteryChargeMode estiver definida como personalizada.
Se esta política não for configurada ou estiver indefinida, o modo de carga padrão da bateria será aplicado.
Ativar a política de gerenciamento de compartilhamento de energia via USB.
Alguns dispositivos têm uma porta USB específica marcada com um ícone de raio ou de bateria, que pode ser usada para carregar dispositivos como um smartphone usando a bateria do sistema. Esta política afeta o comportamento de carregamento dessa porta enquanto o sistema está no modo de suspensão ou de encerramento. Esta política não afeta outras portas USB e o comportamento do carregamento enquanto o sistema está ativo.
Quando estiver ativo, a porta USB sempre fornecerá energia.
Quando em suspensão, se esta política for definida como verdadeira, a energia será fornecida à porta USB quando o dispositivo for conectado ao carregador de tomada ou se o nível da bateria estiver acima de 50%. Caso contrário, não será fornecida nenhuma energia.
Quando desligado, se esta política for definida como verdadeira, a energia será fornecida à porta USB quando o dispositivo estiver conectado ao carregador de tomada. Caso contrário, não será fornecida nenhuma energia.
Se não estiver definida, a política será ativada e não poderá ser desativada pelo usuário.
Esta política concede ao Google Assistente permissão para acessar o contexto da tela e enviar informações ao servidor. Se a política estiver ativada, o Google Assistente terá permissão para acessar o contexto da tela. Se a política estiver desativada, o Google Assistente não terá permissão para acessar o contexto da tela. Se ela não for definida, os usuários poderão decidir se o Google Assistente terá permissão para acessar o contexto da tela ou não.
Esta política concede ao Google Assistente a permissão para ouvir a frase de ativação por voz.
Se a política for ativada, a frase de ativação por voz será ouvida pelo Google Assistente. Se a política for desativada, a frase de ativação por voz não será ouvida pelo Google Assistente. Se a política não for definida, a frase de ativação por voz não será ouvida pelo Google Assistente.
Se essa política for definida como verdadeira ou não for definida, o Google Cast será ativado, e os usuários poderão iniciá-lo no menu do app, nos menus de contexto da página, nos controles de mídia em sites compatíveis com o Cast e (se mostrado) no ícone da barra de ferramentas do Google Cast.
Se essa política for definida como falsa, o Google Cast será desativado.
Se esta política for definida como true, o ícone do Google Cast sempre será exibido na barra de ferramentas ou no menu flutuante, e os usuários não poderão removê-lo.
Se esta política for definida como false ou não for configurada, os usuários poderão fixar ou remover o ícone usando o menu contextual dele.
Se a política "EnableMediaRouter" for definida como false, o valor desta política não terá nenhum efeito, e o ícone da barra de ferramentas não será exibido.
Desativa a sincronização do Google Drive no aplicativo Files do Google Chrome OS quando definida como "true". Nesse caso, nenhum dado é transferido por upload para o Google Drive.
Se não está definida como "false", os usuários podem transferir arquivos para o Google Drive.
Esta política não impede que os usuários usem o app Google Drive para Android. Para impedir o acesso ao Google Drive, bloqueie também a instalação do app Google Drive para Android.
Desativa a sincronização do Google Drive no aplicativo Files do Google Chrome OS quando o uso de uma conexão via dispositivo móvel está configurada como "true". Nesse caso, os dados são sincronizados no Google Drive apenas quando a conexão é via WiFi ou Ethernet.
Se não está configurado ou está definida como "False", os usuários podem transferir arquivos para o Google Drive por conexões via celular.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o app Google Drive para Android. Para impedir o uso do Google Drive por conexões celulares, bloqueie a instalação do app Google Drive para Android.
Permite a impressão em Google Chrome e impede os usuários de alterarem esta configuração.
Se esta configuração estiver ativada ou não configurada, os usuários poderão imprimir.
Se esta configuração estiver desativada, os usuários não poderão imprimir em Google Chrome. A impressão é desativada no menu de ferramentas, nas extensões, em aplicativos JavaScript etc. Ainda é possível imprimir a partir de plug-ins que ignoram Google Chrome durante a impressão. Por exemplo, determinados aplicativos Flash trazem a opção de impressão no menu de contexto, o que não é abordado nesta política.
Esta política não tem nenhum efeito sobre apps Android.
Permite que o Google Chrome atue como um proxy entre o Google Cloud Print e impressoras legadas conectadas à máquina.
Se essa configuração estiver ativada ou não configurada, os usuários poderão ativar o proxy de impressão em nuvem pela autenticação com sua Conta do Google.
Se essa configuração for desativada, os usuários não poderão ativar o proxy, e a máquina não terá permissão para compartilhar as impressoras com o Google Cloud Print.
Define a impressão para apenas em cores, apenas monocromática ou sem restrição de modo de cor. Se a política não for definida, não haverá restrição.
Restringe o modo duplex de impressão. Se a política não for definida ou estiver em branco, não haverá restrição.
Modifica o modo de cor de impressão padrão. Se o modo não estiver disponível, esta política será ignorada.
Modifica o modo duplex de impressão padrão. Se o modo não estiver disponível, esta política será ignorada.
Permite que Google Chrome envie documentos a Google Cloud Print para impressão. OBSERVAÇÃO: isto só afeta o suporte do Google Cloud Print no Google Chrome. Isto não impede que usuários enviem trabalhos de impressão em websites. Se esta configuração for ativada ou não configurada, os usuários podem imprimir no Google Cloud Print a partir da caixa de diálogo de impressão do Google Chrome. Se esta configuração for desativada, os usuários não poderão imprimir no Google Cloud Print a partir da caixa de diálogo de impressão do Google Chrome
Mostrar a caixa de diálogo de impressão do sistema em vez da visualização de impressão.
Quando esta configuração estiver ativada, o Google Chrome abrirá a caixa de diálogo de impressão do sistema em vez da visualização de impressão integrada, quando um usuário solicitar a impressão de uma página.
Se esta política não estiver definida ou se estiver definida como falsa, os comandos de impressão acionarão a tela de visualização de impressão.
Forçar a ativação ou desativação de "cabeçalhos e rodapés" na caixa de diálogo de impressão.
Se a política não for definida, o usuário poderá decidir se quer imprimir cabeçalhos e rodapés.
Se a política for definida como falsa, a opção "Cabeçalhos e rodapés" não ficará selecionada na caixa de diálogo de visualização de impressão, e o usuário não poderá alterá-la.
Se a política for definida como verdadeira, a opção "Cabeçalhos e rodapés" ficará selecionada na caixa de diálogo de visualização de impressão, e o usuário não poderá alterá-la.
Modifica as regras de seleção de impressora padrão do Google Chrome.
Esta política determina as regras para seleção da impressora padrão no Google Chrome, o que ocorre na primeira vez em que a função de impressão é usada com um perfil.
Quando esta política é configurada, o Google Chrome tenta encontrar uma impressora que corresponda a todos os atributos especificados e a seleciona como impressora padrão. A primeira impressora encontrada que corresponda à política é selecionada. Caso haja mais de uma correspondência, qualquer impressora correspondente pode ser selecionada, dependendo da ordem em que as impressoras são descobertas.
Se esta política não for configurada ou se a impressora correspondente não for encontrada dentro do tempo limite, a impressora padrão passará a ser a impressora de PDF incorporada ou "nenhuma impressora selecionada", quando a impressora de PDF não estiver disponível.
O valor é analisado como um objeto JSON, em conformidade com o seguinte esquema: { "type": "object", "properties": { "kind": { "description": "Limitar ou não a pesquisa da impressora correspondente a um conjunto específico de impressoras.", "type": "string", "enum": [ "local", "cloud" ] }, "idPattern": { "description": "Expressão regular que corresponda ao código da impressora.", "type": "string" }, "namePattern": { "description": "Expressão regular que corresponda ao nome de exibição da impressora.", "type": "string" } } }
As impressoras conectadas ao Google Cloud Print são consideradas "cloud", e as demais são classificadas como "local". A omissão de um campo significa que todos os valores correspondem. Por exemplo, a não especificação da conectividade fará com que a visualização da impressão inicie a descoberta de todos os tipos de impressoras, locais e na nuvem. Os padrões de expressão regulares devem seguir a sintaxe do JavaScript RegExp, e as correspondências diferenciam maiúsculas de minúsculas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre apps Android.
Configura uma lista de impressoras.
Esta política permite aos administradores fornecer configurações de impressora para os usuários.
display_name e description são strings de formato livre que podem ser personalizadas para facilitar a seleção da impressora. manufacturer e model servem para facilitar a identificação da impressora pelos usuários finais. Esses dados representam o fabricante e o modelo da impressora. uri deve ser um endereço que pode ser acessado a partir do computador do cliente, incluindo scheme, port e queue. uuid é opcional. Se fornecido, será usado para ajudar a eliminar a duplicação de impressoras zeroconf.
effective_model precisa corresponder a uma das strings que representam uma impressora Google Chrome OS compatível. A string será usada para identificar e instalar o PPD apropriado para a impressora. Mais informações estão disponíveis em https://support.google.com/chrome?p=noncloudprint.
A configuração da impressora é concluída depois que ela é utilizada pela primeira vez. O download de PPDs não será realizado enquanto a impressora não for usada. Depois disso, os PPDs usados com frequência são armazenados em cache.
Esta política não afeta a possibilidade de os usuários configurarem impressoras em dispositivos individuais. Ela tem o objetivo de complementar a configuração de impressoras por usuários individuais.
Para dispositivos gerenciados pelo Active Directory, esta política permite a expansão de ${MACHINE_NAME[,pos[,count]]} para o nome do computador com Active Directory ou uma substring correspondente. Por exemplo, se o nome do computador for CHROMEBOOK, ${MACHINE_NAME,6,4} será substituído pelos quatro caracteres que começam depois da 6ª posição, ou seja, BOOK. A posição é baseada em zero.
Fornece configurações para impressoras corporativas.
Esta política permite fornecer configurações de impressora para dispositivos Google Chrome OS. O formato é igual ao do dicionário NativePrinters, com um campo obrigatório "id" ou "guid" adicional por impressora para colocar ou remover da lista de permissões.
O tamanho do arquivo não pode ser superior a 5 MB e precisa ser codificado em JSON. Estima-se que um arquivo com aproximadamente 21.000 impressoras será codificado como um arquivo de 5 MB. O hash criptográfico é usado para verificar a integridade do download.
O arquivo é transferido por download e armazenado em cache. Ele será transferido por download novamente sempre que o URL ou hash for alterado.
Se esta política for definida, o Google Chrome OS fará o download do arquivo de configurações da impressora e disponibilizará impressoras de acordo com NativePrintersBulkAccessMode, NativePrintersBulkWhitelist e NativePrintersBulkBlacklist.
Esta política não afeta a possibilidade de os usuários configurarem impressoras em dispositivos individuais. Ela tem o objetivo de complementar a configuração de impressoras por usuários individuais.
Controla quais impressoras da NativePrintersBulkConfiguration estão disponíveis para o usuário.
Determina qual política de acesso é usada na configuração de impressoras em massa. Se a opção AllowAll for selecionada, todas as impressoras serão exibidas. Se a opção BlacklistRestriction for selecionada, NativePrintersBulkBlacklist será utilizada para restringir o acesso às impressoras especificadas. Se a opção WhitelistPrintersOnly for selecionada, NativePrintersBulkWhitelist designará apenas as impressoras que puderem ser selecionadas.
Se esta política não for definida, a opção AllowAll será adotada.
Especifica as impressoras que um usuário não pode usar.
Esta política só será usada se BlacklistRestriction for escolhida para NativePrintersBulkAccessMode.
Se esta política for usada, todas as impressoras serão fornecidas para o usuário, exceto para os códigos listados na política. Os códigos precisam corresponder aos campos "id" ou "guid" no arquivo especificado em NativePrintersBulkConfiguration.
Especifica as impressoras que um usuário pode usar.
Esta política só será usada se WhitelistPrintersOnly for escolhida para NativePrintersBulkAccessMode.
Se esta política for usada, somente as impressoras com códigos que correspondem aos valores da política estarão disponíveis para o usuário. Os códigos precisam corresponder aos campos "id" ou "guid" no arquivo especificado em NativePrintersBulkConfiguration.
Fornece configurações para impressoras corporativas associadas a dispositivos.
Esta política permite fornecer configurações de impressora para dispositivos Google Chrome OS. O formato é igual ao do dicionário NativePrinters, com um campo obrigatório "id" ou "guid" adicional por impressora para colocar ou remover da lista de permissões.
O tamanho do arquivo não pode ser superior a 5 MB e precisa ser codificado em JSON. Estima-se que um arquivo com aproximadamente 21.000 impressoras será codificado como um arquivo de 5 MB. O hash criptográfico é usado para verificar a integridade do download.
O arquivo é transferido por download e armazenado em cache. Ele será transferido por download novamente sempre que o URL ou hash for alterado.
Se esta política for definida, o Google Chrome OS fará o download do arquivo de configurações da impressora e disponibilizará impressoras de acordo com DeviceNativePrintersAccessMode, DeviceNativePrintersWhitelist e DeviceNativePrintersBlacklist.
Esta política não afeta a possibilidade de os usuários configurarem impressoras em dispositivos individuais. Ela tem o objetivo de complementar a configuração de impressoras por usuários individuais.
Esta política complementa a NativePrintersBulkConfiguration.
Se esta política não for definida, não haverá nenhuma impressora de dispositivo, e as outras políticas de DeviceNativePrinter* serão ignoradas.
Controla quais impressoras da DeviceNativePrinters estão disponíveis para os usuários.
Determina qual política de acesso é usada para a configuração de impressoras em massa. Se a opção AllowAll for selecionada, todas as impressoras serão mostradas. Se a opção BlacklistRestriction for selecionada, DeviceNativePrintersBlacklist será usada para restringir o acesso às impressoras especificadas. Se WhitelistPrintersOnly for selecionada, DeviceNativePrintersWhitelist determinará apenas as impressoras que podem ser selecionadas.
Se esta política não for definida, AllowAll será adotada.
Especifica as impressoras que um usuário não pode usar.
Esta política só será usada se BlacklistRestriction for escolhida para DeviceNativePrintersAccessMode.
Se esta política for usada, todas as impressoras serão fornecidas para o usuário, exceto para os códigos listados na política. Os códigos precisam corresponder aos campos "id" ou "guid" no arquivo especificado em DeviceNativePrinters.
Especifica as impressoras que um usuário pode usar.
Esta política só será usada se WhitelistPrintersOnly for escolhida para DeviceNativePrintersAccessMode
Se esta política for usada, somente as impressoras com códigos que correspondem aos valores da política estarão disponíveis para o usuário. Os códigos precisam corresponder aos campos "id" ou "guid" no arquivo especificado em DeviceNativePrinters.
Faz com que o Google Chrome use a impressora padrão do sistema como a opção padrão em Visualizar impressão em vez de a impressora usada mais recentemente.
Se você desativar essa configuração ou não inserir um valor, a Visualização de impressão utilizará a impressora usada mais recentemente como a escolha padrão.
Se você ativar essa configuração, a Visualização de impressão utilizará a impressora padrão do sistema operacional como a escolha padrão.
Mostra o botão "Página inicial" na barra de ferramentas de Google Chrome. Se ativar esta configuração, o botão "Página inicial" será sempre exibido. Se desativar esta configuração, o botão "Página inicial" nunca será exibido. Se ativar ou desativar esta configuração, os usuários não podem alterá-la ou substituí-la em Google Chrome. Deixar esta política sem definição permitirá ao usuário escolher se deseja exibir o botão "Página inicial".
Configura o URL padrão da página inicial no Google Chrome e impede os usuários de alterá-lo.
A página inicial é aquela aberta pelo botão "Página inicial". As páginas que são abertas na inicialização são controladas pelas políticas RestoreOnStartup.
O tipo da página inicial pode ser configurado como um URL que você especifica aqui ou como a página nova guia. Se você selecionar a página nova guia, esta política não terá efeito.
Se você ativar essa configuração, os usuários não poderão alterar o URL da página inicial deles no Google Chrome, mas eles ainda poderão escolher a página nova guia como página inicial.
Se esta política não for definida, o usuário poderá escolher a própria página inicial caso HomepageIsNewTabPage também não esteja definida.
O URL precisa ter um esquema padrão, como "http://example.com" ou "https://example.com".
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio do Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Configura o tipo de página inicial padrão no Google Chrome e evita que os usuários alterem as preferências de página inicial. A página inicial pode ser definida como um URL especificado por você ou como a página nova guia.
Se você ativar essa configuração, a página nova guia será sempre usada como página inicial, e o local do URL da página inicial será ignorado.
Se você desativar essa configuração, a página inicial do usuário nunca será a página nova guia, a menos que o URL seja definido como "chrome://newtab".
Se você ativar ou desativar essa configuração, os usuários não poderão alterar os próprios tipos de página inicial no Google Chrome.
Deixar esta política sem definição permitirá que o usuário escolha se a página nova guia será a página inicial.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Configura o URL da página nova guia padrão e impede que os usuários o alterem.
A página nova guia é aquela que é aberta quando novas guias são criadas (inclusive as abertas em novas janelas).
Esta política não decide quais páginas são abertas na inicialização. Isso é controlado pelas políticas RestoreOnStartup. Porém, esta política afetará a página inicial e de inicialização se elas estiverem configuradas para abrir a página nova guia.
Se a política não for configurada ou for deixada em branco, a página nova guia padrão será usada.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Permite que você especifique o comportamento na inicialização.
Se você escolher "Abrir nova guia", a página nova guia sempre será aberta quando você iniciar o Google Chrome.
Se você escolher "Restaurar a última sessão", os URLs que estavam abertos na última vez em que o Google Chrome foi fechado serão reabertos, e a sessão de navegação será restaurada na forma em que foi fechada. Ao selecionar essa opção algumas configurações que dependem de sessões ou que realizam ações ao sair são desativadas (como "Limpar dados de navegação ao sair" ou "apenas os cookies da sessão").
Se você escolher "Abrir uma lista de URLs", a lista "URLs que devem ser abertos na inicialização" será exibida quando um usuário iniciar o Google Chrome.
Se você ativar essa configuração, os usuários não poderão alterá-la ou modificá-la no Google Chrome.
A desativação da configuração é o mesmo que não configurá-la. O usuário ainda poderá alterá-la no Google Chrome.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows que estão associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Se "Abrir uma lista de URLs" for selecionada como a ação de inicialização, isso permitirá que você especifique a lista de URLs que serão abertos. Se não for definida, nenhum URL será aberto na inicialização.
Esta política funcionará apenas se a política "RestoreOnStartup" estiver definida como "RestoreOnStartupIsURLs".
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Esta política controla qual comando é usado para abrir URLs em um navegador alternativo.
Quando esta política não for definida, um padrão específico da plataforma será usado: Internet Explorer para Windows ou Safari para Mac OS X. No Linux, a inicialização de um navegador alternativo falhará quando a configuração não for feita.
Quando esta política for definida como ${ie}, ${firefox}, ${safari} ou ${opera}, o navegador correspondente será iniciado, caso esteja instalado. O ${ie} está disponível apenas no Windows, e o ${safari} está disponível apenas no Windows e no Mac OS X.
Quando esta política for definida como um caminho de arquivo, esse arquivo será usado como um executável.
Esta política controla os parâmetros da linha de comando para iniciar um navegador alternativo.
Quando esta política não for definida, apenas o URL será passado como um parâmetro da linha de comando.
Quando esta política for definida como uma lista de strings, cada string será passada para o navegador alternativo como parâmetros de linha de comando separados. No Windows, os parâmetros são unidos por espaços. No Mac OS X e no Linux, um parâmetro pode conter espaços e ainda ser tratado como um único parâmetro.
Se um elemento contiver ${url}, ele será substituído pelo URL da página que será aberta.
Se nenhum elemento contiver ${url}, o URL será anexado ao fim da linha de comando.
As variáveis de ambiente são expandidas. No Windows, %ABC% é substituída pelo valor da variável de ambiente ABC. No Mac OS X e Linux, ${ABC} é substituída pelo valor da variável de ambiente ABC.
Esta política controla o comando usado para abrir URLs no Google Chrome ao vir do Internet Explorer.
Se o suplemento "Suporte a navegadores legados" do Internet Explorer não estiver instalado, esta política não terá efeito.
Quando a política não for definida, o Internet Explorer detectará automaticamente o caminho executável do Google Chrome quando for abrir o Google Chrome a partir do Internet Explorer.
Quando a política for definida, ela será usada para abrir o Google Chrome ao iniciar o Google Chrome a partir do Internet Explorer.
Esta política pode ser definida para um caminho de arquivo executável ou como ${chrome} para detectar automaticamente o local de instalação do Chrome.
Esta política controla os parâmetros de linha de comando para o Chrome a partir do Internet Explorer.
Se o suplemento "Suporte a navegadores legados" do Internet Explorer não estiver instalado, esta política não terá efeito.
Quando a política não for definida, o Internet Explorar só transmitirá o URL para o Chrome como um parâmetro de linha de comando.
Quando a política for definida para uma lista de strings, as strings serão mescladas com espaços e transmitidas ao Chrome como parâmetros de linha de comando.
Se um elemento tiver ${url}, ele será substituído pelo URL da página a ser aberta.
Se nenhum elemento tiver ${url}, o URL será anexado ao fim da linha de comando.
As variáveis de ambiente serão expandidas. No Windows, %ABC% será substituído pelo valor da variável de ambiente ABC.
Esta política controla o tempo a ser aguardado até a inicialização de um navegador alternativo, em milésimos de segundo.
Quando a política não é definida ou é definida como 0, a navegação para um URL designado o abre imediatamente em um navegador alternativo.
Quando a política é definida com um número diferente de 0, o Chrome exibe uma mensagem por vários milésimos de segundo e, em seguida, abre o navegador alternativo.
Essa política controla a ativação e a desativação do "Suporte a navegadores legados".
Quando ela é definida como falsa ou não é definida, o Chrome não tenta abrir os URLs designados em um navegador alternativo.
Quando ela é definida como verdadeira, o Chrome tenta abrir alguns URLs em um navegador alternativo (como o Internet Explorer). Esse recurso é configurado por meio das políticas no grupo de Legacy Browser support.
Esse recurso substitui a extensão 'Legacy Browser Support'. A configuração da extensão será transferida para esse recurso, mas é altamente recomendado usar as políticas do Chrome em vez disso. Fazer isso garante uma compatibilidade melhor no futuro.
Esta política é um URL que aponta para um arquivo XML no mesmo formato que a política SiteList do Internet Explorer. As regras são carregadas a partir de um arquivo XML e não são compartilhadas com o Internet Explorer.
Quando esta política for deixada sem definição ou não for definida como um URL válido, ela não será usada pelo Google Chrome como fonte de regras para alternar entre navegadores.
Quando a política for definida como um URL válido, o download da lista de sites desse URL será realizado no Google Chrome, e as regras serão aplicadas como se tivessem sido configuradas com a política BrowserSwitcherUrlList.
Para ver mais informações sobre a política SiteList do Internet Explorer, acesse: https://docs.microsoft.com/internet-explorer/ie11-deploy-guide/what-is-enterprise-mode
Esta política controla se o Chrome será totalmente fechado quando a última guia for alternada para outro navegador.
Quando esta política não estiver definida ou estiver definida como verdadeira, o Chrome manterá pelo menos uma guia aberta depois de alternar para um navegador alternativo.
Quando ela estiver definida como falsa, o Chrome fechará a guia depois de alternar para um navegador alternativo, mesmo que essa seja a última guia. Assim, o Chrome será totalmente fechado.
Esta política controla a lista de sites que serão abertos em um navegador alternativo.
Também é possível adicionar elementos à lista pelas políticas BrowserSwitcherUseIeSitelist e BrowserSwitcherExternalSitelistUrl.
Quando esta política não for definida, nenhum site será adicionado à lista.
Quando esta política for definida, cada item será tratado como uma regra para abrir algo em um navegador alternativo. No Google Chrome, essas regras são usadas para determinar se um URL será aberto em um navegador alternativo ou não.
Quando o suplemento do Internet Explorer estiver presente e ativado, o Internet Explorer retornará ao Google Chrome quando não houver correspondência com as regras.
Se as regras forem contraditórias, o Google Chrome usará a regra mais específica.
Esta política controla a lista de sites que nunca causarão uma troca de navegador.
Também é possível adicionar elementos à lista pelas políticas BrowserSwitcherUseIeSitelist e BrowserSwitcherExternalSitelistUrl.
Quando esta política não for definida, nenhum site será adicionado à lista.
Quando esta política for definida, cada item será tratado como uma regra, de forma semelhante à política BrowserSwitcherUrlList. No entanto, a lógica é inversa: quando houver correspondência com as regras, um navegador alternativo não será aberto.
Ao contrário da BrowserSwitcherUrlList, as regras se aplicam nas duas direções. Ou seja, quando o suplemento do Internet Explorer estiver presente e ativado, isso também controlará se o Internet Explorer abrirá esses URLs no Google Chrome.
Esta política controla se as regras da política SiteList do Internet Explorer serão carregadas ou não.
Quando esta política não for definida ou for definida como false, o Google Chrome não usará a política SiteList do Internet Explorer como origem de regras para a troca de navegadores.
Quando esta política for definida como true, o Google Chrome fará a leitura da SiteList do Internet Explorer para receber o URL da lista de sites. O Google Chrome fará o download da lista de sites do URL e aplicará as regras como se tivessem sido configuradas com a política BrowserSwitcherUrlList.
Para ver mais informações sobre a política SiteList do Internet Explorer, consulte: https://docs.microsoft.com/internet-explorer/ie11-deploy-guide/what-is-enterprise-mode
Configurar o gerenciamento de energia na tela de login do Google Chrome OS.
Esta política permite configurar o comportamento do Google Chrome OS quando não há atividade do usuário por algum tempo enquanto a tela de login é exibida. A política controla diversas configurações. Para ver a semântica específica e os intervalos de valores de cada uma delas, consulte as políticas correspondentes que controlam o gerenciamento de energia durante uma sessão. Os únicos desvios dessas políticas são os seguintes: * As ações que serão tomadas durante a inatividade ou ao fechar a tampa não podem finalizar a sessão. * A ação padrão a ser tomada durante a inatividade, quando ligado a uma corrente alternada, é desligar.
Se uma configuração não é especificada, um valor padrão é usado.
Se esta política não é definida, os padrões são usados para todas as configurações.
Limitar tempo de execução do dispositivo agendando reinicializações automáticas.
Quando esta política é definida, especifica o tempo de atividade do dispositivo, após o qual uma reinicialização automática é agendada.
Quando esta política não é definida, o tempo de atividade do dispositivo não é limitado.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Uma reinicialização automática é agendada no tempo selecionado, mas pode ser adiada no dispositivo em até 24 horas se o usuário o estiver utilizando no momento.
Observação: atualmente, as reinicializações automáticas ficam ativadas apenas enquanto a tela de login é exibida ou uma sessão de aplicativo de quiosque está em andamento. Isso mudará no futuro, quando a política será sempre aplicada, independentemente de uma sessão de qualquer tipo específico estar ou não em andamento.
É preciso especificar o valor da política em segundos. Os valores são fixados em, pelo menos, 3.600 (uma hora).
Se esta política é definida como "false" ou se não é configurada, o Google Chrome OS permite que o usuário desligue o dispositivo. Se esta política é definida como "true", o Google Chrome OS aciona uma reinicialização quando o usuário desliga o dispositivo. O Google Chrome OS substitui todas as ocorrências de botões de desligamento da interface de usuário por botões de reinicialização. Se o usuário desliga o dispositivo no botão liga/desliga, ele não é reinicializado automaticamente, mesmo que a política esteja ativa.
Permite especificar quais hosts de mensagens nativas não devem ser carregados.
O valor "*" na lista de proibições significa que todos os hosts de mensagens nativas estão presentes na lista de proibições, a menos que sejam explicitamente relacionados na lista de permissões.
Se a política não for definida, Google Chrome carregará todos os hosts de mensagens nativas instalados.
Permite especificar quais hosts de mensagens nativas não estão sujeitos à lista de proibições.
O valor "*" na lista de proibições significa que todos os hosts de mensagens nativas estão incluídos na lista de proibições. Além disso, somente os hosts de mensagens nativas presentes na lista de permissões serão carregados.
Por padrão, todos os hosts de mensagens nativas estão incluídos na lista de permissões. No entanto, se todos os hosts de mensagens nativas tiverem sido adicionados à lista de proibições pela política, a lista de permissões poderá ser usada para substituir essa política.
Permite a instalação de hosts de mensagens nativas no nível do usuário.
Se esta configuração for ativada, o Google Chrome permitirá o uso de hosts de mensagens nativas instalados no nível do usuário.
Se esta configuração for desativada, o Google Chrome só usará hosts de mensagens nativas instalados no nível do sistema.
Se esta configuração não for definida, o Google Chrome permitirá o uso de hosts de mensagens nativas no nível do usuário.
Define a lista de dispositivos USB que estão autorizados a serem removidos do driver de kernel deles para uso pela API chrome.usb diretamente dentro de um app da Web. As entradas são pares de um identificador de fornecedor e um identificador do produto USB para identificar um hardware específico.
Se esta política não for configurada, a lista de dispositivos USB removíveis ficará vazia.
Se esta política for definida como false, o Google Chrome OS desativará o Bluetooth, e o usuário não poderá ativá-lo novamente.
Se esta política for definida como true ou for deixada sem definição, o usuário poderá ativar ou desativar o Bluetooth conforme quiser.
Se esta política for definida, o usuário não poderá alterá-la ou modificá-la.
Após a ativação do Bluetooth, o usuário precisa sair e fazer login novamente para que as alterações entrem em vigor. Essa ação não é necessária ao desativar o Bluetooth.
Configura a disponibilidade e o comportamento da funcionalidade de atualização do firmware do TPM.
As configurações individuais podem ser especificadas nas propriedades JSON:
allow-user-initiated-powerwash: se for definida como true, os usuários poderão acionar o fluxo de Powerwash para instalar uma atualização de firmware do TPM.
allow-user-initiated-preserve-device-state: se for definida como true, os usuários poderão invocar o fluxo de atualização de firmware do TPM, que preserva o estado do dispositivo (incluindo a inscrição corporativa), mas perde os dados do usuário. Esse fluxo de atualização está disponível a partir da versão 68.
auto-update-mode: controla como as atualizações automáticas do firmware do TPM são aplicadas ao firmware vulnerável do TPM. Todos os fluxos preservam o estado do dispositivo local. Se for definida como 1 ou não for definida, as atualizações do firmware do TPM não serão aplicadas. Se for definida como 2, o firmware do TPM será atualizado na próxima reinicialização depois que o usuário confirmar a atualização. Se for definida como 3, o firmware do TPM será atualizado na próxima reinicialização. Se for definida como 4, o firmware do TPM será atualizado depois da inscrição, antes do login do usuário. Essa opção está disponível apenas a partir da versão 74.
Se a política não for definida, a funcionalidade de atualização do firmware do TPM não estará disponível.
Especifica o período em milissegundos em que o serviço de gerenciamento de dispositivos é consultado para o recebimento de informações sobre a política do dispositivo.
A definição dessa política modifica o valor padrão de três horas. Os valores válidos para essa política compreendem o período entre 1.800.000 (30 minutos) e 86.400.000 (1 dia). Todos os valores que não estão nesse período serão fixados no respectivo limite.
Deixar a política sem definição fará o Google Chrome OS utilizar o valor padrão de três horas.
Se a plataforma for compatível com notificações sobre políticas, o atraso de atualização será configurado para 24 horas (ignorando todos os padrões e o valor da política), pois espera-se que as notificações sobre políticas forcem uma atualização automaticamente sempre que a política for alterada, tornando as atualizações mais frequentes desnecessárias.
Bloquear modo de desenvolvedor.
Se esta política é definida como "True", o Google Chrome OS evita que o dispositivo seja iniciado no modo de desenvolvedor. O sistema se recusa a ser iniciado e mostra uma tela de erro quando o modo de desenvolvedor é ativado.
Se esta não política não é definida ou é definida como "False", o modo de desenvolvedor permanece disponível para o dispositivo.
Essa política controla apenas o modo de desenvolvedor do Google Chrome OS. Se quiser impedir o acesso às Opções do desenvolvedor do Android, configure a política DeveloperToolsDisabled.
Administradores de TI de dispositivos corporativos podem usar essa sinalização para controlar se os usuários têm permissão para resgatar ofertas por meio de registro do Chrome OS.
Se essa política for definida como "true" ou não for definida, os usuários terão permissão para resgatar ofertas por meio do registro do Chrome OS.
Se essa política for definida como "false", os usuários não terão permissão para resgatar ofertas.
O servidor Quirks fornece arquivos de configuração específicos de hardware, como perfis de exibição ICC para ajustar a calibração do monitor.
Quando esta política for definida como falsa, o dispositivo não tentará entrar em contato com o servidor Quirks para fazer o download dos arquivos de configuração.
Se esta política for definida como verdadeira ou for deixada sem definição, o Google Chrome OS entrará em contato automaticamente com o servidor Quirks, fará o download dos arquivos de configuração, se eles estiverem disponíveis, e os armazenará no dispositivo. Esses arquivos podem ser usados, por exemplo, para melhorar a qualidade de exibição de monitores acoplados.
O Google Chrome OS armazena aplicativos e extensões em cache para a instalação por vários usuários de um único dispositivo a fim de evitar que o download deles seja feito novamente para cada usuário. Se esta política não é configurada ou se o valor é inferior a 1 MB, o Google Chrome OS usa o tamanho de cache padrão.
O cache não é usado para apps Android. Se vários usuários instalarem o mesmo app Android, o download dele será feito novamente para cada usuário.
Se a política "OffHours" for definida, as políticas do dispositivo especificadas serão ignoradas (use as configurações padrão dessas políticas) durante os intervalos de tempo definidos. As políticas do dispositivo são reaplicadas pelo Chrome em todos os eventos quando o período "OffHours" começa ou termina. O usuário será notificado e forçado a se desconectar quando o período "OffHours" terminar e as configurações de política do dispositivo forem alteradas (por exemplo, quando o usuário estiver conectado com uma conta que não seja permitida).
Ativa a execução de PluginVm neste dispositivo.
Se esta política for definida como falsa ou não for configurada, o PluginVm não será ativado no dispositivo. Se for definida como verdadeira, o PluginVm será ativado no dispositivo desde que permitido por outras configurações. É necessário definir a política PluginVmAllowed como verdadeira e configurar as políticas PluginVmLicenseKey e PluginVmImage para permitir que o PluginVm seja executado.
Esta política especifica a chave de licença do PluginVm para este dispositivo.
Esta política especifica a imagem do PluginVm para o usuário. A política é definida pela especificação do URL a partir do qual o dispositivo pode fazer o download da imagem e de um hash SHA-256 usado para verificar a integridade do download.
A política precisa ser especificada como uma string que expresse o URL e o hash no formato JSON.
Ativa o uso de um provedor de pesquisa padrão.
Se você ativar essa configuração, uma pesquisa padrão será realizada quando o usuário digitar um texto que não seja um URL na omnibox.
Você pode especificar o provedor de pesquisa padrão a ser usado, definindo o restante das políticas de pesquisa padrão. Se essa configuração for deixada em branco, o usuário poderá escolher o provedor padrão.
Se você desativar essa configuração, nenhuma pesquisa padrão será realizada quando o usuário digitar um texto na omnibox.
Se você ativar ou desativar essa configuração, os usuários não poderão alterar ou modificar a configuração no Google Chrome.
Se esta política for deixada sem definição, o uso de um provedor de pesquisa padrão será ativado, e o usuário poderá definir a lista de provedores de pesquisa.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Especifica o nome do mecanismo de pesquisa padrão. Se deixado em branco ou não definido, o nome do host especificado pelo URL de pesquisa será utilizado. Esta política só é considerada caso a política "DefaultSearchProviderEnabled" seja ativada.
Especifica a palavra-chave, que é o atalho utilizado na omnibox para acionar a pesquisa por este provedor. Esta política é opcional. Se não estiver definida, palavra-chave alguma ativará o mecanismo de pesquisa. Esta política só é considerada se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica o URL do mecanismo de pesquisa usado durante uma pesquisa padrão. O URL deve conter a string "{searchTerms}", que será substituída no momento da consulta pelos termos que o usuário está pesquisando.
O URL de pesquisa do Google pode ser especificado como: '{google:baseURL}search?q={searchTerms}&{google:RLZ}{google:originalQueryForSuggestion}{google:assistedQueryStats}{google:searchFieldtrialParameter}{google:searchClient}{google:sourceId}ie={inputEncoding}'.
Esta opção deve ser definida quando a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada e será respeitada somente se este for o caso.
Especifica o URL do mecanismo de pesquisa usado para fornecer sugestões de pesquisa. O URL deve conter a string "{searchTerms}", que será substituída no instante da consulta pelo texto que o usuário digitou até o momento.
Esta política é opcional. Se ela não for definida, nenhuma sugestão de URL será usada.
A sugestão de URL do Google pode ser especificada como: '{google:baseURL}complete/search?output=chrome&q={searchTerms}'.
Esta política só é respeitada se a política "DefaultSearchProviderEnabled" está ativada.
Especifica o URL do ícone favorito do provedor de pesquisa padrão. Esta política é opcional. Se for deixada sem definição, nenhum ícone será exibido para o provedor de pesquisa. Esta política só é respeitada se a política de "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica a codificação de caracteres suportados pelo mecanismo de pesquisa. Codificações são nomes de código da página como UTF-8, GB2312 e ISO-8859-1. Eles são testados na ordem fornecida. Esta política é opcional. Se não for definida, será utilizado o padrão, UTF-8. Esta política só é respeitada se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica uma lista de URLs alternativos que podem ser usados para extrair termos de pesquisa do mecanismo de pesquisa. Os URLs devem conter a sequência '{searchTerms}', que será usada para extrair os termos de pequisa.
Esta política é opcional. Se não for definida, nenhum URL alternativo será usado para extrair termos de pesquisa.
Esta política será respeitada apenas se a política 'DefaultSearchProviderEnabled' estiver ativada.
Especifica o URL do mecanismo de pesquisa usado para pesquisas de imagens. As solicitações de pesquisa são enviadas com o método GET. Por outro lado, se a política DefaultSearchProviderImageURLPostParams estiver definida, as solicitações de pesquisa de imagens usarão o método POST.
Esta política é opcional. Se não estiver definida, nenhuma pesquisa de imagem será usada.
Esta política só é respeitada se a política "DefaultSearchProviderEnabled" policy estiver ativada.
Especifica o URL que um mecanismo de busca usa para exibir uma página "Nova guia".
Esta política é opcional. Se não for definida, nenhuma página "Nova guia" será exibida.
Esta política somente é respeitada se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica os parâmetros usados ao pesquisar URL com POST. Consiste em pares de nomes/valores separados por vírgula. Se um valor for um parâmetro de modelos, como {searchTerms} no exemplo acima, será substituído por dados de termos de pesquisa reais.
Esta política é opcional. Se não for definida, a solicitação de pesquisa será enviada usando o método GET.
Esta política só é seguida se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica os parâmetros usados ao pesquisar sugestões com POST. Consiste em pares de nomes/valores separados por vírgula. Se um valor for um parâmetro de modelo, como {searchTerms} no exemplo acima, ele será substituído por dados de termos de pesquisa reais.
Esta política é opcional. Se não for definida, a solicitação de pesquisa de sugestão será enviada usando o método GET.
Esta política só é seguida se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Especifica os parâmetros usados ao pesquisar imagens com POST. Consiste em pares de nomes/valores separados por vírgula. Se um valor for um parâmetro de modelo, como {imageThumbnail} no exemplo acima, ele será substituído por dados de miniaturas de pesquisa reais.
Esta política é opcional. Se não for definida, a solicitação de pesquisa de imagens será enviada usando o método GET.
Esta política só é seguida se a política "DefaultSearchProviderEnabled" estiver ativada.
Informa a versão do sistema operacional e do firmware dos dispositivos inscritos.
Se essa configuração não for definida ou for definida como "True", os dispositivos inscritos informarão a versão do sistema operacional e do firmware periodicamente. Se essa configuração for definida como "False", as informações de versão não serão informadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Informa o estado da chave dev do dispositivo durante a inicialização.
Se a política for definida como "False", o estado da chave dev não será informado.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Informa a lista de usuários do dispositivo que fizeram login recentemente.
Se a política for definida como "False", os usuários não serão informados.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Informa o horário das atividades do dispositivo.
Se essa configuração não for definida ou for definida como "True", os dispositivos inscritos informarão os períodos de tempo em que um usuário estiver ativo no dispositivo. Se essa configuração for definida como "False", os horários das atividades do dispositivo não serão gravados ou informados.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Informa ao servidor a lista de interfaces de rede com os respectivos tipos e endereços de hardware.
Se a política estiver definida como "False", a lista de interfaces não será informada.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Relatórios sobre estatísticas de hardware, como o uso de CPU/RAM.
Se a política é definida como "false", as estatísticas não são informadas. Se for definida como "true" ou não for configurada, as estatísticas serão informadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Informações de relatório sobre a sessão de quiosque ativa, como a versão e o código do aplicativo.
Se a política for definida como "false", as informações da sessão de quiosque não serão comunicadas. Se definida como "true" ou não configurada, as informações da sessão de quiosque serão comunicadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Faz o relatório de estatísticas de hardware para componentes de SoC.
Se a política for definida como falsa, as estatísticas não serão informadas. Se for definida como verdadeira ou não for configurada, as estatísticas serão informadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Faz o relatório de estatísticas de hardware e identificadores relacionados à energia.
Se a política for definida como falsa, as estatísticas não serão informadas. Se for definida como verdadeira ou não for configurada, as estatísticas serão informadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Faz o relatório de estatísticas de hardware e identificadores para dispositivos de armazenamento.
Se a política for definida como falsa, as estatísticas não serão informadas. Se for definida como verdadeira ou não for configurada, as estatísticas serão informadas.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Frequência com que as atualizações de status do dispositivo são enviadas, em milissegundos.
Se esta política não é configurada, a frequência padrão é de três horas. A frequência mínima permitida é de 60 segundos.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
As informações sobre o status do Android são enviadas de volta para o servidor.
Se a política for definida como "false" ou não for configurada, nenhuma informação de status será enviada. Se for definida como "true", as informações de status serão enviadas.
Esta política se aplicará somente se os apps Android estiverem ativados.
Enviar pacotes de rede ao servidor de gerenciamento para monitorar o status on-line, a fim de permitir que o servidor detecte se o dispositivo está off-line.
Se esta política for definida como true, pacotes de monitoramento de rede (os chamados heartbeats) serão enviados. Se definida como false ou não configurada, nenhum pacote será enviado.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Frequência com que pacotes de monitoramento de rede são enviados, em milésimos de segundo.
Se esta política não for definida, o intervalo padrão será de três minutos. O intervalo mínimo é de 30 segundos, e o intervalo máximo é de 24 horas. Valores fora desse intervalo serão fixados nessa faixa.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Enviar registros de sistema para o servidor de gerenciamento, a fim de permitir que administradores monitorem os registros de sistema.
Se esta política é definida como "true", os registros de sistema são enviados. Se ela é definida como "false" ou se não é definida, nenhum registro de sistema é enviado.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o registro feito pelo Android.
Controla se as métricas de uso e os dados de diagnóstico, incluindo relatórios de erros, são informados ao Google.
Se configurada como verdadeira, o Google Chrome OS informará as métricas de uso e os dados de diagnóstico.
Se configurada como falsa, os relatórios de métricas e dados de diagnóstico serão desativados.
Se não for configurada, os relatórios de métricas e dados de diagnóstico serão desativados em dispositivos não gerenciados e ativados em dispositivos gerenciados.
Esta política também controla a coleta de dados de uso e diagnóstico do Android.
Permite que você especifique o servidor proxy usado pelo Google Chrome e impede os usuários de alterarem as configurações de proxy.
Esta política só terá efeito se a política ProxySettings não tiver sido especificada.
Se você optar por nunca usar um servidor proxy e sempre se conectar diretamente, todas as outras opções serão ignoradas.
Se você optar por usar as configurações de proxy do sistema, todas as outras opções serão ignoradas.
Se você optar por detectar automaticamente o servidor proxy, todas as outras opções serão ignoradas.
Se você optar por usar o modo de servidor proxy fixo, poderá especificar mais opções em "Endereço ou URL do servidor proxy" e "Lista separada por vírgulas das regras de proxies ignoráveis". Apenas o servidor proxy HTTP com a maior prioridade está disponível para apps ARC.
Se você optar por usar um script de proxy .pac, terá que especificar o URL do script em "URL de um arquivo proxy .pac".
Para ver exemplos detalhados, acesse: https://www.chromium.org/developers/design-documents/network-settings#TOC-Command-line-options-for-proxy-sett.
Se você ativar esta configuração, o Google Chrome e os apps ARC ignorarão todas as opções relacionadas a proxy especificadas na linha de comando.
Deixar esta política sem definição permitirá que os usuários escolham as configurações de proxy por conta própria.
Não é possível forçar apps Android a usar um proxy. Um subconjunto de configurações de proxy é disponibilizado para apps Android, o qual eles podem optar por respeitar voluntariamente:
Se você optar por nunca usar um servidor proxy, os apps Android serão informados de que não há nenhum proxy configurado.
Se você optar por usar configurações de proxy do sistema ou um proxy de servidor fixo, os apps Android receberão a porta e o endereço http do servidor do proxy.
Se você optar pela detecção automática do servidor proxy, o URL do script "http://wpad/wpad.dat" será fornecido aos apps Android. Nenhuma outra parte do protocolo de detecção automática de proxy será usada.
Se você optar por usar um script de proxy .pac, o URL do script será fornecido aos apps Android.
Esta política está obsoleta. Use a política ProxyMode.
Permite que você especifique o servidor proxy usado pelo Google Chrome e impede os usuários de alterarem as configurações de proxy.
Esta política só terá efeito se a ProxySettings não tiver sido especificada.
Se você optar por nunca usar um servidor proxy e sempre se conectar diretamente, todas as outras opções serão ignoradas.
Se você optar por usar as configurações de proxy do sistema ou detectar automaticamente o servidor proxy, todas as outras opções serão ignoradas.
Se você optar por configurações de proxy manuais, será possível especificar mais opções em "Endereço ou URL do servidor proxy", "URL de um arquivo proxy .pac" e "Lista separada por vírgulas das regras de proxies ignoráveis". Apenas o servidor proxy HTTP com a maior prioridade está disponível para apps ARC.
Para ver exemplos detalhados, acesse: https://www.chromium.org/developers/design-documents/network-settings#TOC-Command-line-options-for-proxy-sett.
Se você ativar esta configuração, o Google Chrome ignorará todas as opções relacionadas a proxy especificadas na linha de comando.
Deixar esta política sem definição permitirá que os usuários escolham as configurações de proxy por conta própria.
Não é possível forçar apps Android a usar um proxy. Um subconjunto de configurações de proxy é disponibilizado para apps Android. Esses apps podem optar voluntariamente por usar o proxy. Consulte a política ProxyMode para ver mais detalhes.
Você pode especificar o URL do servidor proxy aqui.
Esta política só terá efeito caso você tenha selecionado as configurações manuais de proxy em "Escolher o modo de especificar as configurações do servidor proxy" e se a política ProxySettings não tiver sido especificada.
Não defina esta política se você não tiver selecionado nenhum outro modo para políticas de configuração de proxy.
Para ver mais opções e exemplos detalhados, acesse: https://www.chromium.org/developers/design-documents/network-settings#TOC-Command-line-options-for-proxy-sett.
Não é possível forçar apps Android a usar um proxy. Um subconjunto de configurações de proxy é disponibilizado para apps Android. Esses apps podem optar voluntariamente por usar o proxy. Consulte a política ProxyMode para ver mais detalhes.
Você pode especificar aqui um URL para um arquivo proxy .pac.
Esta política só terá efeito caso você tenha selecionado as configurações manuais de proxy em "Escolher o modo de especificar as configurações do servidor proxy" e se a política ProxySettings não tiver sido especificada.
Não defina esta política se você não tiver selecionado nenhum outro modo para políticas de configuração de proxy.
Para ver exemplos detalhados, acesse: https://www.chromium.org/developers/design-documents/network-settings#TOC-Command-line-options-for-proxy-sett.
Não é possível forçar apps Android a usar um proxy. Um subconjunto de configurações de proxy é disponibilizado para apps Android. Esses apps podem optar voluntariamente por usar o proxy. Consulte a política ProxyMode para ver mais detalhes.
O Google Chrome ignorará qualquer proxy para a lista de hosts apresentada aqui.
Esta política só terá efeito caso você tenha selecionado as configurações manuais de proxy em "Escolher o modo de especificar as configurações do servidor proxy" e se a política ProxySettings não tiver sido especificada.
Não defina esta política se você não tiver selecionado nenhum outro modo para políticas de configuração de proxy.
Para ver exemplos mais detalhados, acesse: https://www.chromium.org/developers/design-documents/network-settings#TOC-Command-line-options-for-proxy-sett.
Não é possível forçar apps Android a usar um proxy. Um subconjunto de configurações de proxy é disponibilizado para apps Android. Esses apps podem optar voluntariamente por usar o proxy. Consulte a política ProxyMode para ver mais detalhes.
Permite que você determine se sites com experiência ofensiva devem ser impedidos de abrir novas janelas ou guias.
Se esta política estiver definida como Verdadeiro, os sites com experiências ofensivas serão impedidos de abrir novas janelas e guias. Contudo, esse comportamento não será acionado se a política SafeBrowsingEnabled estiver definida como Falso. Se esta política estiver definida como Falso, os sites com experiências ofensivas poderão abrir novas janelas e guias. Se a política não for definida, o valor Verdadeiro será usado.
Permite que você determine se os anúncios devem ser bloqueados em sites com anúncios invasivos.
Se esta política for definida como 2, os anúncios serão bloqueados em sites com anúncios invasivos. Porém, esse comportamento não será acionado se a política SafeBrowsingEnabled for definida como falsa. Se esta política for definida como 1, os anúncios não serão bloqueados em sites com anúncios invasivos. Se esta política for deixada sem definição, 2 será usado.
Permite excluir o histórico do navegador e o histórico de download no Google Chrome e impede que os usuários alterem essa configuração.
Mesmo com esta política desativada, não há garantia de que o histórico de navegação e de download serão mantidos: os usuários podem editar ou excluir diretamente os arquivos do banco de dados do histórico, e o navegador em si pode expirar ou arquivar todos ou alguns itens a qualquer momento.
Se esta configuração estiver ativada ou não definida, o histórico de navegação e de download poderá ser excluído.
Se esta configuração estiver desativada, não será possível excluir o histórico de navegação e de download.
Permite que os usuários joguem o easter egg de dinossauro quando o dispositivo estiver off-line.
Se esta política for configurada como "False", não será possível jogar o easter egg de dinossauro quando o dispositivo estiver off-line. Se esta configuração for definida como "True", os usuários estarão autorizados a jogar o easter egg de dinossauro. Se esta política não for configurada, os usuários não terão autorização para jogar o easter egg de dinossauro em Chrome OS registrados, mas poderão jogá-lo em outras circunstâncias.
Permite o acesso a arquivos locais na máquina ao possibilitar que Google Chrome exiba caixas de diálogo de seleção de arquivos. Se ativar esta configuração, os usuários poderão abrir as caixas de diálogo de seleção de arquivos normalmente. Se desativar esta configuração, sempre que o usuário executar uma ação que possa gerar uma caixa de diálogo de seleção de arquivos (como importar favoritos, fazer o upload de arquivos, salvar links etc), uma mensagem será exibida em seu lugar, e será considerado como se o usuário houvesse clicado em "Cancelar" na caixa de diálogo de seleção de arquivos. Se esta configuração não for definida, os usuários poderão abrir caixas de diálogo de seleção de arquivos normalmente.
Se você ativar esta configuração, plug-ins desatualizados serão utilizados como plug-ins normais.
Se você desativar esta configuração, plug-ins desatualizados não serão utilizados, e não será solicitada a permissão dos usuários para executá-los.
Se esta configuração não for definida, a permissão dos usuários para executar plug-ins desatualizados será solicitada.
Esta política permite que um administrador especifique que uma página pode mostrar pop-ups ao fazer unload.
Quando a política for definida como ativada, as páginas poderão mostrar pop-ups enquanto estiverem passando por unload.
Quando a política for definida como desativada ou não for definida, as páginas não mostrarão pop-ups enquanto estiverem passando por unload, de acordo com a especificação (https://html.spec.whatwg.org/#apis-for-creating-and-navigating-browsing-contexts-by-name).
Essa política será removida no Chrome 82.
Consulte https://www.chromestatus.com/feature/5989473649164288 .
Se esta política for definida como falsa, os usuários não conseguirão bloquear a tela, apenas sair da sessão do usuário. Se esta política for definida como verdadeira ou não for definida, os usuários que tiverem feito a autenticação com uma senha poderão bloquear a tela.
Permite o recurso de login restrito do Google Chrome no G Suite e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se você definir esta configuração, o usuário só poderá acessar apps do Google usando contas dos domínios especificados. Para permitir contas gmail.com/googlemail.com, você precisará adicionar "consumer_accounts" (sem aspas) à lista de domínios.
Esta configuração impedirá que o usuário faça login e adicione uma conta secundária em um dispositivo gerenciado que exija autenticação do Google se essa conta não pertencer à lista de domínios permitidos mencionada anteriormente.
Se esta configuração for deixada em branco/sem definição, o usuário poderá acessar o G Suite com qualquer conta.
Esta política faz com que o cabeçalho X-GoogApps-Allowed-Domains seja anexado a todas as solicitações HTTP e HTTPS para todos os domínios do google.com, conforme descrito em https://support.google.com/a/answer/1668854.
Os usuários não poderão alterar ou modificar esta configuração.
Configura quais layouts de teclado são permitidos para as sessões de usuário do Google Chrome OS.
Se esta política estiver configurada, o usuário só poderá selecionar um dos métodos de entrada especificados por ela. Se esta política não estiver configurada ou for configurada como uma lista vazia, o usuário poderá selecionar todos os métodos de entrada compatíveis. Se o método de entrada atual não for permitido por esta política, ele será alterado para o layout de hardware de teclado (se permitido) ou para a primeira entrada válida nesta lista. Todos os métodos de entrada inválidos ou incompatíveis da lista serão ignorados.
Configura os idiomas que serão usados como preferidos pelo Google Chrome OS.
Se esta política for definida, o usuário só poderá adicionar um dos idiomas mencionados na política à lista de idiomas preferidos. Se esta política não for definida ou for definida como uma lista vazia, o usuário poderá especificar qualquer idioma como preferido. Se esta política for definida como uma lista com valores inválidos, todos os valores inválidos serão ignorados. Se um usuário tiver adicionado anteriormente alguns idiomas não permitidos pela política à lista de idiomas preferidos, eles serão removidos. Se o usuário tiver configurado anteriormente um idioma não permitido pela política para exibição do Google Chrome OS, o idioma de exibição será alternado para um idioma permitido da IU da próxima vez que o usuário fizer login. Caso contrário, o idioma do Google Chrome OS será alterado para o primeiro valor válido especificado por esta política ou para uma localidade substituta (atualmente en-US), se a política incluir apenas entradas inválidas.
Permite o uso de páginas de erro alternativas, incorporadas a Google Chrome (por exemplo, "página não encontrada") e impede que usuários alterem esta configuração. Se ativar esta configuração, páginas de erro alternativas serão utilizadas. Se você desativar esta configuração, páginas de erro alternativas nunca são utilizadas. Se ativar ou desativar esta configuração, os usuários não podem alterar ou substituir essa configuração em Google Chrome. Se esta política for deixada sem definição, ela será ativada, mas o usuário será capaz de modificá-la.
Desativa o visualizador de PDF interno no Google Chrome. Em vez disso, ela o trata como um download e permite que o usuário abra os arquivos em PDF com o aplicativo padrão.
Se esta política for deixada sem definição ou for desativada, o plug-in de PDF será usado para abrir arquivos em PDF, a menos que o usuário o desative.
Configura a localidade do aplicativo em Google Chrome e impede que os usuários a alterem. Se ativar esta configuração, Google Chrome utilizará a localidade especificada. Se a localidade configurada não for compatível, "pt-BR" será utilizada. Se esta configuração for desativada ou não for configurada, Google Chrome utilizará a localidade preferida especificada pelo usuário (se configurada), a localidade do sistema ou a localidade padrão "pt-BR".
Se esta política for ativada ou não for configurada (padrão), o usuário receberá uma solicitação para acesso de captura de áudio, exceto para URLs configurados na lista AudioCaptureAllowedUrls, que terão acesso sem solicitação.
Quando esta política for desativada, o usuário nunca receberá solicitações, e a captura de áudio ficará disponível apenas para URLs configurados na AudioCaptureAllowedUrls.
Esta política afeta todos os tipos de entradas de áudio, não apenas o microfone integrado.
Em apps Android, esta política afeta somente o microfone. Quando esta política é definida como true, o microfone é silenciado para todos os apps Android, sem exceções.
Os padrões desta lista são comparados com a origem de segurança do URL solicitante. Se uma correspondência é encontrada, o acesso aos dispositivos de captura de áudio é concedido sem solicitação.
OBSERVAÇÃO: até a versão 45, esta política era suportada somente no modo quiosque.
Quando esta política for definida como falsa, a saída de áudio não ficará disponível no dispositivo enquanto o usuário estiver conectado.
Esta política afeta todos os tipos de saída de áudio, não apenas os alto-falantes integrados. Recursos de acessibilidade que utilizem áudio também são inibidos por esta política. Não ative esta política se um leitor de tela for necessário para o usuário.
Se esta configuração for definida como verdadeira ou for deixada sem definição, os usuários poderão usar no dispositivo todos os tipos de saídas de áudio compatíveis.
O uso desta política foi suspenso no M70. Em vez dela, use AutofillAddressEnabled e AutofillCreditCardEnabled.
Ativa o recurso Preenchimento automático do Google Chrome e permite que os usuários preencham formulários da Web automaticamente usando informações previamente armazenadas, como dados de endereço ou cartão de crédito.
Se desativar esta configuração, os usuários não conseguirão usar o Preenchimento automático.
Se ativar esta configuração ou não definir um valor, o Preenchimento automático continuará sob o controle do usuário. Isso permitirá que ele configure perfis de Preenchimento automático e ative ou desative esse recurso quando quiser.
Ativa o recurso Preenchimento automático do Google Chrome e permite que os usuários preencham automaticamente informações de endereço em formulários da Web usando dados previamente armazenados.
Se essa configuração estiver desativada, o Preenchimento automático nunca sugerirá ou preencherá informações de endereço, nem salvará outras informações de endereço que o usuário possa enviar ao navegar na Web.
Se essa configuração estiver ativada ou não tiver um valor definido, o usuário poderá controlar o recurso Preenchimento automático para endereços na IU.
Ativa o recurso de preenchimento automático do Google Chrome e permite que os usuários preencham automaticamente informações sobre cartão de crédito em formulários da Web usando informações previamente armazenadas.
Se esta configuração estiver desativada, o preenchimento automático nunca sugerirá ou preencherá informações sobre cartão de crédito, nem salvará outras informações de cartão de crédito que o usuário possa enviar ao navegar na Web.
Se esta configuração estiver ativada ou não tiver um valor definido, o usuário poderá controlar o recurso de preenchimento automático para cartões de crédito na IU.
Permite que você controle se os vídeos podem ser reproduzidos automaticamente (sem o consentimento do usuário) com conteúdo de áudio no Google Chrome.
Se a política estiver configurada como verdadeira, o Google Chrome terá permissão para reproduzir mídia automaticamente. Se a política estiver configurada como falsa, o Google Chrome não terá permissão para reproduzir mídia automaticamente. A política AutoplayWhitelist pode ser usada para modificar isso para determinados padrões de URL. Por padrão, o Google Chrome não tem permissão para reproduzir mídia automaticamente. A política AutoplayWhitelist pode ser usada para modificar isso para determinados padrões de URL.
Se o Google Chrome estiver em execução e esta política for alterada, ela será aplicada apenas a novas guias abertas. Portanto, algumas guias ainda podem ter o comportamento anterior.
Controla a lista de permissões de padrões de URL em que a reprodução automática estará sempre ativada.
Se a reprodução automática estiver ativada, será possível reproduzir os vídeos automaticamente (sem o consentimento do usuário) com conteúdo de áudio no Google Chrome.
As especificações para padrões de URL válidos são:
- [*.]domain.tld (corresponde a domain.tld e a todos os subdomínios)
- host (corresponde a um nome do host exato)
- scheme://host:port (esquemas compatíveis: http, https)
- scheme://[*.]domain.tld:port (esquemas compatíveis: http, https)
- file://path (O caminho precisa ser absoluto e começar com '/')
- a.b.c.d (corresponde a um IP IPv4 exato)
- [a:b:c:d:e:f:g:h] (corresponde a um IP IPv6 exato)
Se a política AutoplayAllowed for definida como verdadeira, esta política não terá efeito.
Se a política AutoplayAllowed for definida como falsa, todos os padrões de URL definidos nesta política terão permissão para serem reproduzidos.
Se o Google Chrome estiver em execução e esta política for alterada, ela só terá validade para as novas guias abertas. Portanto, é possível que algumas guias ainda apresentem o comportamento anterior.
Determina se um processo de Google Chrome é iniciado no login do sistema operacional e continua em execução quando a última janela do navegador é fechada, permitindo que apps de segundo plano e a sessão atual de navegação continuem ativos, incluindo todos os cookies de sessão. O processo de segundo plano exibe um ícone na bandeja do sistema e pode ser sempre fechado a partir desse ícone.
Se esta política é definida como "true", o modo de segundo plano é ativado e não pode ser controlado pelo usuário nas configurações do navegador.
Se esta política é definida como "false", o modo de segundo plano é desativado e não pode ser controlado pelo usuário nas configurações do navegador.
Se esta política não é definida, o modo de segundo plano é desativado inicialmente e pode ser controlado pelo usuário nas configurações do navegador.
Ativar esta configuração impede que os cookies sejam definidos por elementos de páginas da Web que não sejam do domínio que está na barra de endereço do navegador.
A desativação desta configuração permite que os cookies sejam definidos por elementos de páginas da Web que não sejam do domínio que está na barra de endereço do navegador e impede os usuários de alterar essa configuração.
Se esta política for deixada sem definição, os cookies de terceiros ficarão ativados, mas a configuração poderá ser modificada pelo usuário.
Se esta configuração for ativada, o Google Chrome mostrará uma barra de favoritos.
Se você desativar esta configuração, os usuários nunca verão a barra de favoritos.
Se ativar ou desativar esta configuração, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la no Google Chrome.
Se esta configuração for deixada sem definição, os usuários poderão optar por utilizar ou não essa função.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for configurada, o Google Chrome permitirá a adição de uma pessoa no gerenciador de usuários.
Se esta política for definida como falsa, o Google Chrome não permitirá a criação de novos perfis no gerenciador de usuários.
Se esta política é definida como "true" ou não é configurada, o Google Chrome ativa os logins de convidados. Os logins de convidados são perfis do Google Chrome nos quais todas as janelas ficam no modo de navegação anônima.
Se esta política é definida como "false", o Google Chrome não permite que perfis de convidados sejam iniciados.
Configurar esta política como falsa impede que o Google Chrome envie, ocasionalmente, consultas a um servidor do Google para recuperar um carimbo de data/hora exato. Essas consultas serão ativadas caso esta política seja configurada como Verdadeira ou não seja configurada.
Esta política controla o comportamento de login no navegador. Ela permite especificar se o usuário pode fazer login no Google Chrome com a própria conta e usar os serviços relacionados a ela, como a "Sincronização do Chrome".
Se a política for definida como "Desativar login no navegador", não será possível fazer login no navegador e usar os serviços baseados na conta. Nesse caso, os recursos do navegador, como a "Sincronização do Chrome", não poderão ser usados e ficarão indisponíveis. Se o usuário estiver conectado e a política for definida como "Desativada", ele será desconectado na próxima vez que executar o Chrome, mas os dados locais do perfil dele, como favoritos e senhas, serão preservados. O usuário ainda conseguirá fazer login e usar os serviços do Google na Web, como o Gmail.
Se a política for definida como "Ativar login no navegador", o usuário poderá fazer login no navegador e será automaticamente conectado a ele quando se conectar aos serviços do Google na Web, como o Gmail. As informações da conta serão mantidas pelo navegador quando o usuário estiver conectado a ele. No entanto, isso não significa que a "Sincronização do Chrome" será ativada por padrão, ou seja, o usuário precisa ativar o uso desse recurso separadamente. A ativação desta política impedirá que o usuário desative a configuração que permite o login no navegador. Para controlar a disponibilidade da "Sincronização do Chrome", use a política "SyncDisabled".
Se a política for definida como "Forçar login no navegador", o usuário verá uma caixa de diálogo de seleção de conta e precisará fazer login em uma delas para usar o navegador. Isso garante que, no caso de contas gerenciadas, as políticas associadas à conta sejam aplicadas e executadas. Por padrão, isso ativa a "Sincronização do Chrome" para a conta, exceto se a sincronização tiver sido desativada pelo administrador do domínio ou por meio da política "SyncDisabled". O valor padrão de BrowserGuestModeEnabled será definido como false. Os perfis existentes desconectados serão bloqueados, e não será possível acessá-los depois de ativar esta política. Para mais informações, consulte o artigo da Central de Ajuda: https://support.google.com/chrome/a/answer/7572556.
Se esta política não for configurada, o usuário poderá decidir se quer ativar a opção de login no navegador e usá-la conforme adequado.
Controla se o cliente DNS integrado é usado no Google Chrome.
Se esta política estiver definida como verdadeira, o cliente DNS integrado será usado, se disponível.
Se esta política estiver definida como falsa, o cliente DNS integrado nunca será usado.
Se esta política não for definida, o cliente DNS integrado será ativado por padrão no MacOS, Android (quando nem o DNS privado nem a VPN estiverem ativados) e no ChromeOS, e os usuários poderão decidir se o cliente DNS integrado será usado pela edição de chrome://flags ou pela especificação da sinalização de uma linha de comando.
Esta política permite que o Google Chrome OS ignore qualquer proxy de autenticação de portal cativo.
Esta política só entrará em vigor se um proxy for configurado (por exemplo, por meio de política, pelo usuário em chrome://settings ou por extensões).
Se você ativar esta configuração, todas as páginas de autenticação de portal cativo (ou seja, todas as páginas da Web iniciadas por uma página de login de portal cativo até que o Google Chrome detecte uma conexão de Internet bem-sucedida) serão exibidas em uma janela separada, ignorando todas as configurações e restrições de política para o usuário atual.
Se você desativar esta configuração ou deixá-la sem definição, todas as páginas de autenticação de portal cativo serão exibidas em uma nova guia (normal) do navegador, usando as configurações de proxy atuais do usuário.
Esta política controla a autorização do usuário para importar e remover certificados com o Administrador de certificados.
Se esta política estiver definida para "Permitir que os usuários gerenciem todos os certificados'' ou se não estiver definida, os usuários poderão gerenciar os certificados.
Se esta política estiver definida para ''Permitir que os usuários gerenciem certificados de usuário", os usuários poderão gerenciar certificados, mas não todos os certificados do dispositivo.
Se esta política estiver definida para "Não permitir que os usuários gerenciem certificados'', os usuários não poderão gerenciar certificados, mas apenas visualizá-los.
Desativa a aplicação dos requisitos de Transparência dos certificados para uma lista de hashes subjectPublicKeyInfo.
Esta política permite a desativação dos requisitos de divulgação da Transparência dos certificados para cadeias que contenham certificados com um dos hashes subjectPublicKeyInfo especificados. Dessa forma, os certificados que não seriam confiáveis por não terem sido devidamente divulgados publicamente continuam a ser utilizados para hosts da empresa.
Para que a aplicação da Transparência dos certificados seja desativada quando esta política for definida, uma das seguintes condições precisa ser atendida: 1. O hash é do atributo subjectPublicKeyInfo do certificado do servidor. 2. O hash é de um atributo subjectPublicKeyInfo que aparece em um certificado de CA na cadeia de certificados, na qual o certificado de CA é limitado via extensão X.509v3 nameConstraints, um ou mais directoryName nameConstraints estão presentes nos permittedSubtrees e o directoryName contém um atributo organizationName. 3. O hash é de um atributo subjectPublicKeyInfo que aparece em um certificado de CA na cadeia de certificados, o certificado de CA tem um ou mais atributos organizationName no Subject do certificado e o certificado do servidor contém o mesmo número de atributos organizationName, na mesma ordem e com valores idênticos byte por byte.
Um hash subjectPublicKeyInfo é especificado por meio da concatenação do nome do algoritmo do hash, do caractere "/" e da codificação Base64 desse algoritmo de hash aplicado ao subjectPublicKeyInfo codificado por DER do certificado especificado. Essa codificação Base64 tem o mesmo formato de uma impressão digital SPKI, conforme definida em RFC 7469, Seção 2.4. Algoritmos de hash não reconhecidos são ignorados. No momento, o único algoritmo de hash compatível é "sha256".
Se esta política não for definida, qualquer certificado que precise obrigatoriamente ser divulgado via Transparência dos certificados será tratado como não confiável se não for divulgado de acordo com a política de Transparência dos certificados.
Desativa a aplicação dos requisitos de Transparência dos certificados para uma lista de Autoridades de certificação de legado.
Esta política permite a desativação dos requisitos de divulgação de Transparência dos certificados para cadeias que contenham certificados com um dos hashes subjectPublicKeyInfo especificados. Dessa forma, os certificados que não seriam confiáveis por não terem sido devidamente divulgados publicamente continuam a ser utilizados por hosts da empresa.
Para que a aplicação da Transparência dos certificados seja desativada quando esta política estiver definida, o hash subjectPublicKeyInfo precisa aparecer em um certificado de CA que seja reconhecido como uma Autoridade de certificação (CA, na sigla em inglês) de legado. Uma CA de legado é uma CA que tenha sido publicamente considerada confiável por padrão por um ou mais sistemas operacionais compatíveis com o Google Chrome, mas não seja considerada confiável pelo Android Open Source Project ou pelo Google Chrome OS.
Um hash subjectPublicKeyInfo é especificado por meio da concatenação do nome do algoritmo do hash, do caractere "/" e da codificação Base64 desse algoritmo de hash aplicado ao subjectPublicKeyInfo codificado por DER do certificado especificado. Essa codificação Base64 tem o mesmo formato de uma impressão digital SPKI, conforme definida em RFC 7469, Seção 2.4. Algoritmos de hash não reconhecidos são ignorados. No momento, o único algoritmo de hash compatível é "sha256".
Se esta política não for definida, qualquer certificado que precise obrigatoriamente ser divulgado via Transparência dos certificados será tratado como não confiável se não for divulgado de acordo com a política de Transparência dos certificados.
Desativa a aplicação dos requisitos de Transparência dos certificados para os URLs listados.
Esta política permite que os certificados dos nomes de host nos URLs especificados não sejam divulgados pela Transparência dos certificados. Dessa forma, os certificados que não seriam confiáveis por não terem sido devidamente divulgados publicamente continuam a ser utilizados, mas a detecção de certificados usados erroneamente por esses hosts é dificultada.
Um padrão de URL é formatado de acordo com https://www.chromium.org/administrators/url-blacklist-filter-format. No entanto, como os certificados são válidos para um nome de host específico independente do esquema, porta ou caminho, apenas a parte do nome do host do URL é considerada. Hosts curingas não são compatíveis.
Se esta política não for definida, qualquer certificado que deva ser divulgado por meio da Transparência dos certificados será tratado como não confiável, se não for divulgado de acordo com a política de Transparência dos certificados.
Se esta política for desativada, ela impedirá que o recurso "Varredura do Chrome" verifique a presença de softwares indesejados no sistema e execute limpezas. O acionamento manual do "Varredura do Chrome" em chrome://settings/cleanup ficará desativado.
Se a política for ativada ou deixada sem definição, o recurso "Varredura do Chrome" verificará periodicamente a presença de softwares indesejados no sistema e, caso algum seja encontrado, perguntará ao usuário se ele quer removê-lo. O acionamento manual do "Varredura do Chrome" em chrome://settings ficará ativado.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Se ela não for definida, e o recurso “Varredura do Chrome” detectar um software indesejado, os metadados sobre a verificação poderão ser enviados ao Google, de acordo com a política definida por SafeBrowsingExtendedReportingEnabled. Depois, será perguntado ao usuário se ele quer limpar o software indesejado na “Varredura do Chrome”. O usuário poderá optar por compartilhar resultados da limpeza com o Google para ajudar na detecção de softwares indesejados no futuro. Esses resultados contêm metadados de arquivos, extensões instaladas automaticamente e chaves de registro, conforme descrito no Relatório de Privacidade do Google Chrome.
Se estiver desativada, e o recurso “Varredura do Chrome” detectar um software indesejado, os metadados sobre a verificação não serão enviados ao Google, modificando todas as políticas definidas por SafeBrowsingExtendedReportingEnabled. Será perguntado ao usuário se ele quer limpar o software indesejado na “Varredura do Chrome”. Os resultados da limpeza não serão enviados ao Google, e o usuário não terá a opção de fazer isso.
Se estiver ativada, e o recurso “Varredura do Chrome” detectar um software indesejado, os metadados sobre a verificação poderão ser enviados ao Google, de acordo com a política definida por SafeBrowsingExtendedReportingEnabled. Será perguntado ao usuário se ele quer limpar o software indesejado na “Varredura do Chrome”. Os resultados da limpeza serão reportados ao Google, e o usuário não terá a opção de impedir esse envio.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Ativa o bloqueio quando os dispositivos Google Chrome OS entram no modo inativo ou suspenso.
Se você ativar esta configuração, será solicitado aos usuários uma senha para retirar o dispositivo do modo de espera.
Se você desativar esta configuração, não será solicitado aos usuários uma senha para retirar o dispositivo do modo de espera.
Se você ativar ou desativar esta configuração, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for configurada, o usuário poderá escolher se prefere receber ou não uma solicitação de senha para desbloquear o dispositivo.
Controla o comportamento do usuário em uma sessão de diversos perfis nos dispositivos com Google Chrome OS.
Se esta política for configurada como "MultiProfileUserBehaviorUnrestricted", o usuário poderá ser primário ou secundário em uma sessão de diversos perfis.
Se esta política for configurada como "MultiProfileUserBehaviorMustBePrimary", o usuário poderá ser apenas o usuário primário em uma sessão de diversos perfis.
Se esta política for configurada como "MultiProfileUserBehaviorNotAllowed", o usuário não poderá fazer parte de uma sessão de diversos perfis.
Se você definir essa configuração, os usuários não poderão alterá-la ou substitui-la.
Se a configuração for alterada enquanto o usuário estiver conectado em uma sessão de diversos perfis, todos os usuários da sessão serão verificados em relação às suas configurações correspondentes. A sessão será fechada se qualquer um dos usuários não estiver mais autorizado a permanecer na sessão.
Se a política não for configurada, o valor padrão "MultiProfileUserBehaviorMustBePrimary" será aplicado aos usuários gerenciados pela empresa, e "MultiProfileUserBehaviorUnrestricted" será usado para usuários não gerenciados.
Quando vários usuários estão conectados, somente o usuário principal pode usar os apps Android.
Se esta política for definida como verdadeira, a inscrição no gerenciamento em nuvem será obrigatória e bloqueará o processo de inicialização do Chrome em caso de falha.
Se esta política não for definida ou for definida como falsa, a inscrição no gerenciamento em nuvem será opcional e não bloqueará o processo de inicialização do Chrome em caso de falha.
Esta política é usada na inscrição no gerenciamento em nuvem do escopo da máquina no computador desktop e pode ser definida por registro ou GPO no Windows, por plist no Mac e por arquivo de política JSON no Linux.
Se esta política for configurada, Google Chrome tentará se registrar e aplicar a política de nuvem associada a todos os perfis.
O valor desta política é um token de inscrição que pode ser recuperado no Google Admin console.
Se a política for definida como verdadeira, a política da nuvem terá precedência caso haja conflito com a da plataforma. Se a política for definida como falsa ou não for configurada, a política da plataforma terá precedência caso haja conflito com a da nuvem.
Esta política só está disponível como uma política da plataforma de máquina obrigatória e só afeta políticas da nuvem do escopo de máquina.
Ativa atualizações de todos os componentes no Google Chrome quando não está definida ou está definida como verdadeira.
Se a política for definida como falsa, as atualizações dos componentes serão desativadas. Entretanto, alguns componentes estarão isentos desta política: atualizações em quaisquer componentes que não contenham código executável, que não alterem significativamente o comportamento do navegador ou que sejam essenciais para a segurança não serão desativadas. Entre os exemplos desses componentes estão as listas de revogação de certificado e os dados do Navegação segura. Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para saber mais informações sobre o recurso Navegação segura.
Ativa a disponibilidade de "Tocar para pesquisar" na visualização de conteúdo do Google Chrome.
Se ativar esta configuração, o recurso "Tocar para pesquisar" ficará disponível para o usuário e ele poderá optar por ativá-lo ou desativá-lo.
Se desativar esta configuração, o recurso "Tocar para pesquisar" será completamente desativado.
Não configurar esta política é o mesmo que ativá-la (veja a descrição acima).
Se esta política for definida como verdadeira ou não for definida, o Google Chrome sugerirá páginas relacionadas à página atual. Essas sugestões são buscadas remotamente nos servidores do Google.
Se esta configuração for definida como falsa, as sugestões não serão buscadas nem exibidas.
Ativa ou desativa o proxy de compactação de dados e impede que os usuários alterem essa configuração.
Se você ativar ou desativar essa configuração, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se esta política não for configurada, o recurso de proxy de compactação de dados estará disponível para que o usuário opte por usá-lo ou não.
Configura as verificações do navegador padrão no Google Chrome e impede que os usuários as modifiquem.
Se você ativar essa configuração, o Google Chrome sempre verificará na inicialização se ele é o navegador padrão e fará o próprio registro automaticamente, se possível.
Se essa configuração for desativada, o Google Chrome nunca verificará se ele é o navegador padrão e desativará os controles do usuário para configurar essa opção.
Se essa configuração não for definida, o Google Chrome permitirá que o usuário controle se ele é o navegador padrão e se as notificações do usuário serão exibidas quando ele não for.
Observação para os administradores do Microsoft® Windows: a ativação dessa configuração só funciona em máquinas que executam o Windows 7. Para versões a partir do Windows 8, é necessário implementar um arquivo de "associações do aplicativo padrão", que transforma o Google Chrome no gerenciador dos protocolos https e http (e, opcionalmente, do protocolo ftp e formatos de arquivo como .html, .htm, .pdf, .svg, .webp etc.). Consulte https://support.google.com/chrome?p=make_chrome_default_win para ver mais informações.
Configura o diretório que o Google Chrome usará para armazenar dados do usuário.
Se você definir esta política, o diretório padrão usado para os downloads do Google Chrome será alterado. Ela não é obrigatória, sendo que o usuário poderá alterar o diretório posteriormente.
Se você não definir esta política, o Google Chrome usará o diretório padrão (específico da plataforma).
Consulte http://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/user-data-directory-variables (link em inglês) para ver uma lista de variáveis que podem ser usadas.
Permite controlar onde as Ferramentas para Desenvolvedores podem ser usadas.
Se esta política for definida como "DeveloperToolsDisallowedForForceInstalledExtensions" (valor 0, que é o padrão), as Ferramentas para Desenvolvedores e o Console JavaScript poderão ser acessados de um modo geral, mas não poderão ser acessados por extensões instaladas por uma política corporativa. Se esta política for definida como "DeveloperToolsAllowed" (valor 1), as Ferramentas para Desenvolvedores e o Console JavaScript poderão ser acessados e usados em todos os contextos, incluindo extensões instaladas por uma política corporativa. Se esta política for definida como "DeveloperToolsDisallowed" (valor 2), as Ferramentas para Desenvolvedores não poderão ser acessadas, e os elementos do site não poderão mais ser inspecionados. Todos os atalhos do teclado e quaisquer entradas de menus e de menus de contexto para abrir as Ferramentas para Desenvolvedores ou o Console JavaScript serão desativados.
Esta política também controla o acesso às Opções do desenvolvedor Android. Se esta política for definida como "DeveloperToolsDisallowed" (valor 2), os usuários não poderão acessar as Opções do desenvolvedor. Se for definida como falsa ou se não for definida, os usuários poderão acessar as Opções do desenvolvedor tocando sete vezes no número da versão no app de configurações do Android.
O uso desta política foi suspenso no M68. Substitua-a por DeveloperToolsAvailability.
Desativa as Ferramentas para Desenvolvedores e o Console JavaScript.
Se você ativar essa configuração, as Ferramentas para Desenvolvedores não poderão ser acessadas, e os elementos de sites não poderão mais ser inspecionados. Nenhum atalho de teclado e nenhuma entrada de menu ou menu de contexto para abrir as Ferramentas para Desenvolvedores ou o Console JavaScript estará ativo.
Definir esta opção como desativada ou deixá-la sem definição permite que o usuário use as Ferramentas para Desenvolvedores e o Console JavaScript.
Se a política DeveloperToolsAvailability for definida, o valor da política DeveloperToolsDisabled será ignorado.
Esta política também controla o acesso às Opções do desenvolvedor Android. Se você configurar essa política como true, os usuários não poderão acessar as Opções do desenvolvedor. Se configurá-la como false ou deixá-la sem definição, os usuários poderão acessar as Opções do desenvolvedor tocado sete vezes no número da versão no app Config. do Android.
Se esta política for definida como false, a sessão de visitante gerenciada terá o comportamento documentado em https://support.google.com/chrome/a/answer/3017014, a "Sessão pública" padrão.
Se esta política for definida como true ou não for definida, a sessão de visitante gerenciada terá o comportamento de "Sessão gerenciada", o que elimina muitas das restrições estabelecidas para "Sessões públicas" normais.
Se esta política for definida, o usuário não poderá alterá-la ou modificá-la.
Quando definida como "ArcSession", esta política forçará a reinicialização do dispositivo depois que o usuário sair se o Android tiver sido iniciado. Quando definida como "Sempre", a política força a reinicialização do dispositivo sempre que o usuário sai. Se não for definida, a política não terá efeito, e a reinicialização não será forçada quando o usuário sair. O mesmo acontece quando a política é definida como "Nunca".
Permite configurar uma programação personalizada para verificar se há atualizações. Isso se aplica a todos os usuários e a todas as interfaces no dispositivo. Depois de configurada, o dispositivo verificará se há atualizações de acordo com a programação. A política precisa ser removida para cancelar outras verificações de atualização programadas.
Ativar esta configuração impede que páginas da Web acessem a unidade de processamento gráfico (GPU, na sigla em inglês). Especificamente, as páginas da Web não podem acessar a API WebGL, e plug-ins não podem usar a API Pepper 3D.
Desativar esta configuração ou deixá-la sem definição pode permitir que páginas da Web utilizem a API WebGL e que plug-ins utilizem a API Pepper 3D. As configurações padrão do navegador ainda podem exigir que argumentos de linha de comando sejam aprovados para que essas APIs sejam usadas.
Se HardwareAccelerationModeEnabled for definida como falsa, Disable3DAPIs será ignorada, e isso será equivalente a Disable3DAPIs definida como verdadeira.
O serviço Navegação segura mostra uma página de aviso quando os usuários navegam em sites que são sinalizados como potencialmente mal-intencionados. A ativação dessa configuração impede que os usuários prossigam da página de aviso para o site.
Esta política apenas evita que os usuários prossigam para sites com avisos do Navegação segura (por exemplo, com malware e phishing), mas não é aplicada para problemas relacionados a certificados SSL, como certificados inválidos ou vencidos.
Se essa configuração for desativada ou não for definida, os usuários poderão optar por prosseguir para o site sinalizado após a exibição do aviso.
Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para ver mais informações sobre o Navegação segura.
Se esta política for ativada, não será possível fazer capturas de tela usando atalhos do teclado ou APIs de extensão.
Se for desativada ou não for especificada, a captura de tela será permitida.
O uso desta política foi suspenso. Use DefaultPluginsSetting para controlar a disponibilidade do plug-in Flash e AlwaysOpenPdfExternally para controlar se o visualizador de PDF integrado será usado para abrir arquivos PDF.
Especifica uma lista de plug-ins desativados no Google Chrome e impede os usuários de alterar essa configuração.
Os caracteres curinga "*" e "?" podem ser usados para corresponder a sequências de caracteres arbitrários. "*" corresponde a um número arbitrário de caracteres, enquanto "?" especifica um único caractere opcional, ou seja, corresponde a um ou nenhum caractere. O caractere de escape é "\". Então, para corresponder de fato aos caracteres "*", "?" ou "\", adicione um "\" antes deles.
Quando esta configuração for ativada, a lista especificada de plug-ins nunca será usada no Google Chrome. Os plug-ins serão marcados como desativados em "about:plugins", e os usuários não poderão ativá-los.
Observe que a política pode ser substituída por EnabledPlugins e DisabledPluginsExceptions.
Quando esta política não for definida, o usuário poderá usar qualquer plug-in instalado no sistema, a não ser por plug-ins codificados incompatíveis, obsoletos ou perigosos.
O uso desta política foi suspenso. Use a DefaultPluginsSetting para controlar a disponibilidade do plug-in Flash e AlwaysOpenPdfExternally para controlar se o visualizador de PDF integrado será usado para abrir arquivos PDF.
Especifica uma lista de plug-ins que o usuário pode ativar ou desativar no Google Chrome.
Os caracteres curinga "*" e "?" podem ser usados para corresponder a sequências de caracteres arbitrários. O "*" corresponde a um número arbitrário de caracteres, enquanto o "?" especifica um único caractere opcional, ou seja, corresponde a um ou nenhum caractere. O caractere de escape é "\". Então, para corresponder de fato aos caracteres "*", "?" ou "\", você pode adicionar um "\" antes deles.
Se você ativar esta configuração, a lista especificada de plug-ins poderá ser usada no Google Chrome. Os usuários poderão ativá-los ou desativá-los em "about:plugins", mesmo se o plug-in também corresponder a um padrão em DisabledPlugins. Os usuários também poderão ativar e desativar plug-ins que não correspondam a nenhum padrão em DisabledPlugins, DisabledPluginsExceptions e EnabledPlugins.
Esta política possibilita a adição estrita de plug-ins à lista de proibições, em que a lista "DisabledPlugins" contém entradas com caracteres curinga, como para desativar todos os plug-ins (*) ou desativar todos os plug-ins Java (*Java*), mas o administrador quer ativar alguma versão específica, como "IcedTea Java 2.3". Essas versões específicas podem ser definidas nesta política.
Tanto o nome do plug-in como o nome do grupo de plug-ins precisam ser isentados. Cada grupo de plug-ins é exibido em uma seção separada em "about:plugins". Cada seção pode ter um ou mais plug-ins. Por exemplo, o plug-in "Shockwave Flash" pertence ao grupo "Adobe Flash Player", e os dois nomes precisam ter uma correspondência na lista de exceções se esse plug-in tiver que ser isentado da lista de proibições.
Se esta política não for definida, qualquer plug-in que corresponder aos padrões em "DisabledPlugins" será mantido desativado, e o usuário não poderá ativá-lo.
Esta política teve o uso suspenso. Em vez dela, use URLBlacklist.
Desativa os esquemas de protocolo listados no Google Chrome.
URLs que usam um esquema dessa lista não serão carregados e não será possível acessá-los.
Se esta política não for definida ou se a lista estiver vazia, todos os esquemas serão acessíveis no Google Chrome.
Configura o diretório que o Google Chrome usará para armazenar arquivos em cache no disco.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o diretório fornecido, independentemente de o usuário ter especificado a sinalização "--disk-cache-dir" ou não. Para evitar perda de dados ou erros inesperados, esta política não deve ser definida para um diretório raiz de volume ou um diretório usado para outros fins, pois o Google Chrome gerencia seus conteúdos.
Consulte https://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/user-data-directory-variables para ver uma lista de variáveis que podem ser usadas.
Se esta política for deixada sem definição, o diretório de cache padrão será usado, e o usuário poderá substituí-lo pela sinalização de linha de comando "--disk-cache-dir".
Configura o tamanho do cache que o Google Chrome usará para armazenar os arquivos em cache no disco.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o tamanho de cache indicado independente de o usuário especificar ou não a sinalização "--disk-cache-size". O valor especificado nesta política não é um limite rígido, mas sim uma sugestão para para o sistema de armazenamento em cache, por isso qualquer valor abaixo de alguns megabytes será considerado muito pequeno e será arredondado para um mínimo razoável.
Se o valor desta política for 0, o tamanho de cache padrão será usado, porém o usuário não poderá alterá-lo.
Se esta política não for definida, o tamanho padrão será usado e o usuário poderá modificá-lo com a sinalização --disk-cache-size.
Configura o diretório que o Google Chrome usará para fazer o download de arquivos.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o diretório fornecido, independentemente de o usuário ter especificado um ou ter definido que a sinalização deve ser sempre solicitada para o local do download.
Consulte https://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/user-data-directory-variables (link em inglês) para ver uma lista de variáveis que podem ser usadas.
Se esta política não for definida, será usado o diretório de download padrão, e o usuário poderá alterá-lo.
Esta política não tem nenhum efeito sobre apps Android. Os apps Android sempre usam o diretório de downloads padrão e não podem acessar nenhum arquivo transferido por download pelo Google Chrome OS para um diretório de downloads não padrão.
Configura os tipos de download que o Google Chrome bloqueará completamente, sem permitir que os usuários modifiquem a decisão de segurança.
Se esta política for definida, o Google Chrome impedirá determinados tipos de download, e não permitirá que o usuário ignore os avisos de segurança.
Quando a opção "Bloquear downloads perigosos" for escolhida, todos os downloads serão permitidos, exceto aqueles acompanhados dos avisos do recurso Navegação segura.
Quando a opção "Bloquear downloads potencialmente perigosos" for escolhida, todos os downloads serão permitidos, exceto aqueles acompanhados dos avisos do recurso Navegação segura de downloads potencialmente perigosos.
Quando a opção "Bloquear todos os downloads" for escolhida, todos os downloads serão bloqueados.
Quando esta política não for definida (ou se a opção "Nenhuma restrição especial" for escolhida), os downloads serão submetidos às restrições normais de segurança com base nos resultados das análises do recurso Navegação segura.
Observe que essas restrições se aplicam a downloads acionados a partir do conteúdo da página da Web, assim como da opção de menu de contexto "link para download". Essas restrições não se aplicam à opção de salvar / fazer o download da página exibida no momento, nem à opção de salvar como PDF das opções de impressão.
Consulte https://developers.google.com/safe-browsing para ver mais informações sobre o recurso Navegação segura.
Se você ativar esta configuração, os usuários terão permissão para usar o Smart Lock caso os requisitos para o recurso sejam satisfeitos.
Se você desativar esta configuração, os usuários não terão permissão para usar o Smart Lock.
Se esta política for deixada sem definição, o comportamento padrão será não permitir para usuários gerenciados por empresas e permitir para usuários não gerenciados.
Especifica a ação a ser tomada quando o diretório principal do usuário tiver sido criado com criptografia ecryptfs.
Se esta política for definida como "DisallowArc", os apps Android serão desativados para o usuário, e não será realizada a migração da criptografia ecryptfs para ext4. Os apps Android não serão impedidos de funcionar quando o diretório principal já estiver com criptografia ext4.
Se esta política for definida como "Migrate", os diretórios principais com criptografia ecryptfs serão automaticamente migrados para a criptografia ext4 durante o login, sem necessidade da permissão do usuário.
Se esta política for definida como "Wipe", os diretórios principais com criptografia ecryptfs serão excluídos durante o login, e novos diretórios com criptografia ext4 serão criados no lugar. Aviso: isso remove os dados locais do usuário.
Se esta política for definida como "MinimalMigrate", os diretórios principais com criptografia ecryptfs serão excluídos durante o login, e novos diretórios com criptografia ext4 serão criados no lugar. Porém, haverá a tentativa de preservar os tokens de login para que o usuário não precise fazer login novamente. Aviso: isso remove os dados locais do usuário.
Se esta política for definida com uma opção sem compatibilidade ("AskUser" ou "AskForEcryptfsArcUsers"), ela será tratada como se "Migrate" tivesse sido selecionada.
Esta política não se aplica a usuários de quiosque. Se esta política não for definida, o dispositivo agirá como se "DisallowArc" tivesse sido escolhida.
Se você ativar esta configuração, favoritos poderão ser adicionados, removidos ou modificados. Essa também é a configuração padrão para quando a política não é definida.
Se você desativar a configuração, os favoritos não poderão ser adicionados, removidos ou modificados. Os favoritos existentes continuam disponíveis.
Especificar uma lista de recursos de uso suspenso da plataforma Web para reativar temporariamente.
Esta política permite que aos administradores reativem recursos de uso suspenso da plataforma Web por um período limitado. Os recursos são identificados por uma tag de string, e os que correspondem às tags incluídas na lista especificada por esta política são reativados.
Se esta política não é configurada ou se a lista está vazia ou não corresponde a uma das tags de string compatíveis, todos os recursos de uso suspenso da plataforma Web permanecem desativados.
Embora a política seja compatível com as plataformas acima, o recurso que ela ativa pode estar disponível em menos plataformas, Nem todos os recursos de uso suspenso da plataforma Web podem ser reativados. Apenas aqueles explicitamente listados abaixo podem ser reativados por um período de tempo limitado, e isso difere de acordo com o recurso. O formato geral da tag de string será [NomeDoRecursoDeUsoSuspenso]_EffectiveUntil[aaaammdd]. Como referência, é possível verificar o objeto por trás das alterações do recurso da plataforma Web em https://bit.ly/blinkintents.
Considerando que as verificações de revogação on-line de sistemas tolerantes a falhas (soft-fail) não fornecem benefícios de segurança efetivos, elas são desativadas por padrão nas versões 19 e posteriores do Google Chrome. Quando essa política é configurada como "true", o comportamento anterior é restaurado, e as verificações on-line de OCSP/CRL são realizadas.
Se a política não é definida ou é definida como "false", o Google Chrome não realiza verificações de revogação on-line no Google Chrome 19 e versões posteriores.
Quando esta configuração está ativada, Google Chrome permite que os certificados emitidos pelas operações de PKI herdadas da Symantec Corporation sejam confiáveis, caso sejam validados e vinculados a um certificado de CA (Autoridade de certificação) reconhecido.
Esta política depende de o sistema operacional continuar reconhecendo os certificados da infraestrutura herdada da Symantec. Se uma atualização de SO alterar o manuseio do SO de tais certificados, esta política não terá mais validade. Além disso, esta política visa ser uma alternativa temporária para dar às empresas mais tempo para fazer a transição dos certificados herdados da Symantec. Esta política será removida por volta de 1º de janeiro de 2019.
Se esta política não for definida, ou for definida como falso, o Google Chrome seguirá a programação de suspensão de uso publicamente anunciada.
Acesse https://g.co/chrome/symantecpkicerts para ver mais detalhes sobre esta suspensão de uso.
Esta política controla se o consentimento de sincronização pode ser exibido para o usuário durante o primeiro login. É necessário defini-la como falsa se o consentimento de sincronização nunca for necessário para o usuário. Se definida como falsa, o consentimento de sincronização não será exibido. Se definida como verdadeira ou não definida, o consentimento de sincronização poderá ser exibido.
O uso desta política foi suspenso. Use DefaultPluginsSetting para controlar a disponibilidade do plug-in Flash e AlwaysOpenPdfExternally para controlar se o visualizador de PDF integrado será usado para abrir arquivos PDF.
Especifica uma lista de plug-ins que estão ativados no Google Chrome e impede os usuários de alterar essa configuração.
Os caracteres curinga "*" e "?" podem ser usados para corresponder a sequências de caracteres arbitrários. "*" corresponde a um número arbitrário de caracteres, enquanto "?" especifica um único caractere opcional, ou seja, corresponde a um ou nenhum caractere. O caractere de escape é "\". Então, para corresponder de fato aos caracteres "*", "?" ou "\", adicione um "\" antes deles.
A lista especificada de plug-ins sempre será usada no Google Chrome se eles forem instalados. Os plug-ins são marcados como ativados em "about:plugins", e os usuários não podem desativá-los.
Esta política substitui DisabledPlugins e DisabledPluginsExceptions.
Se esta política não for definida, o usuário poderá desativar qualquer plug-in instalado no sistema.
Quando esta política estiver definida como ativada, as extensões instaladas pela política da empresa poderão usar a API Enterprise Hardware Platform. Quando esta política estiver definida como desativada ou não estiver definida, nenhuma extensão terá permissão para usar a API Enterprise Hardware Platform. Esta política também se aplica a extensões de componentes, como a extensão Serviços do Hangout.
Quando esta política é definida como "true", o armazenamento externo não fica disponível no navegador de arquivos.
Esta política afeta todos os tipos de mídia de armazenamento, como, por exemplo: unidades flash USB, discos rígidos externos, cartões SD e outros cartões de memória, armazenamento óptico, etc. Como o armazenamento interno não é afetado, os arquivos salvos na pasta "Download" continuam acessíveis. O Google Drive também não é afetado por esta política.
Se esta configuração for desativada ou não for definida, os usuários poderão usar todos os tipos de armazenamento externo compatíveis com o dispositivo.
Quando esta política for definida como true, os usuários não poderão gravar nada em dispositivos de armazenamento externo.
Se esta configuração for definida como false ou não for configurada, os usuários poderão criar e modificar arquivos de dispositivos de armazenamento externo que sejam fisicamente graváveis.
A política ExternalStorageDisabled tem precedência sobre esta política. Se ExternalStorageDisabled for definida como true, todo o acesso ao armazenamento externo será desativado, e esta política será consequentemente ignorada.
A atualização dinâmica desta política é compatível com M56 e versões posteriores.
Esta política está obsoleta, portanto, é recomendável usar BrowserSignin.
Se esta política for definida como true, o usuário precisará fazer login no Google Chrome com o próprio perfil antes de usar o navegador. O valor padrão de BrowserGuestModeEnabled será definido como false. Os perfis existentes desconectados serão bloqueados, e não será possível acessá-los depois de ativar esta política. Para mais informações, consulte o artigo da Central de Ajuda.
Se esta política for definida como false ou não for configurada, o usuário poderá usar o navegador sem fazer login no Google Chrome.
Se estiver ativada, esta política forçará a alteração do perfil para o modo temporário. Se esta política for especificada como uma política de SO (por exemplo GPO no Windows) ela será aplicada a todos os perfis no sistema. Se a política for definida como uma política de nuvem, ela será aplicada apenas a um perfil acessado com uma conta gerenciada.
Neste modo, os dados de perfil são mantidos no disco apenas durante a sessão do usuário. Recursos como o histórico do navegador, as extensões e as informações nelas contidas, os dados da Web, como cookies e bancos de dados não são mantidos após o navegador ser fechado. No entanto, isso não impede que o usuário faça o download de dados para o disco manualmente, salve páginas ou as imprima.
Se o usuário tiver ativado a sincronização, todos esses dados serão preservados no perfil de sincronização dele, assim como acontece nos perfis regulares. O modo de navegação anônima também estará disponível, se não for explicitamente desativado pela política.
Se a política for desativada ou não for definida, o login levará a perfis regulares.
Força as consultas na Pesquisa Google na Web a serem feitas com o SafeSearch ativado e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se você ativar esta configuração, o SafeSearch estará sempre ativo na Pesquisa Google.
Se você desativar esta configuração ou não definir nenhum valor, o SafeSearch não será aplicado na Pesquisa Google.
Se esta política for definida como verdadeira, o Google Chrome maximizará incondicionalmente a primeira janela mostrada na primeira execução. Se esta política for definida como falsa ou não for configurada, a decisão de maximizar a primeira janela mostrada será baseada no tamanho da tela.
Esta política força o código de rede a ser executado no processo do navegador.
A política está desativada por padrão e, se ativada, deixa usuários vulneráveis aos problemas de segurança quando o processo de rede estiver no sandbox.
Esta política tem como objetivo oferecer às empresas a oportunidade de migrar para um software de terceiros que não dependa de hook das APIs de rede. Recomendamos o uso de servidores proxy em vez da aplicação de patches de API Win32 e LSPs.
Se esta política não for definida, o código de rede pode sair do processo do navegador, dependendo de testes de campo do experimento do NetworkService.
Esta política está obsoleta. Use ForceGoogleSafeSearch e ForceYouTubeRestrict. Esta política será ignorada se as políticas ForceGoogleSafeSearch, ForceYouTubeRestrict ou ForceYouTubeSafetyMode (obsoleta) estiverem definidas.
Faz com que as consultas na Pesquisa Google na Web sejam feitas com o SafeSearch ativado e evita que usuários mudem essa configuração. Esta configuração também força o Modo restrito moderado no YouTube.
Se esta configuração for ativada, o SafeSearch na Pesquisa Google e o Modo restrito moderado no YouTube sempre ficarão ativos.
Se você desativar esta configuração ou não definir um valor, o SafeSearch na Pesquisa Google e o Modo restrito no YouTube não serão impostos.
Aplica um Modo restrito mínimo no YouTube e impede que os usuários escolham um modo menos restrito.
Se esta configuração for definida como "Rigoroso", o Modo restrito rigoroso no YouTube sempre estará ativado.
Se esta configuração for definida como "Moderado", o usuário só poderá escolher o Modo restrito moderado e o Modo restrito rigoroso no YouTube, mas não poderá desativar o Modo restrito.
Se esta configuração for definida como "Desativado" ou se nenhum valor for definido, o Modo restrito no YouTube não será aplicado pelo Google Chrome. No entanto, políticas externas, como políticas do YouTube, ainda poderão aplicar o modo restrito.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o app YouTube para Android. Se o modo de segurança do YouTube precisar ser aplicado, a instalação desse app será bloqueada.
O uso desta política foi suspenso. Recomendamos que você use ForceYouTubeRestrict, que substitui esta política e permite um ajuste mais refinado.
Força o Modo restrito moderado do YouTube e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se esta configuração estiver ativada, o Modo restrito do YouTube sempre será aplicado como, pelo menos, moderado.
Se esta configuração estiver desativada ou se nenhum valor for definido, o Modo restrito do YouTube não será aplicado pelo Google Chrome. No entanto, as políticas externas, como as políticas do YouTube, ainda podem aplicar o Modo restrito.
Esta política não tem nenhum efeito sobre o app YouTube para Android. Se o modo de segurança do YouTube precisar ser aplicado, a instalação desse app será bloqueada.
Esta política controla a disponibilidade do modo de tela cheia, em que toda a IU do Google Chrome fica oculta enquanto apenas o conteúdo da Web se encontra visível.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for configurada, o usuário, os apps e as extensões com as permissões apropriadas poderão entrar no modo de tela cheia.
Se esta política for definida como falsa, nem o usuário, nem qualquer app ou extensão poderá ativar o modo de tela cheia.
Em todas as plataformas que não sejam o Google Chrome OS, o modo quiosque ficará indisponível quando o modo de tela cheia estiver desativado.
Esta política não tem nenhum efeito sobre os apps Android. Eles poderão entrar no modo de tela cheia mesmo se a política estiver definida como False.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for definida, a aceleração de hardware será ativada, a menos que um determinado recurso de GPU seja incluído na lista de proibições.
Se a política for definida como falsa, a aceleração de hardware será desativada.
Oculta o link do aplicativo e do rodapé da Chrome Web Store na página "Nova guia" e no iniciador de aplicativos do Google Chrome OS.
Quando esta política é definida como verdadeira, os ícones ficam ocultos.
Quando esta política é definida como falsa ou não está configurada, os ícones ficam visíveis.
Esta política ativa o HTTP/0.9 em portas diferentes de 80 para HTTP e de 443 para HTTPS.
Esta política fica desativada por padrão e, se ativada, deixa os usuários sujeitos ao problema de segurança https://crbug.com/600352.
Esta política visa dar a empresas a oportunidade de migrar servidores já existentes de HTTP/0.9 e será removida futuramente.
Se esta política não for definida, HTTP/0.9 será desativado em portas não padrão.
Se ativada, esta política força a importação de dados de preenchimento automático de formulários a partir do navegador padrão anterior, além de afetar a caixa de diálogo de importação.
Se desativada, os dados de preenchimento automático não são importados.
Se não estiver configurada, o usuário poderá ter que responder se deseja importar ou permitir a importação automática.
Se ativada, esta política força a importação dos favoritos a partir do navegador padrão atual. Se ativada, esta política também afeta a caixa de diálogo de importação. Se desativada, nenhum favorito é importado. Se não for definida, o usuário pode ser solicitado a responder se deseja importar ou a importação pode ocorrer automaticamente.
Se ativada, esta política força a importação do histórico de navegação a partir do navegador padrão atual. Se ativada, esta política também afeta a caixa de diálogo de importação. Se desativada, nenhum histórico de navegação é importado. Caso não seja definida, o usuário pode ser solicitado a responder se deseja importar ou permitir a importação automática.
Caso ativada, esta política força a página inicial a ser importada do navegador padrão atual. Se desativada, a página inicial não é importada. Caso não seja definida, o usuário pode ser solicitado a responder se deseja importar ou permitir a importação automática.
Se ativada, esta política força a importação de senhas a partir do navegador padrão anterior. Se ativada, esta política também afeta a caixa de diálogo de importação. Se desativada, as senhas salvas não são importadas. Se não for definida, o usuário pode ser solicitado a responder se deseja importar ou permitir a importação automática.
Caso ativada, esta política força mecanismos de pesquisa a serem importados do navegador padrão atual. Se ativada, esta política também afeta a caixa de diálogo de importação. Caso seja desativada, o mecanismo de pesquisa padrão não é importado. Se não for definida, o usuário pode ser solicitado a responder se deseja importar ou permitir a importação automática.
Esta política é obsoleta. Utilize IncognitoModeAvailability em seu lugar, que ativa o modo de navegação anônima em Google Chrome. Caso esta configuração seja ativada ou não configurada, os usuários podem abrir páginas da Web no modo de navegação anônima. Se essa configuração for desativada, os usuários não podem abrir páginas da Web usando o modo de navegação anônima. Se esta política for deixada sem definição, esta opção será ativada e o usuário será capaz de usar o modo de navegação anônima.
Especifica se o usuário pode abrir páginas no modo de navegação anônima em Google Chrome. Se a opção "Ativado" for selecionada ou a política for deixada sem configuração, as páginas podem ser abertas no modo de navegação anônima. Se a opção "Destivado" for selecionada, as páginas não poderão ser abertas no modo de navegação anônima. Se a opção "Forçado" for selecionada, as páginas podem ser abertas somente no modo de navegação anônima.
Se esta configuração for ativada, os usuários terão permissão para usar tethering instantâneo, o que permite que o smartphone Google deles compartilhe os dados móveis com o dispositivo.
Se esta configuração for desativada, os usuários não terão permissão para usar tethering instantâneo.
Se esta política for deixada sem definição, o comportamento padrão será não permitir para usuários gerenciados por empresas e permitir para usuários não gerenciados.
Se a política estiver ativada, cada origem indicada em uma lista separada por vírgulas será executada no próprio processo. Isso também isolará as origens indicadas por subdomínios. Por exemplo, a especificação de https://example.com/ também isolará https://foo.example.com/ como parte do site https://example.com/. Se a política estiver desativada, os recursos IsolateOrigins e SitePerProcess serão desativados. Os usuários ainda poderão ativar IsolateOrigins manualmente por sinalização da linha de comando. Se a política não estiver configurada, o usuário poderá alterar essa configuração. No Google Chrome OS, também é recomendado definir a política DeviceLoginScreenIsolateOrigins do dispositivo com o mesmo valor. Se os valores especificados pelas duas políticas não coincidirem, poderá haver um atraso ao iniciar a sessão do usuário enquanto o valor especificado pela política do usuário estiver sendo aplicado.
OBSERVAÇÃO: esta política não se aplica ao Android. Para ativar IsolateOrigins no Android, use a configuração da política IsolateOriginsAndroid.
Se a política estiver ativada, cada uma das origens indicadas em uma lista separada por vírgulas será executada no próprio processo. Isso também isolará origens indicadas por subdomínios. Por exemplo, a especificação de https://example.com/ também fará com que https://foo.example.com/ seja isolado como parte do site https://example.com/. Se a política estiver desativada, não haverá nenhum isolamento explícito de sites, e as versões de teste de IsolateOriginsAndroid e SitePerProcessAndroid serão desativadas. Os usuários ainda poderão ativar IsolateOrigins manualmente por sinalização da linha de comando. Se a política não estiver configurada, o usuário poderá alterar essa configuração.
OBSERVAÇÃO: no Android, o isolamento de sites é experimental. A compatibilidade será aprimorada com o tempo, mas pode haver problemas de desempenho por enquanto.
OBSERVAÇÃO: esta política se aplica apenas ao Chrome no Android sendo executado estritamente em dispositivos com mais de 1 GB de RAM. Para aplicar a política em outras plataformas que não sejam o Android, use IsolateOrigins.
Esta política foi desativada. Utilize a DefaultJavaScriptSetting em seu lugar.
Pode ser usada para desativar o JavaScript no Google Chrome.
Se esta configuração for desativada, as páginas da Web não poderão usar JavaScript, e o usuário não poderá alterá-la.
Se esta configuração for ativada ou não for definida, as páginas da Web poderão usar JavaScript, mas o usuário poderá alterá-la.
Concede acesso a chaves corporativas para extensões.
As chaves são projetadas para uso corporativo se forem geradas usando a API chrome.enterprise.platformKeys em uma conta gerenciada. As chaves importadas ou geradas de outra forma não são destinadas ao uso corporativo.
O acesso às chaves destinadas ao uso corporativo é controlado unicamente por esta política. O usuário não pode conceder ou remover o acesso a chaves corporativas para ou de extensões.
Por padrão, uma extensão não pode usar uma chave destinada ao uso corporativo, o que equivale a configurar allowCorporateKeyUsage como "false" para essa extensão.
Apenas se allowCorporateKeyUsage é configurada como "true" para uma extensão, ela pode usar qualquer chave de plataforma marcada para uso corporativo para assinar dados arbitrários. Essa permissão só deve ser concedida se não há dúvidas de que a extensão protege o acesso à chave contra invasores.
Os apps Android não podem acessar chaves corporativas. Esta política não tem nenhum efeito sobre eles.
O uso desta política foi suspenso no M72. Use CloudManagementEnrollmentToken.
Configura uma lista de favoritos gerenciados.
Esta política consiste em uma lista de favoritos em que cada um deles é um dicionário contendo as chaves "name" e "url", que definem o nome e o alvo do favorito. Uma subpasta pode ser configurada ao definir um favorito sem uma chave "url", mas com uma chave "children" adicional, que contém uma lista de favoritos conforme definido acima (alguns deles podem ser pastas). O Google Chrome altera URLs incompletos como se eles tivessem sido enviados pela omnibox. Por exemplo, "google.com" se torna "https://google.com/".
Esses favoritos são colocados em uma pasta que não pode ser modificada pelo usuário, mas que pode ser ocultada da barra de favoritos. Por padrão, o nome da pasta é "Favoritos gerenciados", mas ele pode ser personalizado ao adicionar à lista de favoritos um dicionário contendo a chave "toplevel_name", com o nome desejado como valor.
Os favoritos gerenciados não são sincronizados com a conta do usuário e não podem ser modificados por extensões.
Especifica o número máximo de conexões simultâneas ao servidor proxy.
Alguns servidores proxy não podem administrar um grande número de conexões simultâneas por cliente. Isto pode ser resolvido com a definição de um número inferior para esta política.
O valor desta política deve ser inferior a 100 e superior a 6, e o valor padrão é 32.
Alguns aplicativos são conhecidos por consumir muitas conexões com hanging GETs, ou seja, reduzir o número para uma quantia inferior a 32 pode gerar interrupções na rede do navegador caso muitos aplicativos deste tipo sejam abertos. Estabeleça valores inferiores ao padrão por sua conta e risco.
Se esta política for deixada sem definição, o valor padrão de 32 será utilizado.
Especifica o atraso máximo, em milissegundos, entre o recebimento da invalidação de uma política e a busca pela nova política no serviço de gerenciamento de dispositivos.
A definição desta política substitui o valor padrão de 5.000 milissegundos. Os valores válidos para esta política variam entre 1.000 (um segundo) e 300.000 (cinco minutos). Quaisquer valores que não estejam neste intervalo são mantidos no limite correspondente.
Se esta política não estiver definida, o Google Chrome usa o valor padrão de 5.000 milissegundos.
Configura o tamanho do cache que o Google Chrome usará para armazenar os arquivos de mídia em cache no disco.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o tamanho de cache indicado independente de o usuário especificar ou não a sinalização '--media-cache-size' O valor especificado nesta política não é um limite rígido, mas sim uma sugestão para para o sistema de armazenamento em cache, por isso qualquer valor abaixo de alguns megabytes será considerado muito pequeno e será arredondado para um mínimo razoável.
Se o valor desta política for 0, o tamanho de cache padrão será usado, porém o usuário não poderá alterá-lo.
Se esta política não for definida, o tamanho padrão será usado e o usuário poderá modificá-lo com a sinalização --media-cache-size.
Se esta política estiver definida como verdadeira, o Google Cast fará a conexão com os dispositivos de transmissão em todos os endereços IP, não apenas nos endereços privados RFC1918/RFC4193.
Se esta política estiver definida como falsa, o Google Cast fará a conexão com os dispositivos de transmissão somente em endereços privados RFC1918/RFC4193.
Se esta política não estiver definida, o Google Cast fará a conexão com os dispositivos de transmissão somente em endereços privados RFC1918/RFC4193, a menos que o recurso CastAllowAllIPs esteja ativado.
Se a política EnableMediaRouter estiver definida como falsa, o valor desta política não terá nenhum efeito.
Ativa o envio de relatórios anônimos sobre o uso e dados relacionados a falhas no Google Chrome para o Google e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se essa configuração for ativada, serão enviados ao Google relatórios anônimos sobre o uso e dados relacionados a falhas. Se ela for desativada, essas informações não serão enviadas ao Google. Em ambos os casos, os usuários não podem alterar ou modificar essa configuração. Se esta política não for definida, a configuração será a escolhida pelo usuário durante a instalação ou a primeira execução.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos. Para o Chrome OS, consulte DeviceMetricsReportingEnabled.
Se a política é definida como true ou não é configurada, a página "Nova guia" pode mostrar sugestões de conteúdo com base no histórico de navegação, nos interesses ou no local do usuário.
Se a política for definida como false, as sugestões de conteúdo geradas automaticamente não serão mostradas na página "Nova guia".
Ativa a previsão de redes no Google Chrome e impede que os usuários alterem essa configuração.
Controla a pré-chamada de DNS, a pré-conexão de SSL e TCP e o pré-processamento de páginas da Web.
Se você configurar esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la no Google Chrome.
Se esta política não for configurada, a previsão de redes ficará ativada, e o usuário poderá alterá-la.
Especifica uma lista de apps que podem ser ativados como apps de anotação na tela de bloqueio do Google Chrome OS.
Se o app de anotação preferencial for permitido na tela de bloqueio, essa tela mostrará o elemento de IU para abrir o app de anotação preferencial. Quando aberto, o app poderá criar uma janela de app na parte superior da tela de bloqueio e criar itens de dados (anotações) no contexto da tela de bloqueio. O app poderá importar anotações criadas para a sessão do usuário principal quando a sessão estiver desbloqueada. Atualmente, apenas apps de anotação do Chrome funcionam na tela de bloqueio.
Se a política for definida, o usuário poderá ativar o app na tela de bloqueio apenas se o código da extensão do app estiver contido no valor da lista da política. Como consequência, configurar esta política como uma lista vazia desativará completamente o uso de apps de anotação na tela de bloqueio. Observe que a política que contém um código de app não significa necessariamente que o usuário poderá ativar o app como um app de anotações na tela de bloqueio. Por exemplo, no Chrome 61, o conjunto de apps disponíveis é ainda mais restrito pela plataforma.
Se a política for deixada sem definição, não haverá restrições impostas por ela no conjunto de apps que o usuário pode ativar na tela de bloqueio.
Permite aplicar a configuração de rede por usuário de dispositivo Google Chrome OS. A configuração de rede é uma string formatada em JSON, conforme definido pelo formato Open Network Configuration descrito em https://sites.google.com/a/chromium.org/dev/chromium-os/chromiumos-design-docs/open-network-configuration
Os apps Android podem usar as configurações de rede e os certificados de CA definidos por esta política, mas não têm acesso a algumas opções de configuração.
A política especifica uma lista de origens (URLs) ou padrões de nome de host (como "*.example.com") aos quais as restrições de segurança sobre origens não seguras não se aplicam.
O objetivo é permitir que organizações coloquem origens na lista de permissões para aplicativos legados que não implantam TLS, ou que elas configurem um servidor temporário para o desenvolvimento interno da Web, de modo que os desenvolvedores delas possam testar recursos que exigem contextos seguros sem precisar implantar TLS no servidor temporário. Esta política também impedirá que a origem seja rotulada como "Não segura" na omnibox.
Configurar uma lista de URLs nesta política tem o mesmo efeito que configurar a sinalização de linha de comando "--unsafely-treat-insecure-origin-as-secure" para uma lista com os mesmos URLs separados por vírgula. Se a política for definida, ela modificará a sinalização de linha de comando.
Esta política modificará UnsafelyTreatInsecureOriginAsSecure, se estiver presente.
Para ver mais informações sobre contextos seguros, acesse https://www.w3.org/TR/secure-contexts/.
Esta política especifica a configuração que é usada para gerar e verificar o código de acesso dos pais.
A |current_config| sempre é usada para gerar o código de acesso e precisa ser usada para a validação dele apenas quando o código não pode ser validado com |future_config|. |future_config| é a configuração principal usada para validação do código de acesso. As |old_configs| só podem ser usadas para validação do código de acesso quando ele não puder ser validado com |future_config| ou |current_config|.
A maneira esperada de usar esta política é a alternância gradual de configuração do código de acesso. A nova configuração sempre é colocada na |future_config| e, ao mesmo tempo, o valor existente é movido para |current_config|. Os valores anteriores de |current_config| são movidos para |old_configs| e removidos depois que o ciclo de alternância é concluído.
Esta política se aplica apenas a usuários menores de idade. Quando esta política é definida, o código de acesso dos pais pode ser verificado no dispositivo da criança. Quando esta política não é definida, não é possível verificar o código de acesso dos pais no dispositivo da criança.
Lista os identificadores de aplicativo que o Google Chrome OS mostra como aplicativos fixados na barra do iniciador.
Se essa política for configurada, o conjunto de aplicativos é fixado e não pode ser alterado pelo usuário.
Se esta política for deixada sem configuração, o usuário pode alterar a lista de aplicativos fixados no iniciador.
Esta política também pode ser usada para fixar apps Android.
Permite que as políticas selecionadas sejam mescladas quando vierem de fontes diferentes, com o mesmo escopo e nível.
Se uma política estiver na lista, caso haja conflito entre duas fontes, considerando que elas tenham o mesmo escopo e nível, os valores serão mesclados em uma nova lista de políticas.
Se uma política estiver na lista, caso haja conflito entre duas fontes e também entre escopos e/ou níveis diferentes, a política com a maior prioridade será aplicada.
Se uma política não estiver na lista, caso haja algum conflito entre as fontes, escopos e/ou níveis, a política com a maior prioridade será aplicada.
Especifica o período em milissegundos em que o serviço de gerenciamento de dispositivos é consultado para o recebimento de informações sobre a política do usuário.
A definição dessa política modifica o valor padrão de três horas. Os valores válidos para essa política compreendem o período entre 1.800.000 (30 minutos) e 86.400.000 (1 dia). Todos os valores que não estiverem nesse período serão fixados no respectivo limite. Se a plataforma for compatível com as notificações sobre políticas, o atraso de atualização será definido para 24 horas, pois espera-se que as notificações sobre políticas forcem uma atualização automaticamente sempre que política for alterada.
Deixar a política sem definição fará o Google Chrome utilizar o valor padrão de três horas.
Se a plataforma for compatível com notificações sobre políticas, o atraso de atualização será configurado para 24 horas (ignorando todos os padrões e o valor da política), pois espera-se que as notificações sobre políticas forcem uma atualização automaticamente sempre que a política for alterada, tornando as atualizações mais frequentes desnecessárias.
Permite que você controle a apresentação de conteúdo promocional e/ou educativo em guia cheia no Google Chrome.
Se esta política não for configurada ou ativada (configurada como verdadeira), o Google Chrome poderá exibir conteúdo em guia cheia para os usuários para fornecer informações de produtos.
Se esta política for desativada (configurada como falsa), o Google Chrome não exibirá conteúdo em guia cheia para os usuários para fornecer informações de produtos.
Esta configuração controla a apresentação das páginas de boas-vindas que ajudam os usuários a fazer login no Google Chrome, a escolhê-lo como navegador padrão ou informam sobre os recursos do produto.
Se a política for ativada, o usuário poderá escolher onde salvar cada arquivo antes de fazer o download. Se a política for desativada, os downloads começarão imediatamente, e o usuário não poderá escolher onde salvar o arquivo. Se a política não for configurada, o usuário poderá alterar a configuração.
Define as configurações de proxy do Google Chrome. Essas configurações de proxy também estarão disponíveis para apps ARC.
Se você ativar esta configuração, o Google Chrome e os apps ARC ignorarão todas as opções relacionadas a proxy especificadas na linha de comando.
Deixar esta política sem definição permitirá que os usuários escolham as configurações de proxy por conta própria.
Se a política ProxySettings for definida, ela substituirá qualquer uma das políticas individuais ProxyMode, ProxyPacUrl, ProxyServer, ProxyBypassList e ProxyServerMode.
O campo ProxyMode permite que você especifique o servidor proxy usado pelo Google Chrome e evita que usuários alterem as configurações de proxy.
O campo ProxyPacUrl é um URL para um arquivo proxy .pac.
O campo ProxyServer é o URL do servidor proxy.
O campo ProxyBypassList é uma lista de hosts de proxy que o Google Chrome ignorará.
O campo ProxyServerMode está obsoleto. Use o campo "ProxyMode". Ele permite que você especifique o servidor proxy usado pelo Google Chrome e impede que os usuários alterem as configurações de proxy.
Se você optar pelo valor "direct" como "ProxyMode", um proxy jamais será usado, e todos os outros campos serão ignorados.
Se você optar pelo valor "system" como "ProxyMode", o proxy do sistema será usado, e todos os outros campos serão ignorados.
Se você optar pelo valor "auto_detect" como "ProxyMode", todos os outros campos serão ignorados.
Se você optar pelo valor "fixed_server" como "ProxyMode", os campos "ProxyServer" e "ProxyBypassList" serão usados.
Se você optar pelo valor "pac_script" como "ProxyMode", os campos "ProxyPacUrl" e "ProxyBypassList" serão usados.
Somente um subconjunto de opções de configuração de proxy é disponibilizado para apps Android. Esses apps podem optar voluntariamente por usar o proxy. Não é possível forçá-los a usar um proxy.
Se esta política é definida como "true" ou não é configurada, o uso do protocolo QUIC no Google Chrome é permitido. Se esta política é definida como "false", o uso do protocolo QUIC não é permitido.
Notifica os usuários de que é preciso reiniciar o Google Chrome ou o Google Chrome OS para aplicar uma atualização pendente.
A configuração desta política ativa notificações para informar o usuário de que a reinicialização do navegador ou do dispositivo é recomendada ou obrigatória. Se a política não for definida, o Google Chrome indicará para o usuário que a reinicialização é necessária por meio de pequenas alterações no menu dele, enquanto o Google Chrome OS indicará isso por meio de uma notificação na bandeja do sistema. Se a política for definida como "Recomendada", um aviso recorrente será exibido para o usuário, informando que a reinicialização é recomendada. O usuário pode dispensar esse aviso para adiar a reinicialização. Se a política for definida como "Obrigatória", um aviso recorrente será exibido para o usuário, indicando que a reinicialização do navegador será forçada assim que o período de notificação terminar. O período padrão é de sete dias para o Google Chrome e de quatro dias para o Google Chrome OS. Também é possível configurar esse período por meio da definição da política RelaunchNotificationPeriod.
A sessão do usuário é restaurada após a reinicialização.
Permite definir um período em milésimos de segundo em que os usuários são notificados de que o Google Chrome ou um dispositivo do Google Chrome OS precisa ser reiniciado para aplicar uma atualização pendente.
Nesse período, o usuário será informado várias vezes sobre a necessidade de atualização. Para dispositivos Google Chrome OS, uma notificação de reinicialização é exibida na bandeja do sistema quando um upgrade é detectado. Para navegadores do Google Chrome, o menu de apps muda para indicar que uma reinicialização é necessária após o decorrer de um terço do período de notificação. Essa notificação muda de cor após dois terços do período de notificação e mais uma vez quando todo o período de notificação é concluído. As outras notificações ativadas pela política RelaunchNotification seguem essa mesma programação.
Se a política não for definida, o período padrão de 345.600.000 milésimos de segundo (quatro dias) será usado para dispositivos Google Chrome OS, e o de 604.800.000 milésimos de segundo (uma semana) será usado para o Google Chrome.
As informações sobre o uso de apps Linux são enviadas de volta para o servidor.
Se a política for definida como false ou não for configurada, nenhuma informação de uso será enviada. Se for definida como true, as informações de uso serão enviadas.
Esta política se aplicará apenas se a compatibilidade com apps Linux estiver ativada.
Quando esta configuração está ativada, o Google Chrome sempre executa a verificação de revogação de certificados do servidor que são validados e assinados por certificados de CA instalados localmente.
Se o Google Chrome não consegue obter informações sobre o status da revogação, esses certificados são considerados revogados ("falha forçada").
Se essa política não está ativada ou é definida como "false", o Google Chrome usa as configurações de verificação de revogação on-line já existentes.
Contém uma lista de padrões que são usados para controlar a visibilidade de contas no Google Chrome.
Cada Conta do Google no dispositivo será comparada aos padrões armazenados nesta política para determinar a visibilidade da conta no Google Chrome. A conta será visível se o nome dela corresponder a qualquer padrão na lista. Caso contrário, a conta ficará oculta.
Use o caractere curinga "*" para corresponder a zero ou mais caracteres arbitrários. O caractere de escape é "\". Portanto, para corresponder aos caracteres "*" ou "\" de fato, coloque um "\" na frente deles.
Se esta política não for definida, todas as Contas do Google no dispositivo estarão visíveis no Google Chrome.
Contém uma expressão regular que é usada para determinar quais Contas do Google podem ser definidas como contas principais do navegador no Google Chrome (isto é, a conta escolhida durante o fluxo de ativação de sincronização).
Se o usuário tentar configurar uma conta principal com um nome de usuário que não corresponde a esse padrão, o erro correspondente será exibido.
Se esta política for deixada sem definição ou em branco, o usuário poderá configurar qualquer Conta do Google como uma conta principal do navegador no Google Chrome.
Configura o diretório que o Google Chrome usará para armazenar a cópia de roaming dos perfis.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o diretório fornecido para armazenar a cópia em roaming dos perfis quando a política RoamingProfileSupportEnabled estiver ativada. Se a política RoamingProfileSupportEnabled estiver desativada ou não for definida, o valor armazenado nesta política não será usado.
Consulte https://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/user-data-directory-variables (link em inglês) para ver uma lista de variáveis que podem ser usadas.
Se esta política não for definida, o caminho de perfil padrão para roaming será usado.
Se você ativar esta configuração, as definições armazenadas nos perfis do Google Chrome, como favoritos, dados de preenchimento automático, senhas, entre outras, serão gravadas em um arquivo armazenado na pasta "Perfil de usuário de roaming" ou em um local especificado pelo administrador por meio da política RoamingProfileLocation. A ativação dessa política desativa a sincronização em nuvem.
Se essa política for desativada ou não for configurada, apenas os perfis locais normais serão usados.
A política SyncDisabled desativa a sincronização de todos os dados por meio da substituição da política RoamingProfileSupportEnabled.
Se você ativar esta configuração, todo o conteúdo em Flash incorporado em sites que foram configurados para permitir Flash nas configurações de conteúdo (seja pelo usuário ou pela política da empresa) será executado, incluindo conteúdo de outras origens ou conteúdos pequenos.
Para controlar quais sites têm permissão para executar Flash, veja as políticas "DefaultPluginsSetting", "PluginsAllowedForUrls" e "PluginsBlockedForUrls".
Se esta configuração for desativada ou não for definida, o conteúdo em Flash de outras origens ou conteúdos pequenos poderão ser bloqueados.
Durante o login, o Google Chrome OS pode fazer autenticação em um servidor (on-line) ou usando uma senha armazenada em cache (off-line).
Quando esta política for definida para um valor de -1, o usuário poderá fazer a autenticação off-line indefinidamente. Quando esta política for definida como qualquer outro valor, ela especificará quanto tempo após a última autenticação on-line o usuário precisará usar novamente esse tipo de autenticação.
Deixar esta política sem definição fará com que o Google Chrome OS use um limite de tempo padrão de 14 dias, após o qual o usuário precisará usar novamente a autenticação on-line.
Esta política só afeta usuários que fizeram a autenticação com SAML.
O valor da política precisa ser especificado em segundos.
O Chrome mostra uma página de aviso quando os usuários navegam para sites que têm erros de SSL. Por padrão ou quando esta política é definida como "true", os usuários têm permissão para clicar nessas páginas de aviso. A definição desta política como "false" não permite que os usuários cliquem em qualquer página de aviso.
Se esta política não for configurada, o Google Chrome utilizará a versão mínima padrão, que é TLS 1.0.
Caso contrário, ela poderá ser definida com um dos seguintes valores: "tls1", "tls1.1" ou "tls1.2". Quando definida, o Google Chrome não usará versões SSL/TLS inferiores à versão especificada. Valores não reconhecidos serão ignorados.
Identifica se é permitido o download sem a verificação do "Navegação segura" no Google Chrome, quando a origem for confiável.
Quando for definida como falsa, os arquivos de download não serão analisados pelo "Navegação segura" se a origem for confiável.
Quando não for definida ou for definida como verdadeira, os arquivos de download serão analisados pelo "Navegação segura" mesmo se a origem for confiável.
Essas restrições se aplicam a downloads acionados a partir do conteúdo da página da Web, assim como da opção do menu de contexto "link para download". Essas restrições não se aplicam às opções de salvar / fazer o download da página exibida no momento, nem se aplicam à opção de salvar como PDF das opções de impressão.
Esta política está disponível apenas em instâncias do Windows associadas a um domínio Microsoft® Active Directory® ou instâncias do Windows 10 Pro ou Enterprise inscritas no gerenciamento de dispositivos.
Esta política controla a aplicação do filtro de URL SafeSites. Esse filtro usa a Google Safe Search API para classificar URLs como pornográficos ou não.
Quando esta política não está configurada ou é configurada como "Não filtrar sites com conteúdo adulto", os sites não são filtrados.
Quando esta política é configurada como "Filtrar sites de nível superior com conteúdo adulto", os sites classificados como pornográficos são filtrados.
Desativa o salvamento do histórico do navegador em Google Chrome e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se esta configuração é ativada, o histórico de navegação não é salvo. Esta configuração também desativa a sincronização de guias.
Se esta configuração é desativada ou não é definida, o histórico de navegação é salvo.
Orienta o Google Chrome OS a usar a configuração do programador de tarefas identificada pelo nome especificado.
Esta política pode ser definida como "conservadora" ou "desempenho". No primeiro caso, as configurações do programador de tarefas são ajustadas para proporcionar estabilidade. No segundo, o objetivo é ter o máximo de desempenho.
Se a política não for definida, o usuário poderá escolher.
Permite sugestões de pesquisa na omnibox do Google Chrome e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se você ativar esta configuração, as sugestões de pesquisa serão utilizadas.
Se desativar esta configuração, as sugestões de pesquisa nunca serão usadas.
Se ativar ou desativar esta configuração, os usuários não poderão alterar nem substituí-la no Google Chrome.
Se esta política for deixada sem definição, esta configuração será ativada, podendo ser modificada pelo usuário.
Essa definição permite que os usuários alternem entre Contas do Google na área de conteúdo da janela do navegador depois de fazer login no dispositivo Google Chrome OS.
Se esta política for definida como falsa, não será permitido fazer login em uma conta diferente na área de conteúdo do navegador que não seja no modo sem rastros.
Se esta política não for definida ou for definida como verdadeira, o comportamento padrão será usado: será permitido fazer login em uma conta diferente na área de conteúdo do navegador, exceto para contas filhas, em que isso não será permitido para área de conteúdo que não estejam no modo sem rastros.
Caso o login em uma conta diferente não seja permitido no modo de navegação anônima, avalie a possibilidade de bloquear esse modo usando a política IncognitoModeAvailability.
Os usuários poderão acessar serviços do Google em um estado não autenticado bloqueando os cookies.
Especifica os URLs e domínios para os quais nenhuma solicitação será exibida quando os certificados de declaração das chaves de segurança forem solicitados. Além disso, um sinal será enviado para a chave de segurança indicando que a declaração individual pode ser usada. Sem isso, os usuários receberão uma solicitação no Chrome 65 ou versão posterior quando os sites solicitarem a declaração das chaves de segurança.
Os URLs (como https://example.com/algum/caminho) só terão correspondência como U2F appIDs. Os domínios (como example.com) só terão correspondência como webauthn RP IDs. Sendo assim, para abranger as APIs U2F e webauthn de um determinado site, tanto o domínio quanto o URL do appID precisarão ser listados.
Quando esta política for definida, ela especificará o tempo que um usuário tem até ser desconectado automaticamente, encerrando a sessão. O usuário será informado sobre o tempo restante por um timer de contagem regressiva mostrado na bandeja do sistema.
Quando esta política não for definida, o tempo da sessão não será limitado.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
O valor da política precisa ser especificado em milissegundos. Os valores são ajustados a um intervalo entre 30 segundos e 24 horas.
Define uma ou mais localidades recomendadas para uma sessão gerenciada, permitindo que os usuários escolham facilmente uma dessas localidades.
O usuário pode escolher uma localidade e um layout de teclado antes de iniciar uma sessão gerenciada. Por padrão, todas as localidades compatíveis com o Google Chrome OS estão listadas em ordem alfabética. É possível usar esta política para mover um conjunto de localidades recomendadas para o topo da lista.
Se esta política não for definida, a localidade da IU atual será pré-selecionada.
Se esta política for definida, as localidades recomendadas serão movidas para o topo da lista e ficarão visualmente separadas de todas as outras localidades. As localidades recomendadas serão listadas na ordem em que aparecem na política. A primeira localidade recomendada será pré-selecionada.
Quando há mais de uma localidade recomendada, presume-se que os usuários queiram escolher entre elas. A seleção de localidade e de layout do teclado é oferecida em destaque ao iniciar uma sessão gerenciada. Caso contrário, considera-se que a maioria dos usuários quer usar a localidade pré-selecionada. A oferta de seleção de localidade e de layout do teclado terá menos destaque ao iniciar uma sessão gerenciada.
Quando esta política for definida e o login automático estiver ativado (consulte as políticas |DeviceLocalAccountAutoLoginId| e |DeviceLocalAccountAutoLoginDelay|), a sessão gerenciada iniciada automaticamente usará a primeira localidade recomendada e o layout de teclado mais comum correspondente à localidade em questão.
O layout de teclado pré-selecionado sempre será o layout mais comum correspondente à localidade pré-selecionada.
Esta política só pode ser definida conforme recomendado. É possível usar esta política para mover um conjunto de localidades recomendadas para o topo da lista, mas os usuários sempre poderão escolher qualquer localidade compatível com o Google Chrome OS para a sessão deles.
Controla a ocultação automática da estante do Google Chrome OS.
Se esta política estiver definida como "AlwaysAutoHideShelf", a estante sempre será ocultada automaticamente.
Se esta política estiver definida como "NeverAutoHideShelf", a estante nunca será ocultada automaticamente.
Se esta política for definida, os usuários não poderão alterar nem substituí-la.
Se esta política não for definida, os usuários poderão decidir se a estante deve ser ocultada automaticamente.
Ativa ou desativa os atalhos dos aplicativos na barra de favoritos.
Se essa política não for definida, o usuário poderá optar por mostrar ou ocultar os atalhos dos aplicativos no menu de contexto da barra de favoritos.
Se essa política for configurada, o usuário não poderá alterá-la, e os atalhos dos aplicativos serão sempre exibidos ou nunca exibidos.
Se esta política estiver ativada, um grande botão vermelho de logout será mostrado na bandeja do sistema enquanto uma sessão estiver ativa e a tela não estiver bloqueada.
Se a política estiver desativada ou não for especificada, esse botão não será exibido na bandeja do sistema.
Ativa a compatibilidade com Signed HTTP Exchange (SXG).
Se esta política não for definida ou for definida como "Ativada", o Google Chrome aceitará conteúdos da Web exibidos como Signed HTTP Exchanges.
Se esta política for definida como "Desativada", as Signed HTTP Exchanges não poderão ser carregadas.
Esta política está obsoleta, portanto, é recomendável usar BrowserSignin.
Permite que o usuário faça login no Google Chrome.
Se você definir esta política, será possível configurar se o usuário poderá fazer login no Google Chrome. A definição desta política como "False" impedirá o funcionamento dos apps e extensões que usam a API chrome.identity. Em vez disso, você pode usar SyncDisabled.
Recomendamos que você consulte a configuração da política IsolateOrigins para ter isolamento e limitar o impacto aos usuários, usando IsolateOrigins com uma lista dos sites que você quer isolar. Essa configuração, SitePerProcess, isola todos os sites. Se a política estiver ativada, cada site será executado com o próprio processo. Se a política estiver desativada, os recursos IsolateOrigins e SitePerProcess serão desativados. Os usuários ainda poderão ativar SitePerProcess manualmente por sinalização da linha de comando. Se a política não for configurada, o usuário poderá alterar essa configuração. No Google Chrome OS, também é recomendado definir a política do dispositivo DeviceLoginScreenSitePerProcess com o mesmo valor. Se os valores especificados pelas duas políticas não coincidirem, poderá haver um atraso ao iniciar a sessão do usuário enquanto o valor especificado pela política do usuário estiver sendo aplicado.
OBSERVAÇÃO: esta política não se aplica ao Android. Para habilitar SitePerProcess no Android, use a configuração de política SitePerProcessAndroid.
Veja a configuração da política IsolateOriginsAndroid para ter os melhores resultados do isolamento e impacto limitado para o usuário, utilizando IsolateOriginsAndroid com uma lista de sites que você quer isolar. Esta configuração, SitePerProcessAndroid, isola todos os sites. Se a política estiver ativada, cada site será executado no próprio processo. Se a política estiver desativada, não haverá nenhum isolamento explícito de sites, e as versões de teste de IsolateOriginsAndroid e SitePerProcessAndroid serão desativadas. Os usuários ainda conseguirão ativar SitePerProcess manualmente. Se a política não estiver configurada, o usuário poderá alterar essa configuração.
OBSERVAÇÃO: no Android, o isolamento de sites é experimental. A compatibilidade será aprimorada com o tempo, mas pode haver problemas de desempenho por enquanto.
OBSERVAÇÃO: esta política só se aplica ao Chrome no Android sendo executado estritamente em dispositivos com mais de 1 GB de RAM. Para aplicar a política em plataformas não Android, use SitePerProcess.
Se esta configuração estiver ativada, os usuários poderão fazer login nas próprias contas com o Smart Lock. Esse é um comportamento mais permissivo do que o esperado para o Smart Lock, que permite apenas que usuários desbloqueiem as respectivas telas.
Se esta configuração estiver desativada, os usuários não terão permissão para usar o login do Smart Lock.
Se esta política não for definida, o comportamento padrão será não permitir o login para usuários gerenciados por empresas e permitir o login para usuários não gerenciados.
Se esta configuração estiver ativada, os usuários poderão configurar os dispositivos para sincronizar mensagens SMS entre os smartphones e Chromebooks deles. Se esta política for permitida, os usuários precisarão aceitar explicitamente esse recurso concluindo um fluxo de configuração. Após a conclusão desse fluxo, eles poderão enviar e receber mensagens SMS no Chromebook.
Se esta configuração estiver desativada, os usuários não terão permissão para configurar a sincronização de SMS.
Se esta política não for definida, o padrão será "não permitido" para usuários gerenciados e "permitido" para usuários não gerenciados.
O Google Chrome pode usar um serviço da web do Google para ajudar a resolver erros de ortografia. Se esta configuração for ativada, esse serviço será sempre usado. Se esta configuração for desativada, esse serviço nunca será usado.
A verificação ortográfica ainda poderá ser realizada utilizando-se um dicionário baixado; esta política só controla o uso do serviço on-line.
Se esta configuração não for feita, os usuários poderão escolher se o serviço de verificação ortográfica deve ser usado ou não.
Se esta política for ativada ou não for definida, o usuário poderá usar a correção ortográfica.
Se esta política for desativada, o usuário não poderá usar a correção ortográfica. As políticas SpellcheckLanguage e SpellcheckLanguageBlacklist também serão ignoradas quando esta política estiver desativada.
Força a ativação da correção ortográfica de idiomas. Idiomas não reconhecidos incluídos na lista serão ignorados.
Se esta política for ativada, a correção ortográfica será ativada para os idiomas especificados, além dos idiomas para os quais o usuário tiver ativado a correção.
Se esta política não for definida ou for desativada, não haverá alterações nas preferências de correção ortográfica do usuário.
Se a política SpellcheckEnabled for definida como desativada, esta política não terá efeito.
Se um idioma estiver incluído tanto nesta política quanto na SpellcheckLanguageBlacklist, esta política terá prioridade e a correção ortográfica do idioma será ativada.
Os idiomas compatíveis no momento são: af, bg, ca, cs, da, de, el, en-AU, en-CA, en-GB, en-US, es, es-419, es-AR, es-ES, es-MX, es-US, et, fa, fo, fr, he, hi, hr, hu, id, it, ko, lt, lv, nb, nl, pl, pt-BR, pt-PT, ro, ru, sh, sk, sl, sq, sr, sv, ta, tg, tr, uk, vi.
Força a desativação da correção ortográfica de idiomas. Idiomas não reconhecidos incluídos na lista serão ignorados.
Se esta política for ativada, a correção ortográfica será desativada para os idiomas especificados. O usuário pode ativar ou desativar a correção ortográfica para idiomas que não estiverem presentes na lista.
Se esta política não for definida ou for desativada, não haverá alterações nas preferências de correção ortográfica do usuário.
Se a política SpellcheckEnabled for definida como desativada, esta política não terá efeito.
A política SpellcheckLanguage tem prioridade sobre esta. Se um idioma estiver incluído nas duas políticas, a correção ortográfica desse idioma será ativada.
Os idiomas compatíveis no momento são: af, bg, ca, cs, da, de, el, en-AU, en-CA, en-GB, en-US, es, es-419, es-AR, es-ES, es-MX, es-US, et, fa, fo, fr, he, hi, hr, hu, id, it, ko, lt, lv, nb, nl, pl, pt-BR, pt-PT, ro, ru, sh, sk, sl, sq, sr, sv, ta, tg, tr, uk, vi.
Remove o aviso que é exibido quando o Google Chrome é executado em um computador ou sistema operacional com o qual não é mais compatível.
Desativa a sincronização de dados no Google Chrome usando os serviços de sincronização hospedados no Google e impede que os usuários alterem esta configuração.
Se você ativar esta configuração, os usuários não poderão alterá-la ou modificá-la no Google Chrome.
Se esta política não for configurada, o usuário poderá escolher se deseja usa o Google Sync ou não.
Para desativar completamente o Google Sync, recomendamos que você desative o serviço do Google Sync no Google Admin Console.
Esta política não deve ser ativada quando a política RoamingProfileSupportEnabled estiver definida como ativada porque esse recurso usa a mesma funcionalidade do lado do cliente. Nesse caso, a sincronização hospedada pelo Google é completamente desativada.
A desativação do Google Sync fará com que o recurso de backup e restauração do Android não funcione corretamente.
O recurso de ciclos de vida de guias recupera a CPU e a memória associadas à execução de guias que não foram usadas por um longo período, primeiro acelerando-as, depois congelando-as e, finalmente, descartando-as.
Se a política for definida como "falsa", os ciclos de vida de guias serão desativados, e todas as guias funcionarão normalmente.
Se a política for definida como "verdadeira" ou não for especificada, os ciclos de vida de guias serão ativados.
Se definida como falsa, o botão "Encerrar processo" será desativado no Gerenciador de tarefas.
Se definida como verdadeira ou se não for configurada, o usuário poderá encerrar processos no Gerenciador de tarefas.
Define os Termos de Serviço que o usuário deve aceitar antes de iniciar uma sessão da conta local do dispositivo.
Se esta política for definida, o Google Chrome OS fará o download dos Termos de Serviço e os apresentará ao usuário no início de uma sessão da conta local do dispositivo. O usuário só poderá iniciar a sessão após aceitar os Termos de Serviço.
Se esta política não for definida, os Termos de Serviço não serão mostrados.
A política deve ser definida para um URL a partir do qual o Google Chrome OS possa fazer o download dos Termos de Serviço. Os Termos de Serviço devem estar em texto sem formação, com tipo de texto MIME text/plain. Não são permitidas marcações.
Se a política for definida como falsa, o software de terceiros terá permissão para injetar um código executável nos processos do Chrome. Se a política não for definida ou for definida como verdadeira, o software de terceiros será impedido de injetar o código executável nos processos do Chrome.
Esta política é definida de modo a ativar o teclado virtual como um dispositivo de entrada no ChromeOS. Os usuários não podem substituir essa política.
Se a política é definida como "true", o teclado virtual na tela sempre fica ativado.
Se for definida como "false", o teclado virtual na tela sempre fica desativado.
Se você define esta política, os usuários não podem alterá-la ou substituí-la. Entretanto, eles ainda podem ativar/desativar um teclado de acessibilidade na tela que prevalece sobre o teclado virtual controlado por esta política. Veja a política |VirtualKeyboardEnabled| para controle do teclado de acessibilidade na tela.
Se esta política não é definida, o teclado na tela fica desativado inicialmente, mas pode ser ativada pelo usuário a qualquer hora. Regras heurísticas também podem ser usadas para decidir quando o teclado deve ser exibido.
Ativa o serviço integrado Google Tradutor no Google Chrome.
Se você ativar esta configuração, o Google Chrome oferecerá funcionalidades de tradução para o usuário por meio de uma barra de ferramentas (quando apropriado) e uma opção de tradução no menu de contexto que aparece ao clicar com o botão direito do mouse.
Se você desativar esta configuração, todos os recursos de tradução serão desativados.
Se você ativar ou desativar esta configuração, os usuários não poderão alterá-la nem substituí-la no Google Chrome.
Se esta configuração for deixada sem definição, o usuário poderá optar por utilizar esta função ou não.
Esta política evita que o usuário carregue páginas da Web de URLs que constam em listas de proibições. A lista de proibições fornece uma relação de padrões de URL que especificam quais URLs serão incluídos na lista.
Um padrão de URL precisa ser formatado de acordo com https://www.chromium.org/administrators/url-blacklist-filter-format.
É possível definir exceções na política da lista de permissões de URL. Essas políticas são limitadas a mil entradas. As entradas subsequentes serão ignoradas.
Não é recomendado bloquear URLs internos de "chrome://*", já que isso pode causar erros inesperados.
Na versão M73, é possível bloquear URLs de "javascript://*" . No entanto, isso só se aplica a JavaScript inserido na barra de endereço (ou, por exemplo, bookmarklets). Desde que os dados sejam dinamicamente carregados, os URLs JavaScript na página não estão sujeitos a esta política. Por exemplo, se você bloquear "example.com/abc", ainda será possível carregar "example.com/abc" na página "example.com" por meio de XMLHTTPRequest.
Se esta política não for definida, nenhum URL será inserido na lista de proibições do navegador.
Os apps Android podem optar voluntariamente por respeitar essa lista. Não é possível forçá-los a respeitá-la.
Permite acesso aos URLs listados, como exceções à lista de proibições de URLs.
Consulte a descrição da política de lista de proibições de URLs para saber o formato das entradas dessa lista.
Esta política pode ser usada para abrir exceções a listas negras restritivas. Por exemplo, '*' pode ser incluído na lista de proibições para bloquear todas as solicitações, e esta política pode ser usada para permitir o acesso uma lista limitada de URLs. Ela pode ser usada para abrir exceções a certos esquemas, subdomínios de outros domínios, portas ou caminhos específicos.
O filtro mais específico determinará se um URL é bloqueado ou permitido. A lista de permissões tem precedência sobre a lista de proibições.
Esta política é limitada a 1.000 entradas. Entradas subsequentes serão ignoradas.
Se esta política não for definida, não haverá exceções para a lista de proibições na política "URLBlacklist".
Os apps Android podem optar voluntariamente por respeitar essa lista. Não é possível forçá-los a respeitá-la.
Se essa política for configurada como "true", a área de trabalho unificada será ativada por padrão, o que permite que os aplicativos abranjam várias telas. O usuário pode desativar a área de trabalho unificada para telas individuais desmarcando-a nas configurações de exibição.
Se essa política for configurada como "false" ou não configurada, a área de trabalho unificada será desativada. Nesse caso, não será possível ativar o recurso.
Uso suspenso no M69. Em vez dela, use OverrideSecurityRestrictionsOnInsecureOrigin.
A política especifica uma lista de origens (URLs) ou padrões de nome de host (como "*.example.com") aos quais as restrições de segurança sobre origens não seguras não se aplicam.
O objetivo é permitir que organizações coloquem origens na lista de permissões para aplicativos legados que não implantam TLS, ou que elas configurem um servidor temporário para o desenvolvimento interno da Web, de modo que os desenvolvedores delas possam testar recursos que exigem contextos seguros sem precisar implantar TLS no servidor temporário. Esta política também impedirá que a origem seja rotulada como "Não segura" na omnibox.
Definir uma lista de URLs nesta política tem o mesmo efeito que definir a sinalização de linha de comando "--unsafely-treat-insecure-origin-as-secure" para uma lista com os mesmos URLs separados por vírgula. Se a política for definida, ela modificará a sinalização de linha de comando.
O uso desta política foi suspenso no M69 para implementar a OverrideSecurityRestrictionsOnInsecureOrigin. Se as duas políticas estiverem presentes, OverrideSecurityRestrictionsOnInsecureOrigin modificará esta política.
Para ver mais informações sobre contextos seguros, acesse https://www.w3.org/TR/secure-contexts/
Ativa a coleta de dados anônimos inseridos no URL no Google Chrome e impede que os usuários alterem essa configuração.
A coleta de dados anônimos inseridos no URL envia o URL de páginas que o usuário visita para o Google para melhorar as pesquisas e a navegação.
Se você ativar essa política, a coleta de dados anônimos inseridos no URL estará sempre ativa.
Se você desativar essa política, a coleta de dados anônimos inseridos no URL nunca estará ativa.
Se essa política não for configurada, a coleta de dados anônimos inseridos no URL estará ativa, mas o usuário poderá alterar isso.
Permite bloquear a sessão do usuário com base no tempo do cliente ou na cota de uso diária.
O |time_window_limit| especifica uma janela diária em que a sessão do usuário precisa ser bloqueada. É permitida apenas uma regra para cada dia da semana, portanto, o tamanho da matriz |entries| pode variar de 0 a 7. |starts_at| e |ends_at| são o início e o fim do limite da janela. Quando |ends_at| é menor do que |starts_at|, isso significa que |time_limit_window| termina no dia seguinte. |last_updated_millis| é o carimbo de data/hora UTC da última atualização dessa entrada e é enviado como uma string, porque o carimbo de data/hora não se enquadra como um número inteiro.
O |time_usage_limit| especifica uma cota de tela diária, de modo que, quando o usuário atinge esse limite, a sessão do usuário é bloqueada. Há uma propriedade para cada dia da semana, que precisará ser definida apenas se existir uma cota ativa para esse dia. |usage_quota_mins| é a quantidade de tempo que o dispositivo gerenciado pode ser usado em um dia, e |reset_at| é o momento em que a cota de uso é renovada. O valor padrão para |reset_at| é meia-noite ({'hour': 0, 'minute': 0}). |last_updated_millis| é o carimbo de data/hora UTC para o último horário em que essa entrada foi atualizada e é enviado como uma string, porque o carimbo de data/hora não se enquadra como um número inteiro.
|overrides| é fornecido para invalidar temporariamente uma ou mais regras anteriores. * Se time_window_limit e time_usage_limit estiverem inativos, será possível usar |LOCK| para bloquear o dispositivo. * |LOCK| bloqueia temporariamente uma sessão de usuário até que o próximo time_window_limit ou time_usage_limit seja iniciado. * |UNLOCK| desbloqueia uma sessão de usuário por time_window_limit ou time_usage_limit. |created_time_millis| é o carimbo de data/hora UTC para criação de uma modificação e é enviado como uma string, porque o carimbo de data/hora não se enquadra como um número inteiro. É usado para determinar se essa modificação ainda precisa ser aplicada. Se o recurso de limite de tempo ativo atual (limite de tempo de uso ou limite de tempo de janela) começa depois que a modificação é criada, nenhuma ação é tomada. Além disso, se a modificação foi criada antes da última alteração do time_window_limit ou time_usage_window ativos, ela não deve ser aplicada.
Várias modificações podem ser enviadas, mas a entrada válida mais recente é a que será aplicada.
Esta política permite que você configure a imagem de avatar que representa o usuário na tela de login. A política é definida pela especificação do URL do qual o Google Chrome OS pode fazer o download da imagem de avatar e de uma hash criptográfica usada para verificar a integridade do download. A imagem precisa estar no formato JPEG. O tamanho não pode ser superior a 512 KB. É necessário que o URL possa ser acessado sem qualquer tipo de autenticação.
A imagem de avatar será transferida por download e armazenada em cache. O download será refeito sempre que o URL ou a hash mudarem.
A política precisa ser especificada como uma string que expressa o URL e a hash no formato JSON, de acordo com este esquema: { "type": "object", "properties": { "url": { "description": "URL de onde a imagem de avatar pode ser transferida por download.", "type": "string" }, "hash": { "description": "A hash SHA-256 da imagem de avatar.", "type": "string" } } }
Se esta política for definida, o Google Chrome OS fará o download e usará a imagem de avatar.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se a política não for definida, o usuário poderá escolher a imagem de avatar que o representará na tela de login.
Configura o diretório que o Google Chrome usará para armazenar dados do usuário.
Se você definir esta política, o Google Chrome usará o diretório fornecido independentemente de o usuário ter especificado a sinalização "--user-data-dir" ou não. Para evitar perda de dados ou outros erros inesperados, esta política não deve ser definida para um diretório raiz de volume ou um diretório usado para outros fins, pois o Google Chrome gerencia seus conteúdos.
Consulte https://www.chromium.org/administrators/policy-list-3/user-data-directory-variables para ver uma lista de variáveis que podem ser usadas.
Se esta política for deixada sem definição, o caminho padrão de perfil será usado, e o usuário poderá substituí-lo pela sinalização de linha de comando "--user-data-dir".
Controla o nome da conta que o Google Chrome OS mostra na tela de login para a conta local de dispositivo correspondente.
Se esta política estiver definida, a tela de login usará a string especificada no seletor de login baseado em imagem para a conta local de dispositivo correspondente.
Se a política não estiver definida, o Google Chrome OS usará o ID da conta de e-mail da conta local de dispositivo como nome de exibição na tela de login.
Esta política é ignorada para contas de usuário comuns.
Se esta política for ativada ou não for configurada (padrão), o usuário receberá uma solicitação para acesso de captura de vídeo, exceto para URLs configurados na lista VideoCaptureAllowedUrls, que terão acesso sem precisar de solicitação.
Quando esta política for desativada, o usuário nunca receberá solicitações, e a captura de vídeo ficará disponível apenas para URLs configurados em VideoCaptureAllowedUrls.
Esta política afeta todos os tipos de entradas de vídeo, não só a câmera integrada.
Os padrões desta lista serão comparados com a origem de segurança do URL solicitante. Se uma correspondência for encontrada, o acesso aos dispositivos de captura de vídeo será concedido sem solicitação.
OBSERVAÇÃO: até a versão 45, esta política era compatível apenas com o modo quiosque.
Permitir que o usuário gerencie conexões VPN.
Se esta política for definida como false, todas as interfaces de usuário do Google Chrome OS que permitem ao usuário desconectar ou modificar conexões VPN serão desativadas.
Se esta política não for definida ou for definida como true, os usuários poderão desconectar ou modificar as conexões VPN como de costume.
Se a conexão VPN for criada por meio de um app de VPN, a IU dentro do app não será afetada pela política. Portanto, o usuário ainda poderá usar o app para modificar a conexão VPN.
Esta política precisa ser usada em conjunto com o recurso "VPN sempre ativa", que permite ao administrador optar por estabelecer uma conexão VPN na inicialização.
Permite desativar a otimização da descoberta automática de proxies da Web (WPAD, na sigla em inglês) no Google Chrome.
Se esta política for definida como "false", a otimização de WPAD será desativada, fazendo com que o Google Chrome tenha que esperar mais tempo por servidores de WPAD baseados em DNS. Se a política não estiver definida ou estiver ativada, a otimização de WPAD será ativada.
Independentemente de se ou como esta política está definida, a configuração de otimização de WPAD não pode ser alterada pelos usuários.
Esta política permite que você configure a imagem de plano de fundo mostrada na área de trabalho e na tela de login do usuário. A política é definida ao especificar o URL a partir do qual o Google Chrome OS pode fazer o download da imagem de plano de fundo e uma hash criptográfica usada para verificar a integridade do download. A imagem precisa estar no formato JPEG, e o tamanho desse arquivo não pode ultrapassar 16 MB. É necessário que o URL possa ser acessado sem qualquer tipo de autenticação.
A imagem do plano de fundo é transferida por download e armazenada em cache. O download será refeito sempre que o URL ou a hash mudarem.
A política precisa ser especificada como uma string que expressa o URL e a hash no formato JSON, de acordo com este esquema: { "type": "object", "properties": { "url": { "description": "URL de onde a imagem de plano de fundo pode ser transferida por download.", "type": "string" }, "hash": { "description": "A hash SHA-256 da imagem do plano de fundo.", "type": "string" } } }
Se esta política for definida, o Google Chrome OS fará o download e usará a imagem do plano de fundo.
Se você definir esta política, os usuários não poderão alterá-la ou substituí-la.
Se a política não for definida, os usuários poderão escolher uma imagem para ser exibida na área de trabalho e na tela de login.
Especifica uma lista de sites que são instalados silenciosamente, sem qualquer interação do usuário e sem permitir a desinstalação nem a desativação feita por ele.
Cada item de lista da política é um objeto com um elemento obrigatório: "url" e dois elementos opcionais, que são "default_launch_container" e "create_desktop_shortcut". É necessário que "url" seja o URL do app da Web a ser instalado, "launch_container" seja "window" ou "tab" para indicar como o app da Web será aberto depois de instalado, e que "create_desktop_shortcut" seja verdadeiro se um atalho na área de trabalho precisar ser criado no Linux e no Windows. Se "default_launch_container" for omitido, o app será aberto em uma guia por padrão. Seja qual for o valor de "default_launch_container", os usuários poderão alterar em qual contêiner o app será aberto. Se "create_desktop_shortcuts" for omitido, nenhum atalho será criado na área de trabalho.
Esta política permite que os usuários do recurso WebDriver modifiquem políticas que possam interferir na operação.
Atualmente, esta política desativa as políticas SitePerProcess e IsolateOrigins.
Se a política for desativada, o WebDriver poderá modificar políticas incompatíveis. Se a política for desativada ou não for configurada, o WebDriver não terá permissão para modificar políticas incompatíveis.
Se a política for definida como verdadeira, o Google Chrome poderá coletar logs de eventos WebRTC dos serviços do Google (por exemplo, Google Meet) e fazer upload desses logs para o Google.
Se a política for definida como falsa ou não for definida, o Google Chrome não poderá coletar nem fazer upload desses logs.
Esses logs contêm informações de diagnóstico importantes ao depurar problemas com chamadas de áudio ou videochamadas no Chrome, como o horário e o tamanho de pacotes RTP enviados e recebidos, feedback sobre congestionamento na rede e metadados sobre o horário e a qualidade de frames de áudio e vídeo. Esses registros não possuem conteúdo de áudio ou vídeo da chamada.
Essa coleta de dados feita pelo Chrome só pode ser acionada pelos serviços da Web do Google, como o Hangouts ou o Google Meet.
Por meio de um código de sessão, o Google pode associar esses logs com outros coletados pelo próprio serviço do Google, com a finalidade de facilitar a depuração.
Se a política for configurada, o alcance da porta UDP usado por WebRTC será restrito ao intervalo de porta especificado (endpoints inclusos).
Se a política não for configurada ou for definida para a string em branco ou um alcance de porta inválido, o WebRTC terá permissão para usar qualquer porta UDP local disponível.
Se esta política for definida como verdadeira ou não for configurada, o navegador mostrará novamente a página de boas-vindas na primeira execução após um upgrade do SO.
Se esta política for definida como falsa, o navegador não mostrará novamente a página de boas-vindas na primeira execução após um upgrade do SO.