CIB-E/PB
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Atas

Calendário 2000

 

 

 

 

ATA DA 65ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA CIB/E-PB

  1. Aos vinte e sete dias do mês de julho de mil novecentos e
  2. Noventa e nove, às quatorze horas e trinta minutos, no Auditório
  3. CEFOR, realizou-se a 65ª ( sexagésima Quinta ) Reunião
  4. Ordinária da CIB/E-PB. Dr. José Maria dá início a reunião, passa
  5. aos informes. Dr. José Eymard informa sobre a realização da I
  6. Conferência Intermunicipal de Saúde e a III Conferência Municipal de
  7. Saúde do Município de João Pessoa, realizada no
  8. período de 21 a 24 de julho, no Espaço Cultural, que contou com a
  9. presença dos municípios de Cabedelo, Santa Rita,
  10. Bayeux e João Pessoa. Foi proveitoso e pela primeira vez
  11. Procurou tratar dos problemas comuns a área metropolitana,
  12. procurando soluções. Houve participação efetiva da SES,
  13. agradeço a cooperação. Dra. Lúcia informa que, será realizado
  14. no Rio de Janeiro, de 26 a 30 de agosto, o XV Congresso de
  15. Secretários de Saúde, a nível nacional, estaremos com um
  16. Stand da Paraíba, tanto do COPASEMS como da participação
  17. da SES, tudo indica que mostraremos a experiência bem
  18. sucedida do consórcio intermunicipal de saúde. Outra
  19. Informação, estaremos participando em Recife, nos dias
  20. 28,29 e 30 de julho, de um Seminário sobre Materno – Infantil
  21. e lembrar da campanha de vacinação do dia 14 de agosto, é
  22. importante o empenho dos Secretários de Saúde. Dr.
  23. Lindemberg informa que, aconteceu em Brasília no dia 22, o
  24. retorno da Tripartite, temos algumas inquietações na forma
  25. em que se dá, existe uma grande exigência e pressão da SAS e
  26. MS, de restringir ao máximo a participação do CONASS e
  27. CONASEMS, na Tripartite, ou seja ter acesso ao ambiente de
  28. discussão para participar como ouvinte e em algumas
  29. situações ter voz. Será uma reunião apenas com os
  30. representantes titulares do MS, CONASS e CONASEMS. É uma
  31. regra de funcionamento e houve reação do CONASS e
  32. CONASEMS. Ficou acertado que as reuniões vão ser
  33. descentralizadas em Brasília, a próxima será no Rio Grande
  34. do Sul e a outra talvez seja em Teresina. A idéia é que a
  35. discussão já chegue pronta na Tripartite para ligeiros
  36. comentários e homologação da pauta. Informa sobre as
  37. Endemias, diz que falou com o Dr. Ubiratan ( AL ), que estava
  38. um pouco parado a descentralização da FNS, que os
  39. municípios estavam cobrando uma série de questões, que
  40. avançamos com relação ao Consórcio e precisamos dar uma
  41. resposta, ele colocou que existe a proposta de passar
  42. patrimônio, pessoal, recurso, tudo para a esfera estadual, está
  43. em um documento interno da Fundação, uma
  44. descentralização sumária, o documento precisa ser aprovado
  45. pelo Presidente e Chamará o CONASS e o CONASEMS, para
  46. jogar a proposta e a partir daí, o Estado define o processo de
  47. descentralização com relação aos municípios. Uma coisa está
  48. claro, o orçamento do ano 2.000, o recurso para saneamento
  49. sai de dentro da fundação, o resto não está muito claro. Dra.
  50. Edjanece informa que foram enviados os Termos de Adesão da
  51. Farmácia Básica, dos municípios de são José do Bonfim,
  52. Várzea, Emas, Salgadinho, Umbuzeiro, Algodão de Jandaíra,
  53. Tenório, Ingá, Santa Helena, Conceição e Ibiara, foram
  54. enviados essa semana. Dr. Lindemberg informa sobre a
  55. questão da Habilitação, na Tripartite foram habilitados mais
  56. alguns estados na Avançada. Com a Plena de Sistema, o
  57. placar das habilitações na Paraíba é o seguinte: 03 municípios
  58. na Plena de Sistema, 207 municípios na Atenção Básica, no
  59. total de 210 municípios Habilitados. A Tripartite está mais
  60. rigorosa na avaliação para a Habilitação Avançada, 08
  61. pediram e só 01 foi aprovado. Dra. Lourdes da Tripartite
  62. estará em João Pessoa, dia l4, para participar da reunião da
  63. Bipartite. Discutiremos o 2º semestre, a questão das Plenas
  64. de sistema. Dr. José Maria parabeniza os municípios que
  65. participaram da I Conferência Intermunicipal de Saúde, que
  66. tem problemas incomuns é importante discutir e procurar
  67. soluções. Diz que lamenta e fica preocupado, estranhamente
  68. participou como convidado da abertura, representando o
  69. Governo e não teve direito a voz naquela ocasião. Acrescenta
  70. dizendo que achava que no momento da discussão sobre a
  71. questão da Saúde, com relação aos quatro municípios, não
  72. poderia deixar de ser feito, a palavra do Gestor e a palavra do
  73. Governador do Estado, afirma ser estranho e lamenta. Pede
  74. que conste em Ata. Acrescenta que, existe a preocupação
  75. porque era justamente o momento da discussão das questões
  76. para o novo milênio e não acredita que o Gestor Estadual vai
  77. ficar excluído, ele deve estar presente nas discussões
  78. relacionadas à saúde. Continua dizendo que, espera que esses
  79. encontros se repitam no Estado, em outras áreas
  80. metropolitanas como Patos, Sousa, Campina Grande, é
  81. realmente de suma importância. Parabeniza os 04 municípios
  82. pede ao COPASEMS que se engaje nessa luta, nesse trabalho
  83. com o restante do Estado. Dr. José Eymard diz que lamenta o
  84. ocorrido, houve uma falha técnica, uma questão de horário, a
  85. Coordenação do evento teve que cortar algumas falas e
  86. lamentavelmente aconteceu, houve um corte na fala do
  87. Secretário, que representava o Governador, pede desculpas
  88. em nome da Comissão e diz que espera que isso não se repita,
  89. acrescenta que quando falaram no SUS, citaram as três
  90. esferas de Governo, é por isso que o Gestor Estadual deve-se
  91. fazer presente, nesse milênio, no próximo e sempre. Dr. José
  92. Maria diz que concorda e que essa presença tem que existir
  93. não só no virtual, mais no real, em ocasiões como Gestor,
  94. com direito a fala. Acrescenta que há três anos passados
  95. foram questionados, quando realizaram a Conferência
  96. Estadual de Saúde, na composição da mesa de abertura,
  97. mesmo colocando a participação dos outros parceiros do SUS,
  98. Trabalhador de saúde, o Prestador de Saúde e o Usuário,
  99. naquela época também não estavam participando na abertura
  100. essas composições. Dr. José Maria passa ao ítem III,
  101. Aprovação e assinatura da Ata 62ª Reunião Ordinária, põe em
  102. discussão, em votação, foi aprovada. Entrega da Ata 26ª
  103. Reunião Extraordinária. Passa ao Expediente. Dra. Edjanece
  104. lê o Ofício N.º48/99, do COPASEMS, que solicita a inclusão na
  105. próxima reunião do Relatório da Auditoria Tripartite,
  106. Competência Março/99, do município de Esperança,
  107. Instância e Decisão da CIB e CES, aprovação e conhecimento.
  108. Definição da gestão de Campina Grande e João Pessoa;
  109. Aumento do Teto de AIHs públicos para Campina Grande,
  110. com o objetivo de atender às referências; Setorização dos
  111. Hospitais conveniados do SUS, em Campina grande,
  112. referentes aos municípios. Dra. Lúcia diz que solicitou a
  113. inclusão. Afirma não ser crítica é um processo novo e como
  114. COPASEMS diz estar preocupada com a setorização que está
  115. havendo por parte dos profissionais de saúde de Campina
  116. Grande e dos Prestadores de Serviços, acrescenta que não
  117. foram convidados para discutir, se foi bom ou ruim para os
  118. municípios que referenciaram para Campina Grande,
  119. enquanto os Prestadores de serviços de Campina Grande não
  120. entenderem que o número de AIHs destinados a Campina
  121. Grande não é só de Campina Grande, é referência dos 42 ou
  122. quase 100 municípios, que acreditaram no serviço prestado
  123. por campina Grande, não teremos condições de negociar,
  124. porque até o momento não fomos convocados para nenhuma
  125. discussão, para saber se a setorização melhorou ou piorou
  126. para os municípios, porque ainda é uma discussão interna,
  127. mais antes de chegar a esse nível, queremos mostrar a nossa
  128. preocupação enquanto município, que temos a rede de
  129. Campina Grande como referência para nós, ou proposital ou
  130. porque não estão entendendo, não sei. Sei que os municípios
  131. estão no samba do crioulo doido, rodando os hospitais com
  132. os seus doentes, sem saber para onde mandar, porque entendi
  133. que esse processo só iria iniciar a partir de 1º de Agosto, não
  134. houve esse entendimento, começou antes, não sabemos se foi
  135. proposital, não deu para entrar nessa pauta por ser extensa,
  136. mais eu gostaria que na próxima entrasse, para que pudesse
  137. conhecer melhor o processo. Dr. Paulo coloca que entendeu o
  138. que Dr. José Maria falou sobre não ter voz na Conferência,
  139. coloco o estranhamento de Campina Grande quando se
  140. discute uma setorização onde existe uma Gestão Plena de
  141. Sistema e o município não conhece a proposta que não está
  142. incluída no Plano Municipal de Saúde, na primeira instância
  143. de colocação de problemas de Saúde do município, não foi
  144. discutido que é o CMS, nem na Bipartite. Dr. José Maria diz
  145. não existir uma proposta de setorização, houve apenas uma
  146. discussão do Gestor com os Prestadores na possibilidade de
  147. poder fazer isso. Passa a Ordem do Dia – 1ª Parte – Processos
  148. de Habilitação – Processo N.º 07421/99, da prefeitura M. de
  149. Lagoa – Solicita Gestão Plena da Atenção Básica. Pergunta a
  150. Secretária Executiva se o Processo se encontra devidamente
  151. instruído. Dra. Edjanece responde que sim, põe em discussão,
  152. em votação, foi aprovado. Processo N.º 7323/99, da Prefeitura
  153. M. de Mato Grosso – Solicita Gestão Plena da Atenção Básica,
  154. põe em discussão, em votação, foi aprovado. Ítem 2 –
  155. Processos de Investimento. 2.1- Processo N.º 8217/99, da
  156. Prefeitura M. de lagoa de Dentro – Solicita ao MS, aquisição
  157. de um Gabinete Odontológico. Valor total: R$ 38.850,00 (
  158. trinta e oito mil, oitocentos e cinqüenta reais ), põe em
  159. discussão. Alguns membros da Bipartite questionaram o
  160. valor. Dr. José Maria põe em votação, não foi aprovado. 2.2-
  161. Processo N.º7550/99, da Prefeitura M. de Campo de Santana –
  162. Solicita ao MS, aquisição de um Equipo Odontológico. Valor
  163. total: R$ 5.590,00 ( cinco mil, quinhentos e noventa reais ).
  164. Põe em discussão, em votação, foi aprovado. Ítem 2.3-
  165. Processo N.º 8289/99, da Prefeitura M. de Serra Branca –
  166. Solicita ao MS, recursos para reforma e ampliação do Hospital
  167. Municipal Alice Gaudêncio. Valor total: R$ 464.415,87 (
  168. quatrocentos e sessenta e quatro mil, quatrocentos e quinze
  169. reais e oitenta e sete centavos ). Dr. Estanislau diz que é
  170. precária as condições do Hospital. O município pediu a SES
  171. para fazer um projeto de recuperação total do Hospital e está
  172. negociando com o MS para conseguir esse recurso, no
  173. compromisso do serviço ficar a disposição do atendimento do
  174. Consórcio da Região do Cariri. Dra. Lúcia acrescenta que o
  175. Hospital tem laboratório, uma sala de parto, um Centro
  176. Cirúrgico e outras instalações, tem 51 leitos, todos em função
  177. do SUS. Faz 3.000 ( três mil ) atendimentos/mês, entre
  178. consultas médicas e odontológicas, exames laboratoriais,
  179. internamentos e cirurgias. Dra. Niedja diz que o Hospital, do
  180. jeito que está, não tem a mínima condição de funcionar. Dr.
  181. José Maria põe em discussão, em votação, foi aprovado. Passa
  182. ao ítem 3 – Processos de Cessão de Unidade. 3.1- Processo N.º
  183. 00539/99, da Prefeitura M. de Araçagi – Solicita Cessão de
  184. Uso e Pessoal dos Serviços do Estado: 1- Unidade Mista; 2-
  185. Posto de Saúde de Pitombas; 3- P. S. Santa Lúcia; 4- P. S. de
  186. Canafístula; 5- P. S. de Mulunguzinho, põe em discussão. Dra
  187. Lúcia diz que o município já se habilitou na Plena da Atenção
  188. Básica, agora está pedindo a Cessão das Unidades, é justo. Dr.
  189. José Maria põe em votação, foi aprovado. Passa ao ítem 4 –
  190. Processos de Combate às Carências Nutricionais. Solicitaram
  191. os municípios de Marí, Riachão do Bacarmate, São João do
  192. Cariri, São Miguel do Taipú, Tenório, Texeira, Gurjão e
  193. Marcação. Põe em discussão. Dra. Lúcia fala que saiu outra
  194. Portaria de Carências Nutricionais, onde foram feitas algumas
  195. modificações, é preciso que se discuta isso na próxima
  196. reunião. Dr. José Maria põe em votação, foi aprovado. Passa
  197. ao ítem 5- Declaração encaminhada "Ad Referendum",
  198. aprovando a Ampliação e/ou Implantação do PACS e/ou PSF
  199. dos municípios de: Duas Estradas, Matinhas, Remígio,
  200. Carrapateira, Montadas, Itapororoca, Capim, Juripiranga,
  201. Pedro Régis, Aroeira, Alhandra, Alagoa Grande, Lagoa Seca,
  202. Arara, Monteiro e Itatuba. Dra. Edjanece esclarece que vem
  203. especificado na declaração quando é PACS, a quantidade de
  204. Agente Comunitários e quando é PSF e quantas equipes. Dr.
  205. José Maria põe em votação, foi aprovado. Acrescenta que o
  206. item 6 faz parte da 2ª Parte a Reunião. Passa para a 2ª Parte
  207. da reunião, item 1 – Discussão e Aprovação do Manual de
  208. Tratamento Fora do Domicílio. Dr. Manoel Lins ( NUSESP)
  209. diz que o TFD desde a mudança do ex INAMPS, com a Port.
  210. 55/SAS, ela cobra da SES uma normatização, um estatuto,
  211. tentamos elaborar fundamentada na legislação do INAMPS e
  212. as Portarias vigentes. Sugere que fosse lida e no caso de
  213. dúvidas seriam esclarecidas. Dr. José Maria pergunta se todos
  214. receberam a Cópia, os membros afirmaram ter recebido mas
  215. não leram e pedem para que seja discutido na próxima
  216. reunião. Acrescenta que na reunião do dia 06/08/99, se não
  217. chegar alguma informação, subtende-se que foi aprovado, se o
  218. COPASEMS não se pronunciar. Passa ao item 2 – Resolução
  219. do Teto Financeiro Global para os Municípios, diz que o item
  220. 2 fica prejudicado pelo item 5 – Pactuação da Gestão da
  221. Assistência de João Pessoa e Campina Grande. A nossa
  222. sugestão é que essa Resolução, venha para aprovação da
  223. Bipartite na próxima Reunião Ordinária. Por sugestão do
  224. COPASEMS o item 5, passa para o ítem 2. Dr. André diz que
  225. trouxe as planilhas que ocorreram depois da reunião onde os
  226. Gestores de Campina Grande e de João Pessoa reunidos
  227. fizeram uma discussão e avançou-se ou discutiu-se, saiu uma
  228. proposta com relação a João Pessoa, Campina Grande
  229. retornou a S.E.S, há uma semana atrás ( Sexta feira )
  230. trazendo uma proposta com relação as AIHs públicas e trouxe
  231. as planilhas para uma discussão geral. Explica sobre os
  232. recursos Tetos que giram dentro do Sistema de João Pessoa,
  233. em 97, R$ 28. 822. 911, 00, em 98, R$ 36. 857. 907, 00, em
  234. 99, uma proposta que gira em torno de R$ 60. 036.000,00,
  235. PAB, R$ 7.045,00, FAE, R$ 11.592.00, AIHs, já com discussão
  236. e reajuste feito anteriormente era R$ 24.744,00, passando
  237. para R$ 25.622,00, APAC R$ 12.000,00, diferença de 98, R$
  238. 1.000,00. A proposta foi discutida João Pessoa – PAB - Gestão
  239. João Pessoa FAE 1, R$ 6.923,00, AIH – R$ 25.622,00,
  240. impacto do Parto Gestante de Alto Risco e Diferença em 98, a
  241. recomposição sairia dos R$ 36.857,907,28 para R$
  242. 42.727.580,00 foi o último pacto feito. O Estado tem uma
  243. rede que disponibiliza recursos em torno de R$ 4.400.000,00,
  244. para o FAE 1 e FAE 2, em torno de vinte e quatro milhões e
  245. pouco o Estado faria gerencia de serviços e recursos para o
  246. FAE 1 que é o mesmo processo do PAB e Gestão do recurso
  247. para o FAE 2 dos R$ 25.622.000,00 de AIH, o Estado tem
  248. uma rede pública de hospitais que hoje tem o Cadastro com a
  249. capacidade de serviços que lhe daria condições de conferir
  250. dos R$ 25.000.000,00 ( vinte e cinco milhões, seis milhões de
  251. reais ), R$ 6.555.077,00 ( seis milhões, quinhentos e
  252. cinqüenta e cinco mil e setenta e sete reais e o APAC, o
  253. Estado ficaria com R$ 29.956.196,72, que somado a R$
  254. 42.767.580,00, não dá R$ 60 milhões porque alguns itens são
  255. casados ou é gerência ou gestão. Essa é a proposta que foi
  256. discutida aqui e o que ficou acordado foi que, depois de
  257. aprovado caberia a SES disponibilizar técnicos para a
  258. instruturação dessa proposta. Sobre Campina Grande,
  259. trouxemos o quadro da mesma proposta apesar de ter sido
  260. enviado depois da reunião que houve com Dr. Paulo e Dr. José
  261. Maria, um ofício do Secretário Municipal de Saúde de
  262. Campina Grande, sobre a questão do aumento de recurso de
  263. teto da AIH que não foi incorporado ainda porque
  264. acreditamos que só poderá fazer parte de uma planilha a
  265. partir do momento que se discuta na Bipartite e as partes
  266. entrem em acordo. O teto de Campina Grande, a proposta que
  267. se coloca é todo PAB, todo FAE 1, AIHS PÚBLICAS, para
  268. Campina Grande, com a possibilidade de Campina Grande a
  269. partir de uma análise de todas as suas necessidades coloque
  270. uma rediscussão sobre o seu teto de AIHS, que já foi feito e
  271. encaminhado para nós. O FAE 2, APAC, AIHS, que não são
  272. públicas ficam para o Estado, Campina Grande incorpora
  273. impacto de Parto e mais uma coluna que está em branco, que
  274. é Gestante de Alto Risco, que está em torno de trezentos e
  275. poucos mil reais ano, que não foi incorporado porque chegou
  276. depois, mais se for preciso faço agora e coloco aqui. A
  277. evolução 98, de um teto de sete e Campina Grande gira em
  278. torno de trinta e cinco milhões de reais, o que está se
  279. propondo é 14 e 21. Dr. José Eymard fala que depois de
  280. várias reuniões chegaram a números próximos, agora quer
  281. deixar patente que é preciso formular um documento técnico,
  282. porque pessoas são mortais e passageiros, hoje são
  283. Secretários e aqueles que irão suceder deverão saber em que
  284. está embasado isso, com relação ao FAE 2, apesar da Gestão
  285. ser do Estado mais o município de João Pessoa teria o acesso
  286. a prioridade da indicação das pessoas que necessitar, outra
  287. situação é com relação ao Teto Financeiro dos Hospitais, que
  288. ficaram na Gestão do Município, AIHS gerenciado por nós,
  289. passaria para a Supervisão do Estado, porque se for feita uma
  290. soma do quantitativo, vai ultrapassar e muito em quase R$
  291. 100.000,00 ( cem mil reais ) aquela previsão de teto
  292. financeiro que foi acordado. Acrescenta que tem que ver na
  293. formulação de documentos e com relação do PAB, o Estado
  294. faz uma estimativa de R$ 1.800.000,00 ( um milhão e
  295. oitocentos mil reais ) quando se tem uma deficiência
  296. implantada capaz de dar resolutividade certa de R$
  297. 470.728,00 ( quatrocentos e setenta mil setecentos e vinte
  298. oito reais ) mês e multiplicado por doze, dá R$ 5.628.000,00.
  299. É essa situação e o documento deve conciliar as situações
  300. que foram mostradas, que são conflitantes. Dr. José Maria diz
  301. que o documento será elaborado e será apresentado na
  302. Bipartite. Diz que é bom que fique claro que depois da PPI
  303. implantada, não terá a solução das questões de Assistência
  304. Hospitalar e ambulatorial de alto custo para o Estado não os
  305. recursos que estão sendo discutido para assistência
  306. hospitalar ambulatorial e alto custo para o estado não são
  307. suficientes para se distribuir com os municípios, vão
  308. continuar acontecendo problemas da assistência João Pessoa
  309. e Campina Grande vão continuar congestionados, porque o
  310. recurso que nos daria condição era o dobro desse, no mínimo.
  311. Dr. José Eymard diz que não pode continuar, só um
  312. município ficar arcando com tudo isso. O Estado agora vai ter
  313. que dar resposta sobre a gestão desse recurso. Dra. Lúcia diz
  314. que acredita que mesmo chamando 10 Prefeitos e 10
  315. Secretários, vão continuar mandando pacientes para Campina
  316. Grande, porque é difícil um município pequeno dar qualidade
  317. e assistência ao parto como João Pessoa e Campina Grande
  318. conseguem dar. Vamos ter sempre esse problema e é preciso
  319. alertar, porque por mais que queiramos dar assistência, as
  320. pessoas querem o melhor, às vezes não é o Secretário nem o
  321. Prefeito que mandam, é escolha deles. Acho que o
  322. documento tem que sair. Dr. José Maria pede que Campina
  323. Grande se pronuncie. Dr. Paulo diz que, apesar de ter uma
  324. situação conflitante com relação as AIHs, é preciso evoluir, a
  325. PPI deve ser implantada, sugere que se retire da discussão em
  326. termos de impacto as AIHs e os outros ítens pactuariam.
  327. Sobre as AIHs, permanece conflitante, não há alteração, o
  328. Estado colocou que não tem condições de discutir redução da
  329. AIH, com relação a Gestão do Estado e foi colocado também
  330. pelo município, que não tem condições de pactuar dessa
  331. forma. Poderíamos pactuar os outros ítens e infelizmente as
  332. AIHs ficariam para resolver posteriormente. Dr. José Maria
  333. diz que pacto pela metade não existe. Dr. Paulo diz que não
  334. pode pactuar o FAE, porque Campina Grande faz mais da
  335. metade do FAE e também pela situação das AIHs. Dr. José
  336. Maria pergunta se a questão do PAB, do FAE 1, do FAE 2 e
  337. APAC estão pactuados, pactuaria também a AIH e
  338. futuramente poderia colocar em discussão, se tem 05 ítens,
  339. pactua 04 e 01 não, então não é pacto. Dr. Paulo diz que não
  340. houve evolução nas discussões, que foi colocada na Bipartite
  341. na quarta-feira foi que, se discutisse e fizesse as alterações na
  342. posição de cada um e trouxessem aqui para uma posição
  343. definitiva. Acho que evoluí, estou concordando, consta em
  344. Ata, naquela reunião Campina Grande descordou de qualquer
  345. pacto, inclusive FAE1, FAE2 e do APAC. No momento não,
  346. evoluí pela necessidade de ceder, de trabalhar de forma mais
  347. técnica, compatível com o que está acontecendo de evolução
  348. no Estado, a implantação da PPI, a necessidade de pactuar
  349. com os outros municípios essa parte do atendimento. Poderia
  350. haver evolução do pacto, deixando separado a AIH. A proposta
  351. se repetiu colocando o FAE 1, o FAE 2, o APAC e eu digo que
  352. aceito, fica conflitante apenas AIHs. Não vejo nenhuma
  353. dificuldade nisso. Dr. José Maria diz que se estivesse no lugar
  354. do Dr. Paulo o discurso seria o mesmo, acrescenta que
  355. evoluiu que o teto de Campina Grande que era de sete
  356. milhões passa para quatorze milhões, fica com vocês o FAE1.
  357. Colocamos como proposta que todo recadastramento do
  358. serviço público de lá fosse refeito o recadastramento isso é
  359. mais recurso para Campina Grande, evoluímos também. Nós
  360. do Estado estamos querendo por um direito até normativo, de
  361. continuarmos com a gestão da Assistência Hospitalar privada
  362. de Campina Grande, pelo fato de achar que Campina Grande
  363. tem uma rede privada grande e que é referência para o Estado
  364. todo. Dr. Paulo repete, aceita todo o pacto proposto pelo
  365. Estado da forma que está colocado, agora se as AIHs o Estado
  366. tem esse direito de dizer, que continua gestor, não posso
  367. evitar, agora não concordo que as AIHs públicas e
  368. filantrópicas dentro da situação de Plena de Sistema não
  369. possa ser repassada, a proposta que faço de pacto e acho que
  370. não tem dificuldade é que deixe a AIH fora do pacto, porque
  371. vai permanecer em conflito. Dra. Flávia pede a palavra e diz
  372. que a Paraíba tem três municípios na Plena de Sistema,
  373. questiona não existir critérios para se habilitar. Foram
  374. habilitados como? Diz ser uma grande perda, há 60 dias
  375. Piancó espera e quando o Município avança, acho que esse
  376. tipo de conduta é uma punição para quem se organizou, tem
  377. que ser revisto não pode acontecer, existe uma expectativa,
  378. cobrança, existe toda uma cidade se mobilizando em função
  379. disso. Então 60 dias é muito tempo, tempo perdido quando se
  380. quer avançar em relação a Saúde, é inadimissível, estou aqui
  381. cobrando, pois serei cobrada, porque planejamos, em cima
  382. disso. O C.M.S, todas as instâncias envolvidas na saúde estão
  383. esperando, para poder colocar em prática projetos de
  384. fundamental importância para que se avance na Saúde em
  385. Piancó. Se os Técnicos, o COPASEMS vai descer isso já devia
  386. existir previamente se não é feito isso, eu não queria ser
  387. penalizada em função disso. Não queria perder tempo pois
  388. logo, não estarei como Secretária, não queria que a Bipartite
  389. me impedisse de fazer esse Processo. Dra. Lúcia diz que é
  390. uma proposta do COPASEMS avançar na Plena de Sistema e
  391. esse instrumento já está sendo cobrado há muito tempo,
  392. concordo com o que Flávia disse, agora fico preocupada da
  393. nossa responsabilidade que sempre tivemos na Atenção
  394. Básica, não querendo dizer que os municípios de Piancó,
  395. Sumé, Monteiro e Areia não tenham condições de entrar na
  396. Plena de Sistema, fico preocupada no momento que já sei que
  397. vou ter uma auditoria no meu Município, para saber se
  398. realmente cumpre com todos os requisitos da Plena de
  399. Sistema, inclusive a SES está me devendo as declarações, no
  400. momento que a auditoria chegar e eu não tiver essas
  401. declarações assinadas pelo Estado, não sei, vou dizer que
  402. venha buscar no Estado, não é possível estar irregular nesse
  403. sentido. Acrescenta que para avançar é preciso que se chame
  404. Gestor, o CMS, os tetos já foram definidos, falta definir o
  405. que é do Estado e o que é do Município. Dr. José Maria diz
  406. que os critérios dos Hospitais Regionais já estão definidos no
  407. Plano Estadual de Saúde, no dia 11, Lourdes ( Tripartite )
  408. estará na Paraíba para fazer conosco, juntos, esses critérios
  409. da boa estatística dos 210 municípios habilitados, o que
  410. significa isso para o Estado e município, significa mais R$
  411. 1,00 real para a Saúde para esses municípios, é um avanço
  412. grande, temos que acompanhar esse processo, está em
  413. construção há uma preocupação para que os municípios se
  414. organizem, é importante para que o Estado tenha esse
  415. recurso lá no seu município, já pensou se os município não
  416. recebessem esse recurso básico de saúde? É preocupação da
  417. Bipartite, que os municípios construam e formem um nível
  418. de organização que corresponda a Atenção Básica de Saúde. A
  419. nossa preocupação pela Plena de Sistema deve ser mais fina
  420. porque realmente já fez o Básico, na Plena tem que se
  421. aperfeiçoar, agora que isso não seja motivo de impedimento,
  422. de obstáculo para retardar o processo. A Bipartite tem que ter
  423. instrumentos para que se garanta, que se realmente esses
  424. recursos de Plena, tenham uma garantia maior na resposta da
  425. ação de Saúde ao Cidadão, o Básico está contemplado, com a
  426. Plena vamos ter mais cuidado. Dr. André diz que todos os
  427. processos que chegam ao Planejamento tem no parecer que
  428. segundo discussão na CIB se estabeleça uma avaliação sobre a
  429. capacidade do município em ser Pleno. Será que todo
  430. município pode ser Pleno de Sistema? Temos municípios com
  431. 1.200 habitantes, não tem hospital, municípios que é Pleno
  432. de Atenção Básica e não gasta nem 40% do recurso do PAB ,
  433. na Atenção Básica. Acredito que deve ser feito sem penalizar
  434. ninguém porque existe dois processos de Habilitação, o
  435. cartorial, que a maioria responde não é preciso ter muita
  436. capacidade e o segundo é a habilitação para qualificação do
  437. gestor, é diferente, é da mudança, da diminuição da
  438. mortalidade, do aumento da cobertura vacinal, da presença
  439. do médico, da enfermeira, do Agente Comunitário, é o
  440. município que implanta o PSF, constitui Consórcio, que
  441. melhora a Assistência Hospitalar, que muda seus indicadores,
  442. que avança em processo esse é o município que na verdade
  443. qualifica-se como gestor de qualquer situação. A preocupação
  444. é se nós começarmos a não avaliarmos aqueles que são Plenos
  445. de Sistema e habilitar todos os que pedem, vamos banalizar a
  446. gestão. Existe uma norma que ninguém pode fugir dela. Não
  447. devemos criar critérios para os que vão assumir, deve-se
  448. estabelecer critérios para os que passaram também. Dr. José
  449. Maria diz que, deve-se levar em conta a preocupação de
  450. Piancó, não obstacular e não prejudicar o processo, agora
  451. temos a preocupação de fazer um processo seletivo, não com
  452. a intenção de obstacular, de retardar e sim garantir que,
  453. realmente seja uma Plena de Sistema. Dr. José Luis Maroja
  454. diz que isso foi discutido bastante em 97/98, e acha que a
  455. Bipartite acertou no sentido de avançar o máximo no
  456. Processo de municipalização, depois vem o Controle e a
  457. Avaliação, que nada funciona sem eles, que vai aprimorar,
  458. aperfeiçoar. Dr. José Maria diz que de modo geral os
  459. municípios avançaram. Dr. Paulo fala que o COPASEMS
  460. deixou claro que vai exigir critérios, que se cumpram os que
  461. já existem, não tem novidade. Dr. José Maria pergunta que a
  462. luz da mesa, se a Bipartite tem condições de avaliar, a não ser
  463. critério Cartorial se o município pode ou não ser Pleno. Dr.
  464. Paulo diz que sim. Acrescenta que o COPASEMS acha que os
  465. critérios já estão definidos, o que precisa é que haja as
  466. avaliações, se o município se credenciou, preencheu os
  467. requisitos, deve ser aprovado. Agora o que precisa é que daqui
  468. por diante a Plena de Sistema, não aconteça ou exista como
  469. Campina Grande, que é Pleno e não assumiu essa condição,
  470. precisa ficar e... uma precaução é essa do COPASEMS, que
  471. daqui por diante ter regras estabelecidas, que já existem, que
  472. sejam realmente aplicadas para que no momento que passa a
  473. Plena de Sistema, já passe a Plena mesmo com toda gestão
  474. daquele município, gestão de seu teto inteiro, que já está
  475. normatizado, é colocar em prática isso. Dr. José Maria
  476. acrescenta que se Piancó chegar amanhã ou depois no Estado,
  477. pode abdicar normativamente legalmente, continua com a
  478. gestão de AIH, privado ou filantrópico naquele município. Dr.
  479. Paulo diz que, previamente seja definido porque se não o
  480. Estado vai começar a fazer diferença, o Estado vai dizer para
  481. Esperança, pode passar o teto, acho que não, todo, Campina
  482. Grande pode passar, o teto todo e assim por diante, esse
  483. critério não está em Lei nenhuma e que precisa ser
  484. estabelecido porque afinal de contas para que Bipartite, para
  485. aprovar o que? O que o Estado quer. Porque somos 08?
  486. Somos 04 do Estado e 04 do município, vamos ficar aqui
  487. aprovando tudo o que o Estado quer? E sempre que disser
  488. não, cria conflito, acho que não, isso tem que ficar claro. Dr.
  489. José Maria pede coerência e que não se crie distorções,
  490. acrescenta que o Estado não está criando irregularidades,
  491. está dentro da norma, o que o Estado está pleiteando para
  492. Campina Grande está dentro da norma, o Estado nem
  493. inventou nada, nem vai inventar, o Estado está pleiteando
  494. uma condição para Campina Grande, uma condição
  495. normativa. Dr. Paulo diz que quando André citou os critérios,
  496. ele coloca aqui em Campina Grande, é referência de PSF, tem
  497. trabalhos publicados e laureados pela Fundação Getúlio
  498. Vargas, trago todos os ítens e desafio, que os nossos ítens não
  499. sejam suficientes e da forma que estamos vendo aqui, peço
  500. uma auditoria para Campina Grande para analisar a Plena de
  501. Sistema de Campina Grande. Dr. José Maria diz que a
  502. Tripartite que vai fazer a auditoria em Esperança, é do
  503. Estado, um Auditor de Esperança, um do Estado e um do
  504. Ministério de Saúde. Dr. José Maria passa ao ítem 3 –
  505. Consolidado do Pacto da Atenção Básica. Dr. André diz que
  506. trouxe a Resolução que já foi aprovada pela Bipartite e
  507. acrescenta que a Paraíba foi o primeiro Estado que conseguiu
  508. dentre outro, entregar em tempo hábil, sem nenhum
  509. problema, acrescenta que tem que monitorar esse processo
  510. para que avance na Atenção Básica e será levado ao CES, para
  511. homologação. Dra. Lúcia diz pode apresentar já o resultado do
  512. Pacto do Município que foi feito depois disso. A Resolução é
  513. só para conhecimento porque tínhamos conhecimento do
  514. Pacto mesmo, só está faltando 06 meses para assumir, acho
  515. que o gestor tem que passar esse pacto para todos os pares de
  516. seu município, porque sozinho não vai conseguir atingir os
  517. indicadores e que lamentamos é que o Ministério traga isso
  518. com 06 meses de adiantamento, vocês não têm culpa. Dr.
  519. José Maria diz que o Estado desceu as Regionais, a todos os
  520. municípios, foi um pacto feito, alguns Estados fizeram
  521. através de Fax e nós descemos aos municípios. Passa ao ítem
  522. 4 – Relatório da Auditoria Tripartite – Município de
  523. Esperança. Dra. Lúcia diz que sentiu a necessidade de
  524. apresentar porque será encaminhado a Tripartite, porque
  525. como gestor da Plena de Sistema encontra uma irregularidade
  526. e que há uma denúncia que houve perseguição política é
  527. preciso que mostremos documentos que comprovem que não
  528. houve isso e que a nossa intenção foi simplesmente pagar o
  529. que é devidamente foi feito, que é devidamente correto,
  530. auditado e que seja pago. Talvez isso aconteça nos outros
  531. municípios que assumem a gestão Plena de Sistema, para
  532. Esperança que foi aprovado na Bipartite em Novembro, na
  533. Tripartite em Fevereiro e publicado no D.O.U. no dia
  534. 29.03.99. Quase 6 meses de tramitação. A questão que
  535. deveríamos fazer retroativo a 01 de março, os disquetes já
  536. tinham sido apresentados ao Estado, só que recebemos um
  537. indicativo maior do Ministério da Saúde, que o Estado não
  538. poderia mais pagar porque quem retinha o dinheiro era o
  539. município, o Estado não poderia fazer o pagamento e como
  540. poderíamos pagar algo se não conhecíamos o que íamos
  541. pagar, o que um Prestador de Serviço apresentou daria acima
  542. do meu teto. Quando recebemos os dois disquetes dos dois
  543. Prestadores, eles já tinham entregue ao Estado, recebemos
  544. uma ordem maior do Ministério da Saúde, quem já deveria
  545. pagar era o município de Esperança. Diante disso tomamos
  546. uma decisão com o Conselho, solicitamos ao Gestor Estadual
  547. e ao Ministério da Saúde, que colocassem um Auditor do
  548. Estado, do Ministério e do Município, para revisar o que tinha
  549. sido auditado por ele, o que tinha encontrado e o que deveria
  550. ser pago. Recebemos esse relatório que vou ler na íntegra.
  551. Acrescenta que trouxe o relatório para conhecimento
  552. inclusive deverá passar no CES, por solicitação e se quiserem
  553. esclarecimentos, estou à disposição. Dr. José Maria pergunta
  554. se alguém deseja algum esclarecimento, alguma discussão.
  555. Passa ao ítem 6 – Redefinição do Teto Financeiro do
  556. Complexo de Pediatria Arlinda Marques. Dra. Edna mostra um
  557. quadro demonstrativo do desempenho econômico dos
  558. serviços ambulatoriais e de AIHs. Diz ser uma angustia ver
  559. todo mês acumulando as contas e os valores aumentando,
  560. para que a Bipartite analise e tente encontrar uma solução.
  561. Explica com detalhes a situação e pede para que a Bipartite
  562. discuta e que se chegue a uma solução. Dr. José Maria põe em
  563. discussão. Acrescenta que enviará técnicos do Estado, junto
  564. com os do município para rever esse cadastro, dentro do teto
  565. que está sendo colocado nessa proposta, estará resolvido esse
  566. problema. Dr. José Eymard diz que o teto de João Pessoa
  567. aprovado é de R$ 2.048.133,05 ( Dois milhões, quarenta e
  568. oito mil, cento e trinta e três reais e cinco centavos ), no
  569. levantamento de junho/98 à abril/99, o teto apresentado foi
  570. seguinte, Junho R$ 2.230.000,00 ( Dois milhões, duzentos e
  571. trinta mil reais ), Julho R$ 2.269.000,00 ( Dois milhões,
  572. duzentos e sessenta e nove mil reais ), Agosto R$
  573. 2.380.000,00 ( Dois milhões, trezentos e oitenta mil reais) e
  574. assim por diante, o que acontece com o Arlinda Marques,
  575. acontece a Frei Damião, com o Edson Ramalho, é uma
  576. quantidade maior de atendimento e uma quantidade menor
  577. de recursos, com relação ao PAB, se fossemos colocar todo a
  578. parte física do município teríamos o teto de setecentos e
  579. pouco mil reais, o teto do PAB nosso é quinhentos e trinta e
  580. sete mil reais, estamos processando quatrocentos e noventa
  581. mil reais. Pedi a questão do orçamento do cadastramento,
  582. vou pedir revisão, vistas ao processo para analisar e depois
  583. responder. Dr. Paulo pergunta a Dra. Edna se ela recebe das
  584. duas Secretarias, do Estado e do Município, na mesma
  585. Unidade e onde fica a Portaria? Dr. Lindemberg responde que
  586. ambulatório pode, porque é considerado ítem de
  587. programação, não por procedimento. Dra. Lúcia diz que a
  588. instância dessa discussão é o C.M.S porque o teto está com o
  589. município de João Pessoa, não temos ( Bipartite ) condições
  590. de nos meter com o Teto de João Pessoa, diz que a maioria
  591. dos municípios da Paraíba encontram-se hoje ainda
  592. trabalhando no vermelho, porque ainda não foi cadastrada
  593. uma fisioterapia, laboratório e os municípios assumem,
  594. imagine o Estado assumiu tudo. Dr. José Maria diz que, isso
  595. não quer justificar que continuemos sem cadastrar não.
  596. Quanto as UTIs fiz questão de levar pessoalmente em Brasília
  597. e lamentavelmente fui informado que tudo que foi feito aqui,
  598. de maneira não digo errada, mais poderia ter sido feita com
  599. mais agilidade, rapidez. O preenchimento do modelo é feito
  600. pelo Diretor do Hospital, dizendo as condições da UTI e
  601. mandar ao Gestor Estadual, que manda para Brasília, não o
  602. Gestor Municipal apesar de estar na Plena de Sistema.
  603. Trouxemos de volta. Existia toda uma predisposição do MS,
  604. por exemplo, se não tivesse um equipamento na UTI e se
  605. garantíssemos ao MS um documento afirmando que
  606. estávamos adquirindo equipamentos para 06 meses, eles
  607. cadastravam aquela UTI, naquela condição. O responsável
  608. pela UTI tem que ser um médico que tenha habilitação da
  609. Associação das UTIs do Brasil. A nossa Uteísta está inscrita
  610. para fazer o curso e estamos encaminhando para Brasília essa
  611. informação, a prova da aprovação no Curso, para que
  612. cadastre. Só para mostrar que tínhamos condições de
  613. estarmos já cadastrados, erramos, perdemos dinheiro, um ano
  614. isso. Mais já existe essa condição, o MS nos informou, já
  615. preenchemos o documento, só João Pessoa ficou faltando uns
  616. anexos, que ficou de mandar e o comprovante do título de
  617. UTI. São alternativas, criatividades e se eu que não tivesse
  618. ido pessoalmente ao MS, tenho dúvidas se essa UTI estivesse
  619. funcionando. Dr. José Eymard diz, que pelas palavras do
  620. Secretário dar a entender que a culpa foi da S.M. de João
  621. Pessoa, jamais, porque inclusive foram os mais prejudicados,
  622. procuraram por todos os meios resolver e sempre esbarravam
  623. em um obstáculo, a nível da própria representação do MS, que
  624. dizia não haver condições, o senhor é competente mais
  625. falhou, falhamos, o sistema falhou, estavam presentes os três
  626. níveis e a coisa ainda não foi perfeita, em momento algum a
  627. S.M.S de João Pessoa criou obstáculos, porque era quem mais
  628. lutava porque perdia dinheiro. Vamos rever os tetos, inclusive
  629. nosso. Dr. José Maria propõe que os excedentes, se
  630. Campina Grande também quiser ficar até três meses
  631. passados, todos esses excedentes que eles têm, se ele se
  632. comprometer a acordarmos aqui na Bipartite o pagamento
  633. deles, que a norma permite, se ele pagar os três meses
  634. anteriores, eu me comprometo com Campina Grande também.
  635. Dr. Lindemberg diz que a Resolução N.º 38, da Bipartite
  636. aprovada, que garante o pagamento das AIHs da rede pública,
  637. escutando o que for dito aqui, a lógica é a seguinte: que se
  638. faça um levantamento desse expediente, que se pague, para
  639. se cumprir a Legislação e que se remaneja essas coisas
  640. retirando porque esse código foi feito nas públicas, inclusive
  641. municipais que se tire do privado e filantrópico e coloque no
  642. público. Depois de muita discussão Dr. José Maria diz que na
  643. próxima semana na reunião da Bipartite, vai trazer esse
  644. recadastramento dos serviços do Estado, de Campina Grande,
  645. ISEA, Galante e do HU com especificidade, para João Pessoa
  646. já tem o montante pactuado aqui, que é de R$ 6. 551.000,00 (
  647. seis milhões, quinhentos e cinqüenta e um mil reais ) de AIH
  648. da minha capacidade, quem vai definir são os nossos técnicos
  649. agora nosso teto vai chegar lá com os outros tetos, dos outros
  650. Prestadores seu e vai para o município para o CMS. Agora
  651. pergunto a Bipartite, o que for acordado do novo
  652. recadastramento dos Hospitais públicos, que estamos vendo
  653. aqui em João Pessoa e Campina Grande, esse valor deve ser
  654. pago com validade do exercício em que mês? Por exemplo
  655. Agosto ? Diz que o recurso que vai recadastrar Campina
  656. Grande, não vem do MS, vou pegar meu teto de Campina
  657. Grande e vou remanejar. O dinheiro novo José Eymard você
  658. não vai ter, eu também não, vou reprogramar dando
  659. prioridade ao público, esgotou a capacidade vou para o
  660. filantrópico, sobrou vou para o privado. Passa ao Processo N º
  661. 08287/99 – Prefeitura Municipal de João Pessoa solicita o
  662. cadastramento dos Serviços de Assistência Diagnóstico e
  663. Prevenção às DST/AIDS, para o Município de João Pessoa. Dr.
  664. José abre discussão. Dr. José Eymard fala e depois de muita
  665. discussão Dr. José Maria pede vistas ao Processo pela
  666. Coordenação. Não havendo mais quem quisesse se pronunciar
  667. dá por encerrada a reunião e eu, Jane Maria Carrazzoni de
  668. Andrade Lira, lavrei a presente Ata, que depois de lida,
  669. discutida, aprovada, será devidamente assinada por mim e
  670. por todos os presentes.

 

José Maria de França____________________________________________________

Estanislau Barbosa Lucena______________________________________________

José Carlos Maciel de Carvalho__________________________________________

Mário Lemos_____________________________________________________________

Lindemberg Medeiros de Araújo__________________________________________

José Eymard Moraes de Medeiros _______________________________________

Lúcia de Fátima Maia Derks_____________________________________________

Josante Diniz de Melo___________________________________________________

Niedja Rodrigues de Siqueira____________________________________________

Paulo Roberto Galdino___________________________________________________

Eduardo Batista Neto____________________________________________________

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ATA DA 66ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA CIB/E-PB

  1. Aos onze dias do mês de agosto de mil novecentos e noventa e
  2. nove, às nove horas, no Auditório do CEFOR, realizou-se a 66ª (
  3. sexagésima Sexta ) Reunião Ordinária da CIB/E-PB. Dr. José Maria
  4. inicia a reunião, destacando a presença de duas representantes do
  5. MS, Dr.ª Lourdes e Dr.ª Cleuza. Passa aos informes. Drª Lúcia
  6. informa que participou juntamente com a SES, em Recife - PE,
  7. sobre Saúde da Criança, onde apresentaram propostas. Estavam
  8. presentes os três níveis, Federal, Estadual e Municipal. A Paraíba
  9. foi elogiada com relação a Vitamina A, nos preocupou a
  10. Coordenação não ter feito referência a Paraíba, na questão da
  11. Coordenação da Saúde da Criança, do Adolescente e da Mulher,
  12. a Paraíba ficou ausente nessa Coordenação, há uma preocupação
  13. porque o nosso Estado está em segundo lugar em mortalidade
  14. infantil, diz não acreditar nessa estatística. Foi feita uma pro-
  15. posta para reorganização da Atenção Básica, a Hipovitaminose
  16. A e Sulfato Ferroso, para serem introduzidas nas Maternidades
  17. públicas e nos preocupou, foi a questão do fotolito para os
  18. 223 municípios, em outros estados houve erros nos cartões,
  19. porque não foi usado fotolito. Informa também que, nos dias 09
  20. e 10, esteve em Brasília, discutindo a questão da II Reunião
  21. Nacional da Vigilância Epidemiológica, sentamos com a Drª
  22. Cleane para observarmos o que foi discutido, os projetos que já
  23. existem, os que ainda ficarão com o Estado, o global, o VIGISUS
  24. ( que foi aprovado na Paraíba ), o RENIS, que foi e será
  25. distribuído e o Global, que vê a descentralização da Vigilância
  26. Epidemiológica. Gostaríamos de apresentar aqui, foi feita uma
  27. análise da situação epidemiológica do Estado e aparecem vários
  28. municípios silenciosos, na questão da informação do SINAN,
  29. SINASC e SIN, inclusive municípios de grande porte constavam
  30. na lista, vamos pedir a Bipartite que dê um prazo para que se
  31. defendam. Deve ser marcada uma reunião para discutirmos esse
  32. assunto. Drª Edjanece informa que, recebeu da Drª Cleuza, a
  33. informação que 04 ( quatro ) municípios da Paraíba terão o PAB
  34. suspenso por falta de informações, há três meses não informam
  35. o SINAN. Drª Niedja afirma que Sumé informa, protocola e
  36. consta como não informa. Drª Edjanece diz que é preciso que se
  37. descubra aonde está o erro, se é o Núcleo que não repassa ou se
  38. é falha do sistema da SES. Dr. José Maria põe em discussão, em
  39. votação a Ata da 26ª Reunião Extraordinária, foi aprovada. Passa
  40. ao ítem IV – Expediente. Drª Edjanece lê o Ofício Circular do
  41. Gab. Do Secretário Executivo do MS, informando sobre a
  42. liberação do pagamento das AIHs, SIA/SUS, diz que foi entregue
  43. um folder com a programação do Congresso que será realizado
  44. no Rio de Janeiro e também o Boletim do CNS. Dr. José Maria
  45. passa ao ítem V – Ordem do dia – 1ª parte, 1.1-Processo Nº
  46. 5605/99, da Prefeitura Municipal de Piancó – solicita mudança
  47. de Gestão Plena da Atenção Básica para a Gestão Plena de
  48. Sistema. Pede a Secretária Executiva, que esclareça sobre as
  49. instruções do Processo. Drª Edjanece diz que o Processo chegou
  50. a CIB/E, no dia 14/05/99, foi encaminhado a USP no dia
  51. 12/06/99, hoje retornou e está entrando em pauta. Houve uma
  52. reunião interna para avaliação do Processo, foi identificado a
  53. falta de alguns ítens de responsabilidade da SES, algumas
  54. declarações, da PPI falta a declaração da SMS e da SES, a
  55. questão do cumprimento desse requisito, a declaração do teto
  56. financeiro global do Município, a declaração da SES referentes
  57. ao processo SIA/SUS, SIH pelo município; na vigilância
  58. epidemiológica declaração da Secretaria Municipal e SES
  59. definindo responsabilidade no Controle de Vetores e Zoonoses,
  60. no Recursos Humanos e Supervisão de Auditoria, declaração da
  61. SMS e SES sobre a questão de cumprimento desse requisito. Nos
  62. processos da Plena de Sistema as declarações contam estão
  63. aqui, agora não estão apinadas pelo Gestor Estadual. Uma
  64. Comissão composta pela USP, COCAV e Vigilância Sanitária,
  65. foram ao município, visitou e fez um relatório, que não consta
  66. no processo, as pessoas que participaram da reunião podem
  67. esclarecer melhor e justificar. O Processo está em pauta mais
  68. segundo a avaliação interna da SES não está em condições de
  69. ser aprovado hoje. Enquanto não houver uma negociação entre
  70. gestores do Teto Financeiro Global e das condições dessas
  71. declarações para assinaturas e acordos finais. Dr. José Eymard
  72. acrescenta que o que falta no Processo são certidões,
  73. declarações, que compete a SES o município não pode ser
  74. penalizado por isso. Dra. Lúcia diz que os três municípios da
  75. Plena de Sistema aprovados pela CIB/E, essas declarações não
  76. sabemos se foram assinadas, provamos que processamos o
  77. SAI/SUS, até porque a Portaria da Vigilância Epidemiológica até
  78. hoje não saiu, quais as atribuições que competem ao Estado, ao
  79. município, não tem regulamentado porque a Portaria 1882 de
  80. atribuições não tem, tem na NOB, na Lei da Vigilância
  81. Epidemiológica que assegura, o que compete a cada instância, o
  82. que compete ao Teto Global do Município entendo que pode ser
  83. pactuado entre gestores até antes da Bipartite e trazer para
  84. apreciação colocando o Teto do Município o que foi de
  85. referenciado para o município, o que do direito do PAB (que já
  86. tem), isso tem que ser acordado juntos, porque estamos na
  87. mesma pendência João Pessoa, Campina Grande e Esperança.
  88. Dr. Paulo coloca como sugestão, diz que não vê impedimento o
  89. processo de Campina Grande também não está completo nessa
  90. questão e o importante que fique definido votamos a PPI onde
  91. está tudo estabelecido para Piancó e todos os municípios e se o
  92. município cumpriu a parte dele, não vê motivo para retirar
  93. Piancó de Pauta. Dr. André levanta a situação que o processo de
  94. Piancó foi trazido para discussão prévia, a Comissão foi para o
  95. município e elaborou um relatório que não consta no Processo
  96. porque alguns elementos do relatório tem que ser tomado em
  97. consideração no que diz respeito a Auditoria, as declarações não
  98. estão no processo não tem a declaração da COCAV, SIA/SIH, da
  99. epidemiologia não está assinada, o Estado está colocando o não
  100. estabelecimento dos pontos que caberiam a ele, por isso a
  101. posição do Secretário foi de solicitar o pleno fechamento do
  102. Processo e recolocação com relação aos tetos foram todos
  103. aprovados aqui e o que o Secretário ponderou é que o teto está
  104. consignado para o município mais que deverá existir entre o
  105. Gestor Estadual e Municipal uma discussão sobre a forma de
  106. gestão desse teto na âmbito do município de Piancó. Do ponto
  107. de vista da constituição desse processo como dos outros o que o
  108. Estado, a SES está querendo trabalhar isso é dar uma certa
  109. qualificação aos processos, para que essas gestões num curto
  110. espaço de tempo, não se tornem frágeis e eminentemente
  111. cartoriais cabe a Bipartite discutir essa situação, porque ela é
  112. soberana as nossas colocações. Dr. Paulo diz que encaminharia a
  113. votação da gestão e a gerência seria uma discussão feita entre o
  114. Gestor Municipal e o Estado. Diz que não se deve criar obstáculo
  115. para isso e sim fiscalização futura para observar se estão
  116. cumprindo ou não os critérios, que têm que ser definidos não
  117. agora. Dr. José Maria diz que será discutido o item 11, depois o
  118. seguinte, acrescenta que os critérios estão bem claro na NOB,
  119. não dá para inventar, a Bipartite é flexível, tolerante, quando da
  120. Habilitação da Gestão da Atenção Básica em aceitar pleitos de
  121. gestões cartoriais. Temos hoje, 210 municípios habilitados em
  122. alguma forma de gestão, dos quais 207, na Atenção Básica e 03,
  123. na Gestão Plena de Sistema, isso foi muito cartorial. O Estado
  124. está agora, bastante atento na classificação dos Municípios e
  125. com os da Plena de Sistema temos alguns problemas dentro da
  126. SES, de ordem administrativa operacional. Temos três
  127. municípios solicitando Plena de Sistema, Belém, com mais de
  128. seis meses, o processo não chegou aqui, por questão nossa, o de
  129. Areia e Piancó, há três meses, realmente temos problemas em
  130. termos de analisar esses processos. Confessamos a nossa
  131. fragilidade, nesses termos e por isso tomamos a decisão de
  132. organizar melhor essa estrutura, que pudesse dar apoio e
  133. analisar esses processos com mais rapidez e clareza, vamos
  134. elaborar uma Portaria nossa para que o funcionário do
  135. Planejamento, da Vigilância Epidemiológica, da Vigilância
  136. Sanitária e COCAV formassem uma Comissão para analisar
  137. dentro de um determinado prazo talvez um mês e que fosse
  138. coordenada pelo Núcleo Técnico de Planejamento da SES e no
  139. prazo entregasse a Secretária Executiva da Bipartite com
  140. antecedência mínima de 72 horas, para que a mesma fizesse
  141. uma análise Cartorial do Processo e encaminhar para entrar em
  142. pauta na Reunião. Acrescenta que viu o Processo de Piancó hoje
  143. e tem 4 itens que o Estado tem que assinar, não é simplesmente
  144. assinar é analisar e discutir. Tenho que sentar com o Gestor
  145. Municipal e discutir a forma de gestão dos recursos do teto que
  146. já está aprovado. Piancó tem um Hospital Regional do Estado e
  147. o mesmo continuará com o Estado, é projeto do Estado, dentro
  148. do Plano Estadual de Saúde, tem o Consórcio Intermunicipal de
  149. Saúde, que tem diversos recursos e temos que discutir como vai
  150. ser a gestão desses recursos, é papel do Gestor Estadual isso e
  151. eu vou fazer. Dentro da proposta do Dr. Paulo propõe que Piancó
  152. voltasse para Comissão que vai analisar e que na próxima
  153. reunião voltasse e se a Comissão analisasse antes da próxima
  154. reunião, que convocaria uma Reunião Extraordinária para
  155. aprovar o processo de Piancó. Voto para que esse processo não
  156. seja votado agora, quero deixar claro que não é uma questão de
  157. obstacular Habilitação Plena, pois é motivo de orgulho que o
  158. Estado tenha 210 municípios habilitados, vamos habilitar
  159. obedecendo os critérios da NOB, muitos itens dos critérios são
  160. propostas do COPASEMS, mais quem vai aprovar independente
  161. dos critérios da NOB é essa Comissão. Vamos garantir um maior
  162. rigor na Habilitação desses municípios. Dra. Lúcia diz que tem
  163. que realmente saber se a Vigilância Epidemiológica está
  164. funcionando, se o SIA está sendo processado, a única coisa que
  165. concordo que é papel do Estado coordenar as políticas de saúde
  166. do Estado, entendemos que o relatório de gestão prova que está
  167. fazendo no município, a questão da pactuação dos tetos,
  168. aconteceu comigo, com Campina Grande, que não chegaram a
  169. um acordo, aconteceu na época, da Plena não era Dr. Paulo o
  170. gestor, ele pactuou antes de vir para a Bipartite e também com
  171. João Pessoa. Não posso negar isso, essa pactuação tem que ser
  172. feita entre gestores para apreciação Belém a CIB Regional não
  173. aprovou, o processo deveria voltar a CIB regional, para pedir o
  174. parecer, depois de seis meses a CIB vai rever a mesma maneira
  175. deve ser feito com os outros, que estão pendentes. Dr. Paulo
  176. pede que se interrompa por alguns minutos a reunião para que o
  177. COPASEMS tome um posicionamento. Dra. Lúcia diz que
  178. reunidos os Secretários Municipais decidiram que não dá para
  179. negociar nessa base, entendemos que fica difícil habilitar na
  180. Plena dessa maneira no Estado da Paraíba, porque a NOB não
  181. exige as coisas, uma coisa é o acompanhamento da Plena com
  182. João Pessoa, Campina Grande e Esperança a habilitação não é
  183. duradoura, você conquista mais não tem para sempre o
  184. COPASEMS entende que, se não é possível começar a discutir
  185. Plena de Sistema no Município, o grupo entendeu que não
  186. participa na CIB, para hoje e só reúne quando puder em bloco,
  187. os 04 municípios pendentes entrar em pauta. Dr. José Maria diz
  188. que está bem, quando os 04 municípios estiverem instruídos
  189. realizaremos entrarão em pauta, acrescenta que é uma pena, o
  190. Estado não pode colocar a sua preocupação em ter o rigor de
  191. acompanhar o processo de Plena, a nossa posição não aceita
  192. mais temos que aceitar a do COPASEMS, é difícil. Dr. José
  193. Eymard diz que se encontra presente os representantes do
  194. Estado e dos Municípios o que estamos representando são os
  195. 223 municípios e o que acontece é que se a situação levantada
  196. pela Secretária Executiva que havia problemas inerentes a SES,
  197. o município não pode pagar por isso. Dr. José Maria pergunta se
  198. estão de acordo que os outros itens sejam prejudicados pela
  199. suspensão da reunião. Dr. Paulo diz que tem Resoluções que
  200. pode ser feitas "Ad Referendum" e as outras são de gestão, está
  201. suspensa a reunião. Dra. Lúcia diz que tudo sobre gestão não se
  202. discute, agora não podemos prejudicar o que é de
  203. encaminhamento por uma questão nossa, inclusive em respeito
  204. as técnicas da SAS, que estão presentes, para nos avaliar. Temos
  205. obrigação de mostrar o que estamos fazendo enquanto Plena de
  206. Sistema que os outros municípios terão também a mesma
  207. condição. Dr. Paulo diz que a unanimidade
  208. votou que, tudo sobre gestão e gerência, quando Piancó e os
  209. demais entrarem em pauta, ou qualquer outro correlato. Vamos
  210. decidir sobre os outros assuntos que serão discutidos. Dr. José
  211. Maria anunciam que ficam suspensos os itens 1, 2 e 3, passa
  212. para a Segunda parte item, 1 - Farmácia Básica – Proposta para a
  213. produção e aquisição de medicamentos, participação dos
  214. representantes dos laboratórios LIFESA/PB, LAFEPE/PE,
  215. NUPLAN/RN, LIFAL/AL. Chama o representante da LIFESA/PB.
  216. Dra. Edjanece informa que o PACS enviou e é importante para os
  217. municípios nos dias 01.02 e 03 de setembro acontecerá uma
  218. oficina de Educação permanente para estratégia de PSF, haverá
  219. convite para 01 representante por município , são 34 que tem
  220. PSF, será realizado no Hotel Caiçara, e no período de 22 a 25 de
  221. novembro acontecerá em Brasília a 1ª amostra Nacional. Dr.
  222. José Maria convida a representante do LIFESA. Dra. Kátia inicia
  223. apresentando Dr. Paulo representante da LIFAL/AL. Dr. Pedro
  224. diz que como laboratório oficial tem a preocupação de viabilizar
  225. a questão da aquisição dos produtos que irão compor a Farmácia
  226. Básica e que serão adquiridos pelo Fundo Estadual de Saúde até
  227. o momento não temos esse abastecimento regularizado e
  228. proposta seria como foi orientado pelo Ministério da Saúde que
  229. os laboratórios oficiais tivessem uma participação preferencial
  230. na aquisição na venda desses produtos para formação das
  231. Farmácias Básicas. Pedimos a Alagoas, Pernambuco para
  232. reportarem as suas experiências da operacionalização nos seus
  233. Estados. Dr. Paulo pede desculpas a Alagoas, pois é um
  234. momento difícil mais normal, é democracia e pedir a atenção
  235. de todos para as informações e a questão de pactuar ou não, no
  236. momento será decidido. Dr. Paulo (LIFAL/AL) diz que está há
  237. três meses e encontrou o laboratório oficial numa situação
  238. difícil e foi reativado e foi esse programa da Assistência
  239. Farmacêutica em parceria com a SES. Tive duas experiências o
  240. Contato com o pessoal da LIFAL e da Bahia. Nessa retomada
  241. reunimos os laboratórios oficiais e foi reativada a Associação
  242. dos laboratórios oficiais e fizemos três grandes trabalhos, o
  243. primeiro, a briga de preços, os preços dos laboratórios oficiais
  244. em geral estão abaixo do preço do mercado, há casos isolados o
  245. laboratório cobrava R$ 5,00 em um produto e o laboratório de
  246. São Paulo cobrava R$ 4,00, entrava no mercado e não honrava
  247. os compromissos. Foi feita uma avaliação sincera dos custos,
  248. matéria prima, mão-de-obra e chegou-se então a um preço de
  249. referência, mínimo, que será oferecido por todos os laboratórios,
  250. é um cartel de pobre, a tabela vocês têm, a Segunda coisa é que
  251. tentaremos respeitar a regionalização, o Nordeste atendido pelo
  252. Nordeste, o Sul pelo Sul, a FURP não vai cumprir porque estão
  253. atendendo acima de 250.000 habitantes, dando prioridade a São
  254. Paulo, o terceiro foi o levantamento de toda demanda de
  255. medicamentos no Brasil, venho há 20 anos de iniciativa privada
  256. e na época havia receio quanto a viabilidade dos laboratórios
  257. oficiais, há uma demanda violenta de medicamentos e tem
  258. espaço para todos. Em Alagoas são 104 municípios dos quais
  259. 95% aderiram ao Fundo e a forma de se conseguir fazer, na
  260. realidade é muito pouco dinheiro, pegar R$ 2,00 ( dois reais )
  261. por habitante ano, às vezes não adianta aumentar o leque desses
  262. R$ 2,00 ( dois reais ), porque dificulta a forma de usar esse
  263. dinheiro, criou-se um elemento básico de consenso em cima de
  264. 37 ítens e se considerou a população de 3.000 habitantes,
  265. montou-se um esquema de distribuíção e a forma de viabilizá-lo,
  266. que centralizou todo o negociação, no caso do LIFAL, foi uma
  267. política de incentivo, no sentido de funcionar melhor. O preço é
  268. tabelado, compro os medicamentos que não fabrico dos
  269. laboratórios oficiais, se garante o material no Estado, que vai
  270. para os Núcleos e os municípios, que irão buscar nos Núcleos. Na
  271. Bahia, eles têm uma Coordenação na SES, que compra no seu
  272. esquema, faz a distrubuíção, o Estado está dando a
  273. contrapartida dele, entrando com 15 medicamentos, dentro
  274. daquela linha e funciona. Dra. Lúcia diz não entender porque a
  275. Comissão Farmacêutica não está presente, está preocupada
  276. porque os municípios que já depositaram o dinheiro, estão
  277. querendo receber medicamentos, não receberam nada. Dr. José
  278. Maria diz que, tem basicamente uma proposta dos laboratórios
  279. públicos são dois: uma é a relação de ítens de programação
  280. temos 71, que acham que se pulverizarmos esses poucos
  281. processos em muitos ítens, alguns municípios vão comprar uma
  282. caixa de medicamentos, não vai servir nada, vamos gastar
  283. dinheiro, outro ítem é que priorizássemos os laboratórios
  284. oficiais, aqui temos o LIFESA, que tem produtos que fabricam,
  285. que estão contemplados nessa relação que vamos comprar. A
  286. preocupação é diminuir a nossa lista, segundo garantir que esses
  287. recursos sejam colocados dentro, prioritariamente nos
  288. laboratórios públicos. Dr. José Eymard diz que no início da sua
  289. gestão, foi feita uma proposta para trazer o LIFE ( na época ),
  290. voltasse e fizesse o laboratório da SES, inclusive com quotas de
  291. participação dos municípios. Fizemos um convênio com a FURQ
  292. ( 34 produtos ), no início tudo bem em 98, em 99, começaram a
  293. mandar medimentos do estoque, depois passaram dois meses
  294. sem mandar, continuaram mandando pouco. Localizei o diretor,
  295. que pediu um prazo de uma semana e daí, o convênio morreu,
  296. tivemos que correr para o LAFEPE, temos que fortalecer nossos
  297. laboratórios, sermos regionalistas. Dra. Kátia diz que existe uma
  298. preocupação no que está sendo investido no momento para
  299. começar a produzir, defende os laboratórios oficiais dizendo
  300. que, eles têm o seu papel social dentro do Estado e devem
  301. cumprir sua obrigação, garantir que possam funcionar em
  302. benefício do Estado e da sua população. Os municípios têm
  303. preocupação imediata em se abastecer, não podemos afirmar
  304. que dentro de um mês o LIFESA vai distribuir os dez produtos,
  305. precisamos investir para produzir, porque infelizmente o
  306. laboratório passou por um momento de reestruturação, saiu o
  307. licenciamento, estamos recebendo apoio dos laboratórios da
  308. nossa região, na hora que estiver produzindo, dos dez
  309. medicamentos, mesmo que sejam produzidos por eles, cedem
  310. espaço para garantir que o LIFESA entre na questão da produção
  311. e abastecimento do Estado. É preciso agilizar os convênios para
  312. que os municípios que já depositaram os recursos, recebam os
  313. medicamentos, com um preço honesto. Vamos precisar do voto
  314. de confiança dos gestores, de investir e esperar a entrega, daqui
  315. a três meses poderemos entregar o quantitativo para três meses
  316. pela quota apresentada pelos municípios. O custo não é alto, é
  317. um adiantamento e nesse período os laboratórios LIFAL,
  318. LAFEPE, NIPLAN, cobririam as necessidades inclusive dos ítens
  319. que, proponho a produzir depois. A estrutura está pronta, os dez
  320. medicamentos que produziremos foram tirados da lista da
  321. Farmácia Básica, o que não implica que possa ser acrescentado
  322. ou alterado. O FIFESA quer atender também a outra demanda,
  323. não quer ficar restrita aos dez ítens. Dra Lourdes ( Tripartite )
  324. diz que, a respeito dessa questão na reunião da Tripartite de
  325. Julho foi levantada a questão da produção e aquisição dos
  326. medicamentos. Os Estados solicitaram ao MS, que ajudasse
  327. nessa discussão porque a prioridade é comprar nos laboratórios
  328. oficiais, porque oferecem melhores preços e é uma estrutura do
  329. próprio Governo, temos interesse que funcione bem e ajude na
  330. distribuíção para suprir as necessidades, não tem como negar
  331. que há recursos no mercado, o dinheiro está surgindo porque
  332. antigamente vinha o Kit, agora o de recurso, os municípios têm,
  333. se não todo na mão, mais uma parte que vai movimentar, é um
  334. capital de giro para que os laboratórios funcionem e atendam a
  335. demanda, ficou decidido na reunião que o MS, marcaria uma
  336. reunião com os laboratórios oficiais, para discutir tudo o que é
  337. necessário, como estão funcionando, como podem atender
  338. melhor e a questão do preço. Na reunião passada Dr. Barjas
  339. apresentou a minuta de uma Portaria, que trata de um montante
  340. de recursos específicos para a Saúde Mental e que no Estado que
  341. tiver esse medicamento deve ser tirado, porque vai haver outro
  342. recurso para a medicação da Saúde Mental. Concordo que essa
  343. lista do básico deve estar centrada na necessidade da região,
  344. vários Estados estão colocando na lista 40 medicamentos. O MS
  345. está se posicionando como parceiro para ajudar nessa questão.
  346. Dr. Paulo diz que, é importante que se faça dessa forma,
  347. fortalecendo o público, afirma ter enfrentado problemas com
  348. licitação e o laboratório não entregou e que vê com alegria o MS
  349. o incentivo à Saúde Mental, sugere ao COPASEMS discutir com
  350. os municípios essa redução, a proposta é boa e na próxima
  351. reunião trouxesse dos municípios essa decisão e que nós da
  352. Plena de Sistema pudéssemos participar dessa compra de
  353. medicamentos. Dr. José Maria lembra que foi tirada uma
  354. Comissão para trabalhar essa questão. Dr. Paulo sugere que esse
  355. ponto seja discutido e aproveitasse esse momento com a
  356. presença das técnicas do MS, na reunião e tornasse uma
  357. conversa informal, se possível. Dr. José Eymard diz que
  358. preocupa a questão política de medicamento da LIFESA, porque
  359. temos também o LDF, pela lista que apresentaram aí, muitos
  360. produtos já são fabricados pelo LDF, poderia se pensar para
  361. facilitar a questão regional, temos que deixar recurso na região,
  362. dar preferência primeiro ao Estado, depois os outros. Um
  363. estoque sai caro, uma idéia é fabricar produtos que o LDF não
  364. fabrica. Dr. José Carlos diz que dentro do Plano Estadual de
  365. Assistência Farmacêutica existe um ítem que diz que tem que
  366. priorizar os laboratórios oficiais, a sua preocupação é quanto a
  367. operacionalização, tem uma Comissão com dois técnicos da SES
  368. e dois do município, apresentados pelo COPASEMS, convocaram
  369. essa reunião e não estão presentes, inclusive a relação é
  370. maleável, não é definitiva, essa minuta da Saúde Mental já foi
  371. passada para essa Comissão. Dr. José Maria diz que, quem faz
  372. saúde pública tem uma condição de discussão interminável e na
  373. hora da operacionalização, nada. O Plano Estadual de
  374. Assistência Farmacêutica já foi discutido, aprovado, tirou-se
  375. uma Comissão, a minha preocupação também é a
  376. operacionalização do que acertamos aqui, que as Plenas iriam
  377. comprar os medicamentos após receberem os recursos do MS,
  378. fariam o depósito de R$ 0,50 e o Estado depositava o dele, diz
  379. que mandou o financeiro fazer o levantamento de quanto foi
  380. depositado, para depositar o do Estado, o restante dos
  381. municípios quem tem que comprar os medicamentos, somos
  382. nós, a estrutura da SES e a Comissão. O produto que o LIFESA,
  383. LIPEPE, LIFAL e NIPLAN , se dispõem a fazer não temos
  384. oportunidade melhor para fortalecermos os laboratórios
  385. públicos. O que nos preocupa é a operacionalização, um dia
  386. importante nas decisões e a Comissão não está presente. Isso
  387. acontece no dia a dia conosco, aconteceu com a Plena de
  388. Sistema, com medicamentos, recebemos quase 50 municípios
  389. básicos, asseguramos com o Governador os recursos para essa
  390. questão de medicamentos. O Estado já fez uma contrapartida
  391. grande, encontrou o laboratório fechado, sucateado, investiu R$
  392. 200.000,00 ( duzentos mil reais ), do Tesouro para dar condições
  393. para que pudesse produzir. Dra. Kátia ( LIFESA ) afirma ser
  394. também essa sua preocupação . Dr. Paulo ( LIFAL ) essa era a
  395. grande dúvida, fizemos uma reunião, na época nos propomos a
  396. comprar e distribuir, o dinheiro foi depositado, nos perguntaram
  397. o prazo de entrega dos medicamentos e respondemos de 15 a 20
  398. dias, dos 37 ítens, conseguimos entregar 30, para depois de um
  399. mês receber o restante, na hora que passar a centralizar para um
  400. órgão só, daqui, deverá fazer a distribuíção, vai permitir fazer a
  401. troca de medicamento, é um grande negócio. Dr. José Maria
  402. propõe que, marque uma reunião, o pessoal do laboratório e a
  403. Comissão para revisar e diminuir a lista e fique a média em 40
  404. produtos. Aprovamos aqui que as Plenas de Sistema irão receber
  405. recursos direto, vai ter Plena com 10.000 habitantes, esse
  406. município comprando sozinho, qual será a viabilidade
  407. econômica disso. Dr. Paulo coloca que toda essa ética de
  408. comprar no Estado para estimular o laboratório, tem vantagem,
  409. o município pequeno, será abordado pelo COPASEMS, mostrando
  410. a vantagem do consórcio e os grandes também, vamos ganhar
  411. tempo em tudo. DR. Paulo ( LIFAL ) diz que vai faltar
  412. medicamento principalmente no começo todo mundo vai
  413. chegando e ninguém se planejou, no setor privado encontra, no
  414. público não. Dra. Kátia diz que não tem espaço físico para
  415. armazenar e o estacionamento é complicado, se dispõe a
  416. coordenar essa compra e distribuíção com ajuda do Estado, dos
  417. Núcleos, cada Núcleo viria buscar sua quota e os municípios se
  418. encarregariam de pegar no dia e hora marcados. Dr. José Maria
  419. diz que o Estado dispõe de espaço físico. Dra. Lúcia diz que
  420. municípios com menos de 20.000 habitantes estão silenciosos e
  421. os com mais de 20.000, que não receberam estão preocupados.
  422. Dr. José Carlos diz que, 72 municípios estão viabilizando a
  423. compra em caráter de emergência. Dr. José Maria pergunta de
  424. onde saem os pedidos dos municípios. Dr. José Carlos responde
  425. que saem da Comissão do DEMAT. Dr. José Maria diz que não foi
  426. feito o pedido ainda e afirma que, a parte operacional, inclusive
  427. a parte dos 72 municípios, que estão com recursos prontos para
  428. comprar, quem vai pedir para comprar e quando pedir, vai pedir
  429. a quem, armazenar, a quem vai entregar. Dra. Kátia concorda.
  430. Dr. José Maria diz que em face do clima da reunião, deveria ter
  431. sido suspensa e voltar a se reunir quando os quatro municípios
  432. ou outros chegassem prontos, devidamente instruídos para
  433. serem habilitados na Gestão Plena de Sistema. Gostaria de
  434. agradecer a presença das Doutoras Lourdes e Cleuza e pedir
  435. desculpas pelo ocorrido, mais são condições inerentes a
  436. democracia, quando partes diferentes se reúnem. Dr. José Maria
  437. põe em votação, foi aprovado. Pergunta se alguém quer se
  438. pronunciar, não havendo, dá por encerrada a reunião e eu,
  439. Jane Maria Carrazzoni de Andrade Lira, lavrei a presente
  440. Ata, que depois de lida, discutida, aprovada, será assinada
  441. por mim e por todos os presentes.

José Maria de França___________________________________________________

Estanislau Barbosa de Lucena__________________________________________

José Carlos Maciel de Carvalho_________________________________________

Mário Lemos____________________________________________________________

José Gerson Moreira Gadelha___________________________________________

José Eymard Moraes de Medeiros______________________________________

Lúcia de Fátima Maia Derks____________________________________________

Paulo Roberto Galdino__________________________________________________

Niedja Rodrigues de Siqueira___________________________________________

Eduardo Batista Neto___________________________________________________

Maria do Carmo Maia___________________________________________________

 

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ATA DA 67ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA CIB/E-PB

  1. Aos vinte e nove dias do mês de outubro de mil novecentos e noventa
  2. e nove, às nove horas, no Auditório do CEFOR, realizou - se a 67ª (
  3. sexagésima sétima ) Reunião Ordinária da CIB/E-PB. Dr. José Maria
  4. dá início a reunião, passa aos informes. Dr. Lindemberg fala sobre
  5. algumas Portarias, que fazem mudanças razoáveis no SUS. Cita a N.º
  6. 1126/MS, Artigo 3, que diz: nenhum município que não esteja
  7. Habilitado receberá mais recurso, dá ciência disso ao COPASEMS do
  8. municípios, que não têm sequer processo na Bipartite, pedindo
  9. Gestão Plena da Atenção Básica. Dra. Lúcia informa que esteve
  10. presente em S. Luís – Maranhão, com o Gestor Estadual da
  11. Paraíba, onde foi discutido o papel da FUNASA. Acrescenta que
  12. ficou feliz quando viu na pauta, a questão da RENIS. Pede para
  13. que marque uma reunião extraordinária ou um fórum de
  14. discussão, para discutir a questão da mortalidade infantil na
  15. Paraíba, para saber o que a SES está fazendo para ajudar os
  16. municípios, o acompanhamento, a assessoria. Solicita
  17. acompanhamento dos Convênios Financeiros. Dr. José Eymard
  18. comunica que participou da reunião em Brasília, nos dias 21 e
  19. 22/09/99, representando o COPASEMS, na questão da PEC 169 e
  20. da tabela. A representação da Paraíba foi numerosa e ativa,
  21. estavam presentes o Gestor estadual, representantes do CES/PB,
  22. das Santas Casas, da federação dos hospitais. Acrescenta que a
  23. imprensa brasileira só vincula o que interessa, faz consulta sobre
  24. João Pessoa, que foi municipalizado em janeiro/97, não recebeu
  25. até hoje alguns Processos de Cessão de Pessoal que foram
  26. referendadas, 03 Unidades nossas Geisel, PAM de Jaguaribe e
  27. PAM de Cruz das Armas e soube que os Processos se encontravam
  28. na SES e pede para que seja feita a oficialização da cópia do
  29. Contrato de Cessão de Pessoal dessas Unidades cedidas pelo
  30. Estado. Dr. Paulo informa sobre a situação de caos em que se
  31. encontra Campina Grande, com os Hospitais parados, deixando
  32. claro através da Imprensa, que é culpa da administração
  33. incompetente e saiu nos jornais que o Núcleo de Saúde divulgou
  34. "Circular de C. Grande" que ameaça descredenciar e que na hora
  35. que acontecer, onde serão atendidos? Registro também com
  36. relação ao mesmo problema, o pouco caso que o Secretário tem
  37. feito para as decisões desse colegiado, informa que em matéria do
  38. Diário da Borborema de 28/08/99, que o Secretário está propondo
  39. que Campina Grande gerencie o FAE referente a exames de baixa
  40. complexidade, para cerca de 14 milhões/ano, mais caberá ao
  41. município dizer se aceita ou não a proposta, fala isso em público
  42. quando na verdade na última reunião da Bipartite, não foi
  43. pactuado e condicionou os Hospitais sobre a tutela do Estado e
  44. que tudo que afirma consta em Ata. Dr. José Maria pergunta se
  45. alguém ainda deseja informar. Dá continuidade a reunião e pede a
  46. Dra. Lúcia que formalize a sugestão sobre Mortalidade Infantil.
  47. Tece comentários sobre a questão da FUNASA, diz que ficou
  48. surpreso, pensavam que seria discutido a Descentralização da FNS
  49. e no entanto foi oferecido um documento diferente, a FNS
  50. propondo a ser uma instituição que fosse por excelência Vigilância
  51. Epidemiológica, para Saúde do Índio, no Saneamento Básico e na
  52. discussão em grupo, foi feito um esclarecimento da nossa parte e
  53. colocamos para o grupo todo. Fomos taxados de municipalistas,
  54. pelas condições que defendemos, ligadas a questão da
  55. Descentralização e que as ações que a SES, vem desenvolvendo ao
  56. longo da sua Gestão. Acrescenta que, exercer realmente uma
  57. prática descentralizadora ou não independe de algum interesse de
  58. não Ter sido contemplado pontualmente de algum município ou
  59. dois, ou dez, se for o caso. Diz que foi convidado pelo Instituto
  60. Fernando Figueira, onde será condecorado pelo MS, a SES, como
  61. um dos Estados que mais avançou no Incentivo ao Aleitamento
  62. Materno no Brasil e também mais cinco estados. Faz ciente que,
  63. há dois meses passados foram chamados ao MS, para receber as
  64. honras por ter sido um dos estados que mais trabalhou a questão
  65. do Tabagismo e mais cinco estados também. Fala que quanto ao
  66. caos de C. Grande, não se justifica, mais diz que todo Hospital do
  67. dia 20 a 23, de cada mês geralmente se esgota o Teto Financeiro e
  68. começam a atender somente as urgências, isso é rotina do serviço
  69. e nos comunicam, é preocupante a assistência hospitalar no Brasil
  70. como um todo é deficiente, ainda mais com o agravante das
  71. fraudes dos Prestadores no Rio de Janeiro, como vimos ontem no
  72. Jornal Nacional. Essa condição é também da nossa realidade. Não
  73. vamos colocar a questão como: é o Gestor que está fazendo isso, é
  74. o Secretário fazendo isso, com que Campina Grande ou outros
  75. municípios da Paraíba possam ter uma deficiência na assistência
  76. hospitalar. É uma situação de conjuntura nacional, deficiência de
  77. recurso financeiro. Estivemos em Brasília, junto com Associações
  78. da Paraíba, lutando para conseguirmos mais recursos para a
  79. Saúde, que a PEC pudesse ser aprovada, para que pudesse dobrar
  80. os nossos recursos, a situação é mais profunda, não é superficial
  81. como se pensa e se discursa, o caos da falta da condição de
  82. assistência, é também outra consequência. Com relação a
  83. proposta que colocamos, Campina Grande queria o PAB, o FAE 1,
  84. o FAE 2, ficava com o Estado e APAC e AIHs, em qualquer lugar do
  85. Brasil, digo isso, se vincular diferente é mentira ou equívoco da
  86. imprensa. O que sempre colocou como proposta do Estado para a
  87. Gestão do Teto de Campina Grande foi que o PAB e o FAE 1, fique
  88. com o Município, o FAE 2, e a AIH privada fiquem com o Estado,
  89. daria o total de R$ 14.000.000,00 ( quatorze milhões de reais )
  90. para Campina Grande com o FAE 1. É isso que foi colocado, em
  91. qualquer lugar digo isto. Passa ao ítem III – Atas – Entrega da 27ª
  92. Reunião Extraordinária. A Secretária Executiva diz que houve
  93. problemas com relação a Ata. Os gravadores e o som utilizados
  94. para elaboração das Atas encontravam-se quebrados, foram
  95. enviados para conserto e finalmente está aqui e será entregue
  96. hoje, foi demorada por ser longa e ter sido transcrita na íntegra.
  97. Dr. Paulo diz que continua a apreensão, não foi dito o que vai ser
  98. feito, de que forma vai se resolver, a solução colocada legal é
  99. preocupante se não for acelerada essa solução, continua a cidade
  100. sem atendimento, já vai fazer uma semana, não só o município
  101. mais toda região continua, coloco, a preocupação e dizer que o
  102. Secretário coloca que consta em Ata foi discutido e discordado,
  103. porque no momento em que não foi aceito o pacto das AIHs, o
  104. Secretário colocou de forma clara porque apesar da Ata extensa e
  105. difícil de concluir, mais está lá escrita e foi dito que, sem a
  106. pactuação das AIHs, não havia pacto nenhum, então essa
  107. proposta que está sendo colocada, foi colocada, foi aceita desde
  108. que ficasse o impasse nas AIHs, as outras que seriam aceitas, o
  109. Secretário rejeitou e o jornal afirma que o senhor disse uma coisa
  110. que aqui na Bipartite, foi rejeitado pelo senhor mesmo, é aí em que
  111. deixo o registro, que não há respeito, o que é colocado aqui é dito e
  112. depois é diferente, não sou só eu, o próprio Ministro diz que o
  113. senhor está dizendo errado os recursos aumentaram e não é esse o
  114. motivo, tem mais gente dizendo que essas informações não estão
  115. procedendo. Pedimos informações ao Ministério, estamos
  116. esperando que ele nos informe. Dr. José Maria passa ao
  117. Expediente. Dra. Edjanece lê o Ofício N.º 233/FNS/CENEP, de
  118. 21/09/99, ao Secretário, solicita agendamento de uma reunião da
  119. CIB, para discussão sobre as Estratégias de Fortalecimento das
  120. Atividades de Prevenção e Controle de Doenças. Fica marcada para
  121. o dia 06/10/99; Ofício Circular N.º 01/99/UFPB, de Roseana
  122. Meira para o Secretário, comunica que as professoras Roseana
  123. Maria e Ana Cláudia P. Vasconcelos, assumiram a Coordenação do
  124. Núcleo de Saúde Coletiva, para o período de julho/99 à
  125. julho/2001. Dr. José Maria passa a Ordem do Dia – 1ª Parte – 1 –
  126. Discussão e definição da Resolução da CIB/E-PB N.º 36/99, que
  127. regulamenta a Programação Pactuada Integrada – PPI. Põe em
  128. discussão. Dra. Lúcia questiona o Art.1, primeiro parágrafo e o
  129. Art. 5, – Letra D, ítem 9. Dr. Lindemberg esclarece as dúvidas,
  130. acrescenta que esse é o documento formal de referência do Estado
  131. para o Ministério, as revisões estão asseguradas desde que sejam
  132. trazidas para a Bipartite. Dr. Paulo diz que tem várias situações
  133. para serem discutidas, o Art. 3º, o 5º- Parágrafo Segundo e sugiro
  134. que esse documento deve ser melhor analisado, principalmente
  135. pelos municípios e eu não votaria a aprovação. Coloco que seja
  136. discutido pelo COPASEMS e colocado em outra hora para
  137. aprovação. Dr. José Maria pede que Dr. Paulo defina um prazo.
  138. Dr. Paulo diz que prazo, quem mais se preocupa é Campina
  139. Grande, acrescenta que precisa definir, qual vai ser a atuação de
  140. C. G. na implantação da PPI, acho que sua implantação deve
  141. começar pelos municípios maiores, tenho a mesma pressa, agora o
  142. que não vou fazer a atabalhadoamente num município que nem
  143. um Hospital atendendo tem, está tudo parado, eu não vou votar e
  144. voto contra se for votado, enquanto não for discutido de forma
  145. correta, dentro dos princípios. Essa Portaria 91/99, está sendo
  146. questionada a sua constitucionalidade, porque entra de frente com
  147. a 8080. Dr. José Maria diz que a PPI está pronta e só poderá ser
  148. implantada quando a Bipartite aprovar a Resolução. Dr. Paulo diz
  149. que só pode aceitar a implantação da PPI, quando for discutida a
  150. Gestão de Campina Grande, até então será contra. Dr. José Maria
  151. fala que se não chegar a um pacto, os 223 municípios vão poder
  152. ficar sem a implantação da PPI, temos que ter uma definição, com
  153. a Resolução aprovada e se a Comissão achar que não deve, eu vou
  154. acatar. Trouxemos para discussão e se existe alguns ítens que
  155. merecem aprofundamento das discussões, é bom, importante, que
  156. mereça detalhes da parte dos municípios, é importante, agora nós
  157. como pessoas criteriosas, responsáveis, temos que ter um papel de
  158. agir para concretizar. Dr. Paulo acrescenta que tem 80 municípios
  159. que referenciam Campina Grande e precisa ser definido. A Gestão
  160. não é repassada para o município por situações políticas dita aqui
  161. está em Ata também e nesta reunião no Hemocentro estavam
  162. presente Dra. Cleusa e Dra. Lourdes e preciso que a Secretaria me
  163. dê todas as Atas, porque isso precisa ser comprovado, pois está
  164. escrito, estou requerendo, hoje a explicação foi muito interessante
  165. por parte da SES, mais eu já vinha questionando e vou requerer
  166. na justiça também as Atas que me forem negadas.Da forma que
  167. está colocado são 223 municípios mais uma grande parte
  168. referenciam Campina Grande e precisa ser discutido e no
  169. momento crucial, onde nem funcionando está e o município
  170. fazendo FAE, atendendo a cidade inteira com produção de muito
  171. mais de R$ 250.000,00 ( duzentos e cinqüenta mil reais ) mês e
  172. recebendo R$ 49.000,00 ( quarenta e nove mil reais ), esse é o
  173. repasse que está sendo feito para Campina Grande. O Hospital da
  174. cidade que faz parto, atendimento a mulher, está fazendo 700
  175. atendimentos/mês, não parou, então o Secretário tem que se
  176. preocupar com isso, o senhor é Gestor da Saúde do Estado. Dr.
  177. Lindemberg faz uma proposta de encaminhamento: estabeleça-se
  178. um prazo em que o COPASEMS possa fazer suas apreciações e
  179. trazer um substutivo se for o caso e que se estabeleça um prazo.
  180. Dra. Lúcia diz que não gostaria que a Bipartite fosse um fórum de
  181. discussões não técnicas, que pudéssemos ter a responsabilidade
  182. que nos pesa nos quatro, os 223 municípios, que confiaram
  183. principalmente eu, como Presidente, seis dias é pouco. Pede uma
  184. Extraordinária para o dia 20/10/99, onde trarão uma contra -
  185. proposta, pois vê a necessidade da PPI ser implantada. Acrescenta
  186. que, essa discussão de Campina grande com o Estado, deve ser
  187. marcada outra reunião extraordinária para discutir, agora não
  188. vamos misturar as coisas dentro da Bipartite, porque nós não
  189. vamos avançar com essa discussão de um município só, ou
  190. discutimos os 223 municípios ou ficará difícil. Precisamos ter
  191. amadurecimento, não devemos perder o controle, porque a
  192. Bipartite sempre teve encaminhamento técnicos bons é pactuação,
  193. é para beneficiar o Estado, então vamos beneficiar, mais
  194. esperamos coerência de ambas as partes e vamos ver o que é
  195. melhor para Paraíba e aqui faço minha as palavras de Paulo,
  196. Campina Grande precisa de uma solução, uma Secretária disse
  197. que está pagando atendimento em Campina Grande, isso não pode
  198. continuar. Foi aprovada a proposta. Dr. José Maria sugere que o
  199. COPASEMS discuta com o Planejamento, para que se consiga
  200. chegar a um consenso. Passa ao ítem 2 – Discussão e definição da
  201. Resolução da CIB/E-PB Nº 35/99, que cria Comissão para
  202. avaliação dos municípios, que solicitarem Gestão Plena de
  203. Sistema. Acrescenta que foi entregue, pergunta se existe algum
  204. questionamento. Dra. Lúcia diz que fica mais tranqüila por ter um
  205. representante do COPASEMS acompanhando os que estão indo
  206. aos municípios avaliar, ele tem um papel no Estado, dentro da
  207. NOB, que é Coordenador, o avaliador como o MS é, os Estados e os
  208. municípios, na questão da implantação das Habilitações. Essa
  209. representação do COPASEMS, apesar de ser uma, é importante
  210. para nortear as avaliações da mesma maneira. Dr. José Maria diz
  211. que a idéia dessa Resolução é justamente para ficar nessa
  212. imparcialidade, tratar X igual a Y. Dra. Lúcia diz que o Estado é
  213. quem faz a avaliação, vai ficar um representante para
  214. acompanhar, não podemos opinar. Dr. Paulo questiona qual o
  215. papel do representante do COPASEMS. Dra. Lúcia responde que o
  216. Técnico tem o olho teórico e o Gestor a prática, será um tipo de
  217. mediador para o Relatório. Dr. José Maria diz que é basicamente o
  218. perfil do profissional do COPASEMS que vai entrar na Comissão,
  219. são vocês que irão definir. Dr. Paulo pergunta se em algum
  220. instante o representante do COPASEMS discordar do que foi
  221. colocado, vence a maioria? Dra. Lúcia diz que o que preocupa o
  222. COPASEMS é que são três Técnicos contra um Gestor, então que
  223. esse representante pudesse fazer um relato e trouxesse para as
  224. reuniões do COPASEMS, porque quem decide é a Bipartite. Dr.
  225. Lindemberg diz que o relatório vem para a CIB e se tiver alguma
  226. discordância será vista e discutido, não será omitido. Dr. José
  227. Maria põe em votação, foi aprovada. Passa ao ítem 3 – Discussão e
  228. definição da Resolução CIB/E-PB Nº 37/99, que define critérios
  229. para distribuíção de Computadores para funcionamento da Rede
  230. Estadual de Informações em Saúde – REIS/PB – RENIS. Põe em
  231. discussão. Acrescenta que o objetivo dessa Resolução é que tem
  232. cento e poucos computadores para fazer a composição da Rede e
  233. deve ter critérios para isso. Dra. Lúcia diz que gostaria que o
  234. Projeto Global contemplasse o restante que falta e não os que já
  235. receberam. Dr. Lindemberg diz que a Resolução só tem critérios de
  236. inclusão e não de exclusão, são 223 municípios e 120
  237. computadores, precisamos de critérios, nosso critério é quem está
  238. mais organizado ou não, dentro do SUS. Ë claro que o critério
  239. populacional entrou e implica na questão financeira. Eu comentei
  240. até brincando que, se o COPASEMS propor que deve excluir
  241. municípios que tem condições de comprar, mais organizado, será
  242. bom, porque vamos colocar municípios que estão perto da
  243. organização, eu não posso excluir ninguém. As coordenadoras do
  244. Projeto disseram que está previsto no VIGISUS computadores, 12,
  245. um para cada Sede Regional, para cada município sede, porque é o
  246. pólo de concentração de todos. Fica claro que os computadores
  247. que vierem do VIGISUS, não serão dados novamente aos
  248. municípios, vamos nos organizar para expandir a Rede, para que
  249. novos municípios sejam interligados. Dr. José Maria põe em
  250. votação, foi aprovado. Passa a 2ª Parte – Processos de Cessão de
  251. Unidades – 1.1 – Processo Nº 5057 – Prefeitura Municipal de Gado
  252. Bravo, solicita Cessão de Uso e Pessoal do Posto de Saúde. Põe em
  253. discussão, em votação, foi aprovado; 1.2 – Processo Nº 00539/97 –
  254. Prefeitura Municipal de Araçagí, solicita Cessão de Uso e Pessoal
  255. da Unidade Mista, Posto de Saúde de Pitombas, Posto de Saúde de
  256. Santa Lúcia, Posto de Saúde de Canafístula e Posto de
  257. Mulunguzinho. Põe em discussão, em votação, foram aprovados;
  258. 1.3 – Processo Nº 4714/99 – Prefeitura Municipal de Aroeiras,
  259. solicita Cessão de Uso e Pessoal do Centro de Saúde de Aroeiras e
  260. do Posto de Saúde Pedro Velho. Põe em discussão, em votação,
  261. foram aprovados; 1.4 – Processo Nº 03153/98 – Prefeitura
  262. Municipal de Pilões, solicita Cessão de Uso e Pessoal do Cento de
  263. Saúde de Pilões, Posto de Saúde de Ouricurí e do Posto de Saúde
  264. de Chã dos Cordeiros. Põe em discussão, em votação, foram
  265. aprovados. Passa ao ítem 2 – Processos de Investimento – 2.1 –
  266. Processo Nº 7869/99 – Prefeitura Municipal de Campo de
  267. Santana, solicita ao MS, uma Unidade Móvel Padrão. Valor do
  268. Projeto: R$ 38.850,00 ( trinta e oito mil, oitocentos e cinqüenta
  269. reais ). Põe em discussão, em votação, foi aprovado. 2.2 – Processo
  270. Nº 9391/99 – Prefeitura Municipal de Riachão, solicita ao MS,
  271. uma Unidade Móvel Padrão. Valor do Projeto: R$ 38.885,00 ( trinta
  272. e oito mil, oitocentos e oitenta e cinco reais ). Põe em discussão,
  273. em votação, foi aprovado. 2.3 – Processo Nº 10924/99 – Prefeitura
  274. Municipal de Mamanguape, solicita Reforma, Ampliação e
  275. Aquisição de Equipamentos, para o Hospital e Maternidade Nossa
  276. Senhora do Rosário. Valor do Projeto: R$ 111. 529,17 ( cento e
  277. onze mil, quinhentos e vinte e nove reais e dezessete centavos ).
  278. Põe em discussão, em votação, foi aprovado. 3 – Processos de
  279. Renovação do Programa de Combate às Carências Nutricionais:
  280. Proc. Nº 10952/99, Catolé do Rocha – Proc. Nº 9371/99, Cacimba
  281. de Dentro – Proc. Nº 10889/99, Pedra Lavrada – Proc. Nº
  282. 10970/99, Santa Luzia – Proc. Nº 10984/99, Picuí – Proc. Nº
  283. 10172/99, Frei Martinho – Proc. Nº 7324/99, Mato Grosso – Proc.
  284. Nº 9636/9, Santana de Mangueira – Proc. Nº 10546/99, Santo
  285. André – Proc. Nº9369/99, Bananeiras – Proc. Nº 9373/99, Campo
  286. de Santana – Proc. Nº 9351/99, Alagoinha – Proc. Nº 9350, Cuitegí
  287. – Proc. Nº 9352/99, Araruna – Proc. Nº 9329/99, Serraria – Proc.
  288. Nº 9320/99, Pilõezinhos – Proc. Nº 9737/99, Sertãozinho – Proc.
  289. Nº 9343/99, Araçagí – Proc. Nº 9342/99, Dona Inês – Proc. Nº
  290. 9339/99, Duas Estradas – Proc. Nº 9328/99, Serra da Raíz – Proc.
  291. Nº 9325/99, Pirpirituba – Proc. Nº9330/99, Solânea – Proc.
  292. Nº9332/99, Mulungú – Proc. Nº 9331/99, Pilões – Proc. Nº
  293. 9333/99, Lagoa de Dentro – Proc. Nº 10332/99, Riacho de Santo
  294. Antônio – Proc. Nº 9322/99, Caiçara – Proc. Nº 9321/99,
  295. Logradouro – Proc. Nº 9324/99, Riachão – Proc. Nº 9387/99,
  296. Casserengue – Proc. Nº 9736/99, Borborema – Proc. Nº 9338/99,
  297. Guarabira. Põe em discussão, em votação, foram aprovados. Passa
  298. ao ítem 4 – Para Referendum: Relação de Municípios, que
  299. solicitaram ampliação do PACS – Juazeirinho, Serra Redonda, São
  300. João do Cariri, São Bento, B. do Brejo do Cruz, Jericó, Bonito de
  301. Santa Fé, Cabedelo ( PACS/PSF ), Boqueirão, Riachão do
  302. Bacamarte, pedras de Fogo ( PACS/PSF ) e Baía da Traíção. Põe
  303. em discussão, em votação, foram aprovados. Passa ao ítem 5 –
  304. Processos de Habilitação – NOB/96. 5.1 – Processo Nº 2138/99 –
  305. Prefeitura Municipal de São José de Caiana, solicita Gestão Plena
  306. da Atenção Básica. Pergunta se o Processo está instruído. A
  307. Secretária Executiva responde positivamente. Põe em discussão,
  308. em votação, foi aprovado. 5.2 – Processo Nº 9383/99, de 02/08/99
  309. – Prefeitura Municipal de Sumé, solicita Gestão Plena do Sistema
  310. Municipal. A Secretária Executiva diz que o Processo se encontra
  311. devidamente instruído. Põe em discussão. Dr. Lindemberg diz que
  312. o Processo não tem problema, está correto cartorialmente. Dr. José
  313. Maria põe em votação, foi aprovado a Habilitação e a Gestão ( PAB,
  314. FAE 1, com o Município. FAE 2, APAC e AIH, com o Estado ). 5.3 –
  315. Processo Nº 5605/99, de 14/05/99 – Prefeitura Municipal de
  316. Piancó, solicita Gestão Plena do Sistema Municipal. Põe em
  317. discussão. Depois de muita discussão, Dr. José Maria põe em
  318. votação, foi aprovado só a Habilitação. A Gestão dos recursos não
  319. fica pactuada. Acrescenta que fará uma consulta a Tripartite, a
  320. gestão consta no Processo como um documento e o mesmo não
  321. levará esse documento, o Processo não estará completo. Dra.
  322. Flávia ( Secretária de Saúde ) diz que quer garantir que o Processo
  323. vá para Brasília já que existe o impasse e que será difícil pelos
  324. precedentes de Campina Grande, o que estão fazendo com Piancó
  325. é similar a Campina Grande e até hoje não se resolveu. Quero
  326. garantir que vá para Brasília, Plena de Sistema recebendo só PAB
  327. e lá essa discussão seja esclarecida. Dr. José Maria diz que o
  328. segmento desse Processo será o seguinte, não está no documento
  329. a pactuação da Gestão, vamos consultar a Tripartite se vai poder
  330. mandar sem ter assinado a pactuação de Teto, se inviabiliza ou
  331. não o envio do Processo. Dr. Paulo diz que a partir do momento
  332. que temos a autonomia de aprovar a gestão que está colocado aqui
  333. no ítem 5.3, compete a nós aprovar ou não, se nós estamos
  334. votando que é Pleno de Sistema, estamos aprovando o ítem 5.3, as
  335. outras decisões serão feitas nas instâncias necessárias, lamento
  336. que não exista critérios pré-estabelecidos para que quando chegue
  337. na Bipartite, não só essa colocação cartorial seja posta, mais seja
  338. posto também que tudo já estejam resolvidos, que os critérios
  339. foram preenchidos. Quando vejo colocar que o público, o
  340. conveniado, particular, privado, não pode ser administrado pelo
  341. município porque é pólo regional e Piancó o privado tem que ser
  342. administrado pelo Estado porque também é pólo regional, quer
  343. dizer o que é que cria nisso, a necessidade de que se tenha
  344. critérios pré-estabelecidos para que quando chegue na Bipartite
  345. essas discussões não exista mais. Dr. José Maria afirma que o
  346. Processo vai para Brasília, aprovado a Habilitação na Plena do
  347. Sistema e diz que vai pedir a Piancó que a Gestão continue com o
  348. Estado, por estar pleiteando, propondo no nosso modelo
  349. assistencial que os nossos Hospitais Regionais, até porque esses
  350. Hospitais, Piancó e Sousa atendem uma demanda de uma região,
  351. são Sedes Regionais e foram estruturados para isso, estavam sob a
  352. gestão do município equivocadamente o Estado entregou aos
  353. municípios, os Hospitais se inviabilizaram e chegou a condição de
  354. quase fechar. O próprio Paulo na época Prefeito de Piancó pediu
  355. para o Hospital voltar para o Estado e alegou que se tratava de um
  356. Hospital Regional. Voltou o de Piancó, Sousa, a FNS de Guarabira
  357. também, foram feitas grandes reformas para que pudéssemos
  358. formar a Rede Regionalizada, investimos muito recuso com
  359. equipamentos, para comprovar a coerência do que estamos
  360. colocando, estamos pleiteando uma coisa que os próprios
  361. municípios na época, que não estavam em condições, pelo fato dos
  362. Hospitais serem Sedes Regionais. O Hospital de Piancó estava
  363. quase fechado. Dr. Paulo diz que o Hospital vinha com uma série
  364. de problemas e o município, na época, não tinha nenhuma forma
  365. de gestão estabelecida aí o município colocou para o Estado. Dr.
  366. José Maria diz que fica aprovado a Plena de Sistema sem a Gestão.
  367. Passa ao ítem 5.4 – Processo Nº 13972/99, de 30/09/99 –
  368. Prefeitura Municipal de Belém, solicita Gestão Plena do Sistema
  369. Municipal. Dra. Edjanece diz que o Processo de Belém contém
  370. pendências e o Relatório de Supervisão aponta necessidade de
  371. reestruturação em vários setores, vigilância Sanitária, Vigilância
  372. Epidemiológica, Controle e Avaliação, com relação a questão de
  373. recursos humanos. A Secretária de Saúde esteve na SES, vimos o
  374. Processo, ela não ficou satisfeita mais se comprometeu a procurar
  375. o Planejamento para conversar com Lindemberg, reclamou da
  376. assistência Técnica da SES e que o entendimento seria feito. O
  377. Processo ela não retirou de Pauta, manteve. Dr. José Maria põe em
  378. discussão. Dra. Lúcia diz que a Gestora do Município de Belém
  379. não pode se fazer presente e pediu que a representasse, tive a
  380. procuração, inclusive passou um fax. Disse que estava triste, disse
  381. que a Comissão chegava mais não dava o encaminhamento devido.
  382. Aqui fica essa indignação da Gestora por não ter ajuda. Existe
  383. alguns pontos listados por mim, que mesmo os três municípios da
  384. Plena do Sistema esteja funcionando a contento. Pediram controle
  385. de obesidade, é coisa para primeiro mundo. Diz que o COPASEMS
  386. dá o voto de repúdio a esse tipo de Relatório, nesse nível. Dr. José
  387. Eymard diz que se for fazer um retrospectiva da história da
  388. Municipalização na Paraíba, a começar na Gestão do Dr. José
  389. Maria vamos observar uma série de elementos, por exemplo, houve
  390. aquela ânsia de fazer a Municipalização, o maior número possível
  391. e hoje alcançamos quase 100%. Naquela época já se tocava no
  392. ponto de Ter mais cuidado nos critérios de avaliação, para evitar o
  393. absurdo, isso é papel que comporta muita coisa e sabemos que
  394. cartorialmente, pecamos muito e houve outra fase agora, estamos
  395. querendo fazer o inverso, querendo exigir mais. Continuo
  396. insistindo que, a SES tem que ser o grande coordenador de todo
  397. esse Processo, tem que repassar as informações, orientar, sei que
  398. tem feito isso, tem que fazer mais ainda e com situações como essa
  399. inclusive tomando medidas nos relatórios, que ultrapassam a
  400. própria competência de uma Comisso dessa, a competência foi
  401. além do próprio rei, mais realista que o próprio rei. Dr.
  402. Lindemberg diz que de saída não tem dúvidas sobre a exorbitância
  403. da Comissão, que solicitou a avaliação da Gestão, foi a primeira
  404. vez na SES, que ensaiou um Processo de Monitoramento, que vai
  405. continuar e vamos aprovar aqui os instrumentos que a Comissão
  406. irá fazer essa avaliação. Os instrumentos seguiram rigorosamente
  407. em cima do Manual da Atenção Básica, inclusive as ações relativas
  408. a grupos específicos está lá escrito, discutimos com todos os
  409. municípios, com todas as regionais, quais eram as
  410. responsabilidades da Atenção Básica e foi na ocasião da discussão
  411. da Pactuação de Indicadores do Pacto da Atenção Básica. Temos
  412. um Município que infelizmente não está conseguindo dar conta
  413. das prerrogativas colocadas quando a Atenção Básica. O parecer
  414. em cima de uma visão global foi que com relação a Vigilância
  415. Sanitária, Controle e Avaliação e Vigilância Epidemiológica, o
  416. município apresenta-se bastante deficiente, a sua assistência
  417. básica não está organizada, faltam vários serviços, alguns
  418. Serviços, que estão sob gestão e gerência do município, estão
  419. fechados, o médico não comparece, uma série de dificuldades. No
  420. geral não faz as ações de Vigilância Epidemiológica. Dra. Lúcia diz
  421. que em nenhum momento o seu papel foi entendido, ela não
  422. defendeu, está claro e gravado, o que defendeu foi o que ficou claro
  423. no Relatório direcionado. Dr. José Maria diz que, pela discussão o
  424. Processo não será aprovado. Ficou confirmado, não foi aprovado.
  425. Acrescenta que, enquanto gestores vão tentar trabalhar esse
  426. processo de seleção dentro dos critérios da Norma para que o
  427. município possa ser organizado, eu gostaria e vou lutar para que o
  428. município faça busca ativa era bom, estamos propondo uma
  429. mudança, que bom que a Vigilância tivesse tão atenta ao ponto
  430. desse, aogra que nós vamos riscar isso para não poder exigir, claro
  431. que vamos exigir, agora que dentro de um bom senso que isso não
  432. seja motivo impeditivo para que o município possa receber uma
  433. Gestão Plena claro que não, que nós temos que buscar isso sim,
  434. não é mudança é transferência de gerência e gestão, isso é o que
  435. queremos, que se faça de maneira que signifique que eu, cidadão,
  436. usuário, gostaria de receber uma Atenção Básica e a alta e média
  437. complexidade tão boa como imaginamos e o Estado não teve
  438. condições de dar. Esse critérios, que é papel nosso, vamos fazer e
  439. para isso vamos fazer discursos fortes aqui, para que eu tenha na
  440. SES uma Coordenação de Vigilância Epidemiológica e Vigilância
  441. Sanitária, que fiquem zelosas por isso e que nós não continuemos
  442. nos alimentando de alimentos podres, é o que queremos e o
  443. Estado não está tendo competência brasileira para fazer isso, está
  444. claro, ninguém gostaria que o município transferisse essa
  445. condição desse modelo para lá somente na condição de
  446. transferência, isso nós vamos cumprir com os critérios, sempre
  447. dentro de uma responsabilidade e bom senso, naturalmente nunca
  448. vai chegar aqui um município que por acaso não tenha o Programa
  449. do Idoso implantado, do Obeso, não possa ser um município que
  450. está em condições de organização ao nível de assumir a sua
  451. gestão. Agora, que a Vigilância Epidemiológica nos seus níveis
  452. básicos possa ter garantido para que se faça uma busca ativa de
  453. pacientes lá e a Vigilância Sanitária também. Diz a Dra. Lúcia que
  454. a palavra repúdio é muito forte, a exigência é demais é, agora ela é
  455. legal, normativa, ela não é ilegal, pode ser inconseqüente, agora
  456. repúdio para isso é muito forte. Dra. Lúcia diz que para o Estado
  457. cobrar isso, era preciso que ele viesse fazendo isso na prática, o
  458. tempo todo e não fez na época, agora está querendo os vistos dos
  459. municípios além da possibilidade de recursos humanos que o
  460. município tem. Dr. José Maria passa ao ítem 5.5 – Processo Nº
  461. 6884/99, de 09/06/99 – Prefeitura Municipal de Areia, solicita
  462. Gestão Plena do Sistema Municipal. Dra. Edjanece diz que o
  463. Secretário de Areia esteve na Secretaria Executiva, vimos o
  464. Processo que tem algumas questões pendentes e depois de avaliar
  465. enviou um requerimento pedindo a retirada de Pauta o Processo
  466. Nº 6884/99, que solicita a Gestão Plena do Sistema Municipal e
  467. comunica que solicitará nova avaliação no momento que julgar
  468. necessário. Dr. José Maria pergunta se alguém quer se
  469. pronunciar. Dr. Lindemberg diz que gostaria de receber o
  470. mais rápido possível os dois municípios para acertarmos os
  471. encaminhamentos para que o município possa rápido se colocar
  472. em condições de voltar com o Processo para ser aprovado na
  473. Bipartite. Acrescento que o nosso papel na SES é esse, do ponto de
  474. vista técnico começar a discutir com os municípios e na Bipartite
  475. aprovar os instrumentos dos quais estamos trabalhando,
  476. utilizamos primeiro nesses municípios e vamos preparar para
  477. trazer os instrumentos em cima dos quais vamos avaliar Plena do
  478. Sistema Municipal e da Atenção Básica. Dr. José Maria diz que é
  479. assim que se constrói. Dra. Lúcia diz que a gestora de Belém
  480. procurou o 2º Núcleo e que não recebeu resposta para ajuda no
  481. Controle e Avaliação. Não havendo quem quisesse se pronunciar
  482. dá por encerrada a Reunião e eu, Jane Maria Carrazzoni de
  483. Andrade Lira, lavrei a presente Ata que depois de lida, discutida,
  484. aprovada, será devidamente assinada por mim e por todos os
  485. presentes.

José Maria de França_________________________________________________

Estanislau Barbosa de Lucena________________________________________

Ginaldo Lago de Melo Filho___________________________________________

Lindemberg Medeiros de Araújo_______________________________________

José Eymard Moraes de Medeiros_____________________________________

Lúcia de Fátima Maia Derks__________________________________________

Paulo Roberto Galdino________________________________________________

Niedja Rodrigues de Siqueira__________________________________________

Josanete Diniz de Melo________________________________________________

Eduardo Batista Neto__________________________________________________

Maria do Carmo Maia__________________________________________________

Liége Campos Santa Cruz______________________________________________

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GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA
SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE

CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE
COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE

CALENDÁRIO DE REUNIÕES

CES/PB E CIB/PB
ANO 2000

MÊS

CES/PB

DATA DA REUNIÃO

CIB/PB

DATA DDA REUNIÃO

JANEIRO

RECESSO

RECESSO

FEVEREIRO

DIA 08 / 14:30HS

DIA 09 / 14:30HS

MARÇO

DIA 14 / 14:30HS

DIA 15 / 14:30HS

ABRIL

DIA 04 / 14:30HS

DIA 12 / 14:30HS

MAIO

DIA 02 / 14:30HS

DIA 10 / 14:30HS

JUNHO

DIA 06 / 14:30HS

DIA 14 / 14:30HS

JULHO

DIA 04 / 14:30HS

DIA 12 / 14:30HS

AGOSTO

DIA 01 / 14:30HS

DIA 09 / 14:30HS

SETEMBRO

DIA 05 / 14:30HS

DIA 13 / 14:30HS

OUTUBRO

DIA 10 / 14:30HS

DIA 11 / 14:30HS

NOVEMBRO

DIA 07 / 14:30HS

DIA 08 / 14:30HS

DEZEMBRO

DIA 05 / 14:30HS

DIA 13 / 14:30HS

/Secretaria Executiva do Conselho Estadual de Saúde e Comissão Intergestores Bipartite

Av. Dom Pedro II, 1826, Torre, João Pessoa – PB

Fone: 0 XX 83.241.1718 – R. 7068

0 XX 83. 222.1063

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