| Princípio | Significado simples |
|---|---|
| Entidade | Finanças da empresa separadas das do dono |
| Continuidade | Pressupõe que a empresa vai continuar existindo |
| Oportunidade | Registra no momento em que ocorre o fato |
| Registro pelo valor original | Bens registrados pelo preço de aquisição |
| Competência | Receitas/despesas reconhecidas quando ocorrem, não quando recebe/paga dinheiro |
| Prudência | Na dúvida: menor receita / maior despesa |
ATIVO = PASSIVO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO
| ATIVO | PASSIVO + PL | ||
|---|---|---|---|
| Circulante | Caixa, contas a receber, estoques (até 1 ano) | Circulante | Fornecedores, salários, empréstimos (até 1 ano) |
| Não Circulante | Imóveis, máquinas, veículos, investimentos (mais de 1 ano) | Não Circulante | Financiamentos de longo prazo |
| PL | Capital social + reservas + lucros acumulados | ||
Q1. Uma empresa tem Ativo de R$500.000 e Passivo de R$300.000. Seu Patrimônio Líquido é:
Q2. O princípio contábil que determina que receitas e despesas devem ser reconhecidas quando ocorrem (não quando o dinheiro entra/sai) é o princípio da:
Processo de transformar dinheiro de origem criminosa em dinheiro aparentemente lícito.
| Fase | Descrição | Exemplo |
|---|---|---|
| 1. Colocação (placement) | Inserção do dinheiro ilícito no sistema financeiro | Depósitos fracionados, compras em espécie |
| 2. Ocultação/Estratificação (layering) | Movimentações complexas para dificultar rastreio | Transferências internacionais, criptomoedas, offshores |
| 3. Integração (integration) | O dinheiro volta com aparência lícita | Investimento imobiliário, empresa com faturamento fictício |
Órgão do Ministério da Fazenda responsável por receber, examinar e identificar ocorrências suspeitas de lavagem de dinheiro. Produz Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) que podem embasar investigações policiais.
| Sinal | Por que suspeito |
|---|---|
| Movimentação financeira incompatível com a renda declarada | Enriquecimento sem origem comprovada |
| Pagamentos em espécie de alto valor | Espécie dificulta rastreamento |
| Smurfing: vários depósitos pequenos abaixo do limite | Fracionamento para evitar comunicação ao COAF |
| Uso de intermediários / laranjas para transações | Oculta o verdadeiro beneficiário |
| Empresa sem estrutura real com faturamento alto | Empresa de fachada para integração |
| Compra/venda de imóvel por valor muito diferente do mercado | Sobrepreço ou subpreço como mecanismo de lavagem |
| Transferências frequentes para offshores em paraísos fiscais | Estratificação — fase 2 da lavagem |
| Operações com criptomoedas sem relação com atividade econômica declarada | Criptomoedas usadas para ocultação |
Q3. Na perícia contábil judicial, quem é nomeado pelo juiz para elaborar o laudo imparcial?
Q4. A fase da lavagem de dinheiro em que o criminoso utiliza transferências internacionais e empresas offshores para dificultar o rastreamento é a:
Q5. A prática de realizar vários depósitos bancários abaixo do limite de reporte para evitar a comunicação ao COAF é conhecida como:
Pessoas jurídicas são entidades com personalidade jurídica própria (distintas das pessoas físicas que as compõem).
A constituição de pessoa jurídica (empresa) é frequentemente usada para lavagem de dinheiro. O agente deve estar atento a empresas com capital social incompatível com as atividades ou sem estrutura operacional real.
Q6. Na investigação de lavagem de dinheiro, o agente de polícia deve estar atento a empresas criadas com capital incompatível com as atividades declaradas, pois isso pode indicar uso de:
| Q | Resp. | Tema |
|---|---|---|
| Q1 | C | PL = Ativo − Passivo |
| Q2 | B | Princípio da competência |
| Q3 | B | Perito judicial = nomeado pelo juiz |
| Q4 | C | Ocultação/Estratificação |
| Q5 | B | Smurfing |
| Q6 | B | Empresa de fachada |
Concurso Público — Edital 01/2025
Cargo: Agente de Polícia Civil
Organizadora: IDECAN
Elaborado por: Dani Kaloi